Notas iniciais
Olá olha so quem voltou ♥ demorou cinco meses ( contando com hj) eu vou poupa-los do pedido de desculpas pela a demora kkkk eu sempre atraso mesmo kkkk dessa vez por um motivo especial, meu filho, que ja tem um ano e dois meses e nao para de correr pela a casa achando que ja sabe correr quando aprendeu a andar a pouco tempo kkkk ta me deixando louca, so escrevia nos momentos que ele dormia.... agora sobre o capitulo, ele ta grande, para compensar a demora e pelo o aniversario de cinco anos de FL que fazemos no final desse mês esta cheio de acontecimentos marcantes para o nosso casal, sem mais delongas, espero que gostem....boa leitura ;)

Com o ataque a Justino e ao fantasma de Grifinoria, praticamente o castelo inteiro decide passar as férias de natal em casa.

Gina mal via a hora disso acontecer, contava os dias para voltar para casa, tremendo só de pensar em ficar no castelo e acabar machucando mais alguém. Sim, mais alguém, pois Gina estava convicta que era a causadora de tudo aquilo, só não sabia como parar aquilo e o que estava o causando.

Ao contrario dela, Harry, Rony e Hermione colocaram seu nome na lista dos que ficariam no castelo, pois descobriram que Draco e os seus comparsas fariam o mesmo e aproveitariam a oportunidade para colocarem seu plano com a poção polissuco em ação.

Harry, particularmente, gosta que quase ninguém ficaria no castelo, estava cansado dos olhares, das vaias e das pessoas cortando caminho nos corredores ao vê-lo passando.

Fred e Jorge porém, achavam aquilo tudo uma grande piada e ficavam na frente de Harry, abrindo caminho e anunciando a quem quisesse ouvir que o herdeiro de Sonserina estava passando e que era um bruxo verdadeiramente maligno.

Percy não estava achando graça.

— Isso não é motivo para brincadeira. – Percy retrucou irritado, tendo como resposta a zombação dos gêmeos e o seu deboche.

Gina, pela primeira vez, não achou graça em algo que os gêmeos fizeram.

— Oh por favor, parem! – Ela choramingava todas as vezes que eles faziam alguma piada com Harry.

Harry não se importava com isso, gostava da descontração que os gêmeos causavam na situação.

Draco também parecia não gostar, mas eles achavam que era por outro motivo.

Quando as férias chegaram, Gina, os gêmeos e Percy não foram junto aos outros alunos, duas semanas antes seus pais mandaram corujas avisando que iriam passar as festas com Gui no Egito e que eles não poderiam pagar passagem para todos eles.

Gina ficara desesperada com essa notícia, não sabia o que fazer e tentava evitar qualquer alma viva…, mas não consegue fugir de Harry.

— Ei, Gina. – Ele a chama e ela tentou apressar o passo em vão.

— Ah, oi, Harry… – ela vira-se para ele com um sorriso amarelo.

— Faz um tempo que não te vejo, soube que também vai ficar no castelo. – Harry tentou puxar conversa.

— É vou sim. – Gina respondeu, era estranho vê-lo sem seu irmão ou Hermione. – Sabe como é, não dá para levar todos nós para o Egito.

— Sim, entendo.

— Como foi sua visita a sala de Dumbledore? – Gina indagou curiosa.

— Foi tranquila, ele não acredita que eu seja o causador de tudo isso…, oh! sabia que ele tem uma fênix no escritório? – Harry disse com um tom animado.

— Fico feliz em ouvi isso, Harry, de verdade… e você disse uma fênix de verdade? Ela é tão bonita quanto nos livros?

— Não sei, cheguei no mesmo momento que virou cinzas…

— Ah que pena…

Eles continuaram a conversa até chegarem em frente à sala da próxima aula de Gina, eles se despediram e Gina sente alivio por não ter pirado e ter atacado Harry.

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A manhã de natal chegou fria e coberta de neve, Hermione invadira o dormitório de Harry e Rony bem cedo com o objetivo de acorda-los e dize-lhes que a porção estava finalmente pronta e também de os entregar seus presentes de natal.

