Four Seasons
11 Capítulo 11 – Natsu².
Notas iniciais
Lavi: e a Kiyo demorou na betagem, ela reconhece o erro dela. *suspiro* Mas, de nada adianta ficarmos aqui nos descupando por erros alheios, né, Allen? *faz cafuné na cabeça dele*
Allen: Certo. *Sorriso.* Vamos ao capitulo, um dos mais curtos e com mais coisa que me tem no foco e... Bem, é um capitulo um tanto vergonhoso também... >_>
Lavi: nem tão vergonhoso assim *abraça Allen por costas e põe o queixo sobre sua cabeça* Eu diria que é um cap picante ~ Caliente ~ *sorrisinho* Ah, no final, é claro.
Allen: Lavi... Não fale tanto. *Dá cotovelada na barriga dele.* E não me agarre assim com nosso filho na sala do lado, vai que ele vem para cá... *gota cai atrás da cabeça* Mas bem, deixando de lado, aproveitem o cap pessoal. Demorou, mas finalmente nós estamos conseguindo, ou sendo obrigados, terminar essa história.
Lavi: *rindo* é, estamos nos esforçando *sorri gentil* Desejo uma boa leitura a todas e, ah, antes de lerem quem quiser lencinho pra estancar sangramento nasal a Kiyo e a Mitsu vão distribuir, viu?
Allen: *Corado* Tarado >//>
– A diferença entre um anion e um... É que... – Não conseguia ouvir o que o professor dizia, e também não tinha interesse em perguntar.
Só sabia que era uma aula chata e, desde que retornei a escola não consigo me concentrar direito, fico extramente preocupado com Joshua que está em casa com meus pais e Lavi trabalha este horário. Para melhorar a escola não era mais a mesma.
A notícia que um homem tinha gerado um filho se espalhou pela cidade, mas praticamente ninguém sabe que sou eu. Todos na minha sala, já sabem que vou casar com um homem porque Lavi vem me buscar assim que sai do trabalho... Mas o Joshua não. O que eu prefiro assim, as pessoas são boas, mas também são malvadas. Eu tenho mais medo que algo possa acontecer a meu menino que qualquer outra coisa. Mas, talvez, eu me preocupe demais.
Não esperava a hora de o sinal tocar e poder ir embora... Não aguentava mais aquela maldita química, para piorar era uma grande revisão de algumas coisas. Coisas como nox, oxirredução, balanceamento, termoquímica... Pelo amor que esse professor tem por essa maldita matéria... Que esse sinal toque logo.
Talvez a força do pensamento realmente funcione, e que um milagre aconteça! Que a sirene toque, anunciando que eu estava finalmente livre. Livre para voltar para casa, para os braços de Lavi e, principalmente, meu filho. Eu posso até ter uma surpresa ruim, e descobrir que é o sinal do intervalo e não da saída... Ah... Eu preciso de um relógio.
Sabe nessas aulas em que nada faz sentindo? Na minha cabeça, eu acabo parando e pensando um pouco nas coisas que passaram. E, também, nas que vão vir. Se eu for parar para ver, foi tudo tão rápido, mas tão rápido que... Passou-se o quê? Dois anos? Não. Menos, quase dois anos. Ainda assim, é pouco tempo. Conheci o Lavi, quando fui ver tinha me apaixonado, depois estávamos juntos e aí... Eu engravidei dele... Agora vamos casar. Sinceramente, pensar nisso faz parecer mentira.
Entretanto, não é só isso que me faz pensar. Também tiveram as pessoas que geraram alguns conflitos internos. Como Lenalee, a ex de Lavi. Mesmo ele falando que ela não é um problema, Lenalee é amiga dele hoje, mas eu não gosto dela. Como o Kanda que, particularmente, acho que só esteve confuso com seus sentimentos. Pois, depois que Alma voltou do exterior, Kanda voltou ao “normal”, ao menos sei que agora os dois estão felizes. Há quem não goste da “aliança” deles, porém acho que uma boa. Agora eles estão felizes juntos, certo?
– Allen!
Ouvi alguém berrar, quanto ia virar-me para ver, senti algo indo contra minha testa.
– AH! Desculpe!
Era Alma, que agora corria para me socorrer. Ele perguntou:
– Você está bem?
– Imagina... Eu costumo levar estojos na testa... – Respondi.
Fui encará-lo, eu sabia que existia somente um Alma, mas eu estava vendo mais do que um.
– Quando foi... Que você se multiplicou? – Perguntei.
– … Lavi vai me matar. – Alma resmungou.
