Notas iniciais
ola, ola, ola meus amores olha quem voltou, isso mesmo sou :D eu sei que vcs devem ter sentido saudades e devem ate esta com um pouco de raiva? kkkk me desculpem por ter sumido por quase três meses me desculpem mesmo pessoal nesses meses eu estive muito ocupada - na verdade ainda estou - com coisas da escola esse ano é meu ultimo ano na escola e eu irei fazer Enem então a pressão é grande alem do que tenho que fazer de projetos da escola :/ é duro mais eu estou sobrevivendo e ate conseguindo escrever para vcs apesar da demora me desculpem mesmo pessoal. nesse capitulo começamos as bombas de momentos hinny isso mesmo meu povo é agora que a coisa vai ficar boa kkkk enfim o capitulo ta grandinho eu espero que gostem e que aproveitem....boa leitura ;)

No verão de 1992...

Mais de uma vez aconteciam brigas nas manhãs à mesa da casa dos Dursley, todas pelo mesmo motivo. Harry Potter e sua anormalidade que assombrava seus tios e primo.

Naquele aniversario de doze anos de Potter era uma noite especial para Valter Dursley, que fecharia um negócio importante para sua empresa se tudo desse certo, acontece que Harry também recebera uma visita importante àquela noite, a qual destruíra toda a noite do tio e, pior ainda, a de Harry.

—---------------

No lugar misterioso de Harry e Gina...

— Um elfo doméstico? – Gina o perguntou pela terceira vez lentamente. Harry já estava ficando impaciente.

— Sim, e ele me disse para não voltar para Hogwarts, que eu não podia voltar. – Harry repetiu.

— Ele não te deu um motivo? – Gina indagou.

— Ele disse que alguém está tramando para acontecer coisas terríveis em Hogwarts.

— Vol… você-sabe-quem? – Gina supôs.

Harry olhou para Gina, ele admirava o esforço dela para dizer o nome de Voldemort, assim como admirava, secretamente e muitas vezes sem perceber, seu belo rosto, que agora ele via nitidamente. A via tão bem que agora ele sabia que Gina possuía sardas pontilhando seu rosto.

— Não, ele não conseguiu me dizer, me falou apenas que não era Voldemort. – Harry replicou.

— Isso tudo é muito estranho, para começo de tudo, eu nunca vi um elfo domestico desobedecer as ordens de seu amo. – Gina ponderou.

— Ele não parava de se castigar, nessa parte ele pode estar falando a verdade, mas ainda não podemos confiar, podem ter enganado ele. – Harry também refletiu.

— Ou ele a você, a mando de seu mestre. – Gina acrescentou.

— Você tem razão. – Harry concordou. Ela olhou para ele e o analisou.

— Você não me parece nada bem, faltou me contar algo? – Gina indagou percebendo a expressão abalada de Harry.

Harry lhe contou do episódio do pudim e da carta que lhe enviaram do ministério.

— Oh, meu deus, isso não é nada bom. O que vamos fazer? Eles não podem te trancar desse jeito. – Gina falou deixando um pouco da raiva fluir. Harry abriu a boca para dizer algo, porém foi interrompido pela famosa formigação no corpo.

— Estamos acordando. – Harry mudou sua fala. Gina não gostou nada da informação. – Gina, não se preocupe, dará tudo certo.

Só que Harry não tinha tanta certeza disso.

—-------------------

Três dias depois, na toca…

Mais cedo Gina ouvira escondido aos seus irmãos Fred, Jorge e Rony combinarem de pegar o carro voador do pai deles para investigar o motivo de Harry não responder as cartas de Rony, ou seja, era uma operação de resgate e, provavelmente, Harry estaria passando o resto do verão ali na toca começando dentro algumas horas, pois ela supôs que ao verem a situação de Harry – a qual ela já tinha conhecimento – eles o resgatariam e o levariam para a toca. E ela não sabia o que fazer, Harry ficaria ali pertinho dela até que as aulas começassem… como agiria? O que falaria para ele? O que seu irmão, Rony, acharia da amizade deles? Essa última pergunta não importava muito à Gina, mas ela sabia que Harry se importava com a opinião do amigo, afinal seria muito estranho explicar como os dois se tornaram amigos já que eles não tinham ideia de como eles conseguiam se encontrar e o porquê… resumindo tudo, Gina estava nervosa e a situação piorou ao o que ela acabava de ouvir, eles iriam essa noite à rua dos alfeneiros número 4.