Com aquilo, os dois ficaram totalmente despertos e abriram todos os seus presentes. Harry ganhara de Hagrid uma grande lata de bolinhos de chocolate (que Harry decide esperar amolecer pra come-los) Rony o deu um livro sobre seu time de quadribol favorito chamado “voando com os canhões” e Hermione lhe compra uma caneta de luxo de pena de águia, Gina lhe dá uma caixa cheia de bolinhos de caramelo com um bilhete:

Espero que não seja alérgico a caramelo, feliz natal.

Gina.”

Harry sorri com seu bilhete e prova um dos bolinhos e realmente estava muito bom. Ele pegou o último presente que era da Sra. Weasley e ela o mandou um suéter feito por ela acompanhado de um grande bolo de natal, ele leu o bilhete da mulher com grande remorso ao lembrar-se do carro do Sr. Weasley e do que ele e Rony estavam planejando fazer aquela noite.

Apesar de não querer estar ali, Gina tentou se animar, pois era natal e a maioria dos seus irmãos estavam ali com ela pela primeira vez depois de muitos anos e ela queria aproveitar aquilo, apesar também de sentir falta dos pais no seu primeiro natal sem eles.

Ela encontrou seus irmãos e Harry e Hermione juntos na mesa da grifinoria, todos com seus respectivos suéteres Weasley e então ela se juntou a eles com um enorme sorriso usando o seu próprio suéter. O salão estava belíssimo com várias árvores de natal belamente decoradas, guirlandas de visco e azevinho cruzando o teto de um lado ao outro e o teto estava encantado com a neve caindo dando um ar espetacular, Gina nunca vira algo tão belo.

Foi um almoço de natal realmente agradável. Ao fundo ela, ouvia Dumbledore e Hagrid cantarem músicas natalinas e ela quase se engasga com seu suco de abóbora quando Fred enfeitiça o distintivo de Percy de monitor com os dizeres “cabeça de alfinete” Percy fica sem entender quando os outros a acompanham na risada.

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Um tempo depois, ela observa Harry, Rony e Hermione saindo meio que as pressas do salão, antes de ir, porém, Harry lhe lança uma piscadela e um sorriso, ele fala sem emitir som “feliz natal, Gina”. Com um grande sorriso ela corresponde e fala do mesmo jeito que o garoto “feliz natal, Harry”.

O plano de descobrirem algo sobre Draco ser o verdadeiro herdeiro de sonserina acabou com tudo certo no final… bem, com alguns efeitos colaterais.

Hermione acaba pegando pelo de gato para colocar em sua porção ao invés do cabelo de Bulstrode e a porção a fez se transformar meia humana meio gato, os meninos tiveram que leva-la para a enfermaria. Contudo acabaram descobrindo que Malfoy não tinha nada a ver com os ataques apesar de gostar muito do que estava acontecendo.

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Semanas depois…

Hermione permanecia na ala hospitalar se recuperando de seu incidente peludo, com Harry e Rony a visitando todos os dias a levando tudo que ela perdera da matéria aquele dia.

Quanto a Gina, depois do natal, toda a sua realidade pareceu cair sobre ela, estava se sentindo cada vez mais fraca e cansada, não conseguia dormir direto com os pesadelos dos ataques que cada vez mais ela tinha certeza que causara. Estava ficando exausta de tudo aquilo, até que percebe que ficou muito cansada, como se tivesse corrido uma maratona, logo após escrever sobre como foi o seu dia para Tom, e, como um estalo em sua mente, ela percebe que em todas as vezes em que se sentiu mal, ela havia acabado de escrever no diário. Não foi difícil ligar uma coisa com a outra e Gina percebeu que o diário estava fazendo-a cometer aqueles ataques, então em uma onda de fúria e se sentindo traída, Gina se esgueira pelos corredores, decidida a se livrar daquele diário, ela avistou o banheiro da murta e foi ali que decidiu joga-lo.

Certo dia, durante uma visita a Hermione, Harry e Rony escutaram Filch reclamar e curiosos eles esperaram o homem se afastar e seguiram o caminho por ele passara, os meninos logo conseguiram ver o motivo dos gritos de Filch. O banheiro da murta estava causando uma grande inundação no corredor.