– Eu estou bem, calma. – Ajeitei-me na cadeira, agora só tinha um dele. – Por que me acertou?
– Você parecia ter dormido... A aula acabou há dois minutos já.
– Acabou? – Saltei da carteira.
– Sim... – Ele afastou-se.
– Obrigado, Alma! – Abracei-o rápido, depois joguei minhas coisas na bolsa. – Até. – Falei, indo embora, correndo.
De longe, ouvi um: “Até.”. Foi falta de educação de minha ir embora assim, mas eu realmente queria ir para casa logo. Eu não aguento mais essa escola, quero logo me formar. A única coisa que eu precisava resolver era a faculdade, o que vou fazer e depois começo a trabalhar. Mesmo Lavi falando que não é necessário, tipo: “Vou te sustentar, pra quê trabalhar?”. Esse Lavi... “Preocupado” demais.
Cheguei à entrada do colégio e vi um carro estacionando, era o de Lavi. Parece que ele se atrasou um pouco. Vi a janela do lado do motorista abaixar e então seu rosto foi revelado.
– Allen!
Ele acenou para mim e eu fui até ele.
– Por que veio de carro? – Perguntei, parando ao lado da porta do motorista.
– Olhe quem está no banco de trás. – Respondeu-me com um sorriso.
– Hm...
Olhei para o banco traseiro e vi Joshua ali em sua cadeirinha.
– Joshua. – Sorri para meu bebê.
– Passei em casa antes e ele ficou “mama, mama” enquanto estava no meu colo... Então resolvi trazê-lo. Sem falar que ele quase me mordeu quando eu falei que a “mama” não estava em casa... – Uma gota caiu atrás de sua cabeça.
– Mama... – Repeti baixinho.
Não sei dizer se isso me deixa feliz ou decepcionado, afinal, meu filho me chama de “mama” e não de “papa”, maldito Lavi que pôs isso na cabeça dele.
– Isso é culpa sua.
Soltei um suspiro e encarei Lavi. Dei-lhe um selinho, abri a porta do banco traseiro.
– Vou com ele no colo, então, cuidado.
– Ei... – Lavi suspirou.
Sentei-me no banco de trás, tirei Joshua da cadeirinha e coloquei em meu colo, vi aquele sorriso banguela lindo, tinha pequenos dentinhos.
– Certo. – Falou e girou a chave na ignição no carro.
Ri baixinho e fui com Joshua no colo, brincando com uma de suas mãos, ouvindo de sua risada contagiante.
– Allen... – Lavi me chamou enquanto dirigia.
– O que foi? – Perguntei.
– Está marcado. – Falou um tanto sério.
– … O quê? – Perguntei, não entendendo.
– O casamento. – Pude ver seu sorriso pelo reflexo do espelho.
– Ah... – Senti meu coração bater mais forte.
Não pergunte o motivo, é só que... Eu já sabia que eu ia me casar. Eu sei há meses já, mas... É como se a fixa só caísse agora. Meu coração batia forte, mas tão forte que podia senti-lo tentar ir pra fora do meu corpo. Aquele calor, tudo aquilo... Eu não parecia não estar mais no meu corpo... Só... Eu só não sei dizer como é isso. É... Tão perfeito... Parece mentira, parece mesmo. Mas não é, e isso deve ser a melhor parte. É verdade, eu e Lavi vamos casar.
– Allen...?
– Mama... – Joshua bateu a mãozinha em meu rosto.
– O quê?! – Tomei um pequeno susto, voltando a mim. – O que foi?
– Você ficou distante do nada. Está se sentindo bem? – Ergueu uma sobrancelha, enquanto dirigia.
– Ah... Estou... Está tudo bem.
Ri meio sem graça e ajeitei Joshua no colo, o que mais me deixa surpreso foi que ele realmente me deu um tapa no rosto.
– Qual a data? – Perguntei calmo.
– No feriado. – Lavi falou alegre. – Depois teremos uma lua de mel por três dias. Não podemos levar Joshua, então nossas mães vão ficar com ele. Já que ele agora não é tão dependente. – Me olhou pelo retrovisor.
– Certo. – Respondi calmo. – Espero que fique tudo bem.
~*~
Parei frente ao espelho e encarei meu reflexo, o terno a florzinha no bolso, era uma flor de cerejeira. A cor branca como leite do terno, meus cabelos para trás com a ajuda de um gel, os sapatos brancos e o buque de cerejeiras em cima do apoio do espelho. Era hoje o grande dia, o dia que eu vou casar-me com Lavi.