—---------------

Um pouco mais tarde…

Durante a noite, como não conseguia dormir, Gina ouviu som de passos descendo as escadas – a madeira era velha e mesmo andando devagar podia-se ouvir o rangido – ela sabia que não era seus irmãos, pois os escutara sair antes e o barulho era mais leve. Ela conhecia aqueles passos, pois tinha que despista-los quando queria voar escondido, aqueles passos eram de sua mãe. Ela descobriu seus irmãos… eles estavam encrencados.

Gina teve mais certeza disso quando ouviu a voz da mãe muito irritada:

— As camas vazias! Nenhum bilhete! O carro desaparecido podiam ter morrido, podiam ter sido vistos… eu não acredito nisso… vocês se importaram com a enorme preocupação que senti? Claro que não! Eu não posso acreditar, não posso acreditar! – a voz da mãe só aumentava e Gina sabia que seus irmãos, no mínimo, abaixaram a cabeça perante a mãe. – Gui, Carlinhos e Percy nunca nos deram problemas assim… esperem até seu pai voltar.

Algum de seus irmãos deve ter tido a ousadia de responde-la pois sua mãe voltou a gritar que eles deveriam ter seguido o exemplo de Percy e que o pai deles podiam ter perdido o emprego, nessa última parte Gina concordou com a mãe. Os gritos para seus irmãos pareceram durar horas até que tudo silenciou e Gina soube que sua mãe tinha se dado por satisfeita por enquanto.

Gina ainda permaneceu um pouco em seu quarto, porém sua barriga roncou alto e, muito nervosa, ela decidiu descer.

— Deixe de bobeira, Gina, é só o Harry, você já fala com ele a tempos. – Gina conversou consigo mesma. Ela respirou fundo e desceu as escadas, de camisola, Gina só percebeu isso quando deu-se de cara com os já conhecidos olhos verdes.

O tempo pareceu congelar por um segundo. Molly, com um sorriso singelo, olhou de Gina para Harry, feliz por finalmente eles terem a oportunidade de conviverem juntos. Todos na mesa também dirigiram o olhar a Gina, porém, a menina fixou-se apenas em Harry, que começava a lhe abrir um sorriso quando ela, muito envergonhada, lembrou-se que estava de camisola, só que isso não importava muito à Gina já que sua camisola não mostrava nada e ela era apenas uma criança, acontece que ela sentiu algo estranho ao ver Harry, algo que ela nunca havia sentido. Um rubor surgiu em sua face, Gina odiava corar, só que ela não pôde evitar, assim como também não conseguiu evitar o gritinho que soltou e a perda de controle de seus pés, que fizeram-na correr de volta para seu quarto. Ela encostou-se na porta e escorregou até o chão sentando-se.

— Gina weasley, o que você acabou de fazer? Acabou de passar a maior vergonha da sua vida! Precisava ter corrido daquele jeito? E o grito? Merlin! – Gina falou repreendendo a si mesma.

Gina ficou ali se lamentando, não desceu nem mesmo quando ouviu seu pai chegar. Seu estômago reclamava, clamando por comida, só que nada a faria descer com Harry Potter em sua cozinha. Ela escutou sua mãe gritar irritada novamente, só que dessa vez com seu pai. Ela adoraria estar presente, adorava a cara que seu pai fazia quando a mãe gritava reclamações com as bugigangas trouxas que ele trazia para casa, só que ainda tinha aquele sentimento estranho que nunca havia sentindo, exceto quando olhou para Harry, que a fazia não se mover dali. Ficou lá até que ela ouviu passos subindo as escadas, sem pensar muito, ela abriu um pouco a sua porta, bem a tempo em que Harry e Rony alcançaram o andar de seu quarto, Harry pareceu sentir sua presença, pois no mesmo momento, seu olhar dirigiu-se para ela, em um impulso completamente movida pelo sentimento estranho, Gina fechou e trancou a porta.

— O que está acontecendo com você? – Gina sussurrou para ela mesma, ao mesmo tempo que ouvia eles continuarem seu caminho.

