Four Seasons
3 Capítulo 03 – Natsu.
Notas iniciais
Lavi: e eu não ficarei nos bastidores, minhas lindas leitoras. *sorri, abraçando Allen por trás* Terei participação ATIVA nesse capítulo, hehe. xD
Allen: La-Lavi... *Se arrepia todo* Quando chegou atrás de mim? o_o
Lavi: *apertando-o, cola os lábios no ouvido de Allen e sussurra sedutoramente* sempre tô atrás de você, Allen ~~ *U*
Allen: *Cora muito* Er... Bem... Vamos voltar ao assunto que é a história... E NÃO FICAR ME AGARRANDO E ME FAZENDO CORAR, POXA! ;///; *toma folego.* Obrigado a todos que estão acompanhando, infelizmente, alguns leitores já se foram, mas esperamos que não esqueçam de nós e acompanhem até o final e... *Dá um beijo no ruivo* Agora você acalma? ^^
Lavi: tô calmo porque consegui o que queria, mas eu quero outro e, dessa vez, na boca. *faz biquinho* =3=
Allen: Lavi... Eu te beijei na boca... Está bem? O-Õ
Lavi: aquilo foi um selo, quero um beijo. *faz bico de novo* Use a língua, Allen. U3Ú
Allen: *Parecendo um pimentão* Na frente de todos os leitores? o////o
Lavi: okay, já que é tãããão difícil assim pra você, eu tomo a iniciativa. *agarra o rosto de Allen e dá um beijo curto em seus lábios* Viu, não doeu nadinha. [gritos dos leitores] Oh, elas querem que a gente continue, Allen. *beija o garoto novamente, ignorando seus "huns" de protesto*~~
Allen: *Desiste de protestar e retribui o beijo. Assim que o beijo acaba, corre e se esconde em algum canto, encolhido, morrendo de vergonha* Vão para o capitulo logo, por favor ;////;'
Lavi: boa leitura a todos ~~ *sorrisão*
– Allen! Allen! Moyashi! – Kanda berrou em meu ouvido, fazendo-me despertar.
– O que foi? – Perguntei, levantando meu rosto para encará-lo. Graças a ele, eu tinha acordado, só porque dormi durante a aula chata de ciências...
Sim, meu pai é ninguém mais ninguém menos que o cientista que inventou a cura da AIDS e sei lá mais o quê. Porém, ciências não é exatamente meu forte, prefiro artes, qualquer dúvida, peço ajuda ao meu pai.
– Tsc. A aula já acabou, podemos ir. Andou dormindo de novo durante a aula? – Falou e me deu um soco na cabeça.
– Ai! – Encarei-o e me levantei. Por que bateu na minha cabeça?! Qual o seu problema?! Eu só dormi um pouco sem querer. – Disse, aproximando-me dele.
– Meu problema?! Que tal mais um pouco e irá ficar para recuperação?! – Berrou novamente, na testa tinha uma veia que pulsava, sempre ficava assim quando estava com raiva.
– Desculpe, mas não sou você. – Falei em alto e bom tom. Talvez não devesse ter dito aquilo, mas gosto de vê-lo irritado.
Jogou-me seu olhar mortal e bufou, podia ver fumaça sair de suas orelhas, provavelmente, queria me matar. Berrou algo que não consegui entender e partiu para cima de mim, apenas esquivei e peguei minha bolsa. Saí da sala correndo com ele atrás de mim, pronto para me matar.
– Não me pega! Não me pega! – Falei um tanto infantil, mas não consigo resistir ao vê-lo daquele jeito.
Soltei uma risada e continuei a correr, isso estava divertido.
– Seu velho! É bom correr, porque quando eu te pegar... – Berrava, então parou, simplesmente parou.
Virei-me, achando estranho o silêncio repentino dele e vi Kanda sendo segurado por Lavi pelos braços, a boca tapada por ele. Debatia-se e contorcia, parecendo que quando se soltasse, descontaria sua raiva nele e depois em mim. Mas, espere um pouco, quando foi que Lavi chegou aqui? Quando foi que ele entrou na escola?
– Er... Lavi, o que faz aqui? – Perguntei. Ele se virou, ainda segurando Kanda, me encarou.
