Fração de Segundo
1 Fração de Segundo - Capítulo único.
Notas iniciais
Também quero agradecer a La Angel que me ajudou a revisar a história. Obrigada minha diva linda! ♥
História muito fluffy, se tem problemas de diabétides eu não recomento, hehe.
Boa leitura! ♥
Desde que havia chegado ao santuário era isolado dos demais, não gostava de aproximações e nem sequer relacionar-se com os outros aspirantes. Dégel era solitário, frio e distante de tudo e de todos. Era focado apenas em seu treinamento... Apenas...
Até o certo dia em que um loiro irritante começou a persegui-lo. Era um tal de Kárdia, e pelo o que soube – vindo do próprio – Estava treinando em busca da armadura dourada de escorpião.
- Dégel, por que não vem treinar comigo? – Perguntou com um largo sorriso e uma animação que chegava a ser irritante perante os olhos castanho-avermelhados do ruivo.
- Porque eu não quero. Já disse. – Respondeu com sua costumeira frieza aquela pergunta frívola. Não sabia como aquele estúpido havia descoberto seu nome, o que lhe irritava ainda mais.
Mas aquelas respostas gélidas e aquele comportamento distante só atraia ainda mais o garoto grego. Kárdia havia ficado encantado com aquele jeito dele. Era estranho admitir isso para si próprio, porém, chegava até ser divertido implicar com Dégel, que sempre mantinha aquela seriedade.
Havia pouco tempo que ele tinha chegado ao santuário e não sabia falar grego muito bem, o sotaque ainda se fazia muito presente, o que era mais um motivo para Kárdia fazer-lhe piadas, deixando-o ainda mais zangado.
- Você ta sempre lendo essas coisas chatas! – Resmungou.
Dégel apenas ignorou aquele resmungo e continuou a leitura. E os restantes de seus dias pareceram ser praticamente a mesma coisa. Sempre que estava lendo, Kárdia aparecia para falar qualquer bobagem, convida-lo para qualquer coisa ou simplesmente sentar ao seu lado e jogar conversa fora, onde muitas vezes nem ao menos prestava atenção.
Mas praticamente todos os dias se passavam dessa maneira. Havia se acostumado com a presença irritante do grego. Quando ele resolvia sentar ao seu lado enquanto estava lendo, ele sempre conversava amenidades. Mas talvez aquilo até tivesse sido útil, assim observou melhor o idioma dos gregos, por mais que o outro sempre fizesse piadas idiotas a respeito do seu “sotaque engraçado”.
Descobriu que ele desde que “se conhece por gente” estava pelo santuário, nos árduos treinamentos, e mais algumas coisas relacionadas ao santuário, que o loiro sempre lhe contava. Tinha até historinhas de terror criadas pelos aspirantes, histórias fúteis que decidiu ignorar. Também descobriu que Kárdia adorava maçãs. Não que ele tivesse lhe dito, mas sempre que estava lendo, o grego estava sentado ao seu lado, comendo uma maçã... E foi a partir daí que começou a intrigar-se consigo mesmo. Não deveria estar observando-o demais. Isso chegava a ser um problema, pois quando o pequeno francês percebeu, ele já estava totalmente acostumado com a presença daquele escorpiano.
E isso foi mais notável quando em uma tarde qualquer, ao resolver sentar-se abaixo de uma árvore da redondeza para ler um pouco, ele não apareceu. Dégel começou sua leitura normalmente, mas não conseguia concentrar-se nesta. Não ouvia a voz dele, não escutava as mordidas na maçã, e nem estava irritando-se com as piadas estúpidas. Afinal, isso deveria ser perfeito, não? Estava num clima silencioso – onde apenas os barulhos da natureza e dos ventos se faziam – sem ninguém para lhe tirar do sério.
- Se aquele estúpido não está aqui hoje, melhor... Assim poderei me concentrar mais na leitura. – Murmurou para si mesmo, voltando seus olhos para o livro que falava sobre astrologia, um assunto que achava muito interessante e que poderiam ser úteis tais conhecimentos, futuramente.
Porém, não conseguia ler. Os pensamentos do ruivo apenas divagavam para uma pergunta: Por que ele não veio?
Onde aquele idiota irritante estaria? Será que estava irritando outro? Isso era bom... Mas por via das dúvidas, resolveu ir verificar. Não que fosse alguém curioso, mas se aquele estúpido não iria aparecer, deveria ao menos avisar-lhe, certo?
Levantou-se, e em passos lentos resolveu ir até a arena, onde ele sempre costumava procurar alguém para treinar. Ele deveria estar lá... E isso pouco importava, afinal, deveria estar sentindo-se aliviado, mas suas pernas pareciam mover-se sozinhas em direção ao local, numa ânsia e curiosidade inexplicável.
