Forgotten Faces

19 It's Your Chance To Be Happy Again


Notas iniciais
É isso galera finalmente chegamos ao último capítulo. Obrigada a todos vocês por lerem, recomendarem, favoritarem, e deixarem reviews, sei que tudo foi de coração e eu agradeço de verdade. Sem o incentivo de vocês essa fic não teria sido nada! Então obrigada por tudo. Saibam que cada comentário, cada palavrinha de vocês incentiando a Jacky foram de grande ajuda. Espero não terem achado tanta perda de tempo ;P hahahah
Curtam tanto quanto eu. Fiz com muito carinho!

POVJimmy.


– E então, todos de acordo? – Matt perguntou exibindo seu melhor sorriso. Assim como ele, eu também ficara entusiasmado com a ideia.


– Fala sério, eu já estou transbordando de inspiração. Muito tempo sem compor dá nisso. – Levantei em um salto feliz e não acreditando ainda que estávamos prestes a começar um novo álbum.


– Isso chama tesão acumulado. Muito tempo sem foder dá nisso. – Johnny comentou arrancando gargalhadas de todas na mesa.


– Cala a boca pintor de rodapé, ela falou que vem pro ano novo. – Depois da frase já estava eu montado no anão em uma perfeita chave de braço fazendo-o pedir arrego.


– Por falar nisso Rev, já faz quanto tempo? – Matt perguntou recolhendo nossos rascunhos para o enredo do álbum.


– Hum...Três semanas. – Voltei para meu lugar pegando outra garrafa de 40’ no caminho e um charuto. – Tá chegando aqui depois de amanha.

– E você esse tempo todo na seca? Não parece o cabeça de rato que eu conheço. – Zacky como de costume abriu a boca para falar merda.

Realmente estava na seca há bastante tempo. Admito que tive várias tentações só esse meio tempo e quase não resisti a maioria delas, porém a imagem de Jacky não sai mais da minha cabeça, realmente não sei mais por quanto tempo vou aguentar, por ela iria até o limite.

– Esquecendo um minuto a mulher que o James vai comer e não vocês. – Cam Rackam resmungou recolhendo todo seu material artístico. – Assim que decidirem o tema exato mandem pra mim, eu tenho que começar a trabalhar na arte.


Larry o nosso empresário então se levantou apressado olhando no relógio, recolheu sua parte do projeto e finalmente disse.


– A festa de vocês rapazes já está organizada, espero que tenham um bom natal e um feliz ano novo. – Larry se despediu de cada um recebendo tapinhas e braços apertados. – Fiquei entusiasmado com a proposta, na verdade estava até pensando em algo mais contemporâneo para esse álbum, temos tudo pra dar certo.


O grupo se dispersou assim que as mulheres chegaram. Mal saímos da casa de Matt e Samanta já havia chegado com Evelyn.


– Jiiiiiimbo! – Evelyn gritou a distância correndo e pulando em minha cintura como uma criança. Nós tínhamos uma ótima relação afetiva, ela me lembrava uma de minhas irmãs quando era mais nova. Suspendi a pequena no alto fingindo deixa-la cair, adorava essa brincadeira e geralmente tentava chutar meu saco no meio disso.


– Como está a minha smurfette? – Gostava de chama-la assim por conseguir ser menor que Johnny.


– Muito bem, obrigada! Cadê o meu Jojo? – Ela perguntou com sua expressão mais infantil e involuntária. Os olhos claros faziam um lindo contraste com os cabelos roxos ainda mais quando fazia biquinhos.


– Lá dentro com o Zacky – Apontei com o dedão por cima do ombro. – Hey Evelyn! – Segurei seu ombro antes que saísse saltitante atrás de Johnny. – Por que você não chega lá gritando o nome dele com aquela vozinha irritante de bebê?


Ela sorriu para mim percebendo a malícia em minha face. – Está querendo dar o troco nele por alguma coisa Sullivan?


– Uma brincadeira inocente. – Respondi piscando para ela.