– Ah, aí está você, Allen. – Disse e soltou-o, veio até mim – Prometeu que deixaria eu tirar fotos suas na praia, lembra? – Fez carinho sobre minha cabeça enquanto Kanda, que havia sido deixado para trás, vinha bufando.
– Vão sair? Ótimo. – Suspirou – Amanhã saímos e não faça besteira, Moyashi. – Resmungou e foi embora.
– Seu amigo é muito estressado. – Falou Lavi num tom de deboche, caminhando comigo para fora do prédio.
– Eu sei, ele é assim mesmo. – Suspirei e encarei-o. – Por que anda me pedindo tanto para ser modelo das suas fotos?
– Primeiro, por que consegui boas notas com fotos suas e segundo, por que você é fofo demais, então, eu não resisto. – Falou, aproximando-se de mim. Seu rosto estava próximo ao meu e com um sorriso estampado.
Senti novamente aquela sensação estranha, minhas bochechas pareciam queimar, isso andava acontecendo demais. Ainda mais depois daquele dia em que, bem, o Lavi... Ele... Argh! Bufei irritado e Lavi me encarou, estranhando.
– Está tudo bem? – Perguntou preocupado, colocou a mão em meu rosto.
– Claro que está. Por que não estaria? He, he. – Falei e ri um tanto nervoso, ele provavelmente notaria.
Ele riu e passou o braço pelo meu ombro, puxando-me para perto dele, dando uma pequena risada. Esse infeliz, o que pensa que está fazendo? Com cuidado, afastei-me um pouco dele e paramos nossa caminhada, vendo um dos carros do meu pai estacionados frente à escola.
– Pegou o carro do meu pai?
– Não, ele me deu carona mesmo.
Suspirei e entrei no carro junto de Lavi. Vi meu pai no banco do motorista, ele apenas sorriu e começou a dirigir. Lavi falava sobre algumas coisas que não prestei muita atenção, minha mente estava longe. Pensava no que havia acontecido da primeira vez que havia sido modelo para ele... Tiramos fotos no Cherry Park e, assim que terminamos, fomos comer... Enquanto conversamos, nos aproximamos e... Bem, acabou que trocamos um beijo, isso não foi nada agradável, sabe? Ele é um homem, eu também e, ainda por cima, foi meu primeiro beijo. Meu primeiro beijo! Aquele tarado. Não sei onde estava com a cabeça quando prometi ser modelo para ele novamente.
O carro parou, meu pai olhou para nós e sorriu. Lavi agradeceu a carona e saímos do carro, ele havia nos deixado na praia, lugar onde Lavi tiraria fotos minhas de novo... Devo admitir, estou nervoso. Adentrei na praia junto dele e deixei minhas coisas em cima de uma pedra. Ele me deu uma muda de roupas e pediu-me para vesti-la, assim eu fiz. Logo estava vestido e pronto para tirar as fotos, ele repetiu o que havia dito para mim a quase uma semana: “Seja natural, Allen, natural”.
Começou a tirar fotos, nem deixou mover-me direito e já tirava fotos, a cada mínimo movimento, uma foto. Pediu que eu fosse para água e assim fiz, entrei no mar, aproveitando e dando uns mergulhos, ótimos para tirar um pouco desse calor infernal. Saí da água, em seguida, sentei sobre a toalha esticada na areia debaixo do guarda sol. Lavi tirou mais fotos.
– Hey, não está exagerando?
– Claro que não. Quanto mais fotos, mais chances de ter boas fotos. Se bem que, até agora, não houve uma sua ruim. – Disse e sentou do meu lado.
Virei o rosto, novamente aquela sensação. Desde que o conheci, desde que ele está na minha casa, quando fico em sua companhia, sempre é a mesma coisa, a sensação estranha tomando meu corpo, a falta de ar sem motivo, a queimação... Ainda mais, lembrando daquele dia... Maldito ruivo. Senti suas mãos tocarem em meu rosto e então puxarem-me para encará-lo.
– Allen... – Parecia fascinado, encarando-me. – Tá tudo bem mesmo? Você vive parecendo que está doente.
– Ahh... Mesmo? – Perguntei perdido. Meu Deus, devo estar parecendo um idiota.
– Sim, estou preocupado. Não acha melhor pedir para Cross te levar no médico? Se bem que, talvez, ele mesmo queira te analisar. – Falou e tirou as mãos de meu rosto.
