Forbidden Love - Amor Proibido
2 Capítulo 2
Notas iniciais
Agradeço, de coraçao, a todos os que mandaram review no primeiro cap ^_^
E como prometido, estou-me aqui com o segundo.
E vou prometer uma coisa a voces, a cada cap que eu postar irei colocar uma imagem dos santos que eu gostei, como presente pelos reviews ^_^
Enton boa leituraa o/
-VV-Você?! C-Como?!
O garoto deu um pequeno pulo, assustado pela aproximação repentina do outro. Seus orbes azuis estavam arregalados, seus cabelos loiros estavam totalmente despenteados e com varias manchas de sangue, suas roupas rasgadas e ainda por cima, havia um enorme hematoma em seu abdômen (dava para se ver por um buraco na blusa). Ele estava exatamente como havia chegado ao hospital.
-Senhor Kamus? – O loiro chamou pelo médico – Seu nome é Kamus, não é?
-Como sabe? – Perguntou o ruivo ainda não acreditando em seus olhos. Estaria sua mente lhe pregando uma peça?
-No hospital... Eu me lembro que você estava cuidando de mim... Depois tudo ficou escuro por alguns segundos e... Eu acordei aqui... – Respondeu o garoto limpando as lágrimas que ainda estavam em seu rosto — Me diga, senhor Kamus, onde estou?
O ruivo nada respondeu, apenas se levantou de onde estava agachado até então e caminhou até um pequeno armário onde ele guardava várias bebidas. Pegou um vinho de sua preferência, pegou um copo e o encheu até a boca, levou o copo aos lábios e o virou, tomando todo seu conteúdo em apenas um gole.
O menino se levantou, saindo de trás do sofá com alguns passos vacilantes, se aproximava do médico.
-Senhor Kamus...? – Chamou.
-Isso é alguma brincadeira? – Perguntou se virando para o loiro – Me responda, isso é alguma brincadeira?!
-O-O que o senhor está falando? – O garoto estava ficando assustado.
-Do que estou falando? Eu estou perguntando o que significa isso! É alguma brincadeira de mau-gosto dos outros médicos daquele hospital? – Se aproximou do loiro e pegou o pulso dele, apertando-o – Me diga, quanto eles te pagaram para fingir ser aquele paciente?
-O-O senhor esta me assustando... – O loiro tinha os olhos arregalados em puro pavor. Estava com medo que aquele homem lhe fizesse algum mal.
-Assustando? – Ironizou – Estou olhando para o meu paciente que nesse instante deve estar no necrotério. Eu que deveria estar assustado! Além disso – Apertou o pulso do menor mais forte – Se você é mesmo um fantasma, eu não conseguiria tocá-lo, não?
-Do que está falando? – Perguntou o menino, para, instantes depois indagar assustado – E-Eu morri?!
-Não precisa continuar fazendo esse teatro! – Esbravejou o ruivo. Viu que o menino estava mais assustado do que antes.
-S-Senhor Kamus... Por favor, eu não estou entendendo nada! – O menino praticamente gritou enquanto fechava seus olhos com muita força, instantes depois ele ouviu o som de alguém caindo. Abriu os olhos.
O aquariano estava caído no chão, atrás do loiro, os olhos assustados e a boca aberta olhando para seus pés. O loiro seguiu o olhar do outro.
Contendo um grito olhou novamente para o ruivo. Este havia desmaiado tamanho o susto.
O corpo de Kamus, no instante que o loiro havia fechado os olhos, parecia que estava segurando o ar, a mão que ainda estava segurando o pulso dele ultrapassou todo o corpo do loiro. O susto foi tanto que o ruivo não conseguiu se manter em pé, caiu. Porém seu corpo atravessou o do menor, seus pés ficaram do outro lado, passando pelos calcanhares dele, resultando em um estado de susto tão grande que o ruivo não agüentou e desmaiou.
“- Respire fundo Milo, sejamos práticos. Isso só pode ser... Um sonho! É isso! Não passa de um sonho!” – Pensava o loiro tentando manter a calma. Porém alguma parte de sua mente estava contra ele “- Sonho? E alguma vez, você já teve um sonho tão real assim, Milo?” – Pensou ele contra a vontade.
Respirou fundo mais uma vez, olhou para o ruivo.
-Bem, primeiro vamos dar um jeito em você, senhor médico – Falou para si mesmo, se agachando ao lado do médico, teve receio de tocá-lo, mas não tinha outra escolha.
