Forbidden Love - Amor Proibido
7 Memoria descoberta...
Notas iniciais
Tentarei non demorar tanto assim de novo, minna, eu juro =3
BOA LEITURA o/
Milo não sabia como reagir. Como assim seu corpo havia sumido?! Justo agora que ele havia conseguido pelo menos uma pista sobre o seu passado?!
- Kamus... O pequeno fantasma o chamou. Queria tocá-lo, porem sua mão atravessou-lhe o braço devido ao seu estado emocional instável.
O ruivo não percebeu esse detalhe, fez um sinal para ele esperá-lo ali enquanto ele iria conversar com seu chefe do lado de fora.
- Me desculpe pela demora, Shion. Agora me responda: Que historia é essa do corpo do Milo ter sumido?! Kamus perguntou, já do lado de fora
- Milo? A voz do outro lado da linha parecia confusa Quem é Milo?
- Hã... Não é ninguém, desculpe... Se lembrou que ninguém sabia quem era o garoto que havia morrido, a não ser ele Mas que historia é essa do corpo daquele garoto ter desaparecido?
- Bem, hoje iríamos prepará-lo para ser cremado. Como não houve notificação de nenhum desaparecido com a aparência dele, ninguém o procurou, não sabemos quem é ele e não existe nenhuma fixa dele em lugar nenhum, nem na assistência social, não podíamos deixá-lo aqui, iríamos cremá-lo. Só que... Bem... Não encontramos o corpo!
Kamus respirou fundo, tentando se acalmar
- Alguém entrou para vê-lo?
- Como eu disse Kamus, é como se esse garoto nunca tivesse existido!
- Já avisou a policia?
- Já sim... Mas até parece que aqueles caras vão dar importância para isso.
O francês passou as mãos nos cabelos, um típico gesto nervoso.
- Espere só um pouco Shion, irei para ai e resolveremos isso. Só darei uma rápida passada em casa.
- Se é o que quer Kamus, tudo bem. Só que quando chegar venha para minha sala. Seu querido namorado deixou um recado para eu te dar.
- Certo Kamus contém um sorriso e desliga logo em seguida.
Ele entrou novamente na pequena biblioteca e chamou o pequeno fantasma, com um gesto para não chamar a atenção das pessoas.
Milo guardou a pequena noticia de jornal e foi até o ruivo.
Os dois pegaram um taxi e voltaram para casa. Com muito custo, o ruivo conseguiu fazer Milo ficar no apartamento, enquanto ele voltava para o hospital.
OoOoOoOoO
- Você é meu, Milo, apenas meu! O homem sussurrava ao corpo sem vida enquanto o deitava na cama.
Colocou novas roupas nele e deu um breve beijo em sua testa.
- Agora durma um pouco, meu querido, logo irei acordá-lo, eu prometo! E saiu pela pequena porta, deixando o corpo de Milo deitado na pequena cama, do estranho e acabado quarto.
OoOoOoOoO
Após ser deixado por Kamus, Milo tentou achar algo para fazer. Tentou ver TV, mas não havia nada de bom, tentou comer algo, mas não estava com fome. Tentou até brincar de assustar algumas pessoas do prédio, mas logo se cansou disso também.
Resolveu então ver o que podia fazer como fantasma. Não que se sentisse verdadeiramente morto, mas queria saber o que conseguia e o que não conseguia fazer.
Bem, primeiro ele tentou levitar, afinal fantasmas podiam voar, não é? Ele subiu em cima do sofá e pulou.
Caiu de cara no chão
Segunda tentativa.
Bateu na quina da mesa. Bem, isso era bom, ele pelo menos havia feito uma descoberta. Não sentia dor.
Terceira tentativa.
Ele estava voando!
O loirinho ria com gosto enquanto levitava por toda a casa do medico.
- OK, ok, concentração Milo Ele se lembrou, então desceu e foi para frente de algum espelho.
Ele sabia que havia certos momentos que as pessoas poderiam vê-lo, afinal fantasmas não podiam vagar para sempre não sendo vistos.
Quando ele se olhou no espelho, confirmou isso. Não conseguia ver seu reflexo. Então respirou bem fundo e fechou os olhos.
