Férias na Austrália
11 Capítulo 11
Notas iniciais
mas aí está outro capítulo - bem fofinho *-*
boa leitura ^^
Nessa quarta-feira, eu e as meninas fomos à praia, na lanchonete do Cody. Chegando lá, nos sentamos na mesma mesa que tínhamos usado da primeira vez. Foi quando de repente, surgiram dois meninos — bonitinhos, até — e disseram para mim:
– Ei, Angélica — como eles sabiam o meu nome? Não faço ideia... — nós queremos ir à festa com você! Qual de nós você prefere?
Confesso que nessa hora eu me assustei...
– Bem, eu nem conheço vocês... E eu nem vou àquela festa...
– Por quê? — eles não estavam conseguindo acreditar no que eu disse.
– Eu ainda não achei o garoto certo... Desculpa.
Nessa hora, o pai do Cody disse a ele, bem baixinho:
– Seu primeiro dia de folga, vai fazer o que você tem que fazer...
Então, chegou outro menino, e me perguntou a mesma coisa, eu já fui falando que não e ele foi embora — ufa!
– Angélica... — disse o Cody.
– Fala, Cody — respondi., meio desanimada.
– Eu vou lá convidar a menina que eu queria...
– Ah, vai lá... — disse eu, meio sem jeito.
– Mas eu queria que você me acompanhasse só para me dar umas dicas, você vem?
– Tudo bem, mas eu vou ficar de longe, te olhando, tá? — eu achei uma cara de pau dele me chamar lá para isso, mas eu acabei aceitando, afinal de contas, ele ainda era meu amigo.
Avisei a Beatriz e a Mariana, que, há essa hora, já estavam travando uma guerra de batatas fritas.
No caminho, dei umas dicas e, quando chegamos até lá, ele me disse:
– Pronto, Aqui já está bom.
– Tá? Então vai lá, que eu vou ficar aqui vendo.
Era bem na ponta da praia, um lugar magnífico, qualquer garota iria se derreter por isso.
Então, Cody deu alguns passos a frente, e quando eu já estava prestes a ir embora, ele voltou, segurou na minha cintura bem forte, e disse, no meu ouvido:
– Angélica, quer vir comigo na festa de sábado?
Na hora, eu fiquei tão feliz com a atitude dele que não consegui dizer sequer nenhuma palavra, apenas dei um sorriso, e eu sei que ele entendeu. Estávamos tão próximos que eu podia ouvir sua respiração. Foi então que eu comecei a acariciar o seu rosto. Logo, fomos nos aproximando ainda mais, e mais, e mais... De repente um carro buzina na rua, quando olhei, vi que quase tinham atropelado uma menina. Depois do fato, não tinha mais clima algum, então, ele apenas segurou em minha mão, e seguimos, voltando para a lanchonete — era loonge... — o sol já estava se pondo, da mesma forma de quando nos conhecemos.
Estávamos andando, a um bom tempo, em silêncio — não aguentava mais — quando eu resolvi puxar um assunto:
– Essa praia é linda, não acha?
– Sim, vêm muitos namorados aqui...
Apenas olhei pra ele, e dei um sorriso, que, há essa hora, estava lá na orelha. A única coisa que eu conseguia pensar era que finalmente um garoto se interessou de verdade por mim. e gostava de mim do jeitinho que eu era.
Continuamos andando, com aquele pôr do sol bem a nossa frente, e de mãos dadas, sem dizer nada. Acho que o silêncio, para nós, valia mais que muitas palavras. Quando chegamos à lanchonete, desfizemos nossas mãos dadas, e então, contei para as meninas o que tinha acontecido e, o que eu fazia todo dia de tarde, longe delas. Elas me entenderam e, então, resolveram ir embora da lanchonete, mas, nesse dia, eu e o Cody fizemos algo diferente, nós fomos a uma pizzaria, e depois, ele me deixou no hotel, e seguiu pra casa. — Aaah que lindo!! Eu estava amando as minhas férias!
Notas finais
bjoss - prometo q nao demoro tanto pra postar o próximo =**
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