Fullmetal Alchemist: After All
5 #04 - Herança.
O dia nasceu novamente na Central... Como todo começo de dia o comercio se instalava primeiro, depois vinham a patrulha da manhã e o resto do povo.
Seis horas da manhã, toda a cidade estava acordada, crianças na escola, homens e mulheres trabalhando em seus deveres diários.
Edward acordou e logo pôs-se a sentar na cama improvisada, observou a cama de casal onde apenas Ciel dormia, pensando no que Winry fazia acordada aquela hora. Ainda sonolento ele bocejou levantando-se e procurando suas roupas, logo estava vestido de novo. Direcionou-se ao banheiro para lavar o rosto e pentear o cabelo bagunçado...
O rosto até que conseguiu lavar, mas pentear seu cabelo quando este estava embaraçado era um desafio para o rapaz, e algo que o deixava de mau-humor.
Saiu do banheiro com a cara emburrada e com o pente preso no cabelo, caminhou até a sala, mas Winry não estava lá então, se direcionou para fora do apartamento indo para o terraço.
E lá estava ela observando o nascer do sol, seus olhos se tornavam verdes com os raios dourados entrando em contraste ao brilho oceânico dos mesmos, o vento brincava com algumas mechas de seu cabelo, enquanto ela permanecia parada observando o nascer de mais um dia.
- Você acordou bem cedo hoje. – Comentou Edward se aproximando.
O rapaz se esquecera de seu cabelo embaraçado por um momento, pois toda a sua atenção parecia ir para Winry quando este estava perto dela.
Ela não se virou procurando-o, apenas continuou a observar o leste da central brilhar junto ao Sol que ganhava forças sobre o Céu azul.
- A insônia não me deixou em paz essa noite. – Comentou.
- E por que não me chamou? Poderia ter feito companhia pra você. – Disse Edward preocupado.– Teve algum pesadelo?
— Não. – Respondeu. – Simplesmente não consegui dormir. E não te chamei por que não queria atrapalhar seu sono, você dormia tão profundamente. Devia estar cansado de ontem.
Edward realmente teve um dia cansativo, mas insistiu: – Você poderia ter me acordado! Eu não iria reclamar.
Ela sorriu ao ver que o loiro realmente estava sendo sincero, gostava quando Edward se preocupava. Sentia-se protegida e importante para o mesmo, mas seus pensamentos sobre tal desapareceram ao ver a escova presa em seu cabelo. Fez uma careta franzindo a testa e logo insinuou colocar a mão na cabeleira loira de Edward e no mesmo instante foi bloqueada pelo mesmo.
- O que está pensando em fazer? – Edward fechou os olhos em protesto.
- Tem uma escova presa no seu cabelo! – Vociferou avançando de novo. — fora que ele está todo desarrumado.
Edward bloqueou de novo, com medo que doesse para tirar. Se tivesse que doer, ele mesmo iria fazer isso, mas Winry insistia. Fora tanta insistência que ela se cansou.
- EDWARD ELRIC! – gritou. – Ou você me deixa tirar isso ou...
Winry arrancou do “além” a sua sólida e forte chave inglesa e Edward sentiu um arrepio prevendo a dor que sentiria em sua cabeça se não deixasse a garota tirar a escova presa em seu cabelo. De qualquer forma iria doer – pensou ele. – E a dor de uma chave inglesa seria com certeza muito mais forte.
- O.k... – Disse o rapaz se rendendo num longo suspiro. – Pode tirar.
Então ela largou a chave e se aproximou do rapaz com delicadeza, e com a mesma, ela tirou o pente do emaranhado de cabelo de Edward.
Este achava impressionante o quão era delicado o jeito que as mulheres faziam as coisas, e em todo caso fez a escolha certa, pois se negasse; aí sim sentiria muita dor.
- Vire-se. – Ordenou. – Vocês homens não sabem cuidar nem de si mesmos. – Suspirou indignada.
Edward obedeceu e logo a escova passou entre os fios, amaciando e desfazendo os embaraços no cabelo longo do rapaz.
- Droga... Era tão mais fácil quando você era baixinho. – Disse a menina.
