Forever Young
7 Moments II
Notas iniciais
Enjoy it ;)
Carol’s POV
– Vamos para casa? – Perguntou-me, encaixando sua mão na minha.
– Vamos! – Disse sorrindo.
Em vez de irmos para a casa dos meninos, resolvemos dar uma pequena passada em minha casa, pois assim eu poderia tomar um banho e colocar uma roupa mais confortável. Estava até pensando em chamar os meninos para dormirem em casa... Foi quando ouvi meu celular, tocando, ao som de “more than this”. Niall, assim que ouviu a melodia, olhou para mim e deu uma pequena risada
– Só para não perder o costume... Só porque conheci vocês não significa que não sou mais fã! – Olhei para ele rindo
Olhei no visor. “Juliana”.
“Ligação on”
– Alô?
– CAROLINA MIZIARA! COMO ASSIM VOCÊ CONHECEU OS MENINOS DA ONE DIRECTION E NEM ME CONTOU? – Ela gritava comigo, em português, então Niall estava um pouco confuso...
– O que? Como você soube? – Perguntei assustada, afinal, desde que cheguei em Londres, não havia falado com ela
– Então você não sabe? Você está em várias revistas internacionais e nacionais. Sem contar nos sites... Entra agora no site da Capricho e você verá!
– Espera ai! – Disse colocando no viva-voz – “Niall, conecta a internet do meu notebook?” – Pedi esquecendo-me que a Juliana estava do outro lado da linha
– O NIALL ESTÁ AÍ? – Gritou desesperada
– Juliana, primeiro: pare de gritar! Está no viva-voz! E segundo: sim o Niall está aqui na minha casa. – Disse resmungando. Logo Niall fez um sinal com as mãos me chamando para ler o que estava escrito no site. – Olha, depois eu te ligo tá? – Disse desligando sem ao menos esperar a resposta dela.
“Ligação off”
Fui em direção à Niall que estava na frente do computador, tentando entender o que estava escrito.
“Uma garota foi vista, nessa sexta-feira, caminhando por Londres, rindo e indo a restaurante com os garotos da One Direction. Fontes afirmam que ela é brasileira e seu nome é Carolina.
Passados dois dias, Niall foi visto saindo de uma Starbucks e seguindo para uma praça ao lado da mesma. Nossos paparazzi conseguiram fotos exclusivas do casal. Eles parecem apaixonados. E foram vistos indo para casa de mãos dadas.
E então meninas, o que acharam da Carolina? Será ela a nova namorada de Niall Horan? Ou apenas uma amiga? Não esqueçam de deixar seu comentário sobre isso.”
E abaixo da matéria, haviam mais algumas fotos de todos nós juntos no restaurante Petrus. Traduzi tudo para o Niall que me olhava como se pedisse perdão por algo.
– Carol, desculpa! Eu sabia que isso, mais cedo ou mais tarde, iria acontecer... Não queria que acontecesse agora, mas você sabe como esses paparazzi são... Me desculpa, de ver... – Coloquei meu dedo indicador em sua boca, calando-o.
– Niall, não se preocupe. Como você disse, mais cedo ou mais tarde isso iria acontecer. Agora, aconteceu, não temos o que fazer. Não precisa se desculpar, juro. Eu não me importo... – Disse sorrindo. Ele chegou mais perto de mim e segurou meu rosto com suas mãos
– Como você consegue ser assim?... Tão perfeita... Tão... Especial... – Perguntou-me, acariciando com seu polegar, minha bochecha. Fechei os olhos, sentindo seu carinho e assim que o fiz, senti-o chegar cada vez mais perto, me dando um selinho demorado.
– Bom, Niall... Vou tomar um banho ok? Fique a vontade! Não demoro! – Sorri.
Dei outro selinho nele e subi correndo as escadas. Fui para o meu banheiro e pluguei meu iPhone no amplificador, colocando “Everything About You – One Direction” e, empolgada, entrei no box, dançando. Lavei meus cabelos, me ensaboei e logo saí. Não queria deixar Niall esperando por muito tempo.