Na primeira tentativa, a mão de Milo atravessou os braços de Kamus causando um estado de pânico ainda maior no loiro. Respirando fundo pela terceira vez, tentou de novo, dessa vez, mais calmo. O resultado foi satisfatório.
Pegando o ruivo no colo, o levou para o andar de cima. O apartamento não era muito grande, porém era aconchegante, não demorou para encontrar o quarto. Entrou nele, colocou o outro na cama e se retirou, não iria conseguir ficar parado depois daquela história de louco que estava se transformando sua vida, ou seria morte?
Se dirigindo para a cozinha, decidiu que faria algo para comer. Não sabia se conseguiria comer algo, não sabia nem como conseguia tocar nas coisas, mas decidiu que faria, então faria.
Olhou para o relógio da sala e pôde ver que já se passou das 5 da manhã. Não ligou para isso e foi cozinhar algo. Não sabia se quando vivo tinha dons para culinária, mas era sua única opção no momento.
-... Eu posso dizer que foi cozinhar algo... Mas do que ele gosta? – Indagou-se sem jeito – Ah, dane-se, foi fazer um pouco de tudo!
E com um grande sorriso no rosto, começou a trabalhar.
-Kamus...
-Quem está me chamando? – As orbes verdes foram se abrindo dando ao ruivo a visão de um imenso campo de flores, olhou para cima e viu que estava sentado aos pés de uma enorme árvore.
-Kamus...!
-Quem está me chamando? – Perguntou novamente se sentando à sombra da árvore. Olhou para o horizonte o pôde ver alguém correndo por entre as flores.
Essa pessoa corria e corria. O ruivo somente escutava o som de suas risadas.
-É você que está me chamando? – Ele perguntou ainda sem se levantar.
-Consegue me ouvir, Kamus? – A pessoa perguntou, mesmo estando tão longe do ruivo, sua voz parecia tão perto...
-Sim, eu consigo – Respondeu.
-E consegue me ver também?
-Sim.
-Então me escute, Kamus. Me veja. Me sinta. Mas não me deixe! — A pessoa agora estava atrás da arvore, do lado oposto do de Kamus.
Mesmo sem vê-la, o ruivo pôde sentir que ela se sentava na grama verde, de baixo da fresca sombra. Ele queria ver quem era, mas não conseguia se mover.
-Preste atenção, Kamus, o que foi esquecido, não é para ser lembrado, entendeu? – A pessoa levou sua mão até a do ruivo, lá ela deixou uma pequena flor, um lindo lírio branco. Antes que Kamus pudesse dizer mais qualquer coisa, ou escutar qualquer coisa, acordou em seu quarto dentro do apartamento
-Droga, como eu vim parar aqui? –Se queixava ele enquanto levantava e saia do quarto – Melhor, o que aconteceu? – Ele indagou quase em um sussurro olhando para aquele pequeno lírio branco em suas mãos, colocou-o no criado-mudo e se levantou.
Descendo as escadas para ir em direção a sala, ele passava a mão pela cabeça e mantinha os olhos fechados tentando diminuir a intensa dor de cabeça que estava sentindo, porém algo o fez parar e abrir os olhos.
Um delicioso cheiro invadia suas narinas, seguindo o cheiro foi em direção a cozinha. Achava que era Shaka, um de seus amigos que veio fazer uma visita como às vezes acontecia, mas estava errado.
-Ah, senhor Kamus! Que bom que acordou! – Sorria o belo garoto de madeixas loiras e olhos azuis enquanto colocava alguns Pães de passas na mesa – Sente-se, o café ficara pronto em breve!
Kamus somente ficou olhando pra ele e para aquela mesa posta, nunca havia visto tantas comidas diferentes somente para um café da manha.
Sentou-se sem nenhuma palavra, olhou para o loiro que estava descascando algo na pia. Agora era a hora de ele responder muitas coisas.
(é o autor da imagem? Me fale que eu dou os devidos creditos)
Notas finais
mas é que essa fic eu ainda non tenho muita coisa planejada, so o final e um pouco do passado do Milo. Enton como em todas as minhas fics, irei de acordo com a vontade do momento xD
E aew, gostaram da imagem? Eu tenho uma com alguem de enfermeiro, non lembro quem é, mas vo tenta achar e vou colocar no prox cap
Mandem reviews ou eu non escrevo (afinal os reviews sao pra eu sab o que voces querem xD) E se quiserem dar alguma opiniao de alguma cena na fic, sou toda ouvidos, podem falar , seja cena de comedia ou cena de drama xD
Kissus o/
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