Amaldiçoava-se mentalmente por estar indo atrás de Kárdia ao invés de aproveitar seu tempo sozinho, mas amaldiçoou-se mais quando chegou até a arena e o viu. O escorpiano conversava com uma das aspirantes, juntamente com um garoto estranho de cabelos curtos, que parecia empurrar um ao outro, de um jeito bastante malicioso. Parecia até que estava querendo fazer aqueles dois se beijarem. E isso o irritou profundamente. O tão controlado Dégel sentia-se totalmente irritado nesse instante.
Franziu o cenho e apertou mais o livro em suas mãos quando viu Kárdia levar a destra até a nuca e sorrir para aquela garota, parecendo estar sem jeito. Ao conseguia ver o que realmente a garota estava fazendo, já que ela estava de costas para si, mas imaginou que ela estivesse exibindo-se para ele! E aquele idiota ainda parecia cair facilmente nisso, maldição! Eles eram cavaleiros, deveriam treinar para conseguirem a armadura e não ficar de conversas paralelas pelos cantos da arena! Isso o irritava, o irritava muito! Só pelo o fato de pensar que ele deixou de ir até si para ficar de conversas ineptas com aquela garota lhe tirava do sério. Uma fúria estranha se fazia em seu âmago, o perturbava, e lhe dava uma vontade insana de gritar e chorar ao mesmo tempo, coisa que logicamente não o fez. Era um garoto controlado e não se deixaria levar por aqueles sentimentos súbitos e misteriosos.
Apenas virou-se e saiu dali em passos rápidos, era o mais lógico a se fazer. Não deveria estar com raiva, afinal, Kárdia não tinha nada a ver consigo. Mas estava irritado pelo o fato de que ele deveria estar treinando e ao invés disso, estava ali, de conversas com aquela garota oferecida. Era apenas isso! Estava com raiva por esse motivo, era a única explicação plausível e tentava se convencer com veemência de que era isso mesmo!
O escorpiano, do outro lado da arena, estava de frente a uma aspirante, com Manigold ao seu lado que tentava realmente joga-lo para aquela garota que parecia bastante interessada. O canceriano havia feito uma aposta, sobre beijos e logicamente não recusou. Mas não estava se sentindo a vontade naquela situação. Há essa hora Dégel provavelmente estaria lendo e gostaria de estar ao lado dele, sentado de baixo daquele carvalho. Já havia se acostumado.
Quando Kárdia desviou o olhar da garota, olhando de relance para a arena, notou o ruivo do outro lado, saindo dali a passos largos.
- Droga... – Resmungou para si mesmo e saiu de perto dos dois, ignorando-os completamente, pouco se importaria com as piadinhas de Manigold e com aquela garota que nem lembrava mais o nome.
-Dégel! Espera! – Pediu enquanto corria em direção ao ruivo, que ao virar o rosto vendo o escorpiano atrás de si, acelerou mais os passos, passando a correr mais a frente, distanciando-se.
Porém, o loiro conseguiu alcança-lo quando já estavam distantes, em meio a algumas árvores. O antebraço do francês foi segurado com certa força e inevitavelmente virou-se para Kárdia, resmungando baixo de dor, deixando o livro que estava em suas mãos cair. Ficaram fitando-se por longos segundos em total silêncio, os olhos azuis como o céu primaveril de Kárdia afundado na grandeza dos olhos castanhos de Dégel.
- Solte-me. – Falou sem expressar praticamente nada, mas com o cenho franzido.
- Por que você ta com raiva?
- Apenas solte-me seu insolente! Achei que estivesse falando com aquela aspirante! – A voz saiu um tom irritadiço, o diferenciado do normal, que era sempre gélido e impassível.
- É você quem eu quero Dégel. Você. – A mão que estava livre pousou sobre o rosto pálido e a outra que o segurava pousou do outro lado da face do ruivo, segurando-a como se fosse um adorno de porcelana, numa gentileza fora do normal vinda do escorpiano. E sem muito esperar, deu mais um passo a frente para quebrar a distância que se fazia entre os dois. Os lábios aproximaram e um beijo se fez, um simples roçar de lábios...
A boca de Kárdia era macia e roçava na sua de uma maneira carinhosa. A princípio havia ficado surpreso, mas logo fechou os olhos e deixou-se levar na sensação daquele momento em que aquele simples beijo fazia em si. Dégel nunca havia beijado alguém, nem mesmo pensado em fazer isso, mas agora estava ali, sentindo os lábios de Kárdia contra os seus.
Logo o simples beijo chegou ao fim. Os rostos continuaram próximos e os olhos fechados, ainda deixando-os inerte naquela sensação tão única. Kárdia foi o primeiro a abrir os olhos e rapidamente fitou os lábios finos e macios do ruivo, sorrindo para si mesmo por ter conseguido um beijo dele. Mas logo Dégel notou o que estava fazendo, e rapidamente afastou-se do grego. Seu rosto estava corado e seu semblante irritado.
