Fotografias

31 Calmaria Momentânea


Notas iniciais
Ei geeeente. Queria me desculpar por não ter aparecido terça e quinta. O que aconteceu? Tive que organizar mais de 180 chaves do shopping onde eu trabalho e isso me custou três dias exaustivos. Por que só postei Coração Domado? Então, Coração domado eu já estava com uns três capítulos adiantados, então não vi porque não postar. Já aqui, eu não tinha nada pronto e só pude escrever quando terminei o serviço. Mas cá estou eu novamente e espero que gostem do capítulo. Eu dei boas risadas. Boa leitura a todos sz Música do capítulo: Fui Fiel (Gustavo Lima) PS: Eu não esqueci. Ms Lee Barbosa, obrigada pela maravilhosa recomendação. Você foi linda, como sempre

Não era como se finalmente estivessem vivendo em paz. Ambas tinham ciência de que Júnior poderia aparecer a qualquer momento e estragar aquela sensação de tranquilidade que algumas semanas depois estavam começando a voltar a sentir. Mesmo assim, não deixaram de aproveitar todos aqueles dias juntas, se amando e fazendo o possível para ficarem o mais perto possível uma da outra.

Na verdade, Deus tinha colocado vários anjos em suas vidas. Um deles se chamava Fernanda Cairu, oficial da Marinha Mercante do Brasil.

A índia pediu permissão para colocar uma escolta 24 horas para protegê-las. Então, era fácil ver homens fardados de branco servindo de vigia em pontos estratégicos. Policiais seguiam as duas em carros pretos e blindados, enquanto um grupo de detetives buscava chegar até Júnior por baixo dos panos. De acordo com a capitã, estavam a apenas um passo de finalmente capturá-lo.

Já era finalmente Junho e as festas juninas estavam muito próximas, o que deixava Manu ainda mais animada. Ela e Sarah logo fariam dois meses de namoro, assim como Claudia e Clara fariam 22 anos, no dia 9. Os preparativos da enorme festa que o casal estava pretendendo fazer começaram nos primeiros dias do mês. E prometia muita comida e bebida, além de música da melhor qualidade.

Era 8 de Junho e o apartamento de Claudia parecia uma feira em dia de domingo. Um tumulto danado, para lá e para cá. Foi o dia inteiro nisso. Ao final da bagunça, todas se reuniram para arrumar a casa, deixando-a brilhando em poucas horas. Mari e Ju foram encarregadas e arrumar a cozinha; Lia e Sarah ficaram com os quartos; o restante ficou com a sala, os banheiros e as varandas.

– Meu Deus, falta só três horas para meia noite! – Claudia quase gritou, em total surto. A festa estava marcada para as 23h. – Vamos, vamos.

– Só tem dois banheiros aqui – a musicista se defendeu prontamente quando os olhares pesaram em si. – Mari e Nanda moram no apartamento alguns andares abaixo. Dividam-se entre vocês para irmos mais depressa.

– Eu vou lá pra baixo – a fotógrafa de olhos muito azuis alegou, dando um selinho em sua namorada, indicando que era melhor que ela ficasse por ali mesmo. – Ju também vem com a gente.

– Eu vou ficar por aqui mesmo – Juliana deu dois passos para trás, querendo ficar ao lado de sua japonesa.

– Vamos desgrudar um pouco, né? Depois que vocês começaram a morar juntas, está cada vez mais chiclete essa relação – Nanda puxou a mulata pelo pulso e a arrastou apartamento a fora, sem ao menos se despedir da galera.

Mesmo sem ser convidado, Victor foi com elas, levando sua mochila da Adidas pendurada em um dos ombros. A essa altura sua roupa deveria estar completamente amarrotada. Suspirou e desceu pelas escadas, enquanto as meninas esperavam o elevador. Mari jogava algo na cara da mulata de olhos escuros, que escutava com um bico enorme.