Eles então decidem entrar no banheiro da menina fantasma e, como havia de se esperar, o banheiro estava alagado e eles conseguiram ouvir os lamentos da murta muito mais altos do que das outras vezes.

Eles perguntam o que a acontecera e, aos berros, murta conta que alguém achou engraçado lhe jogar um livro, ele a pergunta quem foi e ela não soube os dizer e ela os mostra onde está o tal livro.

Harry se aproxima sem pensar muito do livro de capa preta de couro e totalmente molhado e Rony o pede para tomar cuidado que podia ser perigoso e depois conta algumas histórias sobre livros amaldiçoados e das trevas. Harry escuta o amigo e toma cuidado, com o livro em mãos, ele consegue observar que é um diário. Na capa, conseguiu ver de que o ano era de cinquenta anos atras e mal conseguiu ler o nome do dono. T.S. Riddle. E ao ouvir aquele nome, Rony o reconhece por ter ganho um prêmio de serviços prestados à escola a cinquenta anos atras, o qual ele teve que limpar em sua detenção com Filch.

Harry, curioso, abre o diário e, para sua surpresa, ele estava em branco. Acabou por ficar mais confuso do porque alguém iria querer se livrar dele, então ele analisa melhor o diário e encontra o endereço de uma papelaria em uma rua trouxa em Londres, e ele conclui que o dono fosse nascido trouxa, sem pensar muito, ele coloca o diário no bolso das vestes.

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Mais tarde, dormitório feminino de Grifinoria…

No final do dia Gina já se sentia diferente, como se tivesse tirado algo enorme de cima de seus ombros, seu humor havia melhorado consideravelmente, passou um dia inteiro com um sorriso no rosto e brincando com seus amigos.

Quando deitou sua cabeça no travesseiro, ela se sentia aliviada e certa de que fez a escolha certa ao jogar o diário, e quando voltou a abri-los, estava no lugar misterioso dela e de Harry.

— Gina…? – Ela escuta a voz do garoto atrás dela.

— Harry? – Gina olha ao redor com saudosismo. – Nós voltamos?

— É… a quanto tempo nós…?

— Acho que a última vez foi nas férias de verão.

— É, foi mesmo. – Harry abre um grande sorriso que é correspondido por Gina. – Estava com saudades desse lugar e… de você.

— Eu também. – Gina o responde, com sorriso aumentando, ela se aproxima de Harry. – E então, como foram esses meses “longe” de mim?

— Bom, você já sabe quase tudo de importante que está acontecendo na minha vida, você sabe…

— O fato de acharem que você é o herdeiro de Sonserina, isso é ridículo. – Gina conversa revirando os olhos – Mas é só isso que está acontecendo na sua vida? O que aconteceu nos últimos dias?

Harry hesita e Gina arqueia as sobrancelhas ao perceber aquilo, estranhando o comportamento de Harry.

— Sabe que pode me contar tudo, não é?

— Sim, eu… encontrei algo hoje que pode ajudar a encontrar o verdadeiro herdeiro de Sonserina, não é nada concreto ainda, quando eu tiver uma ideia melhor sobre eu falo com você. – Harry explicou-se.

— Está bem. – Gina diz desviando o olhar e de repente ela sente medo de que Harry descubra que foi ela quem fez aquelas coisas horríveis, o que ele iria pensar dela? Iria deixar de ser seu amigo? Harry percebe seu comportamento perturbado.

— Ei, Gina, está tudo bem ok? – Harry se aproxima dela e faz um carinho em seu braço, consolando-a. — O fato de eu ter hesitado não quer dizer que não confie em você, nunca acredite que eu não confio em você, Gina, mas eu preciso ter certeza do que eu achei antes de sair falando e dar esperança sem ter certeza de nada.

— Está bem, Harry. – Gina sorri para ele. Ela então sente o famoso formigamento. – Estamos acordando.

— Te vejo outra hora. – Harry se despede.

— Até outra hora, Harry.