- Me deixe em paz. – foi tudo o que disse, num tom de voz baixo, quase num sussurro, antes de virar-se e sair dali o mais rápido possível, deixando Kárdia para trás, que ficou parado, ainda tentando ‘digerir’ o que havia acontecido ali.
E desde esse ocorrido do beijo, Dégel passou a evita-lo o máximo possível. Eram raras as vezes que Kárdia o via, e normalmente quando tentava aproximar-se, o ruivo dava um jeito de escapar da sua presença. E isso perpetuou até o dia da glorificação das armaduras douradas.
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A responsabilidade de carregar um cargo como cavaleiro de Athena era algo grandioso, em especial para aqueles que faziam parte da elide sagrada entre os doze santos de ouro.
Porém, Kárdia parecia ignorar isso.
Sempre via o loiro vangloriando-se com sua armadura, numa pose altiva que gostava de exibir para todos. Kárdia não havia mudado muito desde que o viu pela primeira vez, continuava o mesmo idiota fútil e irritante de sempre. E normalmente o ignorava, ou tratava-o com mais frieza. O tempo que se passou foi capaz de congelar ainda mais o jeito de Dégel.
Mas Kárdia não se importava com esse jeito dele. Gostava de estar sempre próximo do aquariano, por mais frio que ele fosse. Desde que havia tentado beija-lo, ainda quando eram garotos, ficou um tempo distante dele, mas depois voltou a tentar conversar como se nada tivesse acontecido, e agradeceu aos céus por ele permitir novamente uma aproximação, por mais frio que ele agisse.
E às vezes aquela frieza chegava a irritar o escorpiano. Parecia que aquele jeito glacial do ruivo era como se ele construísse uma parede entre ambos, e odiava isso.
Tentou ignorar tais pensamentos enquanto subia em passos rápidos pela longa escadaria das doze casas, com um único destino em mente. Não queria pensar no fato dele ser tão distante de si.
Ao finalmente chegar ao décimo primeiro templo, sentiu a presença dele no mesmo lugar que ele costumava estar: A biblioteca. Sem cerimônias, adentrou o cômodo, e rapidamente o encontrou num corredor de livros, ele parecia concentrado em busca de um livro específico.
Dégel não se surpreendeu nem um pouco com a atitude do escorpiano, permanecendo fleumático em busca de um livro qualquer. Ele era sempre mal educado mesmo, então procurou ignora-lo.
- Hey Dégel! – Sorriu e aproximou-se mais do outrem, que permanecia impassível.
- O que você quer, Kárdia? – O ruivo não desviou o olhar por um minuto sequer dos livros a sua frente, continuando a sua busca minuciosa.
- Como sempre, receptivo... – Ironizou com um sorriso, aproximando-se um pouco mais. O ruivo continuou em total silêncio, ainda sem fita-lo.
Às vezes sentia que Dégel ainda fugia de si, como quando eram pirralhos. Logo segurou o ombro, virando-o para si, num ímpeto.
- Mas o que você quer, Kárdia?! – Dessa vez a pergunta saiu mais irritada. Céus! Odiava aquelas investidas do loiro. Ele sempre tentava aproximar-se demais de si e não se agradava com isso nem um pouco. Sentia-se estranho perto dele, claro que sua costumeira aparência jamais demonstraria isso, mas em seu íntimo sentia-se completamente estranho.
- É você quem eu quero Dégel. Você. – A face do loiro permaneceu séria enquanto ele ditou tais palavras. Estava determinado a não ser afastado por ele novamente. O queria, na verdade sempre o quis para si e não conseguiria mais aguentar essa ansiedade em seu âmago. Precisava expor aquilo, precisava que ele soubesse.
Aquelas palavras... Lembrava-se bem daquelas palavras. Logo o ruivo fechou os olhos quando sentiu os lábios carnudos do escorpiano sobre os seus, e mais uma vez após muito tempo estava entregando-se novamente àquela sensação.
Porém dessa vez o beijo não foi apenas um roçar de lábios. A língua sensual do escorpiano invadiu sua boca com êxito e deixou-se levar pela sensação cálida daquele ósculo onde o escorpiano tomava seus lábios como um cálice da perdição, pendendo-se naquele beijo tão eloquente.
Podia sentir a respiração de Dégel bater contra seu rosto quando o beijo cessou, ficando a milímetros de distância, com os rostos bem próximos, ainda inerte na sensação de segundos atrás. Finalmente havia o beijado novamente e ele tinha correspondido... E agora não eram mais crianças. Eram homens, e não o deixaria mais escapar de si.
- Por que...?
- Me deixa... – O interrompeu, pousando o polegar direito sobre os lábios macios do aquariano. – Me deixa ficar com você, Dégel... – O tom de voz saia num sussurro, quase inaudível, podendo ser escutado apenas porque os rostos ainda estavam bem próximos.