Ele riu, e logo se sentou no chão de concreto do terraço, e ela se pôs a sentar logo atrás, continuando a pentear as madeixas loiras de Edward.
Ficaram em silêncio por um determinado tempo... Orapaz perdido em pensamentos e Winry apenas centrada em pentear os fios dourados a sua frente.
- Hei, Ed. – Winry cortou o silêncio eo pensamento do loiro.
- Sim?
- Conseguiu dormir bem hoje, não é? – Perguntou passando a escova varias vezes pela cabeleira dourada de Edward, ela sabia que aparentemente ele estava dormindo, mas nunca se sabe o que se passa durante o sono.
- Sim. – Afirmou.
- Não foi erro te acordar então. – Disse a loira satisfeita em ter feito a escolha certa.
Ao terminar de pentear o cabelo de Edward ela sentou-se ao lado dele e olhou para a face distante do rapaz. Estava assim desde ontem, pensativo e longe. Ela soube de tudo que estava acontecendo, Hohenheim, Ciel, Drachma e aquilo tudo que foi tratado com Roy.
Ed sentiu a cabeça de Winry no seu colo, desviando-o mais uma vez de seus pensamentos, e isso o fez parar de pensar um pouco em tudo aquilo.
- Winry...
- Sim?
- Faz tempo que não temos um tempo pra nós dois não é? – Perguntou e logo em seguida olhou em seus olhos.
Ela sorriu ao encontrar o belo olhar do rapaz que a fascinava de todas as maneiras. Não respondeu até se sentir saciada por aqueles olhos cor âmbar.
Sua mão foi até a face de Ed e acariciou-o por um tempo, enquanto apenas os olhares se comunicavam.
- Estamos tendo um agora! – Disse por fim e levantou-se se aproximando do rapaz, ficando de frente para o mesmo.
Os olhares continuavam a se encontrar de forma sutil, como se fossem os mesmos olhos ou como se um pudesse enxergar o outro através do reflexo dos mesmos.
Mas os de Winry se fecharam, quando ela colocou seus lábios nos de Edward que, no entanto estava com os olhos semi-serrados ainda observando a face angelical daquela que desta vez se perdia em seus lábios.
Edward a puxou pela nuca com uma das mãos aproximando-a mais; desfrutando o sabor do beijo de Winry. Apoiava-se com a outra mão no piso do terraço de forma um pouco desconfortável, tanto que pausou as caricias por um momento trazendo a garota para seu colo, envolvendo-a em seus braços e assim pode continuar o longo beijo ao qual jamais soube resistir durante esses anos em que iniciaram suas vidas juntos. Aquilo era o refúgio dos dois, o tempo em que ficavam juntos seria cada vez mais raro e isso significava que os dois teriam de aproveitar esse curto período.
O conforto do abraço, e a doçura dos beijos de Winry iriam fazer falta para o loiro. O carinho e o ar enérgico e jovem de Ed e a delicadeza que ele aprendeu a ter para com a loira também iria fazer falta para Winry.
O calor dos corpos contribuía um com o outro protegendo do frio da manhã, enquanto o Sol terminava de nascer por trás dos montes.
Ed encerrou distanciando-se um pouco, sem tirar os olhos de Winry que abria os seus lentamente. A mão do rapaz confortou-a acariciando a face delicada da garota.
- Ah... – suspirou. – Eu espero que o tempo passe o mais depressa possível. Ao mesmo tempo em que não quero que ele continue por agora. Isso é confuso.
- Não, isso é humano. – Disse Winry num sussurro. – Eu me sinto da mesma forma.
...
Ciel acordou por volta das nove horas, deu uma longa espreguiçada e sentou-se na cama. Viu o relógio bater nove e quinze da manhã e assim levantou sonolenta despindo-se e colocando suas roupas formais.
Fechou a jaqueta e dobrou as mangas, colocou as luvas no bolso e logo depois saiu para a sala de estar.
- Bom dia! – logo fora recebida com o tom de voz meigo de Gracie.
- Bom dia. – retribuiu sorrindo. – desculpe a demora para acordar. – Acho que já fazia um bom tempo que não dormia assim.