Porque senti falta do toque delas sobre minha pele? Isso é confuso demais. Mas, agora, pensando no que ele falou... Komui, o médico da família não é agradável, parece louco, sempre inventava alguma coisa que normalmente não acabava bem... E meu pai... Deus! Da última vez, que eu só estava com resfriado, quase entrei em coma por causa de seus remédios mirabolantes. Suspirei e fechei os olhos, com sorte, Lavi não comentaria nada com minha família e ficaria tudo bem, certo?
Abri os olhos e para minha surpresa – o que não foi muito agradável – Lavi aproximou-se de mim, ficando perto, extremamente perto. Podia sentir sua respiração e ele, provavelmente, sentia a minha. Ia empurrá-lo, mas, quando notei, ele tomou meus lábios. Como antes, sem mais nem menos, me beijou. Foi rápido, apenas um “selinho”. Devo admitir, não foi ruim. Só que, claro, eu estava um pimentão.
– O QUE PENSA QUE ESTÁ FAZENDO?! – Berrei, me exaltando e empurrando-o.
– Existem princesas que quando adormecem, só acordam com um beijo, o beijo do verdadeiro amor. – Disse a abriu um sorriso, eu sabia que ele havia feito aquilo só para me provocar.
– MAS O QUÊ?! – Berrei de novo. Ótimo, sou um “tomate” irritado.
– Agora, pense duas vezes antes de demorar a me responder. – Deu uma pequena risada e levantou, estendendo a mão. – Vem.
Segurei na mão dele, sendo, automaticamente, puxado contra ele – havia usado força demais. Sem querer, caí nele, fazendo com que caíssemos no chão, comigo ficando justamente por cima dele, aquele maldito ruivo apenas riu e me abraçou. Tentei soltar-me, mas ele não me largava. Desgraçado! Por que estava fazendo aquilo?! Suas malditas manias irritantes.
– Ei! Me largue! – Disse, dando leves beliscões nele.
– Calma, Allen. Você anda muito estressado ultimamente. Aproveite, está de férias. – Me soltou e fez-me sentar, puxando-me para perto de si. – Eu ainda não compreendo isso... – Falou baixo como se estivesse pensando alto.
– Não compreende o quê? – Perguntei curioso. Não posso evitar, é um de meus defeitos.
– Ah, você ouviu? – Realmente, ele tinha pensando alto.
– É que, bem... Primeiro, desculpe pelo que vou perguntar, mas ainda não entendi. O sobrenome dos seus pais é Marian, o seu é Walker. Seu pai é ruivo, sua mãe, morena. Eu até entenderia se você pintasse o cabelo, mas é natural. E você não tem semelhança com eles, sabe? Eu não compreendo isso. Ainda mais com você sendo tão humilde e seu pai tão... Esnobe. – Encarou-me sério.
Controlei-me para não rir, não acredito que ele ainda não havia se tocado. Sabe, achei que depois de tanto tempo na minha casa, alguém havia contado para ele ou ele tivesse deduzido.
– Lavi, ninguém te contou? – Perguntei encarando-o, talvez estivesse brincando. Se fosse isso, seria uma brincadeira de muito mau gosto.
– Contar o quê? – Perguntou confuso.
– Lavi, escute bem. O motivo de eu não ser parecido com eles, é pelo fato de ser adotado. Entendeu?
– A-adotado?! – Arregalou os olhos, estava surpreso de início, depois bateu a mão no próprio rosto. – Meu Deus... Allen, me desculpe. No dia em que nos conhecemos... Eu perguntei se tinha sido trocado na maternidade brincando, foi por causa disto que ficou aquele clima pesado. Desculpe, Allen. Desculpe mesmo, eu e minha boca grande. – Parecia se sentir culpado.
– Tudo bem, só achei que sua mãe tinha lhe contado.
– Ela me ama tanto que não lembrou. Como sempre, ela esquece os detalhes mais importantes. – Suspirou – Allen, outra pergunta, se não for muito incomodo. O que aconteceu com os seus pais biológicos? – Pude notar certa curiosidade vinda dele.
– É uma história longa. Se quiser ouvir, eu conto.
– Se não for incomodo.
