Futatsu no Sekai - Saki
1 Capítulo 1 - Estratégia Perfeita: O Trio Policial Entra em Ação.
Desempregado, falido e cheio de contas a pagar, esse era Tom, Tom Faith. Antes um homem realizado, rico, e com um bom emprego. Vive agora num apartamento, e sim, atrasado em dois meses de mensalidade. Seu patrão o deixava viver lá apenas pela antiga amizade que possuíam, mas isso deixaria de ser o suficiente. Já estava chegando o próximo dia do pagamento e não havia um tostão em seu bolso.
As paredes da casa eram brancas, e a visão de um estranho não seria o mesmo, a parede estava com marcas pretas e sua cor beirava o marrom. Havia um abajur piscando ao lado do sofá de três em três segundos, a energia já não era muita e Tom ao menos sabia o motivo de ainda ter luz naquela casa. O homem estava em seu apartamento desfrutando de seu provável último dia num lugar aconchegante. Estava sentado em seu sofá assistindo seu seriado preferido, perfeito a sua visão, benéfico o suficiente, pelo menos para a última vez. Seu sofá estava empoeirado e a TV falhando com o sinal péssimo da região.
Seu último suspiro de alegria se deu ao ouvir porradas em sua porta clamando por sua saída.
— Saia Tom! Já te mantive ai tempo o suficiente para repensar em sua mísera vida e dar uma chance de pagar suas contas. Não tenho mais motivos para deixa-lo ai! – Exclamou o dono do apartamento. Poucos segundos bastaram para Tom ir a porta.
— Eu sei, eu sei Sheppard, só estava aproveitando meus últimos momentos, e espero não trazer mais problemas a você – Disse Tom um tanto que cabisbaixo. – Obrigado, velho amigo.
Ele estava com uma mala em suas mãos e vestia um sobretudo negro com um botão faltando. Estava agora literalmente falido, sem dinheiro para pagar o apartamento, ao menos comprar um colchão para dormir na rua, estava literalmente em um péssimo momento.
— Ah... Amaldiçoado eu por ter uma vida assim, é tudo culpa minha... – Murmurou para si mesmo.
Olhava para o céu fixamente, sua visão preferida. A visão da noite estrelada, a via láctea se mostrando numa visão fantástica. Quando jovem tinha o costume de ficar vendo o seu “outro mundo” pelo telescópio, presente dado a ele pela sua mãe já falecida, presente que guardara consigo até hoje, não caberia em sua mala.
— Agora preciso aproveitar esse tempo que eu tenho e pensar em algo logo... A essa hora da noite eu não vou achar onde ficar...
Foi seu relés pensamento.Hora de afogar as mágoas... – Tom colocou sua mão num bolso de seu sobretudo e achou duas nota de 10 dólares.
Conhecia um bar nas redondezas, ainda com uma cerveja ruim, mas barata, era o suficiente. O caminho seria rápido, mas algo o irritava. Os postes de luz a piscar acabavam com sua visão, sempre precisou de óculos, mas a partir do momento de necessidade não havia dinheiro para comprar um, estava ficando cada vez pior. Em um momento de impulso Tom pegou uma pedra no chão e jogou-a no poste, o estardalhaço foi o suficiente para ouvir a gritaria direcionada a ele.
— Venham então, se é para gritar, vamos gritar porra! – Tom exclamou para a rua, no mesmo momento as vozes pararam e foi tempo o suficiente para acabar com o alvoroço todo. – Então é assim?! Medrosos filhos da puta – Ele se encheu o bastante.
Cinco minutos depois já estava em frente ao bar. Haviam muitas vozes lá, mas nenhuma conhecida, era possível ver cerca de sete pessoas, um mais estranho que o outro, tanto quanto bêbados. Ele desceu a escada e abaixou a cabeça para passar pela porta, o dono do estabelecimento vestia um macacão listrado com a estampa de uma cerveja, veste da qual estava suja e molhada. O local cheirava a álcool e mofo, e bastava olhar para o lado para sentir o bafo de cada um. Não incomodado, se aproximou do balcão e se sentou.
