(Narradora)

Mafalda ficou sozinha na escola para ver se encontrava algum vampiro. Começou a ouvir passos, ficou nervosa, será um vampiro? Será alguem pela qual não puderá dizer nada?

– O que fazes aqui? — perguntou Jonas, o primo de Andrea

– Jonas! — abraçou-o — Lamento muito.

– Obrigado. — começou a chorar — Mas o que fazes aqui?

– Eu...jurei a mim mesma que iria descobrir quem a matou, então aqui estou eu a descobrir pistas! — sorriu

– O director deixou?

– É que também mataram a minha tia, Prof Miranda...

– Ah, então é pelas duas... — sorriu — Também lamento. Vou indo

Mafalda suspirou de alivio, apagou a luz e colocou seus óculos de ver de noite e ao mesmo tempo de identificar um vampiro. De repente sentiu alguma coisa a passar por ela como se fosse o vento, então ela se lembrou que podia ser um vampiro. Foi agarrada com muita força e a luz foi acesa...

– Olá beleza, como te chamas?

– Não te interessada. — Maffy falou rispida

– Damon, ela não teu brinquedo, deixa-a!

– Não acham estranho ela estar aqui sozinha?!?

– Tenho que lhe dar razão Stef.

– Não interessa, não é para a matares!

– Alô! Estou aqui sim? Vão discutir mais alguma coisa sobre mim? O que faço aqui, queridissimo Damon ou la como te chamas, nao é da tua conta, mas sei que es vampiro!

– O que?

Mafalda foi solta, ela estava preparada para lutar mas mentalmente sabia que a qualquer momento podia ser morta. Foi então que uma lembrança de Sara lhe passou pela memória. "Cabelo preto, olhos azuis e moreno" será o Damon?

– Algum de voces matou Miranda Summers e Andrea? — Damon chocou ao ouvir esses nomes

– Eu não matei. — disse uma loira — Sou Caroline.

– Eu também não. — disse o outro moreno — Sou Stefan.

– Eu não matei essa tal de Miranda, e quem é essa Andrea? — perguntou Damon

– Se não foram vocês e se são os unicos vampiros aqui...vou-me embora...

– Espera... — Damon agarrou-lhe pelo braço ficando praticamente colado a ela e olhando-a nos olhos que pareciam querer derramar lágrimas — Quem és tu?

– Damon, não podemos ser amigos ok? Somos inimigos, mesmo que eu quissesse, não posso, é contra as minhas leis... — soltou-se dele sem sair do lugar, e sabendo que ele era quem Sara dizia, olhando bem naqueles lindos olhos azuis — ...desculpa. — e saiu dali