Forbidden Love
5 A festa - Parte 1
Notas iniciais
A partir desse cap. serão misturados fatos "reais" (ou seja, que aconteceram no anime) e cenas que eu fiz, mwaaaha. (?)
ENJOY o/
Maria POV
Uma semana havia se passado desde o pequeno acidente no laboratório e a estranha cena na maca. Era hoje: O aniversário do vovô. Acordei cedo e puxei as cobertas da cama ao lado da minha, gritando:
-SHADOW! É HOJE! ACORDE, PORQUE TEMOS MUITO A FAZER!
Percebi que a cama estava vazia. Porém, ainda estava quente, sinal que ele havia saído dali há pouco tempo. Então me troquei e coloquei minha roupa preferida – um vestido azul. Saí andando silenciosamente, quando percebi a presença de alguém em uma das salas, era ele. Olhava a galáxia por uma das janelas, pensativo. Aproximei-me lentamente e sussurrei:
-Shadow... Você gosta de observar a Terra.
Ele levantou os olhos, me olhou por um instante e depois voltou a fitar o planeta azul. Então, concluiu:
-O professor disse que seus estudos eram para o bem das pessoas que vivem lá embaixo. Ele quer que nós possamos viver bem, com a ajuda da ciência... E é por isso que ele existe.
-Shadow...- Olhei para ele sorrindo. Shadow é tão... Poético, uau! Eu queria ser como ele. (N/A: ???)
Ele fechou os olhos e então começou:
-Maria, eu não encontrei... A razão pela qual eu fui criado. Por que eu fui criado? O que eu devo fazer? Se eu for a aquele planeta um dia, talvez... Encontre a verdade.
Então ficamos ambos fitando o planeta Terra da janela, quando finalmente disse:
-Certo... Bem, hoje é o aniversário do vovô, e ainda temos muito pela frente, vamos começar?
Ele olhou para o chão, suspirou e disse:
-Claro, vai ser bom para esfriar a cabeça.
-OK. Sua primeira tarefa será... Encher balões.
-É O QUÊ? – Ele gritou.
Dei uma risadinha e entreguei o pacote de balões. Peguei um pequeno balão rosa.
-É assim que se faz: Você enche a boca de ar... Depois sopra tudo. E dá um nó, observe.
Enchi o balão e joguei num canto. Ele ficou me olhando, como se eu tivesse feito algo sobrenatural, e então pegou um balão laranja para encher. Porém, ele encheu demais e o balão estourou em frente a seus olhos.
-PUTA QUE PARIU!
-Shadow, tenha paciência e não grite palavrão.
-Mas isso é uma merda.
-Não é não... Ah, tudo bem, pode fazer outra coisa.
-Tipo o quê?
Olhei para os lados e peguei um pacote de fitas amarelas na mão.
-Está vendo essas fitas? Se você pegar elas assim... Com a tesoura... E “raspar” as fitas... – mostrei como se fazia – Viu? Elas ficam encaracoladas.
-E pra quê encaracolar as fitas?
-Pra ficar bonitinho!
Ele soltou um longo suspiro e começou a pegar fita por fita e passar na tesoura. Estava indo tudo bem, até que eu o ouvi gritando de novo.
-PORRA! DE NOVO?
Olhei e percebi que ele havia cortado o dedo com a tesoura. E uma gota de sangue caiu, manchando o cartaz escrito PARABÉNS VOVÔ.
-Ai, Shadow, de novo?
-Não é culpa minha! É culpa da maldita tesoura!
-Não interessa de quem é a culpa. – Olhei para o corte – Puxa, é tão pequenininho. Nem precisa avisar o Vovô.
-E o que pretende fazer? Jogar xixi mágico pra parar de sangrar?
Ri demais com a frase, e ele não entendeu. Então dei um sorrisinho e disse:
-É só dar um beijinho que passa!
-UM O QUÊ?
-Quando eu era pequena... – Segurei sua mão, e vi que ele corou — ...Vovô me dizia que se você der um beijinho no machucado, vai sarar rapidinho!
-E você foi burra de acreditar?
-Não é mentira! Vou provar.
Então segurei seu dedo indicador da mão esquerda e dei um pequeno beijinho onde não havia praticamente nenhum sangue. Vi que ele corou e sua mão ficou quente. Ele puxou o dedo e cruzou os braços.
-Certo, já provou que seu beijinho milagroso funciona, agora vamos voltar para a festa.
-Sim!
Então deixei Shadow decorar os cartazes e colar os balões no teto – porque ele tem uns sapatos voadores maneiros – enquanto eu cuidava das coisas “perigosas.” Em cerca de duas horas, o laboratório estava lindo e colorido.
-Fizemos um ótimo trabalho juntos, não é, Shadow?
-Sim, fizemos sim.
E então, pela primeira vez naquela tarde, ele sorriu. Acho que ver uma terfa realizada o deixa contente.
-Bem, vamos nos arrumar?
-Arrumar como?
-Eu preciso trocar de roupa.
-Ahn, vou esperar aqui.
-OK.
Quando saí, ele encostou na janela e continuou a fitar o planeta Terra. Saí em silêncio e fui para meu quarto. Era a hora da festa.
Notas finais
Quem não deixar review vai ser amaldiçoado e cortado por uma tesoura Ò__Ó
See you next chapter o/
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