— Me vê um whisky, o mais barato – Pegou 10 dólares e colocou na mesa, deixando também sua mala no chão.
Terminou dando uma tragada. Os outros preciosos segundos que deveriam ser devidamente usados foram interrompidos pelo dono do bar. Essa não é a vida que eu quero... Não demorou muito tempo para que o dono chegasse com uma garrafa, ele deixou-a na mesa e pegou o dinheiro. Tom tirou a tampa com o dedão e virou metade num único gole, colocando-a novamente no balcão. Deu um arroto e puxou seu cigarro junto do isqueiro, foram dois segundos para pensar na vida, e o outro para acender o cigarro.
— É proibido fumar aqui. Apague isso ou saia logo – Exigiu, enquanto apontava para uma placa.
— E eu com isso? – Respondeu Tom. – Tente me tirar daqui – E ele o provocou. Deu sua última tragada no cigarro e o apagou no balcão. – Se sua bebida fosse no mínimo boa... Quem sabe pudesse exigir algo.
Sentindo-se insultados, os clientes se levantaram e começaram a cerca-lo. Tom pegou sua mala do chão e terminou de beber o whisky. O dono estava por trás do balcão, alvo fácil, Tom pulou pelo balcão e bateu a garrafa na cabeça do patrão derrubando-o no chão, quando terminou de cair pisou na cabeça do mesmo e o desmaiou, e enfurecidos, aqueles que estavam a cerca-lo partiram para cima.
— Imprudente...
Tom lançou sua mala em um deles e no momento de distração pulou nos homens, no momento em que se abaixou para pegar a mala deu um chute horizontal beirando acertar o primeiro da esquerda, o empurrão jogou ele em cima dos outros e o arruaceiro caiu no chão.
Haviam mais cinco homens em pé, o mais próximo estava a cerca de um metro de distância de Tom, que teve tempo o suficiente para ir para cima e empurrar o bêbado para cima dos outros com seu ombro, mais três haviam caído no chão exaustos. Com sua mala bateu nos dois últimos e os empurrou para o chão.
— Me fizeram perder tempo com isso? Hum... Foram-se... 10, 20, 30 – Contava com os dedos. – Um minuto da minha vida com vocês!
. Os homens estavam jogados ao chão, um desmaiado e os outros seis bêbados o suficiente para não conseguir se levantar. Subiu pela escada e saiu do bar, havia gastado tempo o suficiente lá. Antes de começar a passar pela faixa de pedestre puxou outro cigarro, era o último por sinal, acendeu-o e decidiu aproveita-lo o máximo que fosse possível, mas, o tempo foi pouco.
Antes que pudesse perceber havia um carro ultrapassando a pista, mas havia um detalhe, ele estava à frente. O carro bateu em Tom e o jogou para longe em poucos segundos, e enquanto no ar um relés pensamento veio à mente. Preciso voltar a me sentir vivo.
Alice estuda em Kaimei, uma escola na província de Hokkaido, mas até pouco tempo atrás ela vivia num ambiente diferente, desconhecido por todos, e lá, ela tinha o controle de tudo o que pudesse ser visto. Era um mundo diferente, era o seu mundo, era o seu “país das maravilhas”.
Haviam duas coisas que a mantinha presa em sua vida escolar, seus estudos sobre este novo mundo, e sua amiga. A vida no mundo humano era complicada e a adaptação era o mais complicado, mas foi capaz de perceber como os humanos agem, alguns dos costumes e como o mundo funciona. Tudo era questão de ser ou não ser inteligente.
Seus estudos sobre o mundo humano a levou a perceber o quão sujos eles podiam ser, um mundo forjado em visão dos maiores, um mundo onde os mais ricos reinavam sobre aqueles com menores condições de vida, um mundo podre.
Betsu no Sekai. Enquanto vivia na Terra foi capaz de perceber uma situação um tanto quanto anormal. Pesquisas apontavam sobre a existência de um outro universo, ou como preferiam chamar, de um “novo mundo”,
Um deus entre nós.
