Four Seasons
5 Capítulo 05 – Aki.
Notas iniciais
Lavi: que foi, Allen? *senta do lado dele*
Allen: Minha reputação de inocente foi para o saco ué, assim que os leitores lerem esse cap, ferrou ;-;
U.: kkkkkkkkkkk *cai da cadeira rindo*
Lavi: não ligue pra ela *pega o rosto de Allen com cuidado e sorri para ele* E não se preocupe, as leitoras estão ansiosas pra uma cena assim e você narrando foi maravilhoso. Você continua inocente e lindo, Allen~
Allen: Ju-jura? *Corado, olhando para ele*
Hakura: Opa... *Olhando a cena dos dois* º¬º
Lavi: se eu juro? Claro que sim *sorri ternamente* Você nunca vai mudar, meu amor.
U.: own. *comendo pipocas, oferece pra Haku-chan* :3
Hakura: *Comendo pipoca junto*
Allen: *Passou os braços pelo pescoço do ruivo* Obrigado. *Sorriu e lhe deu um selinho*
Lavi: por nada, só falei o que realmente penso. Hn, estamos sendo filmados, você sabe... *gesticula pras duas que observam do cantinho com uma enorme tigela de pipocas nas mãos*
U.: não se importem com a gente :3
Hakura: Continuem se pegando ae, nós ficamos assistindo e enquanto isso os leitores leem o cap ~
Abri os olhos lentamente e a primeira visão que tive foi Lavi dormindo agarrado a mim. Bocejei e o encarei, pelo que parecia, seria difícil acordá-lo.
– Lavi... Hora de acordar... – Falei, tocando em seu rosto – O dia já amanheceu e... – Encarei a janela rapidamente – AS FOLHAS! – Berrei feliz e quando notei tinha assustado Lavi, que no susto, caiu da cama.
– Allen... Meu bem, não me assuste assim... – Falou se levantando, nu – E... Hm... As folhas... Como assim? – Olhou para a janela e abriu um imenso sorriso, em seguida me encarou com um brilho que eu estava conhecendo cada vez melhor em seus olhar – Allen... Que tal se... – Pus o dedo o dedo sobre a boca dele impedindo-o de falar.
– “Que tal se eu tirasse fotos suas?” Da última vez que tirou fotos minhas eu acabei vestido de gatinho e, até agora, não consegui sumir com aquelas fotos. Não Lavi. – Falei sério e me virei, ficando de costas para ele, cruzei os braços.
– Allen... – Falou meu nome manhoso e me abraçou por trás. Sabe, isso não teria sido ruim, se ele estivesse de roupa e eu também – Por favor... Vamos... Sabe como eu gosto de tirar fotos suas, ainda mais porque, é como se eu pudesse te capturar e guardar só para mim. – Mordeu minha orelha, depois me apertou um pouco mais contra seu corpo.
– Lavi! – Berrei corando – Pare com isso! – O encarei e nesse exato momento ele me roubou um beijo.
Não consegui reagir, ele me agarrou e jogou na cama sem desgrudar os lábios dos meus. Sua boca explorava a minha, praticamente abusava dela, mas o problema de tudo isso é que... Eu não consigo ficar sem me entregar aos carinhos dele, por isso, já estava retribuindo o beijo. Era como se nossas línguas dançassem juntas, numa dança que eu não tinha ideia de qual era, mas devo admitir, era boa.
Nos separamos quando o ar se tornou necessário e Lavi abriu um sorriso um tanto ofegante. Retribui o sorriso enquanto minha respiração voltava ao normal. Ele aproximou o rosto da curva do meu pescoço e começou a distribuir beijo ali, aos poucos passou para o meu peito, indo atacar meus mamilos.
– Lavi, não faça isso. Está muito cedo e já fizemos ontem de noite – Falei tentando não berrar, afinal, não seria nada bom que meus pais, ou os de Lavi, vissem essa cena.
– Hm... Só um pouquinho, vai? – Falou e mordeu meu mamilo direito, fazendo-me soltar um gemido – Vamos... Você fica tão lindo coradinho e gemendo. – Sorriu e lambeu o local.
– PARE! – Empurrei-o e me sentei na cama – Lavi seu pervertido! Já disse que não.
Ele me encarou com olhar pidão e a única coisa que consegui fazer foi jogar seu pijama nele. Por sorte, ou azar, ao pijama caiu exatamente sobre o rosto, ele bufou e eu apenas ri. Aproveitei para me levantar, vesti-me rapidamente e mostrei a língua para ele.
– Sabe que eu vou me vingar e terminar isso depois, não é? – Perguntou dirigindo-me seu olhar “mortal”; ele não conseguiu fazê-lo ter o efeito como numa pessoa qualquer, porque era eu.