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Um mês depois, início de fevereiro…

Hermione havia recebido alta aquela manhã e a primeira coisa que Harry faz é mostra-la o diário de Riddle e a contar como o achou. Hermione pareceu muito interessada no diário misterioso e tentava a todo custo fazer com que aparecesse pelo menos alguma frase nele, mais nada acontecera, intrigada, ela não desistia de tentar arranjar meios para o diário revelar algo.

Rony por outro lado já tinha desistido a muito tempo, para ele aquele diário não tinha utilidade nenhuma e falou até mesmo para Harry joga-lo fora; mas Harry o manteve com ele e não sabia exatamente o porquê, ele só sentia que Riddle era importante e que aquele diário tinha que significar alguma coisa, ele passou a tentar descobrir mais sobre Riddle, decidindo ir à sala de troféus tentar descobrir alguma coisa.

Contudo a única coisa que conseguiram descobrir foi que Riddle havia sido monitor chefe em sua época ao verem seu nome em uma lista de antigos monitores.

O tempo foi passando e não houve mais ataques desde Justino e Nick, fazendo com que as pessoas ficassem esperançosas e o clima bom só aumentava quando madame Pomfrey lhes dizia que as mandrágoras cresciam cada vez mais e que logo os que estavam petrificados seriam trazidos de volta.

Harry começou a achar que o herdeiro de Sonserina desistira de atacar os alunos, Ernie por outro lado não acreditava no mesmo que Harry, ele ainda acreditava que Harry era o culpado de tudo, Pirraça não aliviava para o lado de Potter sempre cantando “Potter podre” todas as vezes que o garoto passava.

Lockhart agia como se ele mesmo tivesse acabado com o herdeiro de Sonserina e havia prometido que daria uma injeção de moral na escola.

Gina era a única completamente feliz, estava se sentindo cada vez mais leve e bem, ainda possuía alguns efeitos colaterais como pesadelos do que aconteceu, felizmente isso acontecia poucas vezes, apenas quando não sonhava com Harry no lugar misterioso deles, o que era ótimo pois ela sentia falta desses momentos com ele.

A injeção de ânimo que Lockhart preparara para a escola aconteceu na manhã de quatorze de fevereiro, Gina chegou cheia de sono no salão principal, mas logo despertou quando seus olhos se deparam com o salão enfeitado em tons de rosa em tal quantidade que ela nunca havia visto, quando viu as flores e os corações um estalo ocorreu em sua mente.

— Oh, é mesmo, hoje é dia dos namorados. – Ela lembrou-se.

— É um dos feriados mais encantadores, não acha? – Luna disse surgindo ao lado dela, os longos cabelos de Luna estavam enfeitados com lindas flores cor de rosa, Luna adorava o dia dos namorados.

— Está linda, Luna. – Gina a elogiou.

— Verdade? – Luna indagou. Gina afirma com a cabeça. – Bem, obrigada.

— Pela cara dos alunos essa é a primeira vez que acontece algo assim em Hogwarts. – Gina comenta dando uma olhada ao redor enquanto caminha para a mesa de Grifinoria e Luna andava ao seu lado para a mesa de Corvinal, Luna apenas concorda com a cabeça com um pequeno sorriso. – Te vejo na hora do intervalo?

— Sim, podemos passar um momento nos jardins. – Luna aceita e Gina começa e se senta em seu lugar ao lado de Neville, observando Luna se sentar não muito longe de onde ela estava, ao lado da irmã gêmea de Padil.

— Oh, temos confetes até em nossa comida… – Gina fala retirando os pedaços de papel rosa que caiam do teto magico em cima de seu prato.

— Sim… – Neville se faz ouvir, também retirando alguns confetes que estavam em sua comida. – Consegue adivinhar de quem foi a brilhante ideia?

Gina arqueia a sobrancelha e olha para a mesa dos professores, logo seus olhos batem com Lockhart todo vestido de rosa.

— Professor Lockhart? – Gina deu seu palpite, e Neville faz uma careta. Gina rir daquilo e logo começa a comer, não demorou muito e ela sentiu o familiar formigamento em seu corpo e sorri.

Ela levanta o olhar e se depara com Harry, seu coração se aqueceu quando ele lhe devolve um olhar e um pequeno sorriso de canto enquanto ia se sentar ao lado de seu irmão e Hermione.

