From Hate to Love

6 Forest - Capitulo 6


(...) Reparo na paisagem. Estou vendo uma floresta linda.

(P.O.V. Nina)

Árvores enormes me rodiavam, elas eram lindas e enormes, arbustos com algumas flores estavam espalhados por ai. o Sol brilhava através das árvores. Era tudo do muito lindo.

– Meu Deus! — Eu exclamei, era tudo tão perfeito. Então eu percebi, era a mesma floresta do meu sonho!

– É lindo néh? — Steven sussurrou na minha orelha bem baixinho, acho que só eu ouvi.

Eu assenti, ele saiu de trás de mim e eu pude perceber aquele lindo e perfeito sorriso que ele tinha.

Comecei a fazer o que os outros estavam fazendo, descarregar o carro.

Depois de tudo estar para fora do carro, montamos as três barracas que tínhamos trazido e colocamos todos em seus devidos lugares dentro delas. Quando estavamos quase acabando Steven perguntou:

– Você sabem onde tem algum lugar onde a gente possa conseguir água para beber?

Bem pensado, acho que ninguém pensou nisso pois todo mundo ficou olhando para todo mundo com uma cara de "Putz, esqueci" inclusive eu!

– Acho que é melhor eu procurar porquê vocês estão ocupados terminando de arrumar as coisas aqui. Eu aproveito e já conheço o terreno.

– Eu vou com você. — Era minha chance de ficar com ele sozinho e eu não sei quando terei essa chance de fazer isso de novo!

– Então vamos? — Steven me chamou

Eu assenti e ele começou a caminhar e eu corri e fiquei ao seu lado.

...

Achamos um riacho raso que continha água potável. Estávamos voltando quando ele me perguntou:

– Posso confessar uma coisa? — Ele disse.

– Pode. Lógico que pode.

– Eu gosto de você.

Aquilo me surpreendeu. Parei de andar, eu estava pensando em conversar sobre isso com ele mas não naquele momento.

Recomecei a andar.

– Eu também gosto de você. — Falei e dei um sorriso. Não ia dar o braço a torcer e me abrir para ele antes de saber qual caminha essa conversa ia seguir.

– Não! Eu realmente gosto de você. Eu Te Amo!

Meus olhos brilharam, eu fui até ele e puxei sua cabeça para perto da minha, quando nossas testas se tocaram fiquei na ponta dos pés e o beijei!

Nosso beijo foi demorado e selvagem ao mesmo tempo. Uma corrente elétrica percorreu todo o meu corpo, fiquei morrendo de calor. De vez em quando a gente parava de se beijar, logo estávamos nos beijando. Minhas mãos estavam em volta do pescoço dele puxando seu pescoço para baixo e as mãos dele estavam na minha cintura me puxando para mais perto dele.

Quando paramos de nos beijar falei:

– Eu também te amo. Te amo como nunca amei ninguém na minha vida!

Ele abriu um largo e perfeito sorriso, seus olhos brilhavam. Ele passou os braços pela cintura, me puxou para perto me levantou e beijou-me de novo!

...

Voltamos para o acampamento. Já era quase 3 horas da tarde. Estávamos de mãos dadas.

– Ae! — Todos assoviaram quando viram nossas mãos dadas.

– Isso merece uma comemoração!!! — Torrey Disse.

Ela foi até a barraca do Ian e de Kayla e pegou o violão dele, tirou-o da capa e o entregou ao Dono.

Ian começou a tocar Without your Love do Roger Daltrey e eu cantei a letra da musica.

O som dele e a minha voz se conectaram.

Depois de cantarmos várias outras musicas, Paul acendeu uma fogueira e começou a cozinhar nosso almoço numa frigideira que ele arrancou da bolsa dele.

...

– Então você conseguiu domar essa fera? — Ian parou na frente de Steven.

Eu e Steven nos olhamos e aguardamos as próximas palavras dele.