– Está bem então. Bem, quando eu era pequeno, em torno de uns dez anos, meus pais morreram em um acidente de carro, no qual eu ganhei a cicatriz no olho e meu braço ficou assim. O carro que bateu no nosso, na época, era um dos carros do meu pai atual, o Cross. Quando ele soube do acidente, chegou ao ponto de me passar para um hospital melhor e cuidar de todas as minhas despesas e foi me visitar um dia... Eu lembro até hoje. Cross chegou lá e perguntou se eu queria ter uma família, eu falei que já tinha, foi aí que descobri que meus pais haviam morrido. Meu Deus, como eu chorei naquele dia, Maria e Cross ficaram lá comigo, me acalmando. Mesmo eu tendo recusado ser filho deles, pois eu não aceitava aquilo. – Encarei-o sorrindo. – Fazer o quê, né?
– Então... Como virou filho deles hoje? – Podia ver seus olhos brilhando de curiosidade, mesmo ele tentando evitar.
– Eles começaram a me visitar todo dia, todo dia iam lá ficar comigo. Eles não desistiram, ainda mais porque haviam gostado de mim e Maria não pode ter filhos... Com o tempo, comecei a me apegar a eles aí, quando notei, havia aceitado ser filho deles, acertaram isso na justiça e pronto, tornei-me filho. Só que tem um detalhe, meu cabelo não era dessa cor, eu naturalmente nasci de cabelo castanho... – Fui interrompido, antes que pudesse continuar.
– Cabelo castanho?! Mas... Não disse que essa cor é natural? – Parecia surpreso, como previ.
– Sim, virou o natural. Acontece que, após o acidente, eu comecei a sentir muita dor no olho e no braço, então, Cross foi atrás de algo que diminuísse ou tirasse a dor, foi assim que, sem querer, ele criou a cura da AIDS e conseguiu uma “cura” para mim, só que essa cura deixou todos os pelos do meu corpo branco. Mas tudo bem, eu até gosto de ter cabelo branco. É engraçado me confundirem com velhos. – Terminei de falar e Lavi me abraçou.
– Você deve ter sido uma criança tão fofa. Tão fofinha que, só de pensar, dá vontade de abraçar. – Falou, me apertando.
– Lavi... Eu quero respirar... – Falei sendo sufocado.
– Ah, desculpe. – Disse e soltou-me.
Antes que fizéssemos qualquer outra coisa, meu pai chegou. Apenas me levantei junto de Lavi e fomos para o carro, levando nossas coisas junto. Sentamo-nos juntos e fomos para casa. No caminho, meu pai perguntou como havia sido, falamos que foi divertido. Logo chegamos a casa, não esperei muito e entrei em casa, precisava de um banho.
Apenas cumprimentei minha mãe ao longe dando um simples “oi” e corri para meu quarto, entrei e fechei a porta, trancando-a. Suspirei, me aliviando um pouco, que dia havia sido este... E, agora, estou confuso. Maldito Lavi, me beijou de novo. Qual o problema dele?! Tirei o calção e a sunga de praia e deixei no chão, dirigi-me até o banheiro e liguei o chuveiro, entrei debaixo da água quente, deixando-a escorrer pelo meu corpo. Desliguei e troquei para a água fria, estava com calor para tomar um banho quente.
Senti um pequeno choque térmico, ao mesmo tempo, foi relaxante sentir o calor sair de meu corpo. Ah, como era bom, relaxei ali e comecei a me banhar, não demorei muito e terminei o banho. Saí do box e peguei a toalha, me secando e, por fim, enrolando-a em minha cintura. Saí do banheiro e fui até o armário, peguei uma roupa fresca e vesti, pendurei a toalha na janela e fui para cama, jogando-me nela, caí deitado. Olhei para os lados, um tanto entediado e fitei meu piano que ficava no quarto, era banco com detalhes dourados, muito bonito, porém eu, particularmente, preferia o velho que ficava na sala. Sempre gostei daquele piano, desde que coloquei os olhos nele, também gosto muito do que está no meu quarto.
Levantei-me da cama e me sentei sobre o banco frente ao piano. Lembrei a reação de minha mãe a me ver encantado com o piano da sala, subir e começar a tocá-lo sem mais nem menos. Acho que ela ficou impressionada – por ser tão novo e saber tocar bem – isso foi graças a Mana, meu pai biológico, ele ensinou-me quando tinha uns cinco anos. Ajeitei-me sobre o banco e comecei a tocar, não me pergunte o quê eu estava tocando, simplesmente estava saindo.
