Fragmentos de Silêncio
2 Fragmentos 02
A Última Carta
Ele segurava a carta, com o selo já desbotado pela passagem do tempo. As palavras ainda estavam vívidas na sua mente, embora o papel estivesse amarelado e quebradiço.
“Espero que, quando leres isto, que saibas que sempre te amei.”
Ele fechou os olhos, sentindo a perda como uma ferida aberta. Aquela carta era um pedaço de um amor que nunca se apagaria, e, mesmo em silêncio, ela continuava a falar.
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O Eco do Passado
Cada ruína que ela visitava contava uma história. Ela andava pelos corredores desmoronados, tentando imaginar como aquele lugar havia sido.
Cada eco dos seus passos parecia gritar memórias perdidas. O passado nunca se apaga completamente; ele ressurge em sussurros e fantasmas.
Ela sorriu, abraçando a beleza de saber que, às vezes, entender o presente vem de explorar as sombras de tempos esquecidos.
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