Four Seasons

1 Capítulo 01 – Haru.


Notas iniciais
Allen: Yo! Bem vindos bem vindos. *sorriso* Fico feliz que tenha aberto a fanfic e tenha vindo ler. Espero que gostem do que estar por vir. Lavi e eu nos divertimos muito. Então, se divirtam tanto quanto nós. 8D
Lavi: pois é, né~ Deixei o chibi-tan começar porque... Bem, eu tenho sérios problemas pra começar (e o que dirá terminar /preguiça é meu pecado). Me diverti bastante~~ ♥ *pisca pra Allen e recebe um cascudo* Ai, que foi? Somos o casal principal, Allen. Vou te denunciar por violência doméstica. x_x (pensa melhor) Ou podemos resolver isso de uma maneira mais interessante *ergue as sobrancelhas, sugerindo algo pervertido*
Allen: ... *se arrepia todo e dá outro cascudo em Lavi* PERVERTIDO! *corado* Meu Deus... Bem... Er... Ah! Droga! Leiam logo, por favor, antes que ele invente algo pior. *suspira e deixa Lavi sozinho com as notas* ._.
Lavi: olha, ele se faz de difícil, mais ainda será meu. *sorriso 100% sedutor* Boa leitura a todos e podem perguntar o que quiserem depois, responderemos com muita satisfação e amor. *pisca* Até. :3

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Férias, minhas tão amadas e esperadas férias. Finalmente, poderei descansar depois de tudo, pode ser apenas uma semana, mas é o suficiente para aproveitar e resolver alguns – mesmo que poucos – assuntos pendentes e, por fim, apreciar. E não existe lugar melhor para aproveitar esta semana de férias do que aquele parque bonito que fica quase no final da cidade, deve estar bem florido já que estamos na primavera. Ah, as cerejeiras devem estar lindas.


Aproveitando o fato de estar perto, por que não passar por lá? Saí do local onde estava, um café, e andei em direção ao parque. Dava passos calmos, mas animados, afinal, era o maior parque e mais belo da cidade. Sorri satisfeito, caminhando entre as ruas. Logo estaria no belo lugar, onde poderia respirar tranquilamente.


Continuei meu caminho, até que estava demorando a chegar – ao que me lembrava – do café até lá eram de três a quarto minutos e eu já caminhava a dez! Suspirei, e parei um pouco. Será que havia me perdido? Avistei algumas placas do outro lado da rua, talvez lá houvesse alguma informação. Seria apenas atravessar a rua... Apressei um pouco meus passos, aproveitando o sinal que estava fechando. Após ter atravessado, fui até as placas. Algumas tinham nomes de ruas, mas uma era justamente a que eu procurava: “Cherry Park”. Eis o lugar para onde eu queria ir e, que pelo que parece, eu havia passado.


Soltei outro suspiro, resolvi pegar um atalho. Era um tanto arriscado, porém chegaria mais rápido. Corri pelas ruas, era um caminho complicado: muitos locais que mudavam, por completo, minha direção; mais ruas para atravessar, xingaram-me inúmeras vezes por correr. Logo mais, estava onde queria. Vi a entrada do bom e velho parque – no caso, ao fundo, que poucos lembravam.


Adentrei o local, olhando em volta, estou maravilhado. Meu pressentimento de que aqui continuara como antes era real. Ah, bela primavera, por que as cerejeiras tem que ficar tão bonitas assim? Comecei a caminhar lentamente pelo parque, recuperando minhas energias. Avistei uma das maiores cerejeiras do parque, andei até ela e sentei-me abaixo de sua sombra. Apoiei minhas costas no tronco e encarei o céu acima de mim: as nuvens, o azul e as folhas se misturando, faziam um conjunto bem interessante.


Deixe minhas duas mãos caírem ao lado de meu corpo, foi nesse exato momento que toquei em algo do meu lado direto. Virei-me para ver o que era e então fui puxado pelo pulso, quando notei, havia caído sobre o colo de alguém. Olhei, era de um ruivo que usava tapa-olho, seu único orbe que eu podia ver era verde, estava tão sério, ele era... Maravilhoso. Ele expressou espanto, depois riu. Parecendo sem graça, abriu um sorriso.


– Desculpe, é que pensei que fosse um ladrão. Se machucou? – Perguntou enquanto eu sentava ao seu lado.