O som era gostoso, viciante, enchia meus ouvidos, me sentia tão bem. Era como se o mundo a minha volta não existisse. Eu estava longe, longe dali, longe daquele mundo onde vivia. Não é que não gostasse dele, mas aquele mundo para onde eu ia era confortante, me acalmava, lá não existia tristeza, nem nada do tipo. Era perfeito. Continuei a tocar, quando notei, alguém batia na porta. Levantei e destranquei esta, abrindo-a.
– Filho, vamos jantar. Sei que estava tocando, mas temos que comer. – Minha mãe falou e sorriu.
– Ah, claro, claro. – Calcei meus chinelos e desci junto dela para jantar.
Descemos para o andar debaixo, a primeira visão que tive foi Lavi vestido de coelho enquanto Jane usava alfinetes, dando pontos na roupa. Me controlei para não rir, o que não deu muito certo. Quando percebi, já estava rindo.
– Mãe, pare com isso! Por que diabos quis terminar essa roupa de coelho hoje? E, ainda por cima, me usar de modelo?! – Falou, tentando fugir da própria mãe.
– Querido, sabe que é para uma cliente. É rápido, estou terminando. – Disse calma, dando mais pontos na fantasia.
– É mesmo... Havia me esquecido que sua mãe trabalhava como costureira por puro hobby. Calma, Lavi. Não precisa ficar assim. – Falei, controlando a risada.
– Você ri por que não é você. – Bufou e levou um tapa da própria mãe. – Ei!
– Não seja mal educado! – A mulher falou séria e depois me encarou – Allen, depois precisarei de sua ajuda também. Pediram uma roupa de gatinho e você tem o mesmo tamanho da pessoa, faria esse favor? – Perguntou terminando a roupa, enquanto Lavi ria.
– Er... Bem... – Parece que sobrou para mim. – Sabe... – Ia recusar, porém fui interrompido.
– É claro que ele te ajudará, Jane. – Minha mãe falou e sorriu, a risada de Lavi aumentou. – Vamos jantar, depois Jane termina isso, certo? – Perguntou e a mãe dele assentiu com a cabeça.
Maravilha... Vão me vestir de gatinho, como conheço bem meus pais, vão tirar fotos enquanto eu estiver com a roupa e, se eu reclamar... Provavelmente vão me obrigar a ficar com a roupa... Minha família é um amor, não? Obrigado mãe, vou adorar me vestir de gato.
Notas finais
Lavi: erm... Não fiz nada com ele, gente, eu juro. *sorriso de bom garoto* ^^'
Allen: É só um pouco de vergonha... Passa depois... *Surge mini Allen do meio dos cabelos dele* Pelo menos eu aprendi a encolher. *Fazendo trancinhas no cabelo dele* E também a fazer trança ^^-
Lavi: *se contorcendo para não agarrá-lo* Allen... Allen-chibi-tan... *não aguenta e pega o mini Allen nas mãos e traz ele para perto do rosto* Que graçinha ~ *o*
Allen: *Dá bejo na bochecha dele* Eu :3
Lavi: se eu te der um beijo, você volta ao tamanho original? xD
Allen: Então, eu não sei como volto ao normal. Podemos tentar depois Lavi gigante? Acho que as leitoras não vão gostar se enrolarmos. *Apoia a cabeçinha num dos dedos dele* :3
Lavi: ah, é. E nem dá pra rolar shota porque você encolheu demais *ri* Então, vamos pros reviews? xD
Allen: Me tara até desse tamanho... *Bufa* Mas bem, obrigado a todos por lerem, qualquer e todo comentário que conseguirem dar ou quiserem, como: "Lavi seu pervertido, não tare o guri até pequeno" ou "Allen, fuja desse tarado". Bem o que quiserem falar, temos ali os reviews para isso. Obrigado a todos por isso e até o próximo capitulo. ^^ *Acenando, dá tchau*
Lavi: não sou tarado, só sou sincero. *carrancudo* Ok, não falo mais *Allen olha pra Lavi surpreso* Só vou agir ~~ Hehehehehe. Até os reviews ~~ *acena* ó/
Allen: A-Até pessoal... *Olhando para Lavi* Espero estar inteiro até a continuação, se cuidem seus lindos o/
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