Após ser atropelado Tom acabou hospitalizado, preso aos fios ligados aos aparelhos médicos na sala.
— O que...? Eu estou vivo?...
Em meio a seus devaneios foi interrompido por um grosso toque na porta, provavelmente estavam chamando-o, e tudo o que pode fazer foi manda-los entrar.
— Olá Tom, sou o xerife da cidade. Delegaram presença sua num conflito que aconteceu ontem à noite em um bar próximo, o dono do estabelecimento nos contou de sua aparência e no meio da investigação acabamos por chegar aqui, o estranho foi vê-lo hospitalizado.
Um dia?! Tom ficou quieto, e o único pensamento que veio a sua mente foi o tempo. Olhou para a janela e viu o sol cobrir seus olhos, já era dia.
— Acho que ele não está em condições de nos falar nada, olhe para seu estado... – Disse o mais baixo que pode, era o assistente do xerife.
— Acho que você tem razão, bem voltamos mais tarde, Sr. Tom. Tenha um bom dia de descanso – O xerife se despediu e ele junto de seu assistente deixou o quarto.
— Acham que eu vou ficar aqui, hospitalizado tempo o suficiente para esses policiais voltarem e me levarem para dentro de uma jaula? Mas não mesmo.
Tom começou a puxar todos os tubos que estavam ligados em seu corpo, não precisava de tanto. Estava um pouco tonto, mas logo conseguiu se adaptar, pegou seu sobretudo e se cobriu, trocando também de roupa, sua mala estava no chão ao canto, pegou-a e abriu a porta. O hospital era desorganizado, a surpresa era terem espaço para um desempregado como ele em meio a tantos doentes apenas jogados aos corredores como lixo. Mas, já havia pensado o suficiente, se tinha tempo para pensar nos outros além dele, deveria ter tempo o suficiente para pensar em sair de onde estava, e assim fez.
Ao sair do hospital Tom parou e deu um leve suspiro, pegou a caixa com os cigarros e lembrou-se, havia pego o último antes de se atropelar, este que fora o motivo pelo qual foi atropelado de forma tão frágil.
Cansado, tomou tempo e olhou a sua volta.
— Agora, para onde eu vou?... – Tom olhou para a esquerda e então para a direita, havia um cartaz de filme no ponto de ônibus. Alice... Tomou então a última decisão pela qual seguiria, mas a mais fácil, o ponto de ônibus estava ao outro lado da rua, um pequeno caminho a se passar, mas tão exaustivo quanto qualquer outro, pelo menos era o que pensava. Enquanto atravessava pela faixa Tom foi capaz de ver vários homens, porém em um deles havia algo de diferente, havia uma cauda entre as suas pernas, porém antes que pudesse se virar para ele, este havia sumido, junto do barulho de um salto.
Um homem com uma cauda... Eu achei que era algo como depressão, mas agora estou ficando louco, hein?
Pouco tempo depois o ônibus pelo qual esperava chegou. Tom entrou junto de mais alguns e se sentou num banco perto da porta, no fundo.
Enquanto no ônibus Tom mergulhava em seus pensamentos mais recentes. Muita coisa havia acontecido em um único dia, em meio ao cansaço seu corpo pedia descanso. Sua mente definia tudo como uma depressão, porém não era nada além de um cansaço, precisava de tempo.
Responsáveis por uma investigação um trio policial foi parar no bar em que Tom estava, porém ao contrário do que havia sido relatado, o local estava uma bagunça. No chão havia uma quantidade absurda de homens queimados e mortos, o bar estava um verdadeiro caos.
Após revistar todo o local, os dois policiais se aproximaram de seu líder.
— Chief, nenhuma pista de quem foi – Disse um homem de estatura não muito alta, Robert, aparentemente com 40 anos.
— Deve ser Torch de novo – Resmungou Joseph, era um homem negro de expressão irritada.
