Forget About The Lies
6 Capítulo 6 – Do not leave Me
Notas iniciais
Ainda não acredito que Luke fez aquela cena de ciúmes, e ainda por cima mentiu para mim, olhava dentro dos meus olhos e dizia que me amava, e bebeu mais do que devia, ele anda bebendo escondido?!,é isso, será que o diretor sabe, Luke sabe que eu não gosto que beba, mas ele me ignorou, até já sei quem seduziu ele, e ele me traia, e isso foi o motivo que me deu coragem para terminar, agora eu estou me sentindo. Como se faltasse alguma coisa, eu sabia o que era, mas eu não vou voltar para ele, voltar para quê?, para ele mentir de novo, e de novo para mim, não sou esse tipo de pessoa boba, que aceita tudo que o namorado obriga á fazer, quando olho para o relógio são 15:00 da tarde, estou chorando, limpei o rosto, virei para o lado e adormeci.
Acordei de um jeito um tanto diferente, alguém, alguém não, uma vaca, jogou água em mim, pulei da cama.
– Ah, suas vacas, vadias – disse irritada enquanto elas duas riam
– Nós sabemos que você nos ama- Disseram juntas
– Só se for na imaginação de vocês – eu gritei entrando no banheiro
Tomei uma longa ducha e me vesti, sai do banheiro, e me deparo com alguém sentado na cama, olhei apavorada.
– O que você ta fazendo aqui ? – eu perguntei
– Só quero conversar – ele disse
–Com que direito você tem de ir entrando no meu quarto sem ser convidado- eu disse irritada
– Calma ae! Eu quero conversar – Ele dsse- você é igual á sua mãe, não da para negar que você é filha dela – ele disse
– então vamos conversar – eu disse
– Eu sei que sua mãe disse para você, e nos começamos com o pe errado – ele disse
– creio que sim, iremos recomeçar – eu disse – Prazer sou Pietra, sua filha – eu disse
– Eu sou Diego – ele disse apertando a minha mão e nisso a porta se abriu com uma moça com telefone na mão
– Senhor Diego, é urgente, é preciso que você atenda – Ele disse num fio de voz
– licença – ele disse
– Toda – eu disse
Decido descer para ver se tem alguma coisa para mim comer, então ouço duas pessoas brigando, uma era a aquela menina que eu conheci na cafeteria, e a outra era o Dean ?, sim, ela era isso mesmo, fui indo em direção em parede próxima, com passos leves, me agachei para ouvir o que eles estavam conversando.
– Você está me deixando? É isso ? – ela pergunta inconformada
– Sim, estou – Dean disse firme
– NÃO ESTOU ACREDITANDO NISSO! – Ela gritou – Tudo por causa daquela piranha – Ela disse
– Não chama ela assim – Dean disse irritado
– Então prefere que eu a Chame de PUTA ? – ela perguntou, mas eu queria saber se era sobre mim ou não
– Nunca mais chame a Pietra de PUTA – ele disse mais bravo e prendendo as duas mãos dela no armário – Entendeu ? – ele perguntou, ah meu sangue subiu e resolvi sair dali
– Ah então eu sou uma PUTA? – eu perguntei Dean soltou
– Você é! – Ela disse
– você quer briga não é? Creio que encontrou uma – eu disse indo em direção e parando na frente dela
– Por favor meninas não briguem – Dean disse
– Você foi culpada de ter feito que ele terminasse comigo – Ela disse
– Eu não tenho culpa, se ele terminou com você foi por que você fez com que ele terminasse – Eu disse e nisso ela me deu um soco que desviei, e eu dei um soco na barriga dela, que caiu para trás, mas logo, ela se recompôs, e estava de pé, ela chutou meu rosto, ah, minha vontade era de quebrar ela, ela veio para cima de mim, fui dando chutes e socos em todo o seu corpo, chegamos na cozinha, era tudo que eu queria, ela me derrubou, e veio para cima de mim, peguei um banco e atirei contra ela, ela caiu desmaiada ao chão. Me Levantei e me recompus, Dean estava de boca aberta.