– Lavi às vezes você me dá medo com tanto pique assim, sabia? – Comecei a resmungar – Imagino o que as mulheres com que já ficou passavam... – Falei de forma tão arrastada e até um tanto quanto enrolada que ele provavelmente não entenderia nada.
– O que disse? – Perguntou levantando-se para ir vestir-se.
– Nada. – Sorri travessamente e abri a porta do quarto – Vamos. Eles devem estar já se perguntando por nós.
– Ok, ok... – Suspirou e, neste momento, me virei para encará-lo; só que foi aí que notei que ele estava bem atrás de mim – Oh, minha cara princesa, isso é necessidade de carinho, por acaso? – Perguntou provocando-me. Puxou-me, dando um beijo nos lábios.
– Lavi! – Me exaltei e dei um leve empurrão nele, sem esperar muito, fui para as escadas, descendo-as.
– ALLEN! – Fui pego de surpreso pela minha mãe que estava no primeiro degrau da escada, nisso me desequilibrei pelo susto e quase rolei escada abaixo, porém o ruivo me segurou pelo braço e me salvou.
– Ah! Obrigado, Lavi. – Falei me ajeitando no degrau. Voltei a descer as escadas, fui até minha mãe com um sorriso sem graça – O que foi?
– Menino! Tome mais cuidado. – Me encarou séria. – Mas bem, hoje à noite, vamos receber uma visita e gostaria muito que tocasse piano para ela. A pessoa é uma grande apreciadora e queremos agradá-la. – Abriu um pequeno sorriso, sempre que minha mãe falava desse jeito é porque tinha importância. Só gostaria de saber quem seria a tal visita.
– Certo, mãe, como quiser. – Transformei meu sorriso sem graça num pequeno sorriso simples – Bem, agora vou comer algo, estou com um pouco de fome.
– Allen! – Lavi berrou, ainda estava no topo da escada.
– Sim? – Perguntei calmo.
– Pierrô. – Abriu um sorriso. Maldito, nunca mais contarei a ele os apelidos que já me deram. – Quero tirar foto de você vestido de pierrô. – Falou um tanto manhoso ao que minha mãe riu.
– Lavi, Lavi... – Suspirei e voltei a caminhar.
Adentrei a cozinha. O café da manhã estava posto sobre a mesa, faltava apenas suco e leite se bem que, prefiro suco. Abri a geladeira e comecei a procurar o suco. Senti meu corpo ser envolto por dois braços bem conhecidos por mim. Ia me virar, mas senti uma lambida em meu pescoço, fazendo-me arrepiar todo. Me virei para Lavi corado e afastei-me dele.
– Nada disso! Não estamos a sós e se alguém vir?! Lavi controle-se! Fizemos ontem. – Disse colocando as mãos na cintura e sério. Ele apenas deu um sorriso pervertido. Meu Deus... Ele havia acordado no pique, o que era óbvio.
– Ok... Ok... Mas espere só. Na hora que eu conseguir que fiquemos a sós, você vai implorar por s... – Coloquei a mão sobre sua boca a tampando e o impedindo de falar.
– Idiota! – Estava corado mais do que antes – Não fale isso alto e se alguém ouvir? – Ele me abraçou, meu Deus, hoje eu ia dormir dolorido, estou mais que com certeza disso.
– Allen, que tal comermos e irmos depois para o Cherry Park? – Sussurrou na minha orelha – Quero tirar logo as fotos e aproveitar a tarde – Me soltou e abriu um largo sorriso.
– Ok... – Suspirei, peguei a jarra com suco de laranja e fechei a porta da geladeira. Me sentei na mesa e virei a jarra, derramando suco dentro do copo. Peguei um dos waffers que estava com melado e mordi. Como sempre, perfeito.
– Allen, mais tarde tenho que te contar algo, tá? – Mordeu um pedaço de seu pão.
– Tudo bem. – Falei acabando de comer, ia comer outro waffer, mas Lavi já conhecendo meu apetite, me encarou com aquele cara de cachorro sem dono de quem queria atenção. Suspirei por só Deus sabe quantas vezes aquela manhã ele fazia essa cara pra mim, deixei o prato na pia junto do copo vazio. – Está bem senhor cachorrinho sem dono. Vamos logo sair. – Abri um pequeno sorriso.
– Isso! – Pulou da cadeira comemorando, pegou sua bolsa rapidamente e agarrou em meu pulso, me puxando diretamente para a porta de entrada. – Vamos sair, voltamos antes de anoitecer. – Falou e após ouvir ao longe alguém falando algum “Está bem.” abriu a porta e foi para fora.
– Lavi! – Berrei enquanto ele fechava a porta.
– Calma, Allen. – Falou e trancou a porta.