Me enrolei na toalha e logo percebi que havia esquecido de pegar uma roupa para usar. Saí do banheiro e dei de cara com Niall, que estava sentado em minha cama, usando internet. Assim que me viu, ele deu um sorrisinho malicioso, mordendo os lábios.
– Hm, desculpe, Nialler. Esqueci de pegar uma roupa! – Disse, dando uma pequena risada, envergonhada e fui para o meu closet, onde peguei uma roupa confortável ( http://www.polyvore.com/cgi/set?id=49368345&.locale=pt-br ). Voltei para o banheiro, tranquei a porta e me troquei. Saí novamente em direção ao closet. Tirei a toalha de minha cabeça, escovei meus cabelos e peguei o secador.
Estava secando meus cabelos quando Niall apareceu, abraçando minha cintura por trás e depositando leves beijos por meu pescoço.
– Você está cheirosa! – Murmurou com a cabeça escondida na curva de meu pescoço, cheirando-o, causando-me arrepios.
– Obrigada! – Disse, virando-me e passando meus braços em volta de seu pescoço, olhando-o nos olhos.
Ah, seus olhos... Eram profundos, hipnotizantes... E dentro deles eu podia ver sinceridade, amor, inocência e um brilho que eu nunca vi antes. Seus traços eram perfeitos. Sua pele era lisa e macia que nem a de um bebê, exceto pelo fato de que algumas pequenas espinhas nasciam em sua testa, devido à sua franja. Seu cabelo era macio e, se pudesse, passaria horas afagando-o. Seus lábios eram finos e tinham o mesmo tom rosado de suas bochechas. Niall era realmente perfeito.
Parei de encará-lo e iniciei um curto, porém, calmo e apaixonado beijo.
– Vamos para a casa dos meninos? – Perguntou-me assim que paramos o beijo.
– Nini, — disse rindo pelo apelido – Não vou agora! Vou dar uma passada em alguma livraria, comprar alguma coisa... Mas não demoro... Vai para lá... Depois eu vou tá bom?
– Ok meu amor... – Respondeu-me
– O que? – Perguntei sorrindo
– O que, o que? – Disse rindo
– Do que você me chamou?
– De... Meu amor?
– Awn Nialler! – Disse enchendo-o de beijinhos. – Enfim, deixe-me ir! Fica a vontade! Só me faz um favor? Quando sair tranca a porta e leva a chave contigo? Depois pego de volta! – Disse entregando a ele a chave.
– Claro. Vai lá amor! Até mais! – Disse dando um beijo na minha bochecha.
– Fui!!!! – Disse pegando minha carteira, guardando-a dentro da minha bolsa e saindo de casa. Chamei um táxi e pedi para ele me levar na livraria mais próxima, que por sinal era a sete quarteirões de minha casa. Paguei o taxista e desci. A livraria era enorme. Tinha dois andares, e no andar de baixo, havia uma parte em que havia um “Fran’s Cafe”. Comprei um café expresso e fui andar pela livraria, procurando algum livro que me agradasse. Estava lendo a sinopse de um livro quando percebi que dois homens, fortes, entraram na loja e sentaram-se para tomar café.
Terminei de ler a sinopse do livro e decidi leva-lo. O nome era “1599: um ano na vida de William Shakespeare”. Fui até o caixa e paguei a moça. Guardei o livro em minha bolsa e saí da livraria, tomando mais uns goles de meu café, que já estava no final. Resolvi ir a pé para casa, assim conhecia um pouco mais da bela cidade de Londres. Fui andando distraída, até que, dois quarteirões depois da livraria, percebi estar em um bairro pouco movimentado. E então percebi... Os dois homens que entraram na livraria, agora estavam me seguindo. Entrei em choque. Comecei a andar um pouco mais rápido e assim que eles perceberam, aumentaram o passo também. Eles se entreolharam e então começaram a correr até mim. Saí correndo, o mais rápido que pude, mas eu estava assustada demais, parecia que minhas pernas não me obedeciam. Fui pega de surpresa, um deles conseguiu correr até parar na minha frente, fazendo-me trombar nele. Ele aproveitou e pegou meus braços, me segurando fortemente. Logo, o outro nos alcançou e tapou minha boca, vendo que eu ia gritar. Com pouco esforço, eles me empurraram até um beco onde no final havia uma casa, pequena, e provavelmente abandonada. Eles abriram a porta aos chutes e me levaram para dentro. Me jogaram no chão e então, finalmente falaram algo.
