Frágil
1 Frágil
Notas iniciais
Uraraka Ochako não era um anjo, mas Bakugou a admirava como se ela fosse um dos mais belos do reino celeste. Ele amava tudo nela; do seu sorriso até seu corpo trêmulo com seus toques ao modo que se contorcia quando eles ficavam mais intensos. Ouvi-la chamar por seu nome era como uma música suave para seus ouvidos.
Bakugou não evitava sorrisos de canto, quando a via morder o lábio inferior inquieta pelas obscenidades que murmurava no seu ouvido. Ele gostava de vê-la ansiosa, quando resolvia fazer provocações mais prolongadas. Melhor do que a ver, era ouvi-la dizer aquelas palavras sujas em sua boca de anjo, quando chegava à sua vez de provoca-lo.
Para ele, Uraraka não tinha nada de frágil ou – para outros – submissa. Aquela mulher conseguia foder com todos os seus sentidos em poucas palavras e toques. Ela conseguia fazê-lo se arrepiar só de dizer o seu nome, mesmo fora da cama. Onde estava a sua fragilidade?
Toda vez que Katsuki Bakugou a observava, se perguntava onde viam uma menina frágil que a qualquer toque poderia quebrar. Talvez, fosse no seu jeito naturalmente doce e bondoso de ser, mas aquilo não importava. Ninguém precisava saber como a frágil Uraraka conseguia enlouquece-lo entre quatro paredes.
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