– Calma?! Calm...– Antes que eu pudesse continuar ele me puxou com força contra si e me agarrou em seus braços, selando nosso lábios sem mais nem menos, me pressionou contra a porta, tomando meus lábios como um animal faminto que não comia a dias.
Tentei resistir ao beijo, mas era complicado, Lavi sabia me fazer ficar entregue a ele e, quando notei, já retribuía o beijo ardente que ele me dava. Após alguns segundos, talvez mais que um minuto, meus pulmões começaram a clamar por ar, mais um pouco eu perderia a consciência pela falta de ar, dei um leve empurrão nele, fazendo apenas com que cessamos o beijo, mas ficássemos a poucos centímetros de distância, sendo unidos por aquele fio de saliva. Estava ofegante e ele também. Encaramos um ao outro no fundo dos olhos, seu tapa-olho havia caído e eu podia ver o lindo orbe que ele escondia, pelo fato de além de não ter completa visão por aquele olho e ser vermelho.
Nos afastamos um do outro, enquanto recuperávamos ar, ele pegou na minha mão e começamos a andar em direção ao parque com ele me guiando o tempo todo. Estava um tanto receoso. Se ele já tinha feito aquilo na porta de minha casa, imagino o que ele poderia fazer no parque que, raramente, mas muito raramente, tinha mais que duas pessoas além de mim ou Lavi, pois ele só ficava movimentado nas férias da primavera normalmente. Meu Deus, o que iria acontecer?
Quando notei já estávamos no parque, Lavi deve ter me guiado por algum atalho, pois eu não me recordo do caminho ser tão rápido assim. O parque estava bonito, as folhas num tom amarelado, que caiam e deixavam o local lindo, coberto daquelas folhas amareladas que aos poucos iam caindo dar árvores, para deixá-las nuas até o inverno. Sorri ao ver o local, sempre gostei muito daquele parque. Estava tão distraído que só voltei a mim quando Lavi me fez sentar no banco e pegou sua câmera, começando a tirar fotos enquanto fazia caretas, justamente porque sabia que eu começaria a rir e foi o que justamente aconteceu.
Fez sinal com a mão para que eu deitasse no banco e assim o fiz, bateu outra foto, pediu outra posição, sentei-me sobre o apoio do banco deixando os pés sobre o acento, outra foto. Ele ia me mandar trocar de posição, porém, antes disso, escorreguei, caindo para trás, caindo justamente sobre uma “pilha” de folhas o que fez com que eu não me machucasse. Ironicamente, Lavi ao ir ver como eu estava, acabou tirando outra foto de mim, esbarrando no banco.
– Está bem? – Ele perguntou, estendeu a mão e me fez levantar.
– Sim. As folhas fizeram com que eu não me machucasse. – Falei segurando em sua mão, ao invés de me ajudar, ele veio para cima de mim.
– Estamos sozinhos no parque, meu bem. – Sorriu malicioso.
– Lavi... – Engoli em seco – Não está pensando em... – Antes que pudesse responder ele já tinha deixado suas coisas em cima do banco em que eu estava sentado antes, aproximou o rosto do meu e aproximou a face da minha, roçou os lábios e voltou a beijá-los, tentando me provocar. – Lavi... Aqui não. – Falei já começando a corar.
– Aqui sim. – Aproximou novamente o rosto do meu, roçou os lábios e mordeu o meu inferior, puxando-o, fazendo com que sem querer, eu gemesse baixo. – Viu? Seu corpo quer. – Sussurrou na minha orelha e a lambeu meu lóbulo, em seguida deu uma leve mordida e chupou, fazendo com que eu gemesse involuntariamente novamente.
– Lavi! Pa... – Não consegui terminar a frase ao sentir sua mão fria adentrar por baixo da minha blusa, o contato da sua pele no momento fria com a minha pele quente, me fez arrepiar.
Passou a mão pela extensão de meu tórax, chegou onde ele queria um dos meus mamilos. Tentei impedi-lo, mas tarde de mais, ele começou a mexer em meu mamilo, apertando-o e pressionando, fazendo arrepiar-me por completo pelo toque frio e me segurar para não gemer, ainda não estava recuperado da noite anterior e agora ele fazia isto comigo.
Distribuía beijos em meu rosto, lambia e alguns chupões fracos em meu pescoço, queria me enlouquecer, não era possível. Começou a subir minha blusa, fazendo com que eu sentisse o vento frio contra minha pele. Lavi fitava meu peitoral como uma fera preste a atacar, observando sua presa. Não sei como ele conseguia gostar tanto de meu corpo pálido. Aproximou a face meu mamilo com qual tinha “brincado” a pouco, colou seus lábios nele e começou a chupar e mordê-lo, passando a língua várias vezes, me provocando.