— Não, quando viemos aqui disseram que estavam todos vivos, e quando chegamos nos deparamos todos bizarramente mortos, o que me faz pensar que duas pessoas vieram aqui. Lembra quando prendemos Torch? Eu acho que fizemos alguma besteira – Declarou. – Talvez ele nos deixado prendê-lo e não percebemos isso. Provavelmente foi algo assim, já que um antigo companheiro dele havia sido preso, ele deve ter se deixado ser preso para conferir se essa pessoa estava mesmo viva, mas ele não estava, o governo matou-o por ser perigoso ao extremo, e provavelmente Torch já deve saber que ele está morto – Explicou Chief, o líder do trio, investigador e policial de grande conhecimento no assunto.
— Espera, eu acabei de receber uma mensagem que diz que um homem chegou bêbado no hospital, o xerife retornou, mas ele não estava lá, seu nome é... Tom – Avisou Joseph guardando o celular.
Depois de ouvir tal situação Robert bolou um plano diferente, mas que poderia ajuda-los.
— Eu acabei de ter uma ideia, que tal fazemos Torch e esse Tom pensarem que estão distantes de nós, e então pegamos os dois no mesmo lugar? – Com um sorriso impiedoso Robert recomenda a Chief e Joseph.
— É! Vamos fazê-los pensar que seus planos estão dando certo! – Chief afirmou enquanto sorria olhando sério para o dono do bar caído.
Apesar de o mundo aparentar ser uma terra equilibrada apenas quando bandidos brigam entre si, nem sempre é assim, mesmo no meio da cidade costumam acontecer as lutas de bandidos contra bandidos.
O ônibus andou pela cidade durante todo o dia e já chegava a hora de deixa-lo na garagem. O motorista saiu sem ter percebido Tom que estivera lá o tempo todo enquanto deitado, e lá continuaria até a vinda de alguém.
Fora uma noite fria, e na escuridão da madrugada, as cinco horas da manhã o motorista retornou. Já era outro dia quando ele notou o rapaz dentro.
— Isso pode acabar me dando problema caso eu deixe-o aqui – Disse o motorista enquanto tentava acordar Tom. – Vamos, acorde – Já estava ficando sem paciência, até que o homem se levantou.
— Tá, tá, já estou saindo – Bocejou sonolento enquanto se levantava.
Pegou sua mala que estava encostada nos bancos e andou até a saída do veículo.
Tom se retirou do ônibus e foi andando até a rodoviária, onde acabou por ir até o banheiro, era perto da área comercial. Lá, entrou em uma das cabines, lá pegou sua escova e pasta de dente de dentro da mala. Dentro dela haviam mais um par de roupas e um revolver. E ao lado um pacote de munições.
Escovou os dentes e se trocou, era um terno preto social. Complementou com o mesmo sobretudo de antes.
Ainda sonolento saiu do banheiro e olhou para um relógio que estava em uma das paredes, a rodoviária era espaçosa, haviam várias lojas ao redor, umas conhecidas outras não.
— Hum... Para onde posso ir agora... – Perguntou a si mesmo, até que se lembrou de um antigo amigo, contato era o que precisava no momento, mas encontrá-lo lá não seria pouca coincidência. A pergunta era o porquê dele sumir. – Torch... Será que você está bem amigo? – Falou consigo mesmo.
Pegou o celular que estava em seu bolso e ligou para Torch, era uma sequência estranha se for pensar, e se tratando de seu amigo, nada diferente. Ele mantinha seus maiores lances em segredo, mas era o mais confiável.
Segundos depois o telefone foi atendido. Tom encostou o celular em sua orelha e perguntou.
— Torch, é você? – Perguntou, um pouco aflito.
— Não, aqui é o Tom da pizza. Quem está na linha? — No início era notável que Torch estava pensando na resposta, pois só era possível ouvir sua respiração, logo depois ele improvisou uma resposta seguida de uma pergunta.