Logicamente, depois de reclamarem quase ao mesmo tempo, David e Victor foram os que tomaram banho primeiro, no banheiro de hóspedes. No apartamento da jogadora de vôlei, foi Liane quem brigou para ser a primeira. No fim, ninguém reclamou, já que ela era sempre a última a ficar pronta. Porém era Claudia que sempre chegava atrasada em todos os encontros, por isso trataram de jogá-la dentro do box assim que a japonesa saiu. Quando finalmente todos estavam devidamente arrumados, eles se encontraram lá em baixo, no estacionamento do edifício.

Vestida num vestido vinho totalmente sensual e provocante, Lia olhava para cada pessoa ali presente. Mordia os lábios de um jeito nervoso e muitas vezes suspirava. Queria muito que não estivesse chamando atenção, porém conseguia sentir os olhos tanto de Juliana quanto de Claudia em cima de si, analisando todos os seus movimentos. Apertava a carteira de mão enquanto os dedos suados aos poucos escorregavam pelo tecido de couro negro. Para não ficar ainda mais nervosa, tentou ao máximo se concentrar na beleza de sua namorada. Ela estava magnífica numa calça jeans colada, acompanhada de uma blusa folgada e saltos negros.

Claudia tinha certeza que alguma coisa de errado estava acontecendo com a garota de olhos puxados, só que aquele não era a hora nem o lugar para perguntar o que se passava. Estavam mais que atrasadas. Deixaria para colocá-la contra a parede quando estivessem sozinhas, em algum canto da festa, que seria em um salão alugado na Gávea. Antes de entrar em seu carro, passou a mão pelo tecido fino do vestido tomara-que-caia preto que vestia. Assim que o carro finalmente lotou, deu um selinho nos lábios deliciosos de Clara e finalmente deu a partida, passando pelo portão do edifício, rumo a Gávea.

Se as festas na roça eram animadas, aquela ali tinha quase o mesmo nível. Manu olhou para o local boquiaberta. Alguns pufes estavam espalhados com um espaçamento moderado entre eles, a modo que deixasse o centro extremamente livre para os demais dançarem. Do lado direito tinha um balcão, onde a luz dos freezers de cerveja se mostrava potente naquela parte do salão. Com um sorriso malicioso disfarçado, a loira conseguiu reconhecer uma garota. Os cabelos cacheados estavam presos num charmoso coque mal feito, enquanto as mãos hábeis sacudiam uma coqueteleira prateada.

Lara, a bargirl gostosa.

Reparando a mesma coisa que a fotógrafa, Sarah revirou os olhos, mas se surpreendeu quando Lia foi a primeira a se encostar no balcão. A música agitada de algum cantor americano animava o lugar, por mais que ainda estivesse vazio. De acordo com as aniversariantes, não tinham convidado muita gente, apenas os amigos mais próximos. Mesmo assim, a galera que chegou junto consigo ficou boquiaberta quando Lia virou um copo cheio de alguma bebida acobreada. Provavelmente uísque.

– O que deu nela? – David indagou, a estampa de sua camisa brilhando por causa do movimento das luzes.

– Vou ver – a mulata saiu em disparada, sentando-se num banco alto ao lado da japonesa.

Sarah não sabiam o que conversavam, mas a todo instante Lia balançava a cabeça negativamente, como se dissesse que nada anormal estava acontecendo.

Foi difícil, mas Juliana conseguiu tirá-la dali e levou-a para onde o restante das meninas tinham se instalado. Clara e Claudia recepcionavam a galera que chegavam, enquanto Manuela havia se encarregado de fotografar tudo com sua câmera profissional. Não tinha como ela ficar ainda mais linda, concentrada em registrar tudo que podia. Geralmente era pega de surpresa quando um flash vinha quase a cegando. Mas não se importava mais com isso, já estava mais do que acostumada a ser flagrada por ela.

Pouco tempo depois e o local estava fervilhando de gente. O time do Flamengo compareceu em peso, até Roberta, que não tinha intimidade com as gêmeas, apareceu por lá. Sarah engatou num assunto sobre a última partida e Juliana seguiu o embalo, juntamente com Victor e David.