- Não se preocupe. – logo respondeu a dona de casa. – Fico feliz que tenha dormido bem.
- Obrigada! – agradeceu.
Ciel tomou seu café, atrasada, mas conseguiu se satisfizer mesmo com as sobras.
A porta abriu e Winry apareceu com um sorriso em sua face, e um brilho especial no olhar, típico da jovem que ainda morava em seu ser. Ciel ao perceber sua chegada logo foi lhe cumprimentar.
- Bom dia! E seja bem vinda de volta. – Disse alegremente.
- Bom dia Ciel! – Disse.
- Que bom que voltou, Winry-chan! – Disse Gracie.
- Tenho noticias para as duas. – Comentou. – Gracie-san, nós deixaremos a sua casa amanhã. O Exercito nos cedeu um apartamento. E Ciel, você ficara sobre a guarda temporária da Tenente Coronel Ross
Ciel ficou um pouco espantada, e não respondeu. Tinha certo medo das pessoas que não conhecia, por mais que se acostumasse facilmente, não sabia o que seria a partir daquele dia.
Graças a esse medo ela desviou o olhar para o chão, pensando naquela situação, fazendo Winry perceber na hora que a garota estava preocupada.
- Hei, não se preocupe. Maria-san é uma boa pessoa, e ela se ofereceu para cuidar de você. – Disse Winry. – Fora que você pode vir nos visitar sempre!
O sorriso cativante de Winry tranqüilizou Ciel, e esta retribuiu o sorriso.
Em tão pouco tempo havia se apegado fortemente aos moradores daquela casa.
Parecia o paraíso para Ciel conviver com pessoas como as de Amestris e isso lhe confortava imensamente.
...
- Eu voltei... Depois de quatro anos fora. – Dizia Ed colocando um arranjo de flores frente à cripta de Maes Hughes. – Queria que você pudesse presenciar tudo agora...
O rapaz esperava uma resposta e por mais que aquele ato fosse idiota e ele soubesse disso, ele fechou os olhos e sentiu o vento soprar, tocando o seu rosto e brincando com seus cabelos.
Ele segurava a capa marrom dobrada nos braços, com as mangas da camisa dobradas até o início do antebraço.
- Nós perdemos muitas pessoas importantes, mas estas estão no nosso coração. – Dizia, insistindo em falar com algo que já não tinha se quer nem mais carne e vísceras. – E os que viveram... Bom, eles estão lutando pra reconstruir suas próprias vidas.
- É nossa obrigação para com tantas pessoas que se arriscaram e não estão mais entre nós, não acha? – Edward não percebeu o barulho da cadeira de rodas rangendo. Havoc vinha com uma expressão serena para o seu lado. – Ainda não acredito que seja você, Edward.
Edward depois de comprovar a presença de Havoc voltou o olhar para o nome gravado da cripta. Até mesmo o homem que havia se desiludido após perder o movimento das próprias pernas estava ali, lutando.
- Às vezes nem sei se realmente sou eu... – Disse Edward. – A propósito, fiquei surpreso ao ver que você havia voltado para o exército.
Havoc tirou um cigarro do maço colocando-o na boca, logo em seguida tirou o isqueiro e ascendeu-o, puxando o primeiro trago, soltando-o logo depois.
Processou por um tempo como iria dizer ao rapaz como aconteceu, bateu a cinza do cigarro e apoiou a cabeça no braço direito, este apoiado na alça direita da cadeira.
- Roy, depois que assumiu o cargo de marechal, não deixou que eu ficasse inutilizado em uma cama. – Disse por fim. – Me deu uma promoção e me colocou no serviço de inteligência psicológica. Minha experiência com armas de fogo foram trocadas por pesquisas de campo, fones de ouvido e transmissores, junto de Falman e de Breda. Ele queria que eu continuasse a lutar do lado dele, e aqui estou eu.
“Mas... Quanto a você, Edward? Qual o motivo da sua luta dessa vez? Vingança? Proteção àqueles que você ama?”