– Pode gritar a vontade, não tem ninguém aos arredores. – Disse o mais alto deles, rindo.
– Quem são vocês? O que querem? O que vão fazer comigo? – Disparei, assustada.
– Ih gatinha, relaxa aí senão vai ser pior para ti! – Respondeu o outro, me dando nojo.
Eles estavam vindo cada vez mais perto de mim e eu fui rastejando para trás, até que não dava mais. Bati na parede. Um deles começou a beijar meu pescoço e o outro começou a passar as mãos em meus peitos, o que me deixou com nojo dele e de mim mesma também.
– Para com isso! – Disse tentando me esquivar deles.
– Gata, já mandei tu relaxar. É melhor me ouvir, se não as coisas vão piorar para o seu lado! – Respondeu-me com desprezo e tentando me beijar. Ele, vendo que eu estava lutando, segurou meu rosto com força e me beijou. Eu sentia cada vez mais nojo e como não respondia, ele era cada vez mais bruto. Até que minha boca começou a sangrar. Mas ele pareceu não ligar. Enquanto ele me beijava, o outro rasgava minhas roupas e arrancava-as fora à força.
– PARA! – Gritei já chorando e sem forças. Eu estava desesperada. Quando menos percebi, já estava de roupas íntimas na frente deles.
– Hm, gostosa! – Disse um me olhando de cima a baixo, maliciosamente. Ele avançou até mim e, com facilidade, rasgou minha calcinha e forçava seus dedos contra mim. Ele tirou meu sutiã e começou a morder, fortemente meus seios. Eu estava com dor. E o que eu menos queria, aconteceu. Ele tirou sua calça e penetrou em mim com força. Eu era virgem, até então, e sentia muita dor. Dei um grito assim que senti meu hímen se romper e em troca, recebi um tapa, extremamente forte, na minha cara, do outro
– PARA DE GRITAR, VADIA! – Gritou comigo, abaixando suas calças.
Não sei quanto tempo se passou, mas parecia uma eternidade. Eu estava com muita dor, e chorava muito... Eles vestiram suas roupas e, sorrindo maliciosamente, saíram da casa, me deixando sozinha, jogada no chão, chorando.
Com muita dificuldade, consegui ir até minha bolsa e pegar meu celular. Digitei o primeiro número que me veio à cabeça.
“Ligação on”
– Alô? – Era Liam.
– L-liam? Liam, me ajuda, pelo amor de Deus! – Disse chorando cada vez mais.
– O que houve Carol? Cadê você? Carol? Me responde!!! – Eu não conseguia falar de tanto que chorava. Eu estava muito assustada. Respirei fundo e soltei tudo de uma vez
– Liam, eu estava voltando da livraria quando dois caras me pegaram de surpresa, me levaram em uma casa abandonada, e Liam... – Eu não conseguia mais falar. Um bolo enorme na minha garganta me impedia. Eu comecei a chorar e soluçava alto. – Liam... Eles fizeram coisas horríveis comigo... Me ajuda... – Pedi desesperada
– AH MEU DEUS! CAROL, ONDE VOCÊ ESTÁ? – Perguntou-me visivelmente preocupado. Dei a ele o endereço e mandei-o vir sozinho.