Sua mão estendeu-se e eu entendi o gesto. Tirei uma note de 50 dólares do bolso e disfarçadamente depositei em sua palma. Dois segundos depois que a pequena partiu saltitante pude ouvir ao longe “ Jojoziiiiinho quelido peu amôô, qui xaudade do meu bebêê!” em seguida uma onde de gargalhadas fuzilaram a casa de dentro para fora, fazendo-me contorcer de tanto rir. Corri para o carro de Brian que já esperava impaciente de motor ligado, assim que ouviu a cena não deixou de rir e buzinar algumas vezes ao ver o anão sair emputecido de dentro da casa.


Estávamos indo para a minha casa dirigindo tranquilamente quando o celular de Brian tocou. Entre alguns murmúrios e reclamações pude entender que era Jason ao telefone.


– Porra seu cuzão, você falou que já estava tudo pronto!... Eu lá sei o que é gemada?... Ok,ok... Tá eu vo passar no mercado agora... O Jimmy tá comigo ele deve saber o que é. Falou. – Brian desligou o telefone jogando-o de volta no bolso do casaco. – Pequena mudança de planos

– O que foi?


– Os idiotas dos Berry’s se esqueceram de comprar vinho branco para a gemada. Vamos passar no mercado antes de ir para o sítio.


– Wow, “Synyster Gates empurrando um carrinho de compras de supermercado em plena época natalina” Essa cena merece ser registrada. – Brinquei com Brian que revidou com o dedo do meio.


– Milagres de natal meu caro Rev.


Acontece que organizamos nossa festa de natal e ano novo no sítio dos Berry’s. Era um pouco longe da cidade então já estávamos preparando tudo uma semana antes, Erika estava lá dês de semana passada com Evelyn e Samanta terminando a casa, voltando assim que a mesma estivesse pronta. Eu confesso que estou empolgadíssimo, dessa vez seremos só eu, Jacky e os caras, graças a Deus aqueles demônios... Digo, amigas a deixarão em paz por uma semana. Falo isso brincando, claro na verdade gosto muito delas. Principalmente quando não estão tentando me matar ou fazer em pedaços.


– Desce logo Rev, essa porra tá lotada. – Syn resmungou assim que estacionou em frente ao supermercado.


Realmente estava um caos. Carros abarrotados de compras de última hora, crianças correndo pelo pátio do estacionamento estonteando seus pais que pareciam já atordoados com os afazeres, filas quilométricas nos caixas normais e a maioria das prateleiras quase vazias. Era o inferno, ou só uma simulação?


Syn suspirou derrotado, pelo visto não fazia ideia de como se comportar em um mercado, debochei dele o caminho todo, o cara quase derrubou uma vassoura em cima de um garotinho! Continuamos andando em meio à muvuca, mas quando achamos que não podia piorar fomos reconhecidos por um grupo de garotas atoladas de sacolas. Gritaram espernearam e nos abraçaram até o osso. Ainda não satisfeitas uma delas, alta de cabelos castanhos escorridos, estendeu a câmera para outra do grupo dizendo:


– Por favor tira uma foto desse momento histórico, eu encontrei com os caras mais gatos do Avenged Sevenfold no supermercado! Isso é um milagre de natal! – A careta de “wtf” que Syn fez para mim foi torturante, não podia rir na frente das meninas.


Depois da foto elas finalmente se despediram deixando a alta por último. A garota nos abraçou porém continuou parada na minha frente como se esperasse algo.


– Então, eu queria saber se... Eu podia beijar você. – Sem vergonha nenhuma ela fitou-me com os enormes olhos verdes despreocupados.


– Bem, eu... Não sei se é uma boa ideia e... – A pequena mão agarrou a gola de minha camiseta levando nossos lábios a um rápido encontro chocante. Não passou de um selinho, um longo e demorado selinho. Antes que eu pudesse contestar ou falar algo a garota correu desaparecendo na multidão. Syn continuou me olhando com cara de abestado segurando as quatro garrafas que nos foram encomendados.


– Que porra foi essa? – Ele perguntou ainda meio surpresa enquanto nos dirigíamos para o caixa.


– Um beijo roubado eu acho. – Dei de ombros fingindo não ter ficado tão abismado quanto ele.


– Que merda, essa juventude tá cada vez mais perdida. Não vai contar pra Jacky né? – Sua sobrancelha arqueou em tom de dúvida.