Em algum momento, Claudia passou os olhos pelo lugar. Já haviam cantado parabéns, mas estava sentindo falta da garota de cabelos lisos e olhos puxados. Não tinha recebido seu abraço carinhoso e suas implicâncias constantes assim que o ponteiro indicou que já era meia noite. A morena voltou a percorrer os olhos pelo lugar e até cogitou ir até Ju para perguntar sobre o paradeiro de Lia, porém resolveu procurar primeiro no banheiro. E acabou acertando em cheio. A japonesa andava para um lado e para o outro, passando as mãos constantemente pelos cabelos agora longos.

– O que está acontecendo com você? – Lia se assustou quando a voz da morena sobrepôs as batidas abafadas da música vinda do lado de fora.

– Claudia, eu estou arrependida – disse sem rodeios, passando uma das mãos no rosto e consequentemente borrando a maquiagem.

– Está arrependida em relação a quê? A morar com a Ju?

– Não... Eu... Eu não quero mais engravidar – a japonesa explicou, surtando. – Não quero. Não quero. Não quero.

– Calma. Você não precisa ficar assim. É só conversar com a Ju sobre isso, ela vai entender. Até porque era mais certo ela ficar grávida e não você – Claudia tentou acalmá-la, aproximando-se devagar. O enorme espelho refletia a imagem das duas.

– Você não entende!

– O que eu não entendo, meu amor? – A morena indagou, sua voz cada vez mais doce, por mais que quisesse esganá-la por estar surtando sem dizer logo o motivo.

– Olha... é por isso que eu estou assim... Eu estou arrependida, não quero mais – Liane estendeu a mão esquerda e mostrou um teste de farmácia. Nele tinha duas listras, mostrando que tinha dado positivo. Assim que entendeu, a jogadora ficou boquiaberta.

– MEU DEUS, VOCÊ TA GRÁVIDA?!

– Fala baixo! – Lia olhou para os lados. Estava ficando louca. – Eu não quero que a Ju saiba – ela aproximou o rosto. – Eu vou abortar.

– VOCÊ O QUÊ?! – O queixo de Claudia caiu. – Ta louca?

– Eu não quero mais, Claudia. Eu quero tirar – ela choramingou, desesperada. – Vou tirar essa criança. Não fala pra Ju.

– Para com isso, garota. Fica calma – a morena a sacudiu pelos ombros, olhando diretamente para os olhos marejados. – Fica calma, ouviu? Não tem nada de ruim nisso.

– Não? Claudia, eu to grávida! E eu não quero mais ta grávida, eu quero tá com a barriga lisinha, quero continuar magra, não quero ficar enjoada, não quero ninguém pendurado no meu peito o dia inteiro, eu não quero parecer uma vaca leiteira – surtando, Lia se afastou, sem saber o que fazer.

– E quem disse que você vai parecer uma vaca leiteira? – Claudia precisou morder os lábios para não rir. Não seria uma boa ideia. – Para com isso, Lia. Você vai ficar linda.

– Não. Eu já me decidi, vou abortar.

– Mas menina – dessa vez a morena não conseguiu conter a risada. – Você pagou caro por essa inseminação. Não é possível que queira abortar.

– Eu desisto de ser mãe, eu desisto dessa vida – Lia choramingou e pegou um copo de bebida antes esquecido sobre a pia do banheiro.

– Nada disso, você não pode mais beber nada alcoólico – disse, assim tirou o copo de plástico das mãos pequenas.

– Não estou acreditando nisso – ela bufou e virou de costas. – Qual é o nome daquele remédio que as mulheres tomam para abortar?

– Não sei e nem quero saber. Agora sossegue o seu rabo. Vamos conversar com a Juliana quando a festa acabar.