“Ligação off”
Juntei a pouca força que me restava, para colocar meu sutiã e ao menos tentar me cobrir. Os minutos pareciam horas. E logo Liam chegou. Entrou desesperado e me viu jogada no chão, ainda sem roupa, apenas com meu sutiã. Ele pegou seu casaco e me cobriu. Ele não havia falado nada, parecia chocado. Pegou-me no colo e me levou até o carro, me colocando no banco do carona e colocando meu cinto. Eu não tinha forças. Eu não conseguia falar. Só conseguia chorar. Estava desesperada, com dor, com medo... Liam percebeu que eu não iria falar nada e então começou a dirigir. Fomos até a minha casa. Todos estavam na casa de Harry então eu não precisava me preocupar. Liam pegou-me no colo de novo e com facilidade abriu a porta. Trancou-a e subiu comigo, ainda em seu colo, até meu quarto. Ele entrou no banheiro, encheu a banheira e me colocou na mesma. Eu não ligava por estar pelada na frente dele, realmente não ligava. Eu só queria ajuda, eu só precisava dele agora. Ele, com muito cuidado e muito compreensivo, pegou um esponja, e, levemente, foi esfregando-a por cada parte de meu corpo. Ajudou-me a lavar o cabelo e me enxaguou. Abriu a porta do pequeno armário que havia na pia do banheiro procurando pelo kit de primeiros-socorros e logo o achou. Foi até mim com uma toalha, secou-me com cuidado e me colocou sentada na privada.
– Se importa? – Perguntou, com uma pomada na mão, apontando para o meu corpo. Fiz sinal de não com a cabeça e então ele começou a esfregar a pomada nos hematomas e colocar band-aids em meus machucados. Ele voltou para meu closet e pegou um moletom para eu vestir (http://www.polyvore.com/cgi/set?id=49376967&.locale=pt-br ) e me ajudou a ir para minha cama. Sentei nela, ainda em silêncio.
– Vou fazer um chá e trazer um calmante para você. Quer mais alguma coisa? – Perguntou-me atencioso.
– Algum remédio para dor, por favor... – Respondi com a voz fraca. Assim que ele saiu do quarto, abracei a almofada e as cenas voltaram na minha cabeça. Quando vi, as lágrimas já escapavam de meus olhos. E eram muitas. Minha visão já estava embaçada. Poucos minutos depois, Liam estava de volta e assim que percebeu o estado em que eu me encontrava, me olhou preocupado. Deu-me os remédios e o chá e sentou-se ao meu lado. Assim que terminei, ele me fez deitar nas pernas dele, enquanto ele afagava meus cabelos.
– Está melhor?
– Um pouco... – Respondi com a voz abafada. – Estou com nojo de mim, Liam... Ainda sinto as mãos deles em meu corpo. Não consigo esquecer. Tá tudo doendo Liam... – Disse com lágrimas nos olhos.
– Olha aqui, Carol... – Levantei e olhei em seus olhos. Ele enxugou minhas lágrimas e continuou – Eu entendo como você está se sentindo... Mas passou... E tudo isso o que você está sentindo, vai passar... Confia em mim... Eu to aqui com você... Eu sempre vou estar. Eu vou cuidar de você, pequena... Eu prometo. Eu não vou deixar ninguém tocar em você de novo. E quanto a dor, com o remédio que eu te dei e as pomadas que passei, vai melhorar logo logo... Antes que você perceba seus hematomas já terão desaparecido... Agora, dorme um pouco, você precisa descansar... Não vou sair daqui, eu prometo.
Dei um beijo demorado em sua bochecha e o abracei.
– Obrigada Liam. De verdade... – Disse deitando-me em seu colo de novo, sentindo-o continuar a afagar meus cabelos. Logo adormeci.
Não havia sonhado com nada, graças a Deus. Acordei, não muito tempo depois e Liam ainda estava lá. Ele estava assistindo um filme qualquer que passava na TV a cabo.