Estava corado, muito corado, me segurava para não gemer, mas os teimosos escapavam. O problema foi que ele não pareceu gostar muito do fato de eu estar me controlando, mordeu com um pouco mais de força o mamilo e o puxou com os dentes, me fazendo gemer bem mais alto. Encarei-o um tanto incrédulo e vi um sorriso estampado em sua face.
Começou a descer pelo tronco, dando beijos por toda a extensão dele, tentei afastá-lo, com medo dele chegar naquele “local”, por sorte, parou em meu umbigo, pelo menos por enquanto. Começou a chupá-lo e lambê-lo, fazendo gemer um pouco, acabando por deixar uma poça de saliva ali. Novamente, começou a descer, tentei empurrá-lo ou pelo menos me sentar e parar aquilo, mas foi na vã tentativa de levantar-me que ele passou os braços por minhas costas, me segurando.
Abriu um sorriso ao ver o botão de minha calça, lambeu por cima da calça o volume que já tinha se formando e em seguida deu uma pequena mordida, fazendo com que eu gemesse mais alto. Sorriu aparentemente bem satisfeito, abriu o botão de minha calça com os dentes, em seguida puxou o zíper, parou e ficou observando minha roupa íntima.
– Oh, droga... Ainda não despertou por completo. – Sorriu para mim – Já vou resolver isso. – Deu outra lambida sobre o tecido. Coloquei as mãos sobre minha boca para impedir o gemido de sair – Mas que rápido e ainda estava fazendo birra que não queria, agora não está nem mais resistindo. – Estava me provocando, novamente.
– Lavi! – Berrei extremamente corado. – O que tem na cabeça?! Pa... – Ele puxou o tecido de minha cueca novamente com os dentes, ficou a fitar meu falo e aumentou o sorriso, automaticamente engoli em seco, aquele era o momento em que eu agradeceria muito o fato de estramos a sós – Lavi... Não... Mesmo não tendo ninguém aqui... Estamos em lugar público e... Ahn! – Gemi ao senti-lo lamber minha virilha.
– Você fala tudo isso, mas além de estar em pé, parece estar gostando mais do que da última vez, sendo que ontem você estava delirando. Isso é só por que não estamos fazendo em uma cama como de costume?
Eu devia estar parecendo um pimentão de tão vermelho, ia empurrá-lo naquele momento para longe de mim e assim tentaria controlá-lo, afinal, ele estava conseguindo me provocar. Mais um pouco e além de entregue eu provavelmente entraria na “onda” dele. No exato segundo que eu iria me entregar, ele abocanhou meu pênis de uma vez só e, sem mais nem menos, começou a chupá-lo e lambê-lo por toda a extensão. Sem que eu conseguisse me controlar, comecei a gemer, tentei o máximo possível não gemer alto ou me entregar a ele, mas era difícil.
Notando minha resistência, ele aumentou o trabalho com a boca, chupando com mais força e raspando levemente os dentes, o que fez meus gemidos aumentarem. Meu Deus, Lavi, por que diabos está tão atacado hoje?! Era guloso, me chupando e lambendo, o colocava às vezes inteiro na boca, outra ficava somente na cabeça, fazendo-me delirar, fazendo-me cada vez mais ficar perto de gozar.
Com uma das mãos começou a mexer em meus testículos, enquanto me chupava, meus gemidos aumentaram mais, se misturando com algumas arfadas que eu dava e, sem puder me controlar mais, acabei gozando dentro de sua boca de uma vez só e ele engoliu tudo.
– Lavi... Já está bom... Pare... – Falei ofegante e ele apenas discordou com a cabeça, voltou a ficar quase que em cima de mim, colocou as mãos sobre minha calça e a puxou deixando-a na altura de meu joelho e levou junto minha roupa íntima.
Levou os dedos da mão direita até minha boca e deu aquele típico olhar de “a escolha é sua”, eu não ia mais conseguir fugir, então sem muita opção, suguei seus dedos, os lambuzando de saliva, fazendo com que o sorriso dele aumentasse. Retirou os dedos de minha boca e me beijou, automaticamente fechei os olhos e já que não tinha mais opção de ir contra, retribui.
Sentia meu próprio gosto naquele beijo, era menos ardente do que me dera mais cedo, o que talvez significava que estava se acalmando, o que de certo modo me aliviou. Separamo-nos antes mesmo do ar faltar, o que eu particularmente estranhei, mas logo entendi o motivo. Quando notei dois dedos seus estavam me invadindo, mais uma vez fechei meus olhos e soltei um gemido um pouco mais alto. Ele começou a movê-los dentro de mim, numa velocidade um pouco maior que o normal, justamente porque eu estar acostumado.