– Brian, você sabe como ninguém que, depois que se perde a virgindade traição é coisa de sexo, beijo hoje é até bom dia. E depois era uma pirralha fanática qualquer não merece minha dor de cabeça.


– Finalmente uma luz nessa tua cabeça de vento. – Ele falou cutucando o topo da minha testa, e sorriu.


Era verdade, conhecendo Jacky provavelmente não ia ligar muito para isso também, não é? Eu não estava aprontando nem nada, pelo menos ainda não. Saímos do supermercado e fomos direto para a minha casa nos embebedar, os caras chegariam mais tarde então eu e Brian iríamos dar um jeito na minha toca de urso, qualquer coisa era bem vinda para que o tempo passasse mais rápido, em dois dias seria natal e, em dois dia ela chegaria.


POVJacky.


Assim que saí na sala de desembarque avistei Jimmy acenando indiscretamente no meio de uma pequena multidão, claro, não era nem um pouco chamativo um gigante tatuado de dois metros balançando os braços incessantemente no ar gritando seu nome como uma melodia.


– Você está tentando chamar eu ou o avião? – Falei assim que me aproximei.


Ele sorriu, adorava o desenho de seus lábios perfeitamente delineados que me contagiavam com a sua alegria. Era algo como o sorriso de um pestinha, uma criança feliz com a vida. Antes de responder me envolveu com os longos braços e selou nossos lábios sem cerimônia alguma. Assim que nos tocamos o calor em minha pele subiu, três semanas sem sentir aquele toque, aquele gosto, aquele cheiro... Foram três torturantes semanas longe de Jimmy. Passei minhas mãos por todas suas costas aproveitando cada pequeno pedaço de seu ser, trazendo-o cada vez mais para mim.


– Pelo amor de Deus crianças, vão para um quarto! – Uma senhora que estava ao lado falou em alto bom tom assustando-nos.


– Pô tia, ainda cabe mais um, tá afim? – Jimmy respondeu para a mulher que começou a tagarelar furiosa sobre a falta de respeito dos mais jovens de hoje. Saímos gargalhando antes que a doida voasse na gente correndo até o carro.


Apostamos corrida e mesmo sendo maior, eu ainda era mais rápida que Jimmy ganhando sem muito esforço. Estávamos em plena véspera de natal, e sairíamos do aeroporto direto para o tal sítio dos gêmeos. Conversamos animadamente durante o percurso da estrada, a neve já cobria todo o litoral de Huntington Beach, a antes tão agitada e quente cidade da Califórnia deu espaço a um espírito da mais pura calma, revelando o branco nítido dos flocos já amontoados em todas as esquinas e telhados. Os campos já da zona afastada demonstravam uma densidade de neve maior, paisagens planas e simples, porém extremamente belas. Era legal ver tudo aquilo ao lado de Jimmy, seus comentários eram profundos e engraçados ao mesmo tempo.


– Hey, eu tenho algo para te mostrar Sullivan. – Ele desviou os olhos rapidamente da estrada dirigindo-os para mim.


Afastei o sobretudo branco e levantei a grossa blusa de lã preta revelando a pequena linha que antes dera lugar uma ferida catastrófica. Agora não passava apenas de uma pequena cicatriz com a seguinte frase em seu contorno “Be there for the ones that you care.” Uma ideia que eu tive enquanto estava compondo com Eleonora. Simplesmente porque eu estive lá para Jimmy, alguém com quem me importo muito. Ele encarou a tatuagem sem dizer nada, ao mesmo tempo que um sorriso tentava se formar ele o continha.


– Não curtiu? – Mordi o lábio indecisa com sua reação.


– Achei linda, ficou ótima em você. – Ele desviou os olhos novamente para a estrada agora pensativo.


– Jimmy?


– Eu beijei uma garota. – Ele falou rápido quase abstratamente.


– Como?!


– Digo, ela me beijou! No mercado, há dois dias. – Ele estava nervoso, dirigia mais depressa. – Mas eu não quis! Era uma fã e tirou foto tagarelando o tempo todo, quando me dei conta à guria agarrou minha blusa e me beijou. Não foi de língua, se isso te preocupa e eu juro que nem a conheço! Até saiu correndo depois. – Ele finalmente sessou.


