Notas iniciais
Heey peoples,apesar de nenhum comentario :'( ta ai outro

_ Lê? alô! — Ela fez graça. — Terra, chamando marte. -

Pov Bianca


_ Ham..ah, nada! então, vou te deixar se vestir, te espero pra almoçar lá em baixo. — Se levantou sem mas ou menos.Assenti, peguei minha roupa e me vesti:

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E desci, Ludmila estava na mesa junto com Leon, ele implicava com ela puxando seu cabelo, Carlos chegou junto comigo e Esmeralda colocou a última travessa na mesa. -
_ Então gente! — Leon começou a falar, assim que me sentei ao lado da Ludmi. — Novidade pro cês.
_ Boa filho? — Esmeralda perguntou, vi que pelo tom da voz, já ficou preocupada. -
_ É sim . — Ele me olhou. — A Violetta vai trabalhar na central de fãs.
_ Mas que noticia boa rapaz. — Carlos ergueu a mão, bati e sorri. -
_ Que legal Violetta... — Ludmila sorriu toda empolgada. -
_ É sim..só tenho que agradecer o Lê, pela oportunidade e a vocês por me receberem aqui.
_ Tem nada que agradecer Violetta! — Meeh se sentou. — Mas e o apartamento do Palermo?
_ Então..de certo eu ainda não "comprei", como estar em construção, eu reservei, então vou comprar um aqui em Recoleta mesmo.
_ Certo, mas sabe que pode ficar aqui o tempo que quiser né guria? – Lê me olhou, como se fosse uma ordem. -
_ Lógico que ela sabe. – Carlos sorriu. -
_ Vai ficar mas fácil então..se quiser a gente pode te ajudar em tudo. — Meeh piscou. -
_ Eu, vou ajudar! — Lê se entrometeu. -
_ Contanto que não seja perigoso pra você Lê , vai sim. — Sorri. -
_ Então pronto, amanhã vocês vão ver isso! — Meeh pegou a jarra de suco e encheu seu copo. -
_ Ah..pode ser hoje?
_ Se não tiver cansada, claro. – Carlos falou enquanto passava a salada para Ludmi. -
_ Ai gente, ainda não acredito! – Luuh emfim teve alguma reação concreta. — Ter minha amiga perto de mim de novo. — Sorri com ela.Ficamos o almoço todo conversando, Lê contava seu dia-a-dia, eu contava como era a vida na Flórida, Meeh e Carlos contava nossas brincadeiras na infância.Após o almoço, subi, escovei os dentes e resolvi não trocar de roupa a minha tava boa. Lê foi trocar de roupa, vestiu uma calça preta, blusa polo listrada, azul com branco, tênis branco, toca azul escura e óculos.Entramos na sua ferra e ele deu partida. -
_ Esculta Lê.. — Sorri. — Você vai assaltar um banco?
_ Ah! — Gargalhou. — Não..é pra me disfarçar das minhas “Leonzetes”, se bem que..nem isso adianta. — Ele falava com um sorriso tão puro, tão lindo, tão ele. -
_ Você gosta delas né?
_ Elas são minha vida.
_ Lindo isso!
_ O que? — Ele abaixou o óculos até a ponta do nariz e me olhou. -
_ O amor, o carinho..a forma como você trata elas.
_ É o minimo que eu posso fazer né? conquistei coisas que jamais imaginei conseguir Villu.
_ Quem diria que cê, conseguiria ein? — Pousei minha mão sobre a dele, na marcha. -
_ Cê me ajudou, lembra? quando eu fazia as músicas, cê ficava dando opinião mesmo sem entender nada? — Rimos. -
_ Bons tempos.
_ Opa! — Sorriu. — Amanhã, te levo na central, pode ser? é pertinho daqui.
_ Se quiser hoje mesmo,Lê.
_ Não, hoje vamos comprar seu apartamento e suas coisas.
_ Aê! — Meu celular tocou, olhei, minha mãe, contei tudo para ela, desde que moraria em Recoleta, até o emprego.Ela ficou bem aliviada, já que tinha a familia do Lê lá.Desliguei quando paramos em um estacionamento bem grande, de um prédio. — Aqui?
_ Um dos melhores apartamentos da cidade, e o melhor, não fica longe da central e nem da minha casa.
_ Então vai ser aqui.
_ Mas cê nem olhou ainda muié.
_ Confio em você! — Sorri colocando o óculos escuro e descendo do carro.Entramos em um elevador, e paramos dois andares depois, conversamos com o corretor, que não acreditava na presença do Lê ali, nos arrancando risadas. -
_ Aqui a chave, podem ficar a vontade, se quiserem que eu vá..
_ Não cara, valeu! – Lê pegou a chave da sua mão, entramos no elevador, descemos no 14º andar, paramos frente a porta com o número 505. — Pé direito vai! — Colocamos os pés juntos e entramos, ele trancou a porta. — Bom, aqui é..a sala?