Não conseguia me controlar, soltando alguns gemidos e arfando, intercalando entre os dois. Abracei-o pelo pescoço, enquanto ele movia cada vez mais os dedos dentro de mim, encontrava-me “despertado” novamente e pelo que pude notar, ele também estava no mesmo estado, parecia precisar de alívio. Tirou os dedos de dentro de mim e abriu sua calça, revelando que o volume estava maior do que parecia, abaixou-as um pouco e tirou a roupa íntima, ficando assim como eu com a roupa abaixo dos joelhos.
Tirou um dos lados de minha calça e cueca, deixando minha roupa ficar pendurada em uma de minhas pernas, as afastou e se posicionou atrás de mim. Curvou-se para frente, aproximando o rosto do meu e dando beijos em minha face, o que me acalmou e passou certa segurança. Moveu os quadris para frente, começando a me penetrar, mordi meu lábio inferior, enquanto ele ia me penetrando aos poucos com cuidado, logo já estava por completo dentro de mim. Parou ali, apenas esperando que eu desse algum sinal para que pudesse se mover, ele sabia que eu não gostava de brutalidade.
Eu arfava enquanto meu corpo relaxava. Sorte minha que, como estava acostumado, não demorou. Notando que eu estava bem mais relaxado, Lavi começou a se mover dentro de mim, se encontrava um tanto lento, deu uma investida mais rápida atingindo minha prostata, fazendo-me soltar um gemido mais alto, mas logo em seguida voltou a se mover lentamente, um pouco depois deu outra investida atingindo novamente aquele local. Estava me provocando.
– Lavi... Por favor... AHN! – Deu outra investida. – Por favor... Pare de me provocar... – Foi apenas eu terminar de falar, que deu outra investida – AHN!
– É só pedir exatamente o quer. – Lambeu meu pescoço.
– Lavi... AHN! – Mais uma investida – Por favor, mais rápido... – Olhei no fundo de seus olhos e naquele momento ele acelerou o ritmo, atingindo meu ponto algumas vezes, mas mais forte e rápido do que antes. – AHN... La-Lavi... – Acabei gemendo seu nome.
Fiquei abraçado a seu pescoço, me segurando nele, enquanto era tomado, ele se movia rapidamente dentro de mim e com um pouco de força, mesmo parecendo até estar sendo um tanto brutal comigo, na verdade estava sendo cuidadoso, me dando prazer e tomando cuidado para não me machucar.
Metia cada vez mais forte e fundo, fazendo-me delirar e gemer alto; dava alguns chupões em meu pescoço, enquanto me tomava por trás. Naquele ponto meu falo voltou a ficar desperto, como se tivesse planejado anteriormente, ele agarrou em meu pênis, começando a me masturbar, fazendo meus gemidos aumentarem ainda mais, aumentando meu delírio cada vez mais.
– La... LAVI! AHN! – Seu nome escapava entre meus gemidos e ele parecia gostar muito disto.
Ele começou a arfar e aumentou ainda mais o ritmo e a força, devia estar perto do orgasmo. Meus gemidos aumentaram, junto do prazer, não sei quanto a ele, mas eu estava perto de gozar. Não demorou muito, derramei todo meu liquido na mão dele e um pouco em cima de mim e ele derramou todo seu esperma dentro de mim, preenchendo-me. Porém, desta vez, senti uma sensação um pouco estranha, algo que não tinha sentido das outras vezes que fizera amor com Lavi, mas me dava prazer.
Saiu de dentro de mim e se ajeitou, vestindo-se e sentando ao meu lado, enquanto nós dois estamos ofegantes.
– Viu? Não foi ruim, gemeu mais que ontem. – Sorriu e deitou do meu lado. – Eu já te ajudo, só vamos descansar um pouco agora. – Puxou-me para si e me deu um beijo doce.
Eu apenas sorri, senti meu corpo ficar estranho, estava quente extremamente quente, estava pedindo por mais, era um desejo que estava começando a me tomar. Só espero conseguir me controlar, considerando que estou nu e na frente dele, não seria nada bom “despertar” por uma terceira vez.
– Meu amor, está tudo bem? – Pôs a mão em minha testa, o simples toque me fez corar. – Allen... Você... – Desceu a mão pelo meu rosto e em seguida pelo pescoço, parando em meu peito, exatamente sobre meu mamilo, o apertou levemente, fazendo com que um pequeno gemido escapasse – Quer mais não é? – Outro sorriso malicioso se fez em seus lábios.
– O-o quê? – Gaguejei um pouco enquanto corava mais – Nada disso, eu só... Só... – Mordeu meu mamilo, fazendo com que eu soltasse outro gemido.
– Só o quê...? Seja sincero consigo mesmo, eu vou adorar uma segunda vez se você quiser. – Deitou em cima de mim e fez carinho em meu rosto – Hein?