—--------------

Pouquíssimos minutos depois, no quarto de Rony…

Harry estava maravilhado por finalmente estar na toca, por finalmente ter tudo esclarecido, por finalmente ter férias de verdade. Ele estava perto de Rony, estava perto de Gina, esta última ele via somente em estranhos sonhos e agora seria a primeira vez que conviveriam de verdade, ele estava na casa dela! Mal podia acreditar, estava longe da rua dos alfeneiros número quatro. Tudo que queria agora era relaxar e aproveitar o resto das férias com Rony e Gina, ele só esperava que a repentina timidez de Gina não aparecesse outra vez quando estivessem a sós, ou pelo menos não com tanta frequência. Harry sabia que ela não era tímida e como Rony achava estranho o comportamento dela.

—-------------

A vida na toca estava sendo melhor do que Harry esperava, tudo na toca era mágico e incomum, Harry se acostumara rapidamente, completamente maravilhado.

O espelho da cozinha lhe gritava dicas de como se vestir direito – Harry tomou um baita susto na primeira vez que se olhou nele – se acostumara com as batidas nos canos no andar de baixo ao quarto de Rony, era o vampiro velho dos Weasley que os fazia quando achava que estava silencio demais, assim como já se tornara natural o barulho abafado de explosões vindo do quarto de Fred e Jorge.

Porém, Harry ainda não se acostuma com todos ali gostando dele e de sua presença, assim como estava difícil se acostumar com Gina tímida e com tendências a derrubar coisas todas as vezes que Harry aparecia.

Molly e Arthur também estavam muito felizes com a presença de Harry ali. Molly não cabia em si de felicidade, finalmente podia cuidar e proteger Harry como tinha prometido diante do túmulo de sua melhor amiga, ou pelo menos faria isso durante as férias do menino, todavia, isso era um mero detalhe, pois Molly estava adorando cuidar de Harry. No coração de Molly Weasley sempre cabe mais um. Ela lavava, passava e dobrava as roupas deles, fazia questão de lhe servir um prato cheio de sua comida e sempre perguntava se ele estava bem, e ela recebia sempre feliz a resposta que, sim, ele estava.

Arthur tentava fazer com ele o que fazia com seus filhos, lhe dar o máximo de atenção, Arthur ouvia ao menino fascinado com as invenções trouxas sem um pingo de magia, Harry parecia feliz em receber sua atenção.

Apesar da visita de Harry, tudo parecia normal na toca, exceto uma coisa que Molly e Arthur e toda a família estranhou, Gina estava tímida… ao extremo.

— Molly o que acha que Gina tem? – Arthur questionou em uma noite quando já estavam deitados na cama para dormir, Molly sorriu.

— Acho que nossa menina está tendo sua primeira paixonite. – Molly disse com simplicidade. Arthur virou-se e olhou-a de olhos um pouco arregalados.

— Ela não é muito nova para isso? – Arthur falou depois de alguns segundos calado.

— Não…, ela está totalmente na idade, Arthur. – Molly respondeu rindo da cara do marido, Arthur ficou pensativo.

— Ela está crescendo. – Arthur falou mais pra si mesmo que para Molly.

— É… logo entrará na adolescência. – Molly acrescentou.

— A fase mais difícil para se criar filhos. – Arthur comentou um pouco descontraído.

— A fase mais difícil para se criar uma menina, fazendo ela se tornar uma mulher forte. – Molly o corrigiu com uma pequena risada.

— Não será difícil com, Gina.

— Tenho certeza que não, nossa menina se tornará uma forte mulher. – Molly declarou.

— Como a mãe dela. – Arthur disse galanteador. Molly sorriu para marido e o beijou.

—----------------

No quarto de Gina…

— Gina weasley, o que está acontecendo com você? Você não é assim, normalmente você é falante, extrovertida, brincalhona! Mas quando está na presença de Harry você… congela! Fora que não tem controle sob seu corpo, derruba tudo que está pela frente. – Gina falava consigo mesma, andando de um lado para o outro em frente a sua cama. – Por favor, não me diga que você está…

Ela não conseguiu completar, desabou em sua cama e respirou fundo.

— Por favor não me diga que está se apaixonando. – Gina falou olhando para o espelho em frente a cama, porém seus olhos brilharam quando em sua mente surgiu um simples pensamento em Harry. Ela olhou apavorada para o espelho. – Eu não acredito! Não, não, não, não!