— É, é você mesmo – E ele deu um sorriso, era possível reconhecer a voz dele. – Tranquilo ai? Esses dias fiquei sabendo que você foi preso, mas que também conseguiu sair depois. Ah, e falando nisso, queria te perguntar uma coisa.
— As pessoas, a mídia, todos tem muitas coisas para me perguntar, mas eu não sou uma Wikipedia humana. Mas o que quer saber, mano? — Ele diz sem qualquer interesse de querer conversar, mas não ignora seu amigo. Era possível ouvi-lo mastigando alguma coisa do outro lado da linha.
— Você já ouviu falar sobre um homem com uma cauda? É, não me chame de louco, mas eu vi um homem com uma cauda, e num intervalo de segundos eu o vi sumir também. Eu sei que eu não estou louco. Eu fui também atropelado umas horas antes disso, e acabei por ver tudo ao sair do hospital, eu acho que ele possa ser do outro mundo... Você poderia pesquisar algo para mim? – Perguntou, estava sendo sincero ao máximo. – Estou desempregado e acabei de ser expulso de casa, faz um favor para mim ai – E seguiu dando uma risada.
— ...Do que está falando? Do próprio Satanás? Já ouvi falar de vultos, sombras, demônios, mas não um homem com uma cauda. Se está desempregado, eu posso arrumar um dinheiro para você, só precisamos marcar um lugar seguro para se encontrar. — Terminou de falar e lamber seus dedos sujos de algo vermelho, caldo de hot dog?
— Que seja então. Eu estou agora na rodoviária daqui de Palmdale, que tal nos encontrarmos num bar aqui perto? Devo ter feito uma rebelião lá, mas deve estar tudo bem.
— Exposto demais, nunca apareceria assim em público – Contrariou.
— Hum... Há um deposito abandonado na cidade, que tal lá?
— Um depósito? Deixa eu ver...
— É o único aqui na cidade, se for lá já estarei indo.
— Certo, eu estarei lá – Ele terminou desligando a chamada.
Tom fechou seu celular e foi indo até a saída da rodoviária, não era muito longe nem muito perto de lá.
Levaria cerca de 40 minutos para chegar até lá, o depósito ficava na área industrial da cidade, perto de uma fazenda que foi fechada por influência da mesma no passado
Chegando ao deposito foi possível ver o carro de Torch, ele havia chegado junto dele. O local era grande e estava em sua maior parte destruído, haviam letras faltando em sua placa e era tudo fechado por um grande portão envolto por um muro e arames.
— Velho amigo... – Foram as palavras de Tom.
Torch abriu a porta do carro e saiu sorrateiramente e com um longo suspiro.
— Ah, quanto tempo – Disse enquanto recordava dos velhos momentos, Torch estava diferente de no passado. Seu cabelo estava vermelho e sua aparência mais adulta. Ele vestia uma camisa preta com uma estampa escrito “SQUAD” e um short jeans. Sua feição era rude e diferente.
— Mano, eu espero que você consiga o que corre atrás, não há nada pior do que um pássaro que não consegue voar – Torch segurava a mala em uma de suas mãos, logo estende-a e Tom pega a mala.
— Tem razão. Escolhi este lugar porque quase não há movimento aos arredores. Nem policiais e nem bandidos andam por aqui – Tom disse isso aparentando estar contente, e com duas malas na mão.
Inesperadamente, uma voz surge no local fazendo a dupla olhar assustadoramente em direção de onde vinha.
— Quem tanto arquiteta está quase tendo suas esperanças sumindo – Aquele que dizia isso era Chief que havia chegado ao local primeiro.
Torch toma a frente e aperta os punhos encarando Chief que estava inquieto.
— Os deixa comigo, talvez sejam meus inimigos naturais. Sujeitinho asqueroso, vou fazer você cuspir sangue no chão agora. – Torch sorriu arrogantemente olhando o policial.
— Parece que terei que dar um jeito nesse criminoso. Joseph, cuide do rapaz logo ali atrás. Já conheço o tipo de pessoa que é Torch, eu acho que vou me divertir um pouco.
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