Sim, eu estou nervoso. Não um pouco, mas o suficiente e tenho medo de desmaiar no meio do altar... Sinto-me como se ainda estivesse grávido nessas horas. Respirei fundo, olhei novamente meu reflexo, peguei o buque e me encarei de novo. A gravata borboleta rosa até que tinha combinado com o resto do visual. Ao menos posso dizer que estou... Completo.
– Allen! – Ouvi a voz de Mitsu. – Está na hora.
Ela abriu a porta com um sorriso.
– Você está lindo.
– Obrigado... – Falei com um sorriso e fui com ela.
Não demoramos a chegar à igreja, Lavi já estava lá, me esperando, com seu terno preto e o cabelo para trás, um tapa-olho vermelho e... Aquele sorriso perfeito. As pessoas a minha volta estavam em pé, vendo-me entrar na igreja. Meu pai ao meu lado, me levando, era um tanto estranho, talvez até engraçado, mas... Ele parecia tão feliz quanto eu.
– Seja feliz, meu filho... – Sussurrou para mim e continuou me levando.
No altar, lá estava, além de Lavi: Joshua no colo de minha mãe; a mãe de Lavi ao seu lado, o pai dele no canto, parecia ainda digerir um pouco a situação, mas estava feliz também. Fui deixado sobre o altar, dei a mão para Lavi. Mitsu e Kiyo estavam de dama de honra, pareciam até querer chorar... Essas duas.
A cerimônia começou, o padre começou a falar. Parecia não se importar de serem dois homens, apenas fez a cerimônia tranquilamente.
– Se alguém tem algo contra esta união, que fale agora ou se cale para sempre. – A voz ecoou na igreja.
Ninguém se pronunciou a cerimônia continuou.
– Você, Allen Walker, aceita Lavi Jr. Bookman, como seu legítimo esposo, na saúde e na doença, na alegria e na tristeza, na riqueza e na pobreza, para todo o sempre, até que a morte os separe? – Encarou-me, senti meu coração bater mais forte.
– Aceito. – Respondi e encarei Lavi, ele sorria.
– Você, Lavi Jr. Bookman, aceita Allen Walker, como seu legitimo esposo, na saúde e na doença, na alegria e na tristeza, na riqueza e na pobreza, para todo o sempre, até que a morte os separe? – Encarou-o.
– Aceito. – Respondeu e sorriu para mim, ainda mais aberto.
– Pode beijar a- – Confundiu-se. – O noivo.
Acabei rindo baixinho e quando notei, Lavi me puxou e beijou, parecia até um beijo de cinema, mesmo sendo apenas um selinho. Soltou-me e sussurrou em meu ouvido.
– Somos um só. Eu e você. Meu esposo. – Senti meu corpo gelar, foi realmente perfeito.
~*~
– Allen... Não fazemos desde que você teve o Joshua, a última vez você ainda estava no começo da gravidez. – Beijou meu pescoço e mordiscou de leve.
– Eu sei... – Falei no meio de uma arfada.
– Então... Está pronto? – Deu-me um beijo e depois me encarou, sorrindo com ternura.
– Estou. – Roubei um beijo dele, enquanto ele ia abrindo meu terno.
Quando notei já estávamos nus na cama, ele sobre o meu corpo me acariciando e marcando-me com os lábios, às vezes com os dentes. Não tinha vergonha alguma e parecia um tanto sedento, se não se lembrasse da operação que removeu o útero talvez estivesse até mais safado ainda.
Passou as mãos por debaixo de meu corpo e depois os braços, foi me beijando e erguendo até ficar sentado. Arrancou minha boxer com os dentes, vendo minha intimidade, sem mais nem menos levou os lábios para lá, chupando-me e levando a loucura, há tanto tempo eu não era tocado... Não foi muito longe, apenas o fez para me atiçar, parou antes mesmo do êxtase parecer estar peto.
Riu de forma maldosa e sentou-se a minha frente, roubando outro beijo meu. Antes que eu pudesse fazer qualquer coisa, ele fez-me deitar novamente, de bruços. Separou minhas nádegas e passou o dedo entre elas, ameaçou enfiar o dedo, contrai-me, Lavi colocou a mão sobre meu traseiro, acariciando-o.
Deitou-se sobre mim e beijou cada um dos meus ombros, em seguida, meus lábios. Acabei arfando sem querer, fazia tanto tempo que eu tinha me desacostumado com tantos beijos. Lavi se apoiou em mim, separou minhas pernas e investiu como se estivesse dentro de mim, o que... Acredite você ou não, me excitou. Fez de novo. Ele... Estava me provocando... Chegou a repetir aquilo mais umas seis vezes, fazendo-me gemer baixinho em algumas, querendo ou não ao mesmo tempo eu esfregava, consequentemente, meu membro na cama.