– Ah, você acordou... – Disse assim que me levantei de seu colo... – Chamei os meninos para virem aqui, vermos filmes e para comermos pizza. Espero que não se importe... – Disse e eu apenas dei de ombros, assentindo. Fui para o banheiro e preferi não olhar no espelho para não ver os hematomas e não lembrar de tudo outra vez. Escovei os dentes, lavei o rosto e logo saí do banheiro. Liam ainda estava sentado na cama. Fui até o seu lado, peguei-o pela mão e levantei-o para poder abraça-lo. Ficamos um bom tempo abraçados.
– Obrigada Liam. Obrigada, obrigada, obrigada. De verdade... Desculpa por fazer você passar por isso...
– Não me agradeça Carol. Eu te amo, e como disse, vou estar sempre aqui. E não se desculpe. Quero sempre saber tudo o que acontece contigo, quero sempre poder te ajudar. – Disse se soltando do abraço.
– Eu te amo. Muito! – Disse olhando em seus olhos.
– Eu também te amo. Demais mesmo. – Respondeu, dando um beijo, demorado, em minha bochecha. Agora vamos descer.
Quando descemos, encontramos os meninos já na sala. Assim que eles me viram, vieram correndo ao meu encontro e me abraçaram. Todos juntos. Comecei a chorar de novo, mas não como da outra vez. Eu chorava, mas apesar da dor que sentia, fisicamente e emocionalmente, eu estava feliz por estar com eles, e me sentia segura, sabendo que eles me amavam e estavam ao meu lado. Zayn foi pedir as pizzas, enquanto eles me acalmavam, no sofá. Assim que me acalmei, expliquei tudo, detalhadamente para eles, que me olhavam com olhares raivosos.
– Não acredito nisso. Vou matar esses desgraçados! – Disse Harry com os punhos cerrados e com ódio no olhar. Todos concordaram com ele e então percebi: eu não precisava ter medo. Eu estava ao lado deles. Tudo o que eu sempre quis. Eles, mesmo em tão pouco tempo, se tornaram muito próximos e eu sabia que podia contar com eles. Eu sabia que eles não iriam me deixar, como muitas pessoas fizeram. E então, a sensação de paz, segurança e conforto, voltou a se instalar em meu coração. Eu não iria esquecer tão cedo o que aconteceu. Os hematomas não sairiam tão fácil de meu corpo e a dor ficaria por um bom tempo junto a mim. Mas eu sabia, que com eles, eu podia enfrentar tudo.
Harry se levantou, pegou minha mão, olhou em meus olhos e, com sua perfeita voz, começou a cantar um trecho de “Moments” para mim.
– “Heart beats harder, time escapes me, trembling hands touch skin it makes this harder and the tears stream down my face. If we could only have this life for one more day... If we could only turn back time... You know I'll be your life, your voice, your reason to be my love, my heart is breathing for this moments in time, I'll find the words to say before you leave me today... Close the door. Throw the key. Don't wanna be reminded! Don't wanna be seen! Don't wanna be without you, my judgement is clouded like tonight's sky. Undecided, voice is numb... Try to scream out my lungs but it makes things harder... And the tears stream down my face... If we could only have this life for one more day... If we could only turn back time...” – E logo, todos estavam cantando junto a ele. Segurei minhas lágrimas, estava cansada de chorar. Assim que eles terminaram, pularam em cima de mim, me esmagando e me enchendo de beijos, me fazendo rir.
As pizzas haviam chegado, e logo, estávamos todos espalhados pela sala, vendo filmes. Niall estava deitado comigo em um sofá, abraçado a mim e segurando fortemente minhas mãos, como se tivesse medo de me perder. Virei-me para ele rapidamente e dei um selinho nele que apenas me abraçou. Voltei para minha antiga posição e terminamos de ver o primeiro filme. Logo no começo do segundo, acabei pegando no sono, devido ao calmante que havia tomado mais cedo... Não lembro de mais nada, a não ser de dois braços me envolvendo calmamente, sussurros, um lugar macio e um beijo na testa. Logo tudo ficou totalmente silencioso e eu finalmente consegui descansar.
Notas finais
Beijinhosssssss xx
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