Logo, Lockhart chama a atenção de todos os alunos quando começa a falar; Ele deseja a todos um feliz dia dos namorados e agradece aos quarentas e seis cartões que recebeu de seus fãs, depois ele bate palmas e Gina observa um pouco surpresa quando anões vestidos de cupidos e segurando arpas entram no salão de cara emburrada, eles dizem que eles iriam circular pelo o castelo entregando cartões dos dias dos namorados para quem a pessoa desejasse, aquilo entrou na mente de Gina.

Teria algo errado mandar um cartão anônimo pra Harry?

Sim, a resposta era um enorme e gigantesco sim.

Quando Gina, depois do intervalo e com incentivo de Luna, entrega o cartão anônimo para o anão cupido, ela ainda achava que seria uma boa ideia, mas quando estava prestes a entrar em sala de aula, sentindo o formigamento, ela ficou da cor de seus cabelos ao ver o anão segurando a mochila de Harry (acabando por rasga-la) tentando o entregar o bendito cartão na frente de vários alunos do castelo, ela se arrependeu naquele exato momento e então quis afundar a cabeça na terra quando o anão começou a citar seu cartão, sentado em cima das pernas de Harry caído no chão.

Teus olhos são verdes como sapinhos cozidos,

Teus cabelos negros como um quadro de aula,

Queria que tu fosses meu, garoto divino,

Herói que venceu o malvado lorde das trevas”.

Merlin o que ela tinha na cabeça quando escreveu aquilo? Seu coração se quebrou um pouco ao ver os alunos ao redor rindo do que tinha escrito, mas despedaçou mesmo quando ela viu que Harry tentava seguir as risadas dos outros.

Ela ouve seu irmão Percy tentar diminuir a comoção que se formara diante de Harry, e tentado olhar para qualquer outro lugar que não fosse Harry, seus olhos se depararam com Malfoy pegando algo que caíra da bolsa de Potter quando havia sido rasgada. Imediatamente toda a cor do rosto de Gina sumira ao identificar que era o diário de Riddle, ela olhava de Harry para o diário e do diário para Harry em completo terror. Não, não, não aquilo não podia estar acontecendo.

Harry estranhou seu comportamento, mas estava mais focado em ter o diário de volta. Com raiva por que Draco não queria o devolver, Harry lançou um expelliarmus e o diário voou da mão de Malfoy e Rony o apanha do chão. Draco ficou furioso com isso e Percy repreendeu Harry, que nem se importou, ele sente algo estranho e olha para Gina, que ainda olhava para ele e para o diário. Tem algo de errado com ela. Draco percebe a troca de olhares dos dois e grita ao passar por Gina:

— Acho que Potter não gostou do seu cartão!

Gina, com as emoções a flor da pele, sentia que logo choraria, tomada pela vergonha e, de coração partido, ela entra correndo para dentro da sala de aula com as mãos no rosto.

Rony ameaçou avançar para cima de Malfoy, mas Harry o impede, não querendo outra detenção para o amigo, mesmo que seu coração doesse ao ver Gina daquele jeito.

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Mais tarde naquela noite, Harry descobriu que o diário de Riddle, assim como ele suspeitava, não era nada inútil, afinal naquela mesma noite, com ajuda do diário, ele descobriu quem abriu a câmara na primeira vez. Hagrid.

Também naquela mesma noite, fora a primeira vez que Gina Weasley chorou por Harry Potter.

Notas finais
espero que tenham gostado ;) pf comentem oq acharam do capitulo, estou morrendo de saudades de vcs ♥ eu queria agradecer ao homem aranha escarlate e a drizi por terem comentado ao capitulo anterior, vcs sao demais meus amores ♥ tbm queria agradecer a todas as pessoas novas que chegaram na fic obrigada por disponibilizarem um tempo de suas vidas para lerem o que eu escrevo, obrigada tbm a quem favoritou vcs sao demais ♥ bom eu nao acho que eu irei postar ainda esse ano, na vdd eu tenho certeza, entao desde ja eu quero desejar feliz natal e que 2022 seja um ano em que coisas melhores viram e que enfim estejamos livres dessa doença, vejo vcs no proximo capitulo ou nos comentarios.