Ficamos em silêncio por algum tempo, não acredito que esse alarde todo foi porque uma fã o assediou no mercado, sim eu não gostei da história, mas o que poderia fazer? Se ele contou é porque isso o incomodou e para alivia-lo bastaria dar de ombros. Francamente.


– Era gostosa pelo menos? – Comentei sorrindo em seguida tentando demonstrar descontração.


– Eu não sei... – ele ainda estava meio perdido, mas em pouco tempo caiu na pilha. – Devia ser, pra ficar gamada no gostosão aqui.


Rimos, e com bastante jeito contornamos o assunto. Estávamos prestes a passar uma semana no sítio de seus amigos nada poderia estragar essa época. O carro passou por uma pequena e estreita entrada de chão logo chegando a um grande gramado extenso que contornava a casa principal. Era de madeira maciça e dois andares sobre uma plataforma de pedra. Estilo clássico e bem arejada sem falar que a decoração de natal apropriadamente pregada em volta da casa deixava-a lindamente iluminada, boa decoração só pode vir de Erika.


– FELIZ NATAL FILHOS DA PUTA! – Jimmy gritava enquanto estacionava o carro entre os dos outros. – Nossa última convidada acabou de chegar.


– Jacky! – Um coro de vozes femininas soou na porta, sorri ao ver todas as garotas correrem em minha direção acolhendo-me com fortes e sinceros abraços. Notei que havia uma pessoa a mais no grupo, uma mulher de cabelos compridos e castanhos, nariz fino e olhos amendoados.


– Você é a..? – Estendi a mão para a nova integrante tentando adivinhar quem saria seu parceiro.


– Michelle Dibenetto. – ela me cumprimentou mas sou sorriso não foi dos mais receptivos. Resolvi ignorar.


Fomos guiados por elas até a casa onde encontrei todo o resto do pessoal, mal cheguei e fui recebida com uma caneca de Irish Coffee, o perfume do café misturava-se ao aroma do whisky preenchendo o ambiente e fazendo minha boca salivar. Sentei com todos e começamos a conversar como de costume, só quando Jimmy surgiu na porta com as minhas... Bem ... Quatro malas foi que me lembrei de ajuda-lo. Não é que eu seje do tipo de garota que leva a casa na bagagem, mas eu fiz questão de comprar presentes para todos e até alguns extras caso esquecesse alguém.


Nos embebedamos a tarde toda como sempre, fizemos várias idiotices como escorregar no lago congelado, assistir Jimmy correr atrás de patos no meio da neve, guerras a nível expert de bolas de neve com Matt, Zacky e Brian, e depois tentar cozinhar a ceia de natal com os irmãos Berry e suas receitas exóticas. A noite de Natal não poderia ter sido mais perfeita. Os caras fizeram um tipo de coro de uma música improvisada passando a vez para nós, mulheres que conseguimos fazer outro ao mesmo nível. Jantamos e continuamos a fazer as mesmas merdas até meia noite. A festa foi geral distribui todos os presentes que tinha ganhando vários outros em troca. O tempo passou mais álcool foi ingerido até Johnny fazer um sensual estripe para nós no meio da sala ficando coberto apenas com um gorrinho vermelho tampando suas vergonhas. Depois da cena Evelyn, que também não estava no seu melhor estado, levou o pequeno para o quarto e provavelmente iria curtir o resto da festa lá. Brian estava com seu humor oscilante como de costume, quando estava com os amigos parecia feliz e reluzente, porém quando a tal Michelle o perseguia dependurando-se em seu pescoço como uma tipoia ele ficava mais sério e impaciente. Se parecia não gostar dela, por que a trouxe então? Fiquei pensativa por alguns segundos, mas toda a minha atenção em Brian foi desviada para o homem que me puxava pela cintura e começava a cafungar em meu pescoço. Seu cheiro era uma mistura deliciosa de charuto, chocolate e café e assim como seus lábios roçando em minha pele, fez-me arrepiar até a alma.


– Feliz natal Daniel’s, — Sorri com sua voz que soava sexy e ao mesmo tempo melosa.


– Pra você também Jimmy. – Puxei sua boca até a minha beijando-a lentamente. – Tenho algo para você.


