Forbidden Sword

1 Capítulo 1 - Jogadora X Chuva Silênciosa


—---------- 12 de Abril — 1677: Perro, Grécia------------------------—-----

Era uma linda noite de luar, as lindas e transparentes gotas de chuva que caiam com graça, e transpareciam a linda luz lunar. As casas da cidade de Perro, onde apenas nobres, cavaleiros e os escravos moravam, continha o cheiro de sangue, pois acabava-se de ter uma intensa guerra, onde os escravos se rebelaram contra os nobres. O número de escravos era muito maior, então a vitória foi garantida. As chamas tomavam conta da cidade, os escravos celebravam a imensurável vitória que os libertara. A revolução, foi dada como "O Desastre de Perro", onde se sentia o forte cheiro de sangue, além de chamas vermelhas e intensas, que nas quais demoravam a serem apagadas pelas gotas de chuva, que logo se transformavam em vapor, voltando ao seu local de origem. Porém, algumas pessoas, e crianças de tanto nobres quanto escravos não tiveram tal chance, de voltar a seu lugar de origem. Então, ao final de tal evento, a cidade queimou em brasas ardentes, sobraram apenas algumas partes de castelos, mercados e o ódio ardente no coração de algumas pessoas, que viveram para contar tamanha tragédia...

------------------------- 05 de Janeiro — 1686 ------------------------------

— Sou Mary Sherlock, nove anos, nasci na cidade de Perro. Sem pais.

Uma pena que fora banhada em tinta azul anteriormente, escrevia levemente na folha de papel amarelada, aparentemente velha, por uma mão grande, áspera e morena. Aparentemente, o homem que escrevia as informações no papel parecia alguém ruim, e realmente era. Merluck, o Estripador, porém, graças aos céus se aposentou, ou não teria garantia se a raça humana poderia sobreviver, já que por várias vezes retalhou cidades. Moreno, alto, musculoso e... Um cabelo vermelho, que honestamente era muito espetado. Enfim, após acabar de escrever, o homem olhou para a garota de baixa estatura, pele realmente clara, cabelos brancos longos, que nos quais se estendiam até seus joelhos e um olho roxo, já que o outro era encoberto por um tapa-olho, de cima abaixo. Então, soltando um suspiro disse com voz forte:

— Garota, realmente quer morrer na pior forma possível? Você sequer tem equipamento, apenas essas espadinha de madeira, não fará sequer um arranhão.

A garotinha, que sequer tinha vestimentas adequadas, e além de tudo continha grilhões em seus pés, mãos e pescoço, disse com doçura ao homem, enquanto precisava subir encima da mesa para ficar de igual para igual:

— Espere, e verá, minha cara bactéria. — Após dizer isto ao homem, que ficou boqueaberto pela audácia da criança, porém, já que apenas queria dinheiro, deixou-a entrar no ringue sem problemas.

A porta do ringue se ergue, Mary sai da mesma andando com doçura e sutileza, além de um olhar assustador, enquanto os grilhões em seu pescoço e pés faziam barulho, todos na multidão riam ao verem que uma pequena garotinha, com uma espada de madeira esperando derrotar o ás das lutas gregas: Arckman. Venceu duzentas e setenta e quatro lutas até agora, todos os concorrentes acabaram mortos, e os sortudos acabaram sem alguma parte do corpo. Honestamente, a maior questão abordada era: Como que esta garota irá morrer? Mas, acalmem-se, veremos quem irá morrer ou ressuscitará.

Após Mary entrar, não foi necessário que o outro portão levantasse mais que trinta centímetros, que braços realmente musculosos, parecendo um monstro escancaram o portão. Era Ackerman! O olhar enfurecido, a pele morena, as marcas de chicotes em todo o lugar e o olhar enfurecido e louco, não faziam com que Mary recuasse, apesar da diferença clara de dois metros entre os dois. Então, o narrador entusiasmado com o derramamento de sangue disse gritando:

— Estão prontos, pessoaaaaal?! Do lado direito, uma garota de nove anos, baixinha e com uma espada de madeira, Mary Sherlock! — Após a introdução, deu-se para escutar diversos comentários, reclamando sobre a estatura de Mary, e alguns risos. Alguns diziam que ela não durava nem dez minutos direito, isso se desse sorte. — E do outro lado, o nosso campeão invicto, Ackerman! Ele sequer precisa de espadas ou qualquer arma, não! Apenas seus punhos valem mais que mil espadas! — A multidão caiu em elogios, poucas vaias e torcida de montes.