– Não, não. Por que achou se fosse um ladrão, se aqui é tranquilo? – Questionei e abri um sorriso, repentinamente, fiquei alegre.


– Sempre é bom ser prevenido. Se bem que, pelo seu pulso, pensei que fosse uma garota... Então, nem puxei com tanta força. Sem querer ofendê-lo, é que é magro, e então...


Ri de nervoso, ele parecia um tanto perdido nas próprias palavras.


– Tudo bem. Estou acostumado a ser confundido, por ser magro e um pouco baixo vivem em confundindo com uma garota de longe.


– Ah, prazer. Me chamo Lavi. – Disse e estendeu a mão.


– Ah, sou Allen, prazer. – Terminei de falar e apertei a mão dele.


– É...


Lavi estava distraído, colocou uma das mãos sobre meu cabelo prateado e passou a outra sobre meu rosto, justo sobre minha cicatriz, estava fascinado...?


– Seu cabelo... É dessa cor mesmo?


– Ah, sim, é sim. Eu sei que é estranho. Como diz minha mãe, meu cabelo resolveu ficar branco antes do tempo.


Ele soltou uma pequena risada, fazendo-me rir também.


– Se não for incomodo perguntar, mas já perguntando: como conseguiu uma cicatriz tão... Diferente?


– Ah, isso?


– Desculpe perguntar assim e ainda mais sem ter a menor intimidade. É que, já vi muita cicatriz por aí, mas nunca uma com uma estrela em cima puxando pra baixo e um risco pegando a forma do olho...


– Foi de um acidente quando era pequeno, só isso.


– Entendo. – Ele sorriu novamente – Então, o que faz por aqui?


– Gosto de vir aqui, ainda mais nessa época, fica muito bonito.


– Realmente...


– E você? Nunca te vi antes por aqui.


– Ah, eu estou de visita por enquanto. Se bem que planejo me mudar para cá. Fiquei sabendo desse parque e resolvi dá uma passada. Realmente, é muito bonito.


A forma como ele disse foi tão rápida, senti meu coração bater um pouco mais forte. Será que estou ficando doente?


Quando notei, estávamos a conversar sobre assuntos que chegavam a ser banais a certo ponto. Riamos um do outro, brincávamos, era tudo tão maravilhoso, só não fazia sentido! Meu coração insistia em ficar batendo forte e, às vezes, o ar me faltava. Será que peguei um resfriado?


Vi-o encarar o relógio que tinha no pulso, depois me encarar com semblante triste.


– Desculpe, tenho que ir. Tenho um compromisso.


Abanei com a mão, como se dissesse “sem problemas”.


– Hm... Que tal nos vermos depois? Amanhã, talvez, aqui nesse mesmo lugar... O que acha?


Fiz que “sim” com a cabeça e ele abriu um largo sorriso. Levantou-se e me estendeu a mão, me ajudando a levantar.


Levantei-me e Lavi, então, me puxou dando-me um abraço. Senti minhas bochechas corarem e novamente meu coração pulsar forte. Era estranho demais! A vergonha repentina... Meu Deus, o que estava acontecendo comigo? Retribui o abraço. Ele aproximou a face de minha orelha e sussurrou, de tal maneira, que senti um arrepio dos pés a cabeça.


– Até amanhã, Allen. Você é um fofo, sabia? – E me soltou, vi-o ir embora correndo.


Caí sentado sobre o tronco, suspirei. O que havia sido aquilo? Eu não sei, mas... Uma felicidade invadiu meu corpo, eu poderia morrer agora e, se morresse, voltaria como uma cerejeira que ficaria a frente à casa dele, para vê-lo sorrir todo dia. Por que eu nunca me senti tão bem assim antes?


Iria continuar perdido em meus pensamentos, quando ouvi o toque de meu celular. O conhecido som de um piano, música a qual eu sabia tocar no mesmo – sendo que nunca havia feito aula na vida. Levantei-me e atendi ao telefone.


– Alô?


– “Allen, sou eu. Venha para casa, teremos visitas hoje e eles ficaram um tempo aqui. Venha logo, pois já estão aqui e te esperando! É falta de educação fazê-los esperar.” – Disse minha mãe, como sempre, me avisando as coisas em cima da hora.


– Está bem mãe, estou indo. – Disse. Desliguei o telefone e me pus a correr.


