Notas iniciais
Não sei como é que isto vai correr, espero que gostem. Dêem a vossa opinião por favor.

Annabeth POV

A adrenalina apoderou-se do meu corpo. Cada vez queria mais, não conseguia parar. Era uma sensação fantástica.

Quanto mais corria, mais satisfeita estava. O meu principal objectivo: caçar o veado. Precisava de sentir o seu sangue, eu estava faminta do seu sangue. Mesmo à distância conseguia sentir o bater do seu coração, cada vez batia mais depressa, o que me dava mais vontade do apanhar.

Finalmente consegui, mordi-o imediatamente na parte debaixo do pescoço pois sabia se o fizesse ele morria quase instantaneamente por asfixia, assim foi. Reparei que já não tinha pulsação então cravei os meus dentes um pouco mais a cima e comecei a chupar o seu sangue.

O sangue escorria pela minha garganta abaixo e eu ficava cada vez com mais energia. O pequeno-almoço acabara, tinha de ir para as aulas. Limpei o canto da boca que ainda continha gotas de sangue do animal.

Corri pela floresta, em direcção à cidade. Fui em direcção da minha casa, que ficava relativamente perto da escura floresta. Reparei que ainda tinha tempo suficiente para tomar um banho antes de ir para as aulas.

Dirigi-me à casa de banho, liguei a água quente, despi a roupa que tinha e entrei para a banheira. Estive lá pelo menos uns 15 minutos. Saí, sequei o meu corpo com uma toalha e com outra enrolei o cabelo. Pus creme hidratante, pois sempre gostei de ter a pele bonita, apesar de ser demasiado branca. Fui para o meu quarto, abri as portas do guarda-fatos e mais uma vez, não tinha nada para vestir entre o montão de roupa que lá estava. Acabei por escolher umas jeans bem justinhas, as minhas All Star, uma camisola e o meu casaco favorito. Tinha-me sido oferecido por uma pessoa muito importante, o meu irmão. Há anos que não o via, nem a ele nem ao resto da minha família por causa das minhas maluquices de adolescente, se é o que se pode chamar a uma rapariga com mais de cem anos mas que aparenta ter dezassete.

O casaco era de pele e a gola tinha pelo, a cor acastanhada a dar um pouco para o telha tornava-o lindo. O meu irmão, Jake, fê-lo uns dias antes de eu partir. Aproveitou a pele de uma vaca que tinham morto uns dias antes, tratou-a especialmente para mim, e o pelo da gola era de uma raposa que nós tínhamos caçado.

Ainda fui secar o cabelo, não queria apanhar uma constipação. Agarrei na minha mochila, nas chaves de casa e o mais importante, o meu telemóvel. Entrei no carro, e conduzi até à escola. Já estavam muitos estacionamentos ocupados, pois, naquele estado quando fazias 16 já podias tirar a carta, então quase todo o secundário tinha carro. O meu era um jipe que os meus pais me tinham oferecido à dois anos, apesar de eu já ter a carta muito tempo. Não era o primeiro carro que eu tinha, pois ia mudando conforme saiam modelos mais atuais.

Mal saí do carro a Joanna, a Patricia, a Chloe, o Joel e o Cameron vieram ter comigo. Como é que eu consigo estar com eles sem os matar por quere o seu sangue? Fácil, os meus pais ensinaram-me a só me alimentar de sangue de animais, não do humano. Assim sempre me consegui adaptar.

Joanna – Bom dia!

Eu – Bom dia!

Cumprimentei-os com dois beijinhos nas bochechas. Mas como sempre ao Cameron dei-lhe um no canto da boca.

Cameron – Tens um hálito esquisito!

Oh Meu Deus, tinha-me esquecido de lavar os dentes, deviam cheirar a sangue, o que era horrível.

Eu – Tenho?! Então deixa-me comer uma pastilha de mentol – disfarcei.

Agarrei as pastilhas do bolso pequeno da minha mochila e pus uma na boca.

Patricia – Já sabem?

Joel – Diz lá, ó jornal de notícias.

Patricia – Também te adoro Joel. Bem, como esta a dizer, parece que chegaram 5 novos alunos à escola.

Chloe – Hum, era mesmo do que eu estava a precisar.

Eu – Pronto, a Chloe já se apoderou deles.

Joanna — Vocês conhecem-na, parece uma desesperada.

Chloe — Hey! Não sou desesperada nenhuma, só gosto de apreciar as vistas.

Eu — Pois claro, apreciar as vistas.

A campainha tocou e nós dirigimo-nos à sala de aula. Sentei-me no meu lugar habitual, atrás de mim fica a Joanna, do meu lado esquerdo a Chloe e do lado direito a Patricia. Na minha frante nunca ficou ninguém, até hoje. Quando entrei na sala reparei que estava sentado na carteira à frente da minha um rapaz, tinha cabelo encaracolado, castanho, olhos verdes e profundos, tinha a sensação que os conhecia, e um sorriso super cativante e até fazia covinhas. Notei também que havia outros quarto rapazes que me eram completamente estranhos. Eram tão fora do comum, era tão ... lindos.

Chloe — Bem é só para vos informar que o loirinho é meu.

Eu — Já se está a apoderar dele.

Chloe — Estás interessada nele?

Joanna — Achas Chloe? Ela está é interessada no caracolitos que se sentou à sua frente.

Eu — Não estou nada!

Dito istou fui-me sentar. Daqui a nada o professor estaria na sala e ele gostava de ver toda a gente sentada.

Pus a pasta na costa da cadeira, tirei os livros e o caderno de matemática. Matemática, sempre foi tão secante, adormecia quase sempre nas aulas. Não sei como pois pelo que dizem os vampiros não dormem, mas eu devo ter uma espécie de anomalia.

- Olá!

- Olá!

- Eu sou o Harry, sou novo aqui.

- Annabeth, prazer.

- Então eu dou-te prazer?

- Já vi que tens uma mente bastante preversa.

Notas finais
O que acharam? Foi bom? Devo continuar?
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.