Ele sorriu, ainda não havia dado o presente dele. Puxei um embrulho dourado de trás de mim e o entreguei. Era plano não muito grande. Jimmy sorriu curioso antes de abrir tentou adivinhar algumas vezes o que pudera ser, mas eu com a minha paciência sutil mandei-o calar a boca e ver logo.


– Daniel’s... – Ele fitou o velho e rústico porta-retrato com certa surpresa e ternura. Passou os dedos em seu contorno apalpando levemente a moldura de madeira. – Onde conseguiu isso?


–Sempre o tive guardado comigo. Era a única foto que eu tinha com você. – Sorri meio sem graça. – Eu sei como esse dia foi mágico para você, mesmo assim nunca tive coragem de dar a foto.


Era a fotografia do nosso primeiro show juntos, justamente do Pantera.Tinhamos cerca de 14 anos e Jimmy era fanático na banda dês de pequeno. Ao fundo conseguia-se ver as luzes ofuscantes do palco e a figura embaçada de Dimebag Darrell, Jimmy ainda tinha seus cabelos claros e a felicidade era mais que óbvia em seu olhar, ele gritava em altos pulmões nessa hora com uma de suas mãos levantadas prestes a pegar a palheta que Dimebag jogara para nós e a outra segurando a minha mão que na mesma empolgação era a única a olhar para a foto. Os cabelos negros e bagunçados esvoaçavam com o balançar da cabeça e ambos sorriam devido ao acontecimento.


– Eu tenho o cordão que fiz dessa palheta até hoje. – Comentou sem desgrudar os olhos brilhantes da imagem. Era como se o dia passasse novamente em sua cabeça. – Essa foto é muito especial mesmo Jacky.


– Eu sei. – Foi a única coisa que consegui responder devido o transe em que ele ainda se encontrava.


Jimmy então botou o pequeno porta-retrato em cima da mesa e voltou a me segurar.


– Porem tenho que dizer que está um pouco atrasada Daniel’s. Eu já ganhei meu melhor presente. – Ele disse cerrando o sorriso e fitando-me nos olhos.


– Ahm – Senti-me enrubescer ligeiramente. Achei que tinha acertado dessa vez. – E o que foi assim, tão especial que superou seu primeiro show do Pantera?


O sorriso então voltou a seus lábios que se aproximaram de mim mais uma vez.


– Você. – Ele riu. – Sempre foi e será você.


Assim como o natal, o ano novo foi perfeito,2008 deixara para trás uma marca eterna em meu peito e esperava novas aventuras agora em 2009. Estando ao lado de Jimmy nada mais me importava, como ele também fiz ótimos amigos que levarei para o resto da vida. Prolongamos a viajem o máximo que podemos até os tios dos Berry’s pedirem a casa de volta, nunca irei esquecer esse ano, apesar de ser difícil foi o melhor. Problemas? Todos têm, assim como dificuldades e tristezas, mas cabe a cada um de nós superar essas barreiras impostas pela vida e mostrar ao mundo a nossa verdadeira força. Muitas vezes te atiraram pedras e dirão que você não é capaz; limpe essa lágrima, erga seu punho e grite. Grite com todo o seu ar para que reconheçam seu verdadeiro valor só assim será visto.


O mesmo digo para as coisas que almeja. Corra atrás delas, não importa o quão distante e sinuoso o caminho seja, afinal tudo é para testa-lo, não desista de algo só por não parecer fácil. Assim como muitos eu errei, chorei, e me machuquei, e foram com esses fatores que no fim achei a felicidade. Querem saber de um segredo? Eu sofri, mas se pudesse... Faria tudo de novo, porque todos nós temos nosso lugar no mundo.


The End Bitches!

Notas finais
Bom, eu postarei em breve o prólogo da 2° parte AQUI MESMO. Então fiquem atentos haha!
Se você é um novo leitor que começou a ler a história depois do termino, deixe um comentário falando sua opinião! Seria tão legal da sua parte *-* HAUHAUAH
Mais uma vez obrigada por tudo, adoro cadaum de vocês, e logo quero saber a opinião de vocês sobre um projeto... enfim até a próxima (?)