Ótimo, agora estava atrasado para receber uma visita estranha. Minha mãe e sua mania de convidar amigos... E, pior, só me avisar minutos antes!


Corri pelas ruas seguindo a mesma rota. A diferença era que agora estava atrasado e minha casa não era exatamente perto dali! Novamente, fui xingado. Novamente, quase me perdi. Porém, não tinha tempo pra me lamentar. Tinha que chegar rápido em casa. Mesmo sabendo que a única coisa que habitava minha mente era ele.


Depois de um bom tempo correndo, vi a entrada de casa. Pulei a cerca para tomar tempo, fui direto para porta que ainda estava aberta, o que me deu menos trabalho. Inspirei profundamente e soltei o ar. Ajeitei-me um pouco, puxando a blusa para baixo e abri um sorriso. Talvez, assim não parecesse que vim correndo o caminho todo.


Abri a porta e vi minha mãe sentada no sofá ao lado de uma mulher loira, o cabelo obviamente tingido e de olhos verdes. Seu rosto me lembrou, vagamente, o de Lavi.


Entrei em casa e fechei a porta, me curvei em desculpa pelo atraso. E vi minha mãe me chamar para sentar ao lado dela, foi o que fiz. Sentei-me ao lado dela e vi a mulher abrir um sorriso. Amigavelmente, sorri de volta.


– Mais que graça de garoto que é seu filho, querida. Está com quantos anos, querido? – Perguntou sorrindo.


– Completei dezesseis há pouco tempo atrás. – Disse e vi-a trocar olhares com minha mãe, depois olhou para mim.


– Esta é Jane. É uma amiga minha. Ela vai passar um tempo aqui, junto do marido e do filho.


– Filho? – Questionei. Por favor, que não fosse nenhuma criança pequena.


– Sim, sim, vai adorá-lo. Ele estava guardando as coisas no quarto. FILHO! – Berrou, o chamando. – Venha aqui, o garoto deles já chegou.


– ESTOU INDO! – Ouvi alguém berrar de volta.


Aquela voz... Era idêntica a de Lavi.


E qual não foi minha surpresa ao vê-lo descendo as escadas e indo até nós! Acho que não notou minha presença, talvez fosse pelo fato do sofá ficar de costas para a escada. Ele parou frente ao sofá que estava de costas para ele. Virei o rosto, encarando-o e Lavi olhou de volta rapidamente, parecendo tão surpreso quanto eu. Esboçou um sorriso enorme e sentou-se ao meu lado.


– Allen, mas que surpresa! – Falou obviamente surpreso.


– Nem me fale. – Falei rindo.


– Já se conhecem? – Minha mãe perguntou, surpresa.


– Parece que sim. – Respondemos juntos.


Notas finais
Lavi: Allen, vai ficar aí no canto com essa cara até quando? *chega perto de Allen* Eu já pedi desculpas mil vezes e nem tentei nada com você, só sugeri. '-'
Allen: DÁ ÚLTIMA VEZ QUE SUGERIU ALGO, EU ACORDEI NO DIA SEGUINTE SEM CONSEGUIR SENTAR. *olhar nervoso* Ou acha que eu esqueci?
Lavi: hm... Aquilo foi bom, admita. U-U
Allen: ... Você me embebedou. e_é
Lavi: AHAHAHAHAHAHA. *GOTA* Mas, pelo menos, consegui fazer o efeito da bebida passar, né~~ O fiz suar bastante *sorrisão* e-e
Allen: ... *suspira* -_-'
Lavi: ficou até sem palavras com a lembraça, hein? e-e
Allen: (NADA A VER!) O-O'
Lavi: de qualquer forma, vamos responder os reviews ~~ *-*/
Allen: Depois de me embebedar, olhou com aquela cara de bunda e depois de pervertido e se aproveitou de mim ¬¬ *suspira de novo* Bem, vamos fazer logo essas notas finais, antes que surja mais alguém... EPA, EU IA PEDIR REVIEW ;-;
Lavi: manda ver, então. *o*/
Allen: Gente, mandem reviews, com sugestões, elogios, revoltas, desejos de matança, responderemos tudo com muito amor e carinho :3
Lavi: e perguntas calientes. Amor e carinho, né, Allen? *olhar maldoso* por que não vamos praticando agora, hein? ♥ e-e
Allen: AHHH! *corado, tapa boca do Lavi* Adeus gente, até o próximo capitulo! o/