- Eu ainda luto pra descobrir. – Disse o rapaz pensativo. – Eu preciso encarar o meu passado, talvez seja essa a razão de eu lutar.
Houve um pouco de silêncio... Havoc deu mais umlongo trago e se ajeitou na cadeira que lhe locomovia e sustentava.
Edward pensara na perda de Al, talvez fosse esse motivo de estar confuso, fora um impacto, pois não havia mais aquele que o ouvira sempre, o seu fiel cúmplice, companheiro de todas as lutas e dramase ainda mais que tudo, o irmão ao qual não conseguiu realizar a promessa de um dia ter seu corpo recuperado.
Era o pedaço que faltava na vida do rapaz, o seu único “irmãozinho”, como tantas vezes gritara quando a punição pela transmutação humana levou o pequeno corpo embora.
- Quando aquele homúnculo me golpeou... Não...! Um pouco depois disso. Quando eu fiquei sabendo que não voltaria a andar nunca mais, eu tive medo de encarar o meu futuro.
“Meus amigos me encorajaram, mas por muito tempo eu me fechei, sem minhas pernas eu não seria mais um atirador de assalto. Eu não faria mais parte dos planos de Roy. O mais estranho é que ele não se cansou de me pedir pra voltar, dizendo que existiam muitas coisas que eu poderia fazer sem o auxilio das minhas pernas. Mesmo assim eu não conseguia me imaginar outro se não um atirador. Sendo assim eu tive que aceitar o presente para encarar o futuro.”
- Eu não sei o que falta, Havoc-san. – Dizia Edward distante.
- Posso dar a minha opinião? – Perguntou o rapaz.
- Claro!
- Primeiro quero te fazer uma pergunta, Edward Elric.
- Faça!
Havoc apagou o cigarro, respirou fundo e olhou para o garoto que antes era menor que ele e que agora, tinha que olhar para cima para encontrar os olhos do mesmo.
- Pra onde você acha que foi o Alphonse-kun? – Perguntou
Edward tardou a responder... Pois não sabia qual era o sentido do “pra onde”. Al havia sido selado por trás das portas da verdade, e estas foram trancadas para sempre. Isso significava a morte para Ed, mesmo sabendo que Al estava vivo em algum lugar, e que seria impossível que ele voltasse.
- Ele está em algum lugar. – Disse Ed pesaroso. – Mas não posso alcançá-lo.
- Sabe, quando nós perdemos pessoas importantes elas costumam a permanecer em algum lugar dentro de nós. – Disse Havoc. – Acho que você herdou a altura de Al...
- O QUE DISSE?! – Edward lançou um grito de fúria para o outro, assustando-o.
- Ehr... Foi só uma brincadeirinha...! Pra tirar a tensão. – Dizia se desculpando quase caindo da cadeira de rodas.
Edward sentiu sua cabeça esquentar enquanto se acalmava. Mas ainda detestava comentários como aquele, por mais que tivesse crescido.
Havoc sorriu de repente enquanto pensava na cena anterior.
- Quem te vê dessa maneira, pode dizer que você não mudou, Edward. – Dizia ao rapaz. – Mas tente encontrar em você a herança que seu irmão lhe deixou. Isso será uma ótima arma pra encarar o passado e assim enfrentar o presente e o futuro. Se não me lembro bem, você já fez isso uma vez... Tanto você quanto seu irmão.
Edward havia se esquecido de como havia encarado o passado da ultima vez. Trisha Elric deixou de herança um grande coração, e este foi divido entre os dois, onde eles abrigaram muitas pessoas e momentos. No entanto Al havia deixado algo em Edward, algo tão belo e tão poderoso quanto um grande coração.
- Al, diferente de mim era calmo, pensava antes de fazer. As vezes era inseguro de si, mas só quando não tinha certeza. – Dizia Edward. – Então...
- Bom! – Cortou Havoc olhando para o relógio. – Eu tenho que ir nessa... Mas eu espero que pense um pouco, Edward-kun! Uma vez Roy me disse que a alquimia prega que quando uma vida se vai, ela retorna à suas origens... Bom, você deve saber disso né? Até.