– La-Lavi... – Olhei para o lado.
O que eu falarei agora? Meu corpo está estranho, extremamente estranho! Esse calor me percorrendo todo, subindo dos meus pés a cabeça e parece estar cada vez mais forte. O que diabos está havendo comigo?! Estamos num parque, pode aparecer alguém a qualquer momento e eu neste estado, com meu corpo agindo assim. Se eu despertar, piorarei tudo. Em que meti agora?!
– Fale. – Desceu sua mão pelo meu corpo, parando com ela sobre minhas partes baixas, começou a acariciar-me. – Vamos. – Acabei soltando um gemido e ele sorriu.
– Ahnn... L-Lavi... – Já ia travar, tomei um pouco de fôlego e me pus a falar. –E-eu... Meu corpo... Está estranho... – Gemi mais uma vez, sentindo ele me apertar levemente.
– Estranho como? – Perguntou me encarando sério.
– Calor... – Comecei a arfar, estava piorando. – O corpo todo... Quente... Não estou conseguindo me controlar direito... – Tentava controlar minha respiração, mas quanto mais fazia isso, mais ela parecia piorar.
– Quer que eu te ajude? – Sussurrou em minha orelha, ele provavelmente ia se aproveitar da minha situação.
– E-eu... – Ele me apertou de novo – Por favor... – Falei baixo o encarando, minhas bochechas pareciam estar queimando de tão vermelhas que deviam estar, devia parecer até que estava drogado ou que havia tomado um afrodisíaco.
– Mas é claro. – Se sentou e me puxou para seu colo, me fazendo sentar de costas para ele.
Suas mãos começaram a passear por meu corpo, uma delas se dirigiu a meu mamilo e a outra ficou a acariciar minha virilha. Colocou o rosto na curva do meu pescoço, começando a distribuir beijos ali. Estava mais calmo pelo fato de termos feitos uma vez. Já eu, meu corpo queimava a cada toque, os gemidos escapavam da minha boca sem que eu pudesse me controlar mais, havia despertado novamente e isso pareceu agradar bastante ele.
Levou suas mãos até aquela região e começou a me acariciar, mexendo em meus testículos e as vezes subindo por toda extensão de meu pênis, fazendo com que meus gemidos aumentassem ainda mais. Deu uma leve mordida no meu pescoço e, no mesmo segundo, deu um leve apertão em meu falo, fazendo com que o gemido que eu soltasse saísse ainda mais alto. E senti um volume atrás de mim, ele estava desperto de novo também.
Lavi, sem cerimônia, me virou, fazendo com que ficasse sentado de frente para ele. Mantinha aquele sorriso na face, tomou meus lábios enquanto suas mãos me tocavam, dificultando o beijo para mim, não é fácil beijar enquanto está gemendo. O ar não demorou muito para me faltar, mas eu estava começando a desejar ser tomado por ele. Separemo-nos quando nossos pulmões já clamavam desesperadamente por ar, mas mesmo assim, um fio de saliva ficou a nos interligar.
– Meu Deus, Allen... – Passou a mão sobre minha bochecha – Você está me provocando com essa face... Desculpe, mas será agora mesmo... – Disse selando nossos lábios rapidamente e depois abrindo um sorriso.
– O qu.. – Antes que pudesse terminar a frase, senti-me invadido de uma vez só, não havia feito cerimônias, já estava a me tomar novamente – Ahhhhnn... – Um gemido, não tão alto como o da primeira vez hoje me escapou.
Instintivamente abracei o pescoço de Lavi, este começou a me masturbar novamente com uma das mãos enquanto a outra se encontrava em minha cintura me fazendo subir e descer um pouco. Comecei a cavalgar em seu colo, enquanto ele me ajudava segurando em minha cintura, fazendo com que ficasse mais fácil. Meus gemidos aumentavam cada vez mais, assim como a intensidade dos movimentos e a força. Era como se meu corpo não me obedecesse mais, eu estava sendo dominado por aquele estranho calor que me percorria e o prazer que estava se tornando indescritível.
Aumentava cada vez mais o ritmo, sentindo várias vezes ele bater contra minha prostata. Estava melhor do antes, era um prazer tão grande que eu havia me esquecido de onde estávamos, só havia nós dois ali. Vi ele abrir a calça, mas agora não queria saber de mais nada.
Sem aguentar mais, me desfiz na mão de Lavi, sujando nossos troncos. E logo em seguida, ele, mais um vez, se desfez dentro de mim. Ficamos com a respiração ofegante, estávamos exaustos. Então que veio uma outra sensação estranha dentro de mim, Lavi estava novamente excitado. Meu puxou de seu colo, fazendo com que ele saísse de dentro de mim, me jogou para frente e me virou numa velocidade assustadora, me fazendo ficar de quatro para si.