Lia não estava acreditando naquilo. Claudia a estava traindo! Ela era uma boa de uma filha da puta. Que tia Clarisse a perdoasse por isso. Estava ali, desesperada, buscando apoio em sua melhor amiga. E o que ela faz? Diz que vai conversar com sua namorada, para dizer tudo que estava tentando esconder. Já tinha alguns dias que estava desconfiando da gravidez, desde que finalmente havia se tocado que sua menstruação estava atrasada. Desde então não tinha parado um só minuto. Estava começando a ficar desesperada e ainda nem tinha coragem para comprar o teste de farmácia.

– Não fica assim, sua doida. Vamos conversar todas juntas. Acho que todo mundo merece saber essa novidade. Essa criança será uma dádiva na sua vida – mais uma vez, Claudia tentou acalmá-la. Quando não obteve uma resposta malcriada, sorriu e a abraçou apertado. – E o Gugu precisa de um amiguinho pra brincar.

– Maldita hora em que dei assunto para Juliana – Lia bufou, embora retribuísse o gesto com a mesma intensidade.

– Vem, vamos voltar.

A animação se estendeu pelo resto da noite. Claudia tinha prometido para Lia que não contaria nada para Ju até que acabasse a festa, porém tinha uma condição para aquilo. A japonesa não colocaria mais nem um gole de álcool na boca. Sabendo que não tinha outra opção, ela acabou aceitando, embora o bico emburrado não tivesse saído dos lábios finos.

Como se fosse fácil pensar que tudo aquilo era de fato bom. Liane Atsuke tinha quase 23 anos e era filha única. Sempre fora muito amada por seus pais, japoneses legítimos e apaixonados por seu país de origem. Sabia muito bem o quanto era bom sentir os braços aconchegantes de uma mãe, adorava senti-los em volta do seu corpo. Mas ainda assim, não fazia a mínima ideia do que era ser mãe. Não tinha experiência alguma com aquele tipo de coisa. Nanda tinha Mari e Gustavo e já estava mais que acostumada àquela altura. Se por acaso a índia decidisse engravidar, não seria surpresa pra ninguém e provavelmente ela não se sentiria tão desconfortável quanto estava se sentindo.

Diferente do que tinha decidido para sua noite, a japonesa foi até o bar e pediu coca-cola com uma fatia de limão, sabendo que estava sendo observada por uma morena de olhos intensamente azuis. Não demorou muito para que Juliana se aproximasse para saber se estava bem. Inventou alguma desculpa e suspirou quando ela não voltou a tocar no assunto. Por fim tentou tirar de vez todo aquele problema da sua cabeça. Sabia que seria mais uma vez motivo de chacota, pois ninguém realmente conseguia vê-la segurando um bebê no colo, muito menos amamentando-o. Mas quando é pra ser, não adiantava em nada lutar contra a correnteza.

– Vamos para a pista, gente. Vocês vão ficar a noite inteira conversando mesmo? – Clara propôs. O vestido curto preto e branco deixava a mostra as pernas alvas e belas. O ondulado de seus cabelos deu lugar a um liso escorrido, tirando a carinha de anjo da loira e dando um ar mais de mulher fatal.

– É, chega de falar, vamos dançar! – Sarah logo tratou de puxar sua fotógrafa para o lugar mais vazio do salão.

A música Noite e Dia, da dupla sertaneja Jorge e Matheus, tocava alta e animada, embalando a galera numa alegria descomunal. Aos poucos, Lia acabou voltando ao normal e dançou também. E pouco a pouco os ritmos foram mudando. Quando tocou forró, Manu dançou com Victor e também com Sarah. Pouco depois, ao tocar funk, algumas pessoas ficaram fazendo os famosos passinhos.

Sarah literalmente babou. A loira de cabelos longos e escorridos rebolava como se tivesse nascido fazendo aquilo. Não conseguiu desgrudar os olhos dela. Era praticamente impossível. Ainda mais com aquela saia cós alto preta e uma regata colada branca com detalhes azul marinho. Os saltos a deixavam quase do seu tamanho, acrescentando ainda mais gostosura numa só mulher. E aqueles enormes olhos azuis que não paravam de fitá-la como se dissessem: Pode vir e pegar, que tudo isso é seu.

