Fugindo Para O País Das Maravilhas
7 Encurralada
Notas iniciais
Esse cap eu fiz na escola, pelo cel, na hora do recreio... IMAGINA A BAGUNÇA QUE ELE TÁ!
Eu continuava ali, parada. Encurralada em minha própria consciência.
Eu tentava escalar as barreiras que me impediam de ser eu mesmo... De me libertar daquela maldição... De eu voltar a viver. Eu sentia como se estivesse morta, impossibilitada de fazer qualquer coisa a não ser pensar... Pensar em qual agonizante era. Se aquilo fosse real, quem sabe fosse pior. Irônico, eu estava no País das Maravilhas, mas aquilo era só sonho? Então, era VERDADEIRAMENTE desesperador, estar presa a mim mesma era quase indescritível, mas se pudesse definir em uma palavra, seria "agonia". Então sentia as barreiras desabarem, explodirem... Deixaram fragmentos da destruição em mim, mas não pensei duas vezes: corri dali como nunca havia corrido. A ideia passageira de as barreiras voltarem era muito horrível para esperar... E eu seria muito idiota para deixar acontecer. Senti-me flutuando, o alívio foi imenso... Eu era novamente. Podia ver, tocar, cheirar e, somando tudo isso, podia viver... E tudo que eu queria era isso, então me apressei em usar sentidos para descobrir onde estava, foi de imediato que reconheci: O castelo da Rainha Branca. O cheiro do local era doce e muito... Delicioso. De forma que me deu fome. Não sei por que diabos. Eu estava sentada em um mármore branquíssimo, ao lado desse caminho de mármore havia um jardim que se estendida por muito. Era repleto de chorões e flores rosas muito bonitas, a grama era verde escura e era perfeita em meio aquela neblina que circulava o castelo que se erguia majestoso em minha frente, era impossível descrever construção tão maravilhosa e... Branca. Havia peças de xadrez espalhadas como gárgulas entre as janelas e torres do castelo. Eu não me importava sobre o como eu havia parado ali, pra mim o importante era ter saído dos arredores da casa do Chapeleiro Maníaco. Eu me levantei, meu vestido estava branco com detalhes roxo claro. Não era feio. Eu comecei a correr rumo às portas do castelo magnífico, eu sorria. Quando cheguei em frente às portas do castelo, elas se abriram sozinhas, revelando um corredor extenso cheio de estátuas de cavaleiros-peças-de-xadrez. Eu corri por cima do tapete branco e roxo, como o meu vestido. Meus tênis brancos manchavam o tapete com pegadas sujas de terra molhada, ou barro. Eu não podia identificar pouco olhava pra trás. Logo, o corredor fez uma curva brusca e as paredes que antes eram simples e sem muitos detalhes, viraram vitrais enormes que me acompanhavam enquanto eu corria, acabei de frente com uma parede, mas ainda tinha opções. Direita ou esquerda? Pensei por alguns segundos e decidi: direita. Algo com fazer direito... Era sempre o que eu escolhia. Esse corredor estava sem saída, voltei e segui pela esquerda, também sem saída. Achei que deveria voltar então uma ideia me ocorreu: a parede fazia, voltei até ela e me deparei com uma porta dupla, eu não pensei. Ultrapassei-a.
Notas finais
Reviews...?
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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