Gaiola das Quimeras

2 Capítulo 2 A modelo despida.


Notas iniciais
Errr deixem seus comentários por favor ...

— A que estão suas anotações.

— Hum... oh, sim. valeu- disse Isaac mexendo em sua mochila.

— Tome a que seu presentinho Ana, só ira lhe custar, uma rapidinha.

— Então me mata, eu já expliquei antes.

— Engraçadinha, pega logo, são de graça dessa vez também, é melhor eu dividir os meus com você, do que usar sozinho por ai.

Ana assentiu mas não disse nada, ela sentou em uma cadeira, se encostou e deu um sorriso, esticou o braço e pegou seu amado presentinho da mão de Zac, uma carteira de cigarros. Não esperou nem um segundo, ascendeu um matador de pulmão, e se perdeu no prazer de seu vicio. Isaac por outro lado não estava fumando, só sentado olhando um quadro na parede, que ele adorava por sinal uma árvore seca e sem folhas mas com vários galhos e um boneco preso a um dos galhos, Zac achava isso incrível e misterioso.

— Você náo cansa de viajar nessa moldura ?-disse Ana com um sorriso fraco.

— E você não cancã de me perguntar isso?- disse Isaac enquanto pegava seu caderno.

— hahaha, claro que não!!- falou Ana enquanto observa seu amigo- Obrigada, por fazer isso por min.

A fumaça saio dos lábios da garota de forma bela, como água caindo de uma cachoeira. Ela olhava para ele, mas ele em nenhum momento olhava para ela diretamente, Zac estava concentrado em suas anotações, Ana de repente se ergue começa a mexer em alguns materiais de artes no chão daquela sala, papeis, lapis, tintas, pinceis e cavalete, então ela encontrou oque estava a caçar, um quadro limpo e pronto para ganhar vida. Ela começou a arma o cavalete e meter a mão em uma caixa cheia de potes de tinta, Zac observa toda aquela cena curioso, tando entender oque sua amiga estava há fazer. Um pincel cruzou o espaço aéreo e atingiu Isaac, Ana que havia jogado o objeto sorriu um pouco e virou-se para o cavalete.

— Sinceramente não sei oque você esta tentando com isso, quer que eu pinte um quadro pra você?-disse Zac mexendo o pincel em sua mão como se estivesse regendo uma orquestra.

—tam! tam, tam temos um vencedora disse Ana enquanto movia-se para que zac pode-se observa o quadro encima do cavalete — sou uma fã de artes realistas, e eu sei que você sabe pintar um pouco... poderia faze ruma pintura realista do meu corpo pelado?

O vácuo voltou de dependente no. esmo instante, e a fumaça tomou mais espaço que o necessário.

— Calma, calma, acho que não ouvi bem — disse Zac enquanto se erguia em direção a sua amiga.

— Então esquece oque eu falei, não foi nada de mais — murmurou Ana virando-se para o quadro.

— Então tira a roupa e me passa as tintas haha

— Hahaha falei para esquecer, mas, bem, eu queria que você pintasse um quadro para min, e é claro que não é do meu corpo nú !!!

— Estraga prazer- falou o nove. enquanto, movia seus dedos para formar uma espécie de retângulo como fazem os fotógrafos, mirando a tela em branco — e oque você quer que eu faça?

— Bem, eu quero...