Lavi parou, olhei para ele, ainda deitado de bruços, ele estava me observando.
– Você está com mais vontade que eu, por acaso? – Falou com um sorriso no rosto.
Levantei-me, ficando de joelhos sobre a cama, puxei-o, jogando-o sentando na cama, sentei-me em seu colo e beijei-o sem mais nem menos. Fiz com que ele deitasse, devolvendo a provocação dele. Nada melhor que devolver na mesma moeda. Suas mãos percorreram meu corpo, aquela sensação era maravilhosa, sentir as mãos dele pelo meu corpo.
Separamo-nos com a respiração ofegante. Lambi os lábios e movi uma das mãos para a intimidade dele, começando a tocá-lo, primeiro na virilha, até chegar ao “meio” e começar a masturbá-lo. Ouvi um gemido dele e sorri. Quando notei que uma mão dele descia para meu quadril, ele apertou uma de minhas nádegas e depois bateu nesta, me fazendo arfar.
– Gostou? – Sussurrou em meu ouvido, um tanto safado e lambeu meu lóbulo.
– Claro.~ – Respondi e aumentei o movimento com minha mão.
A mão dele desceu mais, indo para minha entrada e enfiando sem pudor algum dois dedos de uma vez e começando a movê-los. Estava me provocando novamente. Acabei largando seu membro quando o senti ir mais fundo e comecei a gemer.
– Você gosta, não é? Dos meus dedos assim, entrando e saindo de você. – Lambeu meu pescoço.
– E se eu... Gostar? – Respondi e voltou a masturbá-lo.
Pude ver aquele sorriso safado dele, Lavi parecia estar gostando de como eu estava agindo. Aumentou o ritmo com seus dedos e gemi mais. Do nada, parou e me encarou. O sorriso safado continuava em seu rosto. Tirou minha mão de seu membro e me ergueu, em seguida, entrando em mim sem aviso prévio.
Comecei a saltar em seu colo, enquanto ele me auxiliava com suas mãos, dando troncadas fundas. Não sei direito o motivo, mas ele chegou a parecer maior que antes. Deitou-me na cama, apoiou a parte detrás dos meus joelhos em seus ombros e continuou com as investidas.
O prazer tomava meu corpo, melhor que isso era ser tomado pela pessoa que eu amo. Nossos gemidos iam à sincronia praticamente, o corpo dele vindo contra o meu, o suor... E, até o ar parecia diferente. Não conseguia nem falar, ele também parecia não se importar com isso. Apenas aumentava o ritmo.
Foi quando cheguei ao ápice, antes dele, em seguida foi ele, preenchendo-me. Tinha lambuzado ele e a mim antes e agora isso. Sorriu para mim e eu sorri para ele. Saiu de dentro de mim e me beijou tão calmo, tão sereno e... Com tanto amor. Separou os lábios do meu e me encarou sorrindo.
– Eu te amo, meu esposo. – Sussurrou.
– Eu também te amo, meu marido. – Respondi, sussurrando.
Notas finais
Lavi: *abraça Allen* calma *fica afagando as costas dele* Eu também não vou falar para não te constranger mais e nem levar toco *rindo*
Allen: "Levar toco"...? Meu deus, eu casei com um velho. *Mexe a cabeça negativamente* Bem, eu espero que tenham gostado... E, devemos ter mais um cap e extras, vários extras. Deve ser ao menos esse o motivo da Hakura ter comprado aquelas roupas estranhas... *Apoia cabeça no Lavi.*
Lavi: *tenta segurar a risada, mas não consegue* KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK *toma fôlego* ai, meu, nem me aguento só de imaginar que as mais estranhas devem ser suas Allen, por seu carma de azar e tals *volta a rir alto*
Allen: ... *Dá outra cotovelada, com mais força, no estomago de Lavi.* Faça isso de novo e vou por aquelas roupas em você... *Aura maligna surgindo em volta*
Lavi: *gota enorme* er...... Fico realmente assustado com essa sua mudança repentina de humor... Use isso só quando estamos jogando, ok? *começa a rir*
Allen: *Se aproxima* Eu sempre ganho de você nos jogos... *Sorriso malicioso, olha pro pessoal.* Epa... *Se recompõe.* Me exaltei um pouco... É tudo culpa do Lavi. Ok? *Joga cabelo para trás.* Agora... Obrigado por lerem e nós vemos nos comentários. *Pega Lavi e leva pro outro quarto*
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