Fusion Fall - Warriors of War - Arco 01
7 Episodio 1 - Um Futuro sem Esperanças - Ato 6.
Notas iniciais
Após se acalma, Edu vasculhava pelas ruínas da empresa Mandark. Ele lembrava que o dono era tão avançado quando o Dexter, então ele se questionou e resolveu procura para ver se existia uma outra nave por lá. Horas se passando, e nada que fosse útil era encontrado, até certo ponto.
Edu via uma porta que aparentava que deveria estar lacrada. Com ideia que poderia ter algum monstro por lá, Edu pegava um pé de cabra que estava no chão. Quando entrava, via uma sala ainda funcionado e com cápsulas gigantes de vidro. Explorava o local para encontra algo de útil, mas ele só encontrava uma garota dentro de uma das cápsulas. Edu não via necessidade naquilo e saiu daquela sala.
Logo, a noite caia e Edu procurava algo pra comer, logo ele tinha encontrado um pedaço de pão mofado. Antes de comer, ele olhou ao seu redor, pensou que como tudo estava perdido, ele nem tinha do porquê de come pra continua vivo e joga o pão fora. Edu só se deixava no chão e olhava pelo céu com o Planeta Fusion em sua vista, com objetivo de espera seu fim.
Antes de fecha os olhos, uma luz era avistada. Edu achava que era uma nave de resgate. Procurava algo na mochila pra chama atenção. Ao acha um sinalizador, ele voltava a olha para o céu e via que aquela luz vinha em sua direção. Ele corria para o mais longe dali antes do impacto. Então, quando a luz terminou de cair... Era a máquina do tempo da Dexlab. Mas com a queda, as últimas energias da empresa caíram, até mesmo daquela sala.
Edu via a máquina e achava que era outro tipo de nave. Percebeu que a porta estava emperrada e usou o pé de cabra para abrir a porta. Ao abri, Earthan e Otto saiam no desespero.
Finalmente sair dessa peste de máquina. – Gritava Earthan que beijava até o chão.
Espere, você nem sabe pra onde, melhor, quando fomos. — Após Otto fala, Earthan percebeu que não estava mais em Dexlab. E quando se tocava, era quase atacado pelo Edu e o pé de cabra.
Sai pra lá, essa nave é minha agora. – Dizia Edu apontando o pé de cabra para os jovens.
Pode vim, eu também estou armado. – Dizia Earthan que pegava seu taser, mas quando ia usar, percebeu que estava descarregando. – Miséria, sempre esqueço de carrega essa coisa.
Olha cara, isso não é uma nave. – Dizia Otto.
E abaixa esse troco que eu não sou um Robin da vida para ser saco de pancada. – Comentou Earthan.
Não me engana, eu vi ela vindo do céu, e será útil para vaza daqui. – criticou Edu ficando cada vez mais furioso.
Nave ou não, parece que a queda a danificou. Não iria adianta tanto. — Depois do que o Otto falou, Edu viu o estado da máquina toda destruída, desistiu jogando o pé de cabra fora.
Bom, agora é melhor encontra um meio de sair daqui e pedi ajuda. – Falava Earthan pensando uma maneira de escapa de lá.
Não perca seu tempo. Ninguém vai vim. – Dizia Edu em desânimo.
Eu acho que ele está certo, veja. – Otto chamava Earthan para ver pela janela e via o estado ruim lá fora.
Ah não, de todas as possibilidades, tínhamos que vim logo no fim do mundo? Em que ano estamos? 2038? — Dizia Earthan em pânico.
E o que importa agora? Já era. Só temos que espera a morte. – Dizia Edu que voltava a deita no chão.
Bem, você poderia fala o que aconteceu aqui? O que houve com o mundo todo? – Otto dizia na curiosidade, mas Edu achava que era piada do garoto.
Até parece que vocês ficaram presos em uma caverna por um ano inteiro. Aliás perguntem a eles ali. – Quando Edu falou aquilo, Earthan e Otto ficaram sem entende nada, até perceberem que tinham aranhas robóticas gigantes se aproximando, as MechQueen.
Mas que desgraças são essas? — Dizia Earthan.
Sei lá, mas queria que não fossem monstros que pretendem comer a gente. Temos que fazer algo. — Dizia Otto assustado.
Sai pra lá, capetas. — Earthan jogava seu tazer descarregado em um dos monstros, deixando eles furiosos. Nesse momento, Earthan pegava os Óculos do Otto. Vocês não pagaram alguém de óculos, né?
Hey. O que deu em você? — Reclamou Otto.
Tô em pânico, o raciocínio bugou aqui. — Dizia Earthan.
Os monstros pulavam em direção, Earthan e Otto fechavam seus olhos por causa do que ia vim. Mas segundos se passavam e nada acontecia. Os dois abriam os olhos e viram uma barreira vermelha transparente os protegendo.
Edu também notava algo estranho e se levantava. Do nada, uma esfera vermelha prendia as aranhas e em seguida. A esfera diminuía e esmagava os robôs. Os 3 olhavam para ver quem era e viram que era aquela garota que estava na capsula de vidro.
Quem é ela? — Questionava Otto.
Uma super heroína? Mutante? Sei lá. Só sei que ela nós salvou. — Comentou Earthan se aliviando. A jovem ao ouvi vozes, ela via os três após do ataque, porém sua visão estava embasada e não via as coisas direito. Com isso ela via o Earthan e enxergava como se fosse outra pessoa.
VOCÊ!!! — gritou a garota criando um arpão vermelho de energia e apontava pro Earthan.
MAS QUE DESGRAÇA É ESSA? — Gritou Earthan sem entende nada.
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