Quando tornou a abri-los, estava vendo seu reflexo
- Eu estou mesmo acabado... Ele falou, olhando para seu estado.
Com um suspiro, ele voltou para a sala. Não queria continuar a se ver naquele estado. Deitou-se e fechou os olhos. Respirou fundo e deixou sua mente vagar.
No primeiro momento nada aconteceu, mas aos poucos uma turva e estranha imagem foi se formando.
Milo estava em um lugar que parecia um hospital. Ele corria, parecia que fugia de algo.
- Não posso me atrasar! Ele falava com sua voz infantil, tentando não ouvir os gemidos de dor que eram ouvidos por onde passava.
Ele entrou em um corredor sem saída no terceiro andar. Entrou as pressas no quarto que havia a sua direita, tapou o nariz para tentar ignorar o cheiro do local.
- Milo! Volte agora mesmo para o laboratório ou arcará com as conseqüências mais tarde!!! O loirinho ouviu alguém falar atrás de si, porém ignorou. Foi até o canto mais distante do quarto e se abaixou, empurrando um pedaço pequeno e estreito na parede, revelando uma pequena, estreita e fedida passagem.
Entrou ali, ouvindo os gritos ficarem mais próximos. Fechou a passagem e começou a se arrastar pela estreita passagem de terra. O pequeno mantinha os olhos fechados enquanto se arrastava, pois sabia que não gostaria do que iria ver naquele local.
Depois de muitos minutos, viu a luz do sol aparecer. Depois de se acostumar com a claridade, saiu correndo novamente pela enorme floresta até alcançar uma clareira totalmente florida.
Milo se aproximou de um garoto um pouco mais velho que ele, arfante.
- Me desculpe à demora... Tive alguns problemas. Ele falou e sorriu para o garoto, esquecendo-se de tudo o que passou para chegar até ali.
- Tudo bem, não se preocupe com isso. O importante é que você chegou O garoto respondeu Mas... Milo, eu tenho algo para te contar...
- O que? Aconteceu algo? O loirinho ficou preocupado. Segurou uma das mãos do amigo para transmitir-lhe confiança.
- Sim... Meu pai está doente, sabe? E como mamãe está aqui, eu não terei ninguém para cuidar de mim quando ele for para o hospital e ficar internado. Então eu terei de ir morar com alguns parentes meus...
- Você... Vai me deixar...? O escorpião perguntou, com a voz chorosa e os olhinhos marejados Vai... Me abandonar?
- Me desculpa Milo... De verdade, me desculpe. Mas a decisão não é minha... Ele o abraçou, consolando-o
- Quando você vai?
- Irei hoje à noite.
- Quando... Vai voltar?
Milo sentiu ser solto dos braços do mais velho e ele passou a olhá-lo nos olhos
- Eu não sei...
O escorpião nada falou, apenas ficou olhando-o. O mais velho deu um fraco sorriso e um breve beijo na bochecha de Milo, depois foi se afastando, sem olhar para trás.
- Eu... Eu irei te esperar! Milo gritou, enquanto o via se afastar lentamente Irei te esperar o tempo que for necessário! Sei que irá voltar! E quando voltar iremos brincar ainda mais! E colher muitas e muitas flores! Isso é uma promessa, pois eu-
Nesse momento o fantasma abriu bruscamente os olhos. Estava ofegante e assustado.
- Zeus... O que foi isso?! Ele se perguntou Nunca, nunca, nunca mais farei isso de novo! Nunca! Ele se prometia, enquanto se levantava e andava de um lado para o outro, tentando se acalmar.
Nesse momento algo voou de seu bolso. Era a noticia que ele havia encontrado na biblioteca.
Milo a pegou e a releu. A matéria começou a lhe parecer interessante, porém seus olhos não conseguiam se distanciar daquela foto...
Como se tomasse um choque, o fantasma a soltou. Era o local que ele havia visto em sua memória recém descoberta...
Notas finais
1°: Sorte.
2°: Sofrer até consegui-las de volta.
O Milo por enquanto está indo pela sorte.
Quem será que era o menino que estava com ele, hein...?>3
Háháhá, um dia vocês saberão =p
No mais, espero que tenham gostado. Em breve voltarei com o prox cap, eu juro >_
Kissus minna, e espero reviws o/
Fale com o autor