_ Parece né! — Sorri.Era bem espaçoso, as paredes brancas, limpinhas, era bem ventelado e claro.Como eu sempre quiz. -
_ Achei a cozinha! — Ele gritou.Fui até lá. -
_ Como você sabe que aqui é a cozinha? — Ergui a sobrancelha, e ele um panfleto do bolço.O desenho do apartamento inteiro.Sala, cozinha, dois quartos, sendo um mas espasoço e que lavava a sacada e com um banheiro e no corredor outro banheiro, menor dessa vez, ao lado a pequena lavanderia.A cada parte que eu conhecia de lá, eu me apaixonava mas ainda. — É esse! — Abri os braços da sacada do quarto. -
_ Eu também gostei cara.Esse quarto aqui é meu!
_ Ham? — O olhei incrédula. -
_ É o maior, tem banheiro e tem a sacada.
_ Sim..e você vai morar comigo é? — Gargalhei. -
_ Não, mas venho te visitar, vai que chove, e tenho que dormir aqui?
_ Tem o quarto de visitas pra quê? — Ele fez bico. — Tá bom, eu deixo você dormir comigo, Lê -
_ Hum.. — Ele sorriu maliciosamente, e me abraçou por trás. -
_ Hum nada tá? apenas dormir..
_ Seu namorado não vai ficar com ciumes do gatão aqui não?
_ Não que você se ache né? — Gargalhei. — Não..por que não tenho namorado.
_ Não? o que uma muié dessa tão linda, faz só meu?
_ Só que não.. — Sorri me soltando dele. — E as suas peguetes, não vão ficar com ciumes de mim?
_ Lógico que não, elas não tem nem tempo pra isso.Comigo é vapi te vupe. -
_ Safado como sempre né? — Revirei os olhos. -
_ Bora lá fechar o negócio então?
_ Vamos sim! — Entrelaçamos nossas mãos, e novamente o corretor não acreditava a presença do Lê ali.Passei para o meu nome e assinei tudo que tinha que assinar. -
_ Me dar o cheque! — Leon pediu. -
_ Ham? pra que?
_ Presente ué!
_ NÃO! Tá maluco?
_ Ah Violetta, para, presente de boas vindas.
_Leon, não! eu quero conseguir minhas coisas, por favor, não. — Ele fez cara feia. — Não faz isso coisa linda da mamãe. — Ele riu.Assinei. -
_ Pronto, ele já é seu! — O corretor ergueu as chaves. — Tudo que você precisa aqui! — E em entregou uma pasta de documentos. — Se não conhece as regras, tem uma apostilha explicando tudo ai dentro. -
_ Muito obrigada! — Apertei sua mão. -
_ Valeu cara. – Disse Leon fazendo o mesmo, nos levantamos e entramos no elevador. — É, seu apartamento.Posso vim te visitar né?
_ Bobo! — Sorri. — Claro que sim, quando quiser, aliás.. — Peguei a cópia da chave e ergui para ele. — Sinta-se em casa.
_ Ham..cê vai se arrepender disso. — Sorriu pegando a chave. -
_ Tenho certeza que não! — Ri entrando no carro. — Vamos pra onde mesmo agora?
_ Comprar suas coisas né?
_Lê, não é arriscado pra você?
_ Fica tranquila. — Deu partida, ele apontava cada parte da cidade, paramos frente a uma loja enorme, e lá encontramos um homem, me apresentou como André, seu segurança, ele era fechado, na dele, mas foi gentil comigo.Lê me ajudou a comprar cada parte da casa, desde os móveis, até a roupa de cama, decoração e louça de cozinha.Saimos da loja, quase dez horas da noite.Entramos no condominio. — Quero te levar em um lugar.
_ Mas tá tarde..
_ É perto, relaxa. — Concordei, enquanto ele fazia o contorno dentro do condominio mesmo, paramos frente a um lago, as luzes refletiam na água, deixando a cena sombria, porém, linda. — Gosto daqui.
_ É lindo.. — Me sentei no deck e ele ao meu lado.Olhei para cima. — A lua hoje tá linda não é?
_ Não quanto certa pessoinha. — Ele tocou meu nariz, olhei sem graça. — Cê é timida demais cara. — Riu. — Relaxa, eu não tô te seduzindo. -
_ Eu sei! — Ri me deitando para trás e continuando olhar as estrelas, ele se deitou ao meu lado. — Você gosta de ficar olhando as estrelas também?
_ Bom, não é meu esporte preferido, mas é legal.
_ Eu sempre gostei..lembra?
_ A gente fugia de casa, pra olhar lá de cima daquele prédio, por que lá, parecia que a gente tava mas perto delas. — Ri. — Mal eu sabia que tinha uma do meu lado. — Ele apertou minha mão, o olhei, e voltei a olhar para cima. -

Notas finais
Agora é sério gente eu preciso de comentarios senão eu tenho um troço.