Forbidden Sword
4 Capítulo 4 - Nova Chance X Familiar
Após realizar a pergunta, ameaçando retirar a espada da bainha, Mary observou o animal de pelagem alaranjada, que no permanecia com uma expressão serena em sua face. Então, o animal logo disse com doçura:
— Sou seu familiar, bobinha. Sou o Cor, mestre.
Após a revelação, Mary suspirou, como se fosse um alívio e então retirou sua mão do cabo da espada. Então, com levesa Mary disse com levesa enquanto estendia uma de suas mãos até o animal, apontando para ele:
— Ok, mas em primeiro lugar, em público você será apenas uma raposinha fofa e pequena. Em segundo lugar, não quero um familiar inútil, então me diga suas habilidades, Cor.
Após dizer isto, o animal logo se sentou com delicadeza, enquanto exibia sua calda felpuda e laranja, então disse com levesa:
— Eu copio os poderes e atributos de meu mestre, isto inclui sua espada de madeira, mestre.
Então, Mary logo cruzou seus braços com uma expressão pensativa, e então logo fez uma expressão leve e com doçura logo em seguida estendendo uma de suas mãos ao vácuo, e então transportando uma bolsa até sua mão. E, com levesa ela disse:
— Você vai fazer a viagem aqui, vai lutar ao meu lado aqui e vai se divertir comigo ao meu lado. Estamos entendidos?
A raposinha fazendo um sinal de "sim" com cabeça em seguida, adentrou a bolsa que estava de travessado no corpo de Mary. Então, a protagonista estendendo uma de suas mãos a frente de seu corpóreo com uma expressão determinada, canalizou parte de sua mana em meio ao vácuo, assim logo abrindo um portal. Então, logo dirigiria uma de suas mãos até o capuz negro logo o vestindo e em seguida adentrando o portal, que no qual a levaria a Isekai.
—------ Isekai : 21 de Março de 1786 -----
Então, logo ao chegar ao local desejado, Mary estava a um metro de um chafariz, algumas casas e edifícios, além de uma rua completamente vazia e desértica, dando uma expressão de que o local era realmente inóspito. Então, logo fechando o portal, Mary logo abriu sua boca e gritou em alto e bom som:
— Ô seus galinhas! Venham cá, tem uma garota doida pra massacrar a cara de vocês!
— Mestre, você está doida?! O que você quer com isso?!
Então, Mary com uma expressão serena e calma, logo disse com levesa e doçura:
— D — I — V — E — R — S — Ã — O, meu caro. Agora, veja o quão maneira sua mestre é.
Então, com uma expressão de preocupão, a raposa tremia dentro da bolsa, enquanto Mary estava completamente confiante. Então, dentro de alguns minutos três cavalos com homens montados em cima logo adentraram a pequena rua. Os homens, claramente estavam muito nervosos pela atitude audaciosa de Mary. Então, quando estavam a cinco metros de Mary, desceram dos cavalos sacando os revólveres que estavam em suas calças, logo dizendo com um tom de brincadeira:
— Ei, vagabunda! O que pensa que está fazendo invadindo a nossa cidade?! Escute aqui, primeiro eu vou te levar ao chefe, e..-
— Escute bem, meu caro protozoário. Eu quero que você em primeiro lugar, me diga onde seu mestre está. E, em segundo lugar, decore bem meu nome: Mary Sherlock. Pois vai ser a pessoa que vai chutar a sua bunda.
O homem, enfurecido e os outros dois caindo na gargalhada, devido uma mulher estar desafiando o segundo no comando. O homem, com o revólver em mãos, logo disparou cinco vezes contra Mary, com uma expressão de nervosismo. Então, a protagonista vendo tudo em completa câmera lenta, apenas com uma expressão de quem estaria entediado, usufruiu de sua mana e em questão de milésimos de segundos, inverteu o curso das balas, fazendo-as acertarem o cano da arma dos três, impedindo-os de atirar contra ela. Então, os homens, com uma expressão assustada, logo se viraram e começaram a correr em velocidade alta, enquanto choravam. Então, Mary caiu na gargalhada, até começar a chorar, e disse ainda rindo:
— As galinhas saíram correndo que nem avestruzes! Meu Deus, vou fazer xixi daqui a pouco! Enfim, vou ir atrás deles. Cor, eu só gosto de me divertir, é o mínimo que posso fazer já que sou imortal! Enfim, vamos atrás desses bixas.
Então, Mary logo estendeu uma de suas mãos a frente de seu corpóreo, e canalizando parte de sua mana em meio ao vácuo, e imaginando os rostos dos homens, abriu um portal até uma espécie de "sala", onde continha uma cortina e os três homens, junto de outro atrás da cortina. Então, Mary disse novamente rindo, sem dar muita atenção ao que estava atrás da cortina:
— Mas são umas bixonas mesmo! Ficam pedindo perdão a um cara, que sequer mostra a cara! Meu Deus, morram de uma vez.