- Você está ficando louco. – Sussurrou no mesmo tom. Por que ele tinha que fazer aquilo novamente, depois de tanto tempo? Por que tinha que se sentir tão inerte ás vontades dele quando estavam tão próximos?
- Eu te amo... – Voltou a sussurrar, fechando os olhos novamente, roçando seus lábios nos de Dégel.
- Louco... – Murmurou trêmulo, abrindo um pouco mais a boca e deixando-o tomar seus lábios mais uma vez, em um beijo apaixonado e repleto de sentimentos confusos, mas que no momento pareciam encaixar-se nos dele.
Por mais que Dégel interpretasse isso como uma loucura, deixou-se levar por aquele ósculo caloroso, que há muito tempo almejava por trás de sua frieza.
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A dor de senti-lo pela primeira vez era dilacerante. Os olhos lacrimejaram, o corpo tremulou e as unhas cravaram com mais firmeza nas costas largas dele.
Dégel era sempre um homem altivo e frio, mas naquele momento parecia frágil diante dos olhos de Kárdia. O grego encostou a testa na dele, fechando os olhos e mantendo-se parado, tendo todo o autocontrole que podia para não machuca-lo.
- Tudo bem. – Murmurou para o loiro, ainda com as unhas cravadas nas costas largas e amorenadas.
Kárdia abriu os olhos e fitou a imagem sob seu corpo. Dégel estava lindo, os lábios finos e avermelhados entreabertos, os longos cabelos sedosos e rubros espalhados por todo o corpo e pela cama... Estava completamente perdido naquela imagem perfeita que era Dégel para si.
Aos poucos os movimentos iniciaram-se. O corpo apertado do ruivo era cálido, dando-lhe uma sensação de prazer sem igual. Kárdia movia o quadril de encontro ao dele, acelerando na medida em que notava a diferença da dor ao prazer na face alva, que continha um tom levemente carmesim.
- Dégel... – Murmurou o nome do amante, com os lábios rente ao ouvido esquerdo dele, impulsionando o corpo conforme ele gemia deleitosamente.
A sensação de sentir Kárdia dentro de si a principio estava sendo dilacerante, mas aos poucos o prazer estava tomando conta de seu corpo. Gemeu mais alto quando sentiu certo local ser atingido, e o loiro provavelmente havia notado isso, pois ele passou a toca-lo apenas ali. Os gemidos agora eram altos, as unhas do aquariano desenhavam as costas morenas do escorpiano com as unhas, deixando marcas que com certeza faria as lembranças dessa noite perpetuar-se por um bom tempo.
O orgasmo chegou de uma maneira avassaladora, tomando os corpos dos amantes de um jeito unicamente abrasador. Dégel sentia cada pequena célula de seu corpo corresponder àquele clímax tão insólito. Pouco depois, sentiu o sêmen de Kárdia o inundar quando em um gemido mais gutural ele deixou-se levar pelo orgasmo.
Os corpos estavam trêmulos, os olhos nublados e fixados um no outro e um silêncio se fez entre ambos. Mas naquele momento nenhuma palavra era necessária...
Beijaram-se quando as respirações dos corpos suados voltaram ao normal, e assim aquela noite se fez em meio às carícias e juras amorosas, algo que era anormal para ambos, mas que naquele momento único a normalidade não se fazia presente no local.
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O rosto adormecido de Kárdia era adorável, pelo menos para Dégel. O ruivo não era adepto a fazer carícias e demonstrar tantos sentimentos, mas quando o escorpiano estava dormindo aproveitava para acariciar aquele rosto amorenado. Os dedos finos passeavam lentamente pela face, pousando nos lábios carnudos que tanto gostava de beijar.
Sorriu minimamente, apenas um curvar de lábios, lembrando-se de tudo o que haviam passado juntos até hoje. Agora estavam à beira de uma guerra santa, e mesmo assim o loiro continuava a invadir seu templo. Amavam-se sempre que podiam, e sempre que Dégel permitia, pois o ruivo não dava tantas liberdades para o escorpiano, por mais que já tivesse admitido seus sentimentos.
E as lembranças que se faziam em sua mente às vezes lhe dava certo medo. Com essa guerra, tinha que colocar o seu dever em primeiro lugar, e ao lembrar-se de tudo isso notava como o tempo passava rápido quando estava ao lado de Kárdia.
Por mais que fosse um amor de muito tempo, para Dégel aquilo tudo parecia ter passado tão rápido quanto uma fração de segundo.
FIM.
Notas finais
E os demais, não joguem pedras em mim, juro que tentarei fazer algo melhor deles depois! Espero que tenham gostado e deixem suas lindas opiniões :D
Beijinhos da Juh ♥
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