Eu ainda estava ofegante. Sentia todo aquele liquido escorrendo por minhas pernas, naquele ritmo o gramado perto de nós deveria estar melado... O que era um problema. Estava preocupado, o calor havia passado e o sorriso que Lavi tinha aberto, era enorme, parecia até me comer com os olhos.
– Allen... Olha o que faz comigo... – Sentei e virei para ele, corando ao vê-lo – Agora precisarei me aliviar de novo... Mas está cansado mesmo...
Aproximei-me dele, ajoelhando-me a sua frente, me agachei e abocanhei sei pênis. Vi-o se arrepiar todo. Mas como ele havia me aliviado bastante, era o mínimo que poderia fazer. Chupava-o da melhor forma que conseguia, dava algumas lambidas, às vezes, leves mordidas enquanto ele soltava gemidos roucos. Meu corpo pesava um tanto de tão cansado, mas ia apenas aliviá-lo e depois, descansaria um pouco e ele também provavelmente.
– A-Allen... – Gemeu meu nome e em seguida liberou todo aquele líquido docemente amargo dentro de minha boca, engoli apenas o que consegui, boa parte ficou me escorrendo pelo canto da boca – Obrigado... – Sorriu.
Me puxou novamente para seu colo, me abraçando. Aninhei-me em seu colo, apoiando a cabeça em seu ombro. O cansaço estava vindo e de maneira forte. Minhas pálpebras começaram a pesar e antes que eu desse por mim, meus olhos se fecharam e tudo se tornou um breu.
~*~
Abri meus olhos calmamente, minha visão estava um pouco embaçada. Aos poucos, pude distinguir o que estava vendo. Minha primeira visão foi a face de Lavi, que expressava um grande sorriso de aparentemente satisfação.
– Que bom que acordou, mais um pouco e eu mesmo teria que fazê-lo – Deu um beijo em minha bochecha.
– Eu... Dormi? Mas... Quando? – E foi naquele exato momento que as memórias do que havíamos feito vieram à tona. Corei violentamente e rapidamente me encarei. Suspirei aliviado, estava vestido.
– Calma, quando acabamos, você adormeceu, provavelmente ficou muito exausto. Eu também não devo ter ajudado.
– N-Não... T-Tudo bem... – Ri nervoso. Meu Deus, onde eu estava com a cabeça?!
– Bem, só estava mais lhe esperando acordar para irmos para sua casa. Mas antes, quer ver como ficaram as fotos? – Sorriu como sempre fazia para mim.
– Ah... Pode ser.
– Ótimo, quero te mostrar uma foto nova. – Pegou sua câmera e a ligou.
Começou a me mostrar foto por foto, todas as que eu havia posado para ele, do jeito que ele gostava, me pegando de todas as formas, distraído, sorrindo, olhares apaixonados, de todas as formas. Assim como na última foto que tirou de mim dormin... Ele tirou foto de mim dormindo?!
– Lavi! Essa foto! Sou eu dormindo?! – Perguntei apontando para a foto.
– Ah, sim, sim. Eu adorei esta foto pra ser sincero. De todas foi a mais natural, porque estava realmente dormindo. Quando dormiu por causa do que fizemos, eu vim para este banco e essa árvore aqui atrás fez com que a luz ficasse tão boa... Ah, ficou uma graça dormindo de baixo da árvore. Parece uma linda criança inocente ~ ♥ – Deu um beijo em minha bochecha.
Bufei e me levantei, sendo imitado por ele. Sem que precisássemos trocar palavras, saímos do parque e fomos em direção de minha casa. A caminhada estava sendo complicada, minhas pernas doíam juntamente de meu quadril. Este era o castigo pelo meu ato cometido mais cedo.
– Quer parar um pouco? – Me encarou sério – Se quiser te levo nas costas.
– Não, não... Tudo bem eu... – Escorreguei, sentindo meu corpo ir contra o chão, o problema foi que, desta vez, Lavi não pode me segurar.
– Allen! – Berrou preocupado e me puxou para si, fazendo-me ficar de pé e foi naquilo que senti uma certa dor vinda de meu tornozelo – Está tudo bem?!
– Meu tornozelo está doendo um pouco, mas... – Antes que pudesse terminar a frase, ele me colocou em suas costas – Lavi! O que é isso? Não precisa, sério. Não é nada grave.
– Mesmo que não seja, você está cansado, eu também. Mas devo aguentar mais que você no momento, é só chegarmos até sua casa, viu?
– Ok... – Suspirei, ele gostava de insistir nas coisas.