Então, os três homens logo apontaram para Mary com uma expressão de quem estaria apavorado, ainda ajoelhados e disseram:
— Foi ela, Chefe! Foi ela, essa bruxa quem inverteu o curso da bala!
E, Mary logo começou a rir por um curto período de tempo, enquanto estava com as mãos na cintura. Então, a cortina logo se levantou, e a luz adentrou a sala escura, logo relevando na verdade uma mulher, que na qual vestia uma yukata vermelha, e então com levesa ela se levantou de sua almofada, e então logo ficou a 1 metro de Mary, e então retirou sua katana da bainha e disse:
— Você, bruxa amaldiçoada, tirou a honra de meus homens. Eu lhe desafio para um duelo, Mary Sherlock!
Então, Mary colocando uma de suas mãos com levesa em sua cintura acentuada, e com uma expressão audaciosa, disse com doçura:
— O que eu ganho com isso? Poder, dinheiro, respeito..? Diga-me.
Os três atiradores, ficaram chocados, afinal, uma mera forasteira estava desafiando sua líder, que na qual tinha tanto poder e influência, além de ter muita destreza. Então, guardando sua espada, a mulher de aproximadamente vinte anos, elfa, olhos cristalinos e cabelos negros disse com voz forte e completamente séria:
— Eu lhe darei o que você quiser, caso você vença. E, você me dá o que eu quiser quando eu vencer.
Então, Mary logo cruzou seus braços e com uma expressão, um tanto sádica, iria aceitar o desafio, tão temido. Até que Cor, pulou para fora da bolsa, e então pulando desesperadamente disse:
— Mestre, isso é loucura! Você vai matá-la, e um bando de gente vai vir atrás de você, e..-
— Escute bem, Cor. Eu sei quando me conter, e quando quero matar alguém. Hitorishima, foi um belo exemplo, então, confie em sua mestre. Rainha da Cocada Preta, eu vou aceitar o desafio, vai ser à noite, um duelo de espadas. Enfim, te aguardo.
Então, com um ar de satisfação, Mary colocou ambas suas mãos no bolso de sua calça, com um olhar sádico. Então, logo virou-se para a porta da sala, que era parecida a um "dojô", e então retirou uma de suas mãos de seu bolso, no intuito de então abrir a porta e simplesmente ir comer algum lamén ou algo do tipo.
Então, a mulher achando que você o momento, em que sua inimiga estaria indefesa por assim dizer, dirigiu uma de suas mãos ao cabo de sua espada, e então retirou sua espada de sua bainha em torno de 0.25 segundos, e então logo dirigiu com um silêncio enorme a lâmina até a cabeça de Mary.
Porém, logo uma espécie de aura negra encobriu o corpo de Mary, o ar se tornou completamente pesado, e seus olhos se tornaram negros como a própria noite, sem alguma estrela para quebrar a escuridão. Então, logo após a lâmina encostar na aura de Mary, simplesmente se tornou pó em uma feição de segundos. Então, Mary se virando na direção da mulher, estendeu seu braço, em feição de tocá-la, para também torná-la pó.
A mulher logo tropeçou, tentando ir para trás recuando da aura aniquiladora de Mary, assim caindo ao chão, enquanto continha lágrimas nos olhos, e gritava em desespero, mas os supostos atirados já haviam saído da sala fazia muito tempo. Então, Mary logo ao perceber o que estaria para fazer, simplesmente "acordou", fazendo a aura negra cessar e seus olhos voltarem as cores anteriores. Então, voltando a sua posição anterior, disse com doçura:
— Minha cara, infelizmente além de... Exterminar, a sua espada, também vi através de você. suas memórias, medos... E conquistas, se eu quisesse chamar assim. Enfim, vendo o que você realmente é por dentro, não passa de uma pirralha segurando uma espada. Honestamente, te mataria no mesmo tempo em que empunhou aquela espada, então, faça bom proveito de seu "paraíso" agora, pois talvez alguém vá aparecer para chutar você daqui. Cuidado, Yuuka.
Então, Mary logo se virando com uma expressão calma e doce, e então logo abriu a porta e, no intuito de se retirar do local, estava a andejar calmamente até que algo lhe agarrou a perna, e então disse com uma voz choroza:
— Me... Ensine, por favor. Me ensine, como ser verdadeiramente forte.
Então, Mary virando-se e agaixando-se, disse com uma voz séria a garota:
— Escute, bem, pois não gosto de repetir nada. Em primeiro lugar, andar comigo é o mesmo que suicídio, pois eu adoro me meter em confusão. Em segundo, você é como uma criança para mim, que sequer consegue segurar uma espada. E para concluir, você quase faz eu me descontrolar, acredite lidar com aquilo, definitivamente não é bolinho. E aí, ainda quer que te ensine?
Então, Yuuka subindo ainda mais no colo de Mary, fazendo-a cair para trás, disse com os olhos cheios de lágrimas:
— Sim, quero que me ensine. Quero andar com você, batalhar com você e..-
— Já entendi, já entendi, caramba! Ok, pega algumas roupas e uma comida aí, e de prefêrencia ao menos duas adagas.
— Certo!
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