Frozen Love, Melted Heart

11 "I can't lose my sister again"


Notas iniciais
Não me mateeeeeeem! Eu sei que fiquei muitos e muitos dias sem postar e que agora que eu posto é só um capítulo minúsculo... mas teve tantas coisas... semana santa foi uma delas, e tanto antes como depois eu tava sem internet. Perdão. O lado bom é que eu já escrevi vários capítulos :D Espero que não tenham pensado que eu ia abandonar a fic. Não farei isso

– Explique de novo o que aconteceu – dizia Kristoff, sonolento. Ele acordara quando Anna entrou no quarto, bateu a porta e começou a chorar. Ela já havia contado aquela história cinco vezes, mas sabia que o marido não era muito inteligente quando estava com sono. Mesmo sem vontade de repetir tudo de novo, resumiu em algumas palavras:

– Elsa. Eu. Briga. Jack Frost. Amor. Invenção.

– Jack Frost brigou com uma invenção enquanto você e Elsa faziam o quê?

– Arrrgh!

Ela estava nervosa. Sabia que não podia ficar nervosa por causa da gravidez, mas estava. Ainda assim, continuava confiando em sua irmã. Mas tudo aquilo sobre Jack Frost... não havia como ser real! Será que Elsa andava tendo alucinações? Não. Isso não podia ser. Também não parecia estar mentindo ou brincando; sua reação fora sério demais pra isso. Então a única opção que restava era que o personagem do qual a mãe das duas tanto falava seria... real? Mas isso não poderia ser possível!, pensou. Afinal, é o mesmo que acreditar em Papai Noel, Fada do Dente ou até Coelhinho da Páscoa! Ela pensava assim, mas, em algum lugar bem no fundo, acreditava. A infância de Anna fora solitária. O que lhe restava era acreditar nisso tudo.

– Eu vou procurar Elsa – disse, levantando e calçando seus sapatos. Foi então que Kristoff decidiu “acordar”.

– Desse jeito? Ah, você não vai.

– O que me impede? Ela provavelmente afundou Arendelle na neve novamente, e eu preciso conversar com ela! Talvez essa história toda seja verdadeira. Talvez... Talvez eu possa tentar acreditar.

– Anna, você não pode andar pela neve sozinha enquanto está grávida. Se sem um bebê dentro de você, você quase não sobrevive! Imagine nessa situação! Sinto muito, mas você não vai.

– E você não vai me impedir.

– Por favor, me escute...

– Não! – haviam lágrimas em seus olhos – Eu... eu não posso perder minha irmã novamente. Passei minha vida inteira batendo na porta do seu quarto inutilmente, apenas querendo companhia! Eu não fazia idéia do motivo dela ter me ignorado todo esse tempo. Mal percebia que o que eu fazia era inútil, e que ela nunca iria abrir aquela porta para mim! Demorei muito para conseguir sua amizade de volta. Da última vez, a culpa foi minha. E eu não vou estragar tudo novamente.

Ela desceu as escadas correndo e abriu os portões. Ao fazer isso, teve uma surpresa. Mas não a surpresa da primeira vez em que Elsa havia congelado tudo. Ao contrário do que Anna esperava, parecia mais verão do que inverno. O sol brilhava e a grama estava mais verde do que nunca. E então ficou lá, parada, tentando entender tudo aquilo. Não deveria ter neve e gelo aqui? Se ela consegue controlar os poderes, por que se afastou?

Mesmo sem entender, foi até o seleiro e pegou seu cavalo. De qualquer forma, precisava ir atrás de sua irmã e pedir desculpas. Quando estava a menos de um quilometro dali, ouviu uma voz conhecida:

– Anna! – era Kristoff com Sven e Olaf.

Ela acelerou com o cavalo. De repente, não conseguia mais controlar. Estava ficando rápido demais. Desejou que Kristoff estivesse perto novamente, mas já tinha ido longe. O único lado bom era que o castelo de gelo estava se aproximando. Mas se não conseguia nem diminuir o passo, como iria chegar bem à sua irmã?

Tinha de manter o controle. Não entrar em pânico. Continuou tentando parar o cavalo. Mas ele estava correndo. E corria muito. Decidiu gritar o nome de Kristoff. Não sabia se ele havia escutado ou não, mas foi a última coisa que conseguiu gritar antes de seu cavalo derrubá-la e tudo ficar escuro.

Notas finais
Gostaram? Muahahah, já tenho o próximo escrito, mas agora só domingo ou segunda :3 (recomendem se estiverem gostando, please)