—----------------

Uma semana após a chegada de Harry à toca…

Naquela manhã chegaram as cartas de Hogwarts para Harry e os irmãos Weasley, incluindo Gina, que finalmente iria para Hogwarts e já começava a se encher de ansiedade para as aulas começarem logo.

Ela pensava com os seus botões em como seria finalmente ter uma varinha e em como seria o teste para a seleção das casas, quando Harry desceu junto ao seu irmão Rony para o café da manhã.

A reação foi instantânea, assim que seus olhos batem em Harry, ela não possuía mais o controle de suas mãos e seu mingau foi inteiro ao chão.

— Controle-se Gina, controle-se. – Gina sussurrou abaixando-se para pegar a tigela, tomando-se conta do que fez, seu rosto ficou mais vermelho que seus cabelos.

Gina não teve coragem de olhar para Harry outra vez e só ouvia o que acontecia na mesa, se repreendendo em pensamento por sua atitude tosca. “Você tem que parar com isso, Gina, já derrubou coisas demais”. “Você tem que se controlar...” ela olhou de relance para Harry em um lapso de coragem “urgente!” Ela ficou pensando em como poderia se controlar quando despertou ao ouvir seu nome.

— Espero que consigamos todo o material de Gina de segunda mão. – Molly falou.

— Ansiosa para a escola, Gina? – Harry questionou, sorrindo para ela. Gina o olhou muda e corada, conseguiu apenas acenar com a cabeça dizendo que sim. A menina quis dizer mais alguma coisa, porém, se atrapalhou toda e acabou de alguma maneira colocando o cotovelo na manteigueira.

— Essa é nova. – Gina falou baixinho consigo mesma, limpando seu cotovelo.

Infelizmente, ou felizmente, apenas Harry viu o que aconteceu, pois ela foi salva pelo gongo, ou nesse caso, por Errol, com uma carta de Hermione.

—-----------------

Um tempo depois…

Gina escutou Fred, Jorge, Rony e Harry combinarem de jogar Quadribol no pomar dos Weasley, ela não teve a chance de ao menos perguntar se podia ir também já que sua mãe a chamou para ajudá-la com a louça. Ao terminar, Gina subiu para seu quarto, ela ia começar a arruma-lo quando viu algo voando um pouco ao longe de sua janela que dava para o pomar, ela abandonou o que fazia e se aproximou da janela, abrindo-a. Um vento gostoso bateu-lhe no rosto, ela respirou fundo e olhou para os meninos jogando e sorriu.

Ela nunca havia visto Harry voar em uma vassoura e desde que ele a dissera que havia entrado para o time queria vê-lo voando em uma e agora ela tinha essa oportunidade, mesmo que ainda fosse no seu jardim e não em uma quadra. Gina não conseguia parar de admira-lo, ele era simplesmente genial em cima de uma vassoura sem contar que… como era lindo com os cabelos ao vento e o rosto relaxado com a liberdade de voar. Ela apoiou-se no parapeito da janela e ficou observando o jogo dos meninos, no fundo torcia para Harry não nota-la ali, se não estaria em apuros com a provável queda de sua janela do terceiro andar.

De alguma maneira, Harry sentiu a presença de Gina enquanto voava, ele olhou de relance para a toca, vendo-a na janela provavelmente de seu quarto, olhando-os. Harry sorriu feliz com aquilo.

Notas finais
eu espero que vcs tenham gostado ;) pf comentem oq acharam do capitulo me deixaria muito feliz e eu estou realmente curiosa para saber a opinião de vcs sobre ele ;D eu gostaria de agradecer a milena corrêa, celeste15, fada liny, mell grey, aly, maya weasley, nandaoliveira e a ana carolina Potter por terem deixado seus maravilhosos comentários que me encheram de alegria muito obg mesmo ♥ ♥ ♥ agora eu quero dá as boas vindas para quem chegou agora muito muito muito obg galera muito obg somos mais de 100 agora muito obg mesmo ♥ ♥ ♥ eu não sei quando eu irei postar mais saibam que eu não desistirei nunca da fic eu posso demorar mais sempre posto ;) minha rotina esta muito maluca agora não esta mais a mesma então pode demorar meses para mim postar novamente por isso peço que não se desesperem ok? eu sempre irei voltar, então ate os comentários ou próximo capitulo