Friendship Crazy
2 Bem vindos a Corona!
Notas iniciais
P.O.V Jack
Acordei com o barulho dos outros passageiros mas dessa vez não era de conversar e sim para descer do ônibus, finalmente chegamos minhas costas já doía de ficar na quele banco de ônibus todo rasgado entretanto eu dormo em qualquer lugar mesmo.
– Senhores passageiros podem descer do ônibus nossa viagem chega ao fim. — O motorista disse e o Soluço acordou na mesma hora.
– Vamos ainda temos que pegar outro ônibus para ir pra casa — Disse Soluço, eu só assenti com a cabeça. — O ônibus que agente tem que pegar é o 670.
Descemos do ônibus na rodoviária e fomos para a outra plataforma do outro lado da rodoviária onde os ônibus normais ficavam, na terceira plataforma tinha uma placa bem grande com o numero 670, cutuquei Soluço e ele concordou que era ali. Esperamos uns 10 minutos e eu já estava com sono de novo, eram 7:00 no meu relógio mais ele sempre tava atrasado 10 minutos, o ônibus chegou e nos subimos.
– Motor sabe em que ponto demos que descer para chegar a rua Street Guis ? -Perguntei.
– Quando chegamos eu te aviso. — Ele com certeza estava com mau humor.
Mais meia hora dentro da quele ônibus, mas só que dessa vez eu fiquei acordado ,o que é muito estranho, porém tava acordado pra ver a cidade era linda, com varias garotas lindas, varias pistas de skate mesmo eu não andando sabia que ali encontraria garotas lindas.
– Jack olha ali, — Soluço apontou para um lugar onde parecia uma biblioteca, por que que ele estava me mostrando aquilo ? — Ali é aonde nós vamos estudar, pelo menos esse ano. — Meu queixo caiu, ali seria minha escola mais eu não to vendo quadra nem nada,mais oque ? eu vou estudar num lugar onde não tem esportes ?
– O do cabelo branco, aqui é o seu ponto. — Ele me chamou de cabelo branco ?
– Valeu tio barriga! — Gritei saindo do ônibus e Soluço atras de mim.
– Ótimo temos que ir até o fim da rua a casa é numero — Soluço deu uma pausa e pegou um papel no bolço da calça — 203.
– Soluço procura um medico.
– Por que ?- Respondeu ele com uma cara confusa.
– Porque amnésia é coisa seria- Soluço só me deu um soco no braço mais parecia cocegas. — pelo visto agente vai ter que andar muito. — falei notando que ainda estávamos no numero 92, acha paciência pra andar até lá e acha rua, pra ter tanto numero.
Depois de muito andar, e muito ouvir o Soluço falando o quanto queria chegar logo na casa, finalmente chegamos no numero 203 e era uma casa muito bonita com um jardim longo a frente e a casa era branca e parecia que era bem grande dentro, tocamos a campainha e uma mulher alta de cabelos castanhos abriu a porta.
– Olá a senhora deve ser Marta — A mulher assentiu com a cabeça. — Eu sou Soluço e esse é Jack somos seu novos hospedes, meu pai resolveu tudo pelo telefone com a senhora.
– Ah claro , podem entrar meninos vou mostrar a casa para vocês e depois eu falo as regras. — Claro tinha que ter regras, por que sempre as regras ? Meu Deus porque ?
Entramos e ela nós mostro a sala, a sala era branca e tinha uma parede vermelha um sofá e suas poltronas também vermelhas um tapete e duas portas uma na parede direita perto da janela e uma na esquerda perto da escada, ela falou que a da direita é um panheiro e a da esquerda a cozinha, subimos a escada e fomos para o segundo andar um corredor bem cumprido e com uma escada no fim.
– Bem meninos essa porta é do Flynn- A primeira porta com um desenho de uma bola de futebol americano- Essa é da minha filha Marrie- HUUHHU finalmente uma menina nessa casa. — E essa é a de vocês — A porta era marrom e não tinha nada na frente. — Podem entrar, eu vou estar na sala , se quiser alguma coisa é só me chamar.
– Obrigada senhora Marta. — Soluço sempre sendo gentil.
Entramos no quarto e não me surpreendi com ele, as paredes eram brancas e tinha duas camas uma na parede direita e uma na esquerda com uma mesinha debaixo na janela, que tinha na parede a frente, na parede da porta tinha um armário branco de duas portas.
– Jack, bem vindo ao lar. — Soluço riu de lado e eu o acompanhei. Coloquei minhas malas na cama, que decidi que seria da direita , e coloquei minhas roupas no guarda roupa, Soluço fez o mesmo e depois nós desemos para a sala, a Marta tava sentada vendo algum filme romântico.
– Meninos que bom que desceram agora, eu posso falar as regras para vocês — Eu e Soluço sentamos no sofá e ela ficou em pé na minha frente. — As regras são simples, depois da 00:00 o barulho tem que ser minimo e não podem fazer barulho no segundo andar depois desse horário e é proibido os meninos no quarto as meninas e as meninas nos quartos dos meninos. — Ela lançou um olhar frio, e que deu muito medo, pelo menos em mim.
– Sim senhora. — Aquele olhar dela me paralisou e me deixou com uma pontada de vontade de ir para casa, mais eu pensei melhor e essa vontade rapidamente passou.
– Bem meninos eu vou sair fiquem a vontade.
A Marta saiu da casa e eu fiquei olhando Soluço que também estava paralisado com as falas da mulher.
– Soluço vamos sair, eu vi uma pista de Skate aqui perto.
– Jack como vamos sair sem nem saber voltar para casa ?
– É impossível se perder era aqui perto e tava CHEIA de gatas. Vai Soluço vai ser legal você vai ver.
–Não Jack. -Eu fiz os olhos do gato de botas, e eu sabia que iria funcionar , sempre funcionava desdo 9 anos. — O.K mais se a gente se perder eu te mato.
– O.K vamos ?- Ele concordou com a cabeça e saímos de casa.
Andamos uns três quarteiros e chegamos em uma pista de Skate, sentamos em um banquinho de madeira que tinha ali, vimos um bando de gente juntos e fomos lá eu sempre , sou curioso mentira,Soluço que é.
– HAU!!!!- Soluço e eu dissemos juntos que menina era aquela, o skate parecia deslizar pela rampa, os cabelos dela voava para todos os lados em cachos vermelhos, todo mundo aplaudia ela. — Quem é ela ?
– Ela é a Merida, Ah Merida. — Um menino que estava do nosso lado disse , como se ela não fosse qualquer Merida e sim AH Merida , mais que pessoa tem o nome Merida ? Ficamos ali mais alguns minutos vendo ela andar com aquele skate.
– Vamos numa lanchonete Soluço tó com uma fome.
– Claro você paga.
– Logico que não gracinha você que quis se mudar pra cá, você paga. — Ele resmungo algo mais eu preferi ignorar.
– O.k, vamos logo.
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