O narrador, fazendo deboche de Mary gritou em meio a multidão com risos:

— Garota, se quiser pode desistir e se tornar minha escrava de todas as noites! Vou adorar brin-

— Me nego, mera bactéria. — A multidão ficou boquiaberta com a fala da menina, enquanto o narrador rangeu os dentes.

— Ackerman, destrua-a!

Quando o narrador disse isso, o monstro cheio de grilhões quebrou-os e soltando um urro foi a uma velocidade surprendente que levantou toda a areia do campo. Então, após criar o campo ideal para Ackerman, que no qual era se esconder entre as sombras dos grãos de areia, Mary apenas dirigiu uma de suas mãos até o cabo da espada, onde retirou apenas um milímetro da espada da bainha pobre, o ar se tornou turvo, fazendo diversas lâminas de ar, que nos quais dispersou os grãos de areia que antes impossibilitavam a visão, além de lançar Ackerman para a parede do ringue, fazendo-o diversos cortes profundos, fazendo o líquido avermelhado sair dos cortes. Então, Mary colocando novamente a espada na bainha, fez com que o ar voltasse ao normal em seguida, além de ter feito uma chuva com os grãos de areia. Então, uma voz entre a multidão, apenas gritou:

— É a Lua Negra! É a Cavaleira-Bruxa! É a-..!

— Está louco, Narrador. Fala disso sempre que alguém de cabelos brancos aparece na cidade. Per-

— Finalmente, alguém que realmente me conheça, alguém que é realmente sábio. Meu jovem, se me conhece tão bem, o que acha que irei fazer agora? — Mary apontou ao jovem com uma de suas mãos, enquanto tinha um sorriso sereno em sua face.

— Retirar a maldição! É isso que a Forbidden Sword faz de melhor!

Após a fala do rapaz moreno de olhos azulados falar tal frase, Mary se dirigiu com levesa até Ackerman, enquanto permanecia com uma de suas mãos sobre o cabo da espada e então com uma expressão doce, Mary disse:

— Tu, que buscas tal poder horrendo, Ó pobre alma, liberto-te de tamanha calúnia. Você ficará ao meu lado para sempre, Akki-chan, como meu familiar e servo? — Mary estendeu sua mão até o monstrengo, que então colocou a enorme mão sobre a suave e lisa mão, e disse, tentando pronunciar algumas palavras:

— Eu... Sim... Servo.

Após as palavras da criatura que na qual chorava, enquanto sangrava, Mary dirigiu uma de suas mãos até o rosto cheio de cicatrizes, enquanto revelava olhos belos da criatura, que no qual eram como uma lua, devido a cor branca, e os cabelos morenos. Então, o ar se tornou pesado, e Mary com uma expressão serena dirigiu uma de suas mãos até um dos pés machucados do homem, então disse:

— Eu, Mary Sherlock, lhe agraciarei com meus poderes e sentimentos, Akki!

Após estas palavras, a criatura ganhou a forma de um belo homem, de pele morena, olhos azuis, cabelos negros como a vasta noite, e um belo terno, porém ainda teria um grilhão em sua perna esquerda devido ao contrato, e suas feridas estariam bem. Após tal ação, todos no público começaram a vaiá-la:

— Feiticeira! Bruxa! Ser das trevas!

Enquanto jogavam coisas em Mary e Akki, Mary dirigiu uma de suas mãos a frente, assim materializando uma espécie de "matéria negra", e então fez um portal, e pegando Akki pela mão, correu em direção ao portal onde alguns segundos antes de entrar no portal, levantou o dedo do meio a platéia, e entrou dentro do portal, onde no qual fecharia em seguida junto de Akki.