Notas iniciais
ganho um celular, começamos nossas ferias

—Você cresceu, vejo que realmente ele faz bem a você – disse Hades a Nico – Assenti com a cabeça. _É melhor voltarmos ELA deve estar torturando o pobre menino. – Falou Hades.

Nós nos juntamos a Will e Perséfone, comemos, bebemos, rimos muito.

—Então Will você é médico? Quais outros dons que herdou de Apolo? – Questionou Hades.

Olho para meu Pai fulminando, sinto que agora irá começar, a real tortura.

—Lorde Hades, não sou bom com arco e flecha, musica, uma tenho boa pontaria, acho que somente é medicina. – Falou Will

—Ele tem um assovio sônico, na guerra contra Gaia deixou todos loucos e surdos por um bom tempo. — Falei segurando as mãos de Will,

—Causar Confusão é bom numa guerra, mas medicina é melhor, salvar os soldados é sempre excelente. – Disse Hades.

Will agradeceu sorrindo.

Hades deitou junto a Perséfone admirando o céu. _Sabe eu sempre atormentei a vida do seu pai, creio que ele tem medo de mim até hoje.

Perséfone deu um tapa em Hades _ Ai, só estou lembrando...

—Querido acho que já está na hora. – Falou Perséfone.

—Filho precisamos ir “reunião de família” você sabe! Vocês veem? — Falou Hades.

—Não pai! Vou mostrar um pouco da Itália para ele, ficaremos uns dois dias, já avisamos o acampamento! — Falou Nico.

Ok! Você lembra daquele hotel que ficamos na última vez, Perséfone. – Hades falou _ Vecchi Crateri (Crateras Velhoas) é este o nome!?

—Eu adorei, eles serviam uma ótima alimentação, a decoração rustica. – Falou Perséfone

Fiquem hospedados lá estou pedindo para Alecto, cuidar de tudo, aliás fique com este – e me passou, um celular negro – _Dá para fazer pagamentos com ele, tanto mortal quanto imortal, o cartão inserido nele é Black aceito em todo o mundo, ainda tem instalado Skype. – Quis recusar porém, não deu.

Após isso nos despedimos Hades colocou Perséfone na carruagem e eles foram para as sombras.

Ficamos um pouco a mais, colocamos no mapa do celular o nome do Hotel transformamos a quadriga em carro, quadramos tudo. E rumamos das sombras para Strada Provinciale, passamos por várias casas e locais lindos mesmo a noite, e o frio já batia, os cafés estavam cheios, havia restaurantes e lojas abertas, passamos pelo porto e vimos vários barcos atracados todos em festa. Chegamos em um sobrado com as paredes cobertas de flores, tinha a aparência rustica a construção em pedras, estacionamos, pegamos as malas e entramos.

Notas finais
Espero que gostem
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.