Foi difícil, muito difícil, não jogá-la contra a parede no meio de todo mundo.

Em que lugar no mundo aquela mulher parecia ter nascido e se criado na roça? Não conseguindo mais se conter, a ruiva se aproximou e deixou que ela dançasse roçando aquele bumbum em seu quadril. Quase em todo tempo mordia os lábios com força e apertava a cintura modelada, se contendo para não agarrá-la.

O pagode tomou conta e os casais dançaram agarradinhos, num ritmo lento e romântico. Pegando a todos de surpresa, Victor foi até o balcão e convidou a bargirl para dançar. Com um sorriso encantador nos lábios, o moreno conseguiu fisgá-la e, com a autorização das aniversariantes, eles foram para a pista dançar. E a festa seguiu até ficarem somente os amigos mais íntimos. Mari estava sentada no colo de Nanda em um dos pufes, conversando e rindo sobre qualquer coisa. No pufe ao lado, Lia se permitia ser beijada pela mulata de cabelos cheios. Victor dançava forró com Sarah, enquanto Claudia tentava inutilmente seguir os passos desajeitados de David. Bem próximo a eles, Clara deixava Manu guiá-la num gingado agradável, sendo rodada para os dois lados com muita graciosidade e leveza. A musicista não tinha muito talento para dança de salão, apesar de saber muito bem a arte de rebolar, mas com Manuela era tudo tão fácil e bom que chegava a desejar que a música não terminasse nunca.

Mesmo depois que o DJ havia ido embora, eles continuaram ali. Lara foi convidada para ficar também, se quisesse. Eles sentaram em círculo e começaram a conversar sobre trivialidades, enquanto Clara tinha ido buscar seu violão no carro. Quando ela chegou e se sentou ao lado de Claudia, todos ficaram ansiosos. De todos ali, as únicas que não estavam bêbadas eram Fernanda, Lara e Liane.

– O que vocês preferem? – A loira de cabelos ondulados ajeitou o instrumento musical no colo.

– Sei lá – Mari deu de ombros.

– Canta um sertanejo – Manuela sugeriu com um sorriso leve.

– Mas é uma Miss Curral mesmo – ela revirou os olhos quando Lia implicou, provocando risada nos demais.

– Tudo bem, me deixe pensar um pouco – Clara tamborilou levemente os dedos na madeira do violão, pensando sobre qual música tocar. Quando decidiu, não hesitou em logo começar, iniciando um ritmo que era sucesso do momento. – Foi bonito foi, foi intenso, foi verdadeiro, mas sincero. Sei que fui capaz. Fiz até demais, te quis do teu jeito – ela começou cantando, sua voz perfeita como sempre. – Te amei, te mostrei que o meu amor foi o mais profundo. Me doei, me entreguei, fui fiel. Chorei, chorei.

A galera balançava o corpo de um lado para o outro, enquanto seguiam o canto da garota loira de olhos azuis. Era incrível como Clara cantava e tocava de uma forma divina. Lara tinha ficado incrivelmente encantada com aquela voz.

– Hoje eu acordei, me veio a falta de você. Saudade de você, saudade de você. Lembrei que acordava de manhã só pra dizer: Bom dia, meu bebê. Te amo, meu bebê.

No segundo seguinte, as meninas seguiram a música e Clara deixou que cantassem, apenas seguindo-as com o ritmo único da música. Fazia muito tempo que não tocava para eles. Foi realmente uma dádiva de Deus ter recebido amigos tão queridos. Só esperava que essa calmaria toda se mantivesse por mais tempo, mas algo dizia que não seria bem assim.

Continua...

Notas finais
E então? O que acharam do surto da Lia? Ela é uma figura HUSAHUSA Amanhã de manhã respondo os reviews lindos de vocês