Forbidden Sword
2 Capitulo 2 - Organização X Major
—------ 06 de Janeiro de 1686: Japão, Hitori Shinma -------------
Após a confusão na Arena da Grécia, Mary e Akki abriram um portal, que no qual continha cor roxeada e negra, em frente a um estabelecimento aparentemente fofo, cores pastéis, principalmente rosa. Akki, claramente parecia perplexo, pois nunca viu uma Cavaleira-Bruxa, já que ambos são raros, e ambos eram coisas bem... Distintas, além de sombrias. E, alguém assim morar em um estabelecimento fofo, era algo estranho.
— Hey, Akki-chan, que ouvir sua voz. Antes você nem falava, e era um saco ter que ouvir gemidos. Se quiser, te faço gemer agora, seu vaga-..!
— Major, pegue leve com o Novato, ele não sabe nem o que está fazendo aqui. — Uma doce mulher com peitos ENORMES estava atrás do balcão, o estabelecimento fofo e com cores leves, parecia uma pousada com cafeteria. A placa dizia "Forbidden Sword — Pousada e Cafeteria". Enfim, a mulher continha um cabelo azul escuro, olhos azuis claro e usava uma roupa de empregada realmente moe ( algo fofo ). Porém, devido a expressão forte, ela parecia uma tsundere, além de ter uma saia curta e... Ok, parei.
— Nyan, Meiko-san você se desenvolve a cada dia, deixe-me checar como estão as coisas...
Meiko sequer teve tempo de responder, até que notou que a aparente criança de nove anos em uma velocidade tremenda, que fez algumas xícaras tremerem, chegou por trás da mulher e começou a apertar seus seios com aquelas mãos pequenas, enquanto serpenteava os olhos pelo corpo da mulher, que na qual ficava corada, até que caiu, completamente vermelha.
— Ah, suas reações continuam fracas, Meiko-san. Se quiser me bater, vai ter que melhorar isso! Até lá... Vou checar tudo que estiver aí todos os dias!
"Honestamente, foi essa criança tarada quem deixou todos boquiabertos e me libertou?", Era este pensamento que Akki tinha no momento, enquanto observou a cena constrangedora, entre Mary e Meiko. Então, após perceber que estaria corado de vergonha, e tentando desviar o olhar, Mary olhou para ele com uma expressão séria:
— Akki, sei que pareço apenas uma criança pobre com uma espada de madeira, mas a partir de hoje sou Marry, a Major. Estes olhos azuis, indicam o sinal de sua obediência a mim, além destas correntes. Enfim, a partir de hoje você é mordomo deste restaurante, assim como um de meus cavaleiros. Estamos entendidos, Akki-chan?
— Certo, Major. Mas, se incomoda se eu perguntar uma coisa?
A Major fez uma cara de pensativa por alguns segundos, até que disse:
— Não, agora não. Depois de uma semana, você poderá me perguntar qualquer coisa, menos o que eu não quiser responder. Enfim, abriremos em meia hora e sugiro que trate bem os clientes, Senhor Punhos de Mil Espadas. — Mary começou a rir muito, depois de dizer isso, e se dirigiu com uma velocidade absurda até os fundos do restaurante.
Era hora do Show, ele foi lutador por dois anos, além de ter sofrido por diversas torturas com chicotes e diversas coisas, além de ter sido "Amaldiçoado". Pessoas Amaldiçoadas, são pessoas que nas quais em busca de poder acabam por virarem monstros, ou algo parecido, e acabam perdendo a razão. Normalmente, os que colocam as maldições são os Bruxos, pessoas que normalmente usufruem de magia negra. Normalmente, são encontrados em becos ou dentro de florestas inóspitas, e habitadas por monstros e Amaldiçoados.
Marry, é uma das poucas pessoas que consegue desfazer maldições, além de ser uma cavaleira, e Major de uma Organização. Mas, enfim, a cafeteria abriu, e Akki estava confiante de que aquele é seu recomeço até que...
— Oh, cuidado com o meu café!
— Quente, quente, quente..!
Um desastre completo, derrumou diversos cafés, bolinhos entre outros alimentos no chão, honestamente aquele foi o pior dia de trabalho que ele já teve e que Forbidden Sword já teve em toda história. Só que, esta não era a pior parte, a pior parte era a Major e a Comandante, que sequer conhecera.
Era perto da meia-noite, até que Meiko passou por todos os funcionários, e começou a dizer em voz alta:
— Reunião geral, pessoal! A Major estará lá, hein!
Todos foram até o porão, não eram muitos funcionários, apenas uns dezoito no máximo, e Akki apenas seguiu a multidão, e então o que supostamente era para ser um "porão" velho cheio de caixas, era um enorme salão com mármore no chão e paredes brancas com diversas cadeiras, um palco e um microfone. Então, todas as luzes foram apagadas e apenas restou a do palco, todos logo ficaram quietos, enquanto a escuridão tomou conta da sala. Então, a Major, que agora utilizava esta roupa:
Junto de seu boneco de pelúcia, claramente desgastado apareceu em meio ao palco, onde tinha uma expressão claramente bem.. Infantil. Então, logo ao pegar no microfone, a Major logo abriu a boca por breves segundos até que disse em voz realmente alta:
— Todos estão me escutando?!
Todos fizeram um sinal de "sim" com a cabeça, então a Major fazendo uma expressão séria disse com levesa enquanto segurava a sua espada, agora diferente com a lâmina límpida e claramente muito nobre, disse:
— Bom. Pessoal, apenas gostaria de dizer que os "Bloddy Ax", estão começando a agir novamente. Já que trouxe cinco novatos hoje, dúvido que saibam quem são esses merdinhas. Mas, isso deixarei para a Comandante explicar, mas enfim, eles estão começando a fazer mais e mais Amaldiçoados, notei isso quando peguei alguns de vocês em diversos lugares no mundo, estamos falando inglês para que todos consigam falar conosco. Então, vocês de agora em diante serão meus Cavaleiros. Cavaleiros conseguem invocar "Magis", armas que nas quais são como a alma de vocês, só que materializadas em armas. A Comandante, Hikitori-san irá explicar melhor a vocês, além de dar-lhes aulas de japonês. O que quero que façam, é bem fácil de entender: Escancarem o cu desses caras! Pela sua Major!
— Cer-..!
Quando os soldados, iriam dizer em alto e bom som, revelando seus "Magis", se levantando e mostrando sua lealdade a Mary, as portas do salão abririam com diversos tiros de metralhadoras, que nas quais ecoavam pelo enorme salão, enquanto alguns soldados, que usavam roupas negras, com uma espécie de "capuz", com uma rosa vermelha no capuz, claramente não querendo serem identificados adentraram o salão. Todos os soldados morreram, com furos que jorravam sangue de seus corpos, enquanto se transformavam em pequenos pontos brilhantes azuis. Mary, dirigiu sua mão até o cabo de sua espada, enquanto pulava do palco, com o olho a mostra, na coloração azulada enquanto fazia uma expressão claramente de raiva, misturado com tristeza tremenda. Quando Mary, retirou a espada de sua bainha, uma espécie de força negra, e uma aura pesada cobriam seu corpo, como a alma de um assassino. Todos os soldados conseguiam sentir tamanha aura, porém, não recuaram e simplesmente colocaram um de seus indicadores nas metralhadoras, com tamanha velocidade, e simplesmente começaram a atirar.
Enquanto atiravam, as balas simplesmente viravam pó, perante a aura, enquanto Mary, simplesmente chorava, e continha um olhar azulado, porém vazio, sem vida, sem sentimentos...
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