– Como você fez isso ? – ele pergunta resolvo explicar
– Sente-se a historia é longa – eu disse
– Eu amo historias longas – ele disse e riu
– Dean, quando eu era criança eu lutava com meu pai, treinava todo santo dia, até o dia que suspostamente me disseram que “ele morreu” segundo minha mãe, e depois disso eu treinei, mais um ano e parei, por que minha mãe casou-se, e o marido dela me proibiu de Treinar, e voltei a ativa o ano passado, treinava todos os dias, levantava as seis, me arrumava, e treinava até as sete horas, e depois ia para a escola, cada ano, tenho que me mudar, mas este ano será diferente – eu disse em um fio de voz
– E foi por isso que seu pai te mandou para cá ? não é mesmo ? – ele pergunta – Para você não treinar luta? – ele disse
– Creio que sim — eu disse
– Ainda bem que aqui, tem uma sala feita para quem luta, e não tem sido utilizada – ele disse e nisso o Diretor chega
– Fi... Quer dizer... Pietra... Aconteceu alguma coisa com sua mãe, e é urgente, sua casa pegou fogo e temo que a vida de Marisa esteja correndo perigo, ela está no hospital do Centro , Vá, logo, lhe dou autorização para isso- ele disse rapidamente não consegui entender
– Fale devagar – eu pedi
– Sua mãe está gravemente ferida e não sei se vai sobreviver – ele disse foi naquele instante que meu mundo caiu, queria chorar, queria ser forte, mas simplesmente não consegui, naquele momento, só importava minha mãe e Dean veio até mim
– Dou autorização á você á irem – ele disse fui até ele e dei um beijo na bochecha
– Obrigada... Eh... Diego... Pai- eu disse – Obrigado, Pai! – eu disse normal e os olhos dele se encheram de lágrima, Dean abriu a porta do carro e entrei, ele fez a volta e ligou o carro.
– Agora a senhora vai me explicar, por que chamou o Diretor de “Pai” – Ele disse
– Lembra que falei que o meu pai supostamente havia morrido, pois é, era uma mentira, para mim fica com a minha mãe, e ele é meu pai biológico – Eu disse chorando – Ela é a única razão por eu querer conhecer meu pai, meu verdadeiro pai, eu lembro algumas coisas, ele havia nos deixado quando eu tinha uns nove anos — eu disse
– Então você treina desde os nove anos de idade? – ele pergunta incrédulo
– Sim, no momento eu pensava que era s brincadeira, ele me fazia lutar, dizia que era so brincadeira, mas agora eu percebo o que ele fez! – eu disse e nisso nós chegamos
Fomos correndo para o hospital, chegando lá, fomos até a recepção e passei todas informações, nos disseram para esperar que o médico já vinha, sentamos, tentei não ficar nervosa, mas como não ficar em uma situação dessas, comecei a andar de um lado para outro, Dean me olhou preocupado, mas não queria olhar de voltar, eu só quero salvar a vida da minha mãe, um médico alto com estatura forte e alta, com os olhos da cor da noite.
– Olá, você é Pietra ? – Disse o médico
– Olá, sim sou eu – eu disse
– Olá, Sou o Dr. Mike – Ele disse apertando minha mão – Dean, o que esta á fazer aqui? – Dr. Mike perguntou
– Vim trazer a Pietra para ver a sua mãe – ele disse se levantando apertando a mão do Dr. Mike
– Como vai seu pai ? – Dr. Mike pergunta em um tom preocupado
– Está bem – Ele disse
– Se você, quiser ver sua mãe, ela está no quarto 32 no segundo andar, com licença, se precisarem de algo, peçam para a enfermeira – Dr. Mike
– Dr espera, como está o estado da minha mãe ? – eu perguntei
– o caso da sua mãe é grave, temo que ela não sobreviva – Dr. Mike disse
– muito grave ? – Dean perguntou
– muito grave, ela está respirando por aparelhos nesse momento, mas nós não sabemos se ela irá sair dessa com vida – Dr. Mike disse – Se me derem licença tenho uma cirurgia para agora – Ele disse e se despediu.
– Dean, vou lá ver como ela está – eu disse
– Okay – ele disse e sai correndo em direção ao quarto, chegando lá, vejo a minha mãe, deitada em cama de hospital, ligada á um monte de aparelhos, com o corpo cheio de queimaduras, entro no quarto, fico ao lado dela e começo á falar, como se ela pudesse me ouvir.
– Mãe, está á me ouvir? – eu pergunto nenhuma resposta continuo assim mesmo
– Mãe, quero que saiba que eu te amo muito, quero que saiba isso, e você para mim, é uma heroína – eu digo em um fio de voz – Mãe, fica aqui comigo, por favor – eu peço e começo a chorar, e as maquinas começam á apitar, chamo as emfermeiras, que logo chegam e me pedem para sair dali.
Estou aqui na sala de espera, já faz um 10 min e nada, Dr. Mike chegou com uma feição triste:
– Sinto muito, mas fizemos de tudo, tudo o que podíamos, mas – ele parou por um momento – Ela se foi – Dr. Mike disse e começo a chorar, pedi para Dean para me levar á escola. Chegando lá vou direto para o meu quarto, deito na cama, começo á chorar com o travesseiro no rosto.
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