- Obrigado, Havoc-san! – disse Edward quando o outro já tomara certa distância.
Havoc retribuiu estendendo a mão para o céu e assim o loiro voltou a pensar naquilo.
Trisha deu aos dois um grande coração, e cabia a Ed descobrir o que Al havia lhe dado. O pensamento estava forçando o seu cérebro, até que sentiu algo atingindo a sua cabeça, desviando o seu raciocínio e fazendo-a latejar graças ao impacto enquanto a chave caiu no chão.
- Esqueci de te entregar isso! – gritou Havoc lá de longe. – Seu apartamento está liberado!
- SEU FILHO DA MÃE! BASTAVA TER MIRADO EM OUTRO LUGAR QUE NÃO FOSSE A CABEÇA? – gritou histérico, o loiro.
- Desculpe! Era pra ver se ainda tinha a minha boa mira. Tchau Edward-kun. – Havoc se retirou rapidamente, para que não houvesse contra-ataque.
Edward, no entanto sorriu e do nada passou a rir. Uma risada gostosa que lhe deu uma vontade imensa de chorar, porém este como sempre segurou o choro.
Era com certeza uma mistura de sentimentos que lhe acertava, e isto o fez olhar para a cripta de Hughes novamente.
- Você também quer que eu encare o passado? – Perguntou inocentemente e inutilmente.
Uma rajada de vento lhe golpeou o rosto de Edward e depois repassou suave como uma leve brisa novamente. Logo o garoto entendeu aquilo como um sim. Na visão daqueles que o conheciam, aquilo poderia ser estranho, pois Edward era ateu, não acreditava que mortos poderiam falar. Mas a própria alquimia dizia que os mortos voltam para suas origens. E se Hughes estivesse no vento?
Ele não queria achar uma explicação, apenas estava determinado a erguer a cabeça novamente.
Virou de costas para o túmulo do amigo, tomou rumo dentre os outros túmulos.
- Eu vou proteger a sua filha e a sua esposa, Hughes-san. – E os olhos dourados do Alquimista de aço se encheram de fogo novamente.
Para Edward, já estava sendo fácil encarar o passado, mas a verdadeira chave ele ainda não havia descoberto. Em todo caso, teria que contar com a parte do Al que ficara em seu coração.
Notas finais
Olá! Eu sou o Goku! Ehr... Desculpem eu não pude evitar xD. Um bom dia, uma boa tarde ou uma boa noite pra você que leu este capítulo.
Eu trouxe mais um capítulo de Fullmetal Alchemist After All, e tenho algumas notícias boas e ruins para dar.
Bom aqui termina a introdução da história, o desenrolar agora será um tanto mais radical, por isso acho que vou demorar um pouco mais pra postar as histórias ou terei de escrever um arsenal maior de capítulos ( sim arsenal e-e não sei nem se é certa essa colocação, mas o motivo da palavra é porque eu poderia bombardear vocês de capítulos pra ler, eis o motivo do ‘arsenal’) já que terei que ter mais cuidado com detalhes e com o enredo que será mais delicado, coisa e tal.
Eu tento ao máximo pensar como a Arakawa-sensei – mesmo sendo impossível pensar como aquele gênio. – Mas quero surpreendê-los simulando ou sintetizando da mesma forma que ela, e isso vai exigir o máximo do meu cérebro.
Com o começo das aulas eu não creio que terei forças pra continuar nesse ritmo e isso significa que realmente vou dar uma atrasada nas postagens, mas não se preocupem eu sempre irei postar! O último ano do colégio é muito apertado, desejem-me boa sorte!
Bom, como podem ver esse capítulo tratou mais do emocional de Edward, sobre seus sentimentos de uma forma mais clara e sólida, espero ter acertado nisso. Sim, eu poderia ter colocado o Roy na última parte... Até pensei nisso a princípio, mas ele já estava muito requisitado na história, e o Havoc por mais atrapalhado e mulherengo que seja tem uma pinta de cara que ascende a “lanterna dos afogados” para as pessoas queridas.
Quero agradecer pelos ótimos reviews que estão mandando, e peço para que mandem mais!
Abraço.
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