Continuou a caminhar, me carregando em suas costas. Sorte que, pelo menos pareceu, o caminho foi curto. Fazendo com que chegássemos rapidamente em casa. Encarou a entrada da casa e, quando eu ia descer, se apressou, indo direto para a porta, fazendo com que eu ficasse em suas costas. Parou frente à porta, abriu-a com cuidado e então adentrou a casa, me botando no chão e deixando nossas coisas num canto.
– Allen! Está tudo bem?! Por que Lavi estava te carregando nas costas?! – Minha mãe chegou preocupada.
– Calma, eu só cai agora a pouco e como estava doendo um pouco meu tornozelo, Lavi me trouxe nas costas. – Sorri para acalmá-la.
– Foi só isso mesmo? – Ela encarou meu namorado.
– Sim senhora. – Lavi sorriu.
– Lavi?! – Ouvi uma voz estranha... Uma que eu nunca havia ouvido antes, de uma garota pelo que parecia. – Lavi! Meu Deus! É você! Como está? – E da porta da cozinha para a entrada da sala, surgiu uma garota de cabelos curtos, pele clara e um sorriso... Um sorriso nojento nos lábios.
Encarei Lavi, vendo-o engolir em seco, não sei quem era aquela garota. Mas... Lavi não parecia feliz em vê-la e isso não me agradava. Ia falar algo, quando vi algo que não esperava dele, um sorriso... Um sorriso de orelha a orelha para a tal garota, mas o sorriso mais falso que eu já vi em minha vida. Eu sentia que aquilo não lhe agradava, mas não ousaria falar nada, não naquele momento.
– Lenalee... O que faz aqui? – Ele perguntou de maneira que pareceu tentar se conter para não falar alguma besteira... Quem era aquela garota?
– Ah! – Minha mãe sorriu – Lembra que eu tinha avisado sobre uma visita importante? Não são ninguém mais ninguém menos que Komui Lee e Lenalee Lee, o irmão dela veio para cá ver se consegue fazer algum negócio com o seu pai. Só não sabia que vocês dois já se conheciam. – Disse encarando-me e em seguida Lavi.
– É, conhecemo-nos sim. Lenalee... Seu cabelo...
–Ah! Isso? É que... Após o termino do meu último relacionamento eu não fiquei muito bem e acabei o cortando sem querer. E para ajeitar a única opção possível foi cortar curto, mas eu comecei a gostar do corte mesmo. – Sorriu de maneira forçadamente fofa como se quisesse conquistar alguém.
– Ah... Claro. – Lavi agarrou em meu braço – Vamos Allen, precisamos terminar algumas coisas, depois descemos.
Sem que pudesse falar nada, saiu me puxando para o quarto apressado. Chegando lá, abriu a porta do quarto e me colocou lá dentro, em seguida adentrou o quarto. Trancou a porta e me encarou.
– Allen... – Me abraçou. – Ainda bem que tenho você comigo... Acho que... Se não, teria perdido o controle.
– Como assim? – Aquilo estava se tornando confuso.
– Não se preocupe com isso agora, por favor. Apenas... Deixe-me aproveitar o calor de teu corpo. – Continuou abraçado a mim e o que fiz foi retribuir o abraço.
Não tenho ideia do que aquela garota fez... Mas... Eu não gostei dela. E, pelo que parece, Lavi gosta muito menos que eu.
Notas finais
Allen: Faça isso e eu deixo a Hakura te castrar e_é
Lavi: *olha para as duas que não parecem nem vivas* Hm, acho que ela não se importaria se eu baixasse sua calça aqui. *volta-se para ele e o ajeita sobre seu colo* Tudo bem, vai a força mesmo.
Allen: NÃO, NÃO, NÃO! *Tenta fugir* NAS NOTAS, NÃO!
Hakura: *Sexto sentido ativo* ALLEN, O QUE ACONTECEU?! D8
U.: *boca cheia de pipoca e rosto coradinho*
Lavi: calma, Allen. *sussurra ao ouvido dele* Eu não vou ultrapassar o limite, só queria provocar um pouco as leitoras e vê-lo agitado assim *beija os lábios dele rapidamente e somente gesticula coma boca* "Me deixa mais excitado ainda".
Allen:... *Extremamente corado* Er...
Lavi: essas roupas são um incômodo... Garotas, tenho que acertar as contas com o Allen. *ergue Allen nos braços e sai andando calmamente*
Hakura: Se divirtam :3
U.: ei, ele tava... *cora bravamente* o////o''
Hakura: Bem, gente, obrigado por acompanhar até a continuação o/ *Acenando enquanto os dois saem dali*
U.: *acenando* Agradecemos aos reviews e até. Ahm, e garotos, não se esqueçam daquilo, viu? ò/
P.S.: e tudo o que se ouviu depois foram as passadas lentas e o bater da porta. Esperamos que Allen sobreviva.
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