Forbidden Love

39 Se deixe levar


Notas iniciais
Emily "-Vamos fazer você esta comigo, só comigo então pensa que agora essa é a sua vida que não existe outra quero que aproveite então só se deixe levar. – Disse ele."

–Quem é você pra dizer alguma coisa sobre mim mal me conhece! – Eu disse.

–Me desculpe madame, mas não tenho culpa se a sua cara diz tudo! – Disse Samuel. – “Rindo ele é sua amiga esquisita”.

–Como é! – Falei.

Levantei rápido demais logo cai novamente no sofá.

–Olha ai não quero que se quebre de novo. – Disse Samuel.

–Preocupado? – Perguntei, com tom de ironia na voz.

–Não. Só quero que chegue viva em casa. – Disse ele. –Falando nisso Andy acho que a gente já vai indo mas valeu assim mesmo viu. – Disse Samuel.

Ela levantou da cama e foi para perto dele ela bufou a fumaça da maconha em sua boca ele aspirou fundo e depois eles se beijaram.

–É um prazer Sam, sabe que pode aparecer quando quiser. – Disse ela. – “Sorrindo”.

–Eu sei sim. – Disse ele. – “Ele piscou para ela”.

Ele veio em minha direção e me pegou no colo.

–Eu posso andar Samuel! – Eu disse.

–Arrogante! – Disse ele.

Ele me soltou simplesmente e eu cai no chão com força. Eu me levantei e fui indo na frente mas logo fui caminhando cada vez mais devagar pois não conhecia aquelas ruas. O meu estomago roncava.

–Isso foi seu estomago? – Perguntou Samuel.

Eu sorri envergonhada.

–Foi... acho que estou com fome. – Disse.

–Vem vou pegar algo para você comer. – Disse ele.

Ele puxou minha mão e entramos em um mercadinho eu passava pelas prateleiras procurando algo para comer, ele desapareceu entre as prateleiras ele voltou com um uísque e dois hambúrgueres.

–Nosso almoço. – Disse ele. –“Sorrindo”.

Chegamos no caixa e ele olhou para mim.

–Vamos Emily não achamos nada aqui. – Disse ele.

–Como não? – Eu disse.

–Vem! – Mandou ele.

Ele pegou me pulso com um mão e a outra mão estava dentro de seu casaco. Quando saímos do mercadinho ouvimos uns berros.

–Ladrão pega!

–Vamos Emily corre. – Disse Samuel.

Ele pegou minha mão e saímos correndo o mais rápido que conseguíamos correr depois que estávamos muito longe e tínhamos certeza que eles haviam desistido, sentamos em uma marquise e ele pegou de dentro de seu casaco o uísque e os hambúrgueres.

–Esta servida? – Perguntou ele.

Ele me alcançava um dos hambúrgueres eu peguei rapidamente e dei a primeira mordida saboreei bem estava com muita fome.

–Adoro comida de graça. – Disse ele. – “Sorrindo”.

–Você roubou. – Eu disse. –Não foi de graça!

–Há por favor vai me dizer que nunca fez uma coisa dessas na vida? – Perguntou ele.

–Não. – Eu afirmei.

–Nossa sua vida é realmente muito chata, tem certeza que quer voltar pra casa? – Perguntou ele. – “Dando risada”.

Eu me levantei e sai andando.

–Espera espera foi mal ta? – Disse ele.

–Quando vai crescer? – Perguntei.

–Desculpa não estou acostumado a ser serio ou ter responsabilidades. – Disse ele.

–Só me leva pra casa. – Eu pedi.

–Vamos andando. – Disse ele.

Enquanto andávamos ele ia bebendo seu uísque não sei como ele conseguia tomar uma coisa daquela era muito forte só o cheiro me deixava enjoada. O dia estava acabando e eu sentia falta do Nathan do beijo dele de tudo que vinha dele. Toda vez que eu lembrava dele Samuel fazia eu esquecer falando alguma merda ou fazendo alguma palhaçada era como um remédio mas a duração era curta.

–Emily ta tudo bem? – Perguntou ele.

–Claro. – Eu disse.

–Pode me falar, quer dizer eu sou o único agora com quem você pode desabafar sabe conversar. – Disse ele.

–Eu sei Samuel. – Eu disse.

–Me chama de Sam, odeio Samuel. – Disse.

–Ta bom, Sam eu sinto falta do meu namorado. – Eu disse.

–Há bom não sabia que tinha um. – Disse ele.

–Tenho e queria que ele pudesse dar um jeito de vir me salvar. – Disse. – “Eu sorri”.

–Tenho certeza que ele esta fazendo o possível. – Disse ele.

–É eu sei. – Eu disse.

–Mas não é o bastante não é? – Disse ele.

–Não eu quero ele sabe o seu beijo o toque eu acho que estou carente. – Eu disse. – “Dei risada quando terminei a frase”.

O Samuel em vez de rir como achei que ele faria ele ficou serio parou de andar e ficou me olhando.

–O que foi? – Perguntei.

–Sabe Emily eu posso ser o seu Step. – Disse ele.

–O que? – Eu disse.

Ele se aproximou de mim e me beijou. Eu delicadamente empurrei ele para trás.

–Acho que você entendeu errado. – Eu disse.

–Não tudo bem. – Disse ele. –Eu achava que ia fazer isso.

–Sam por que você fez isso eu amo o Nathan, e você não tem um rolo com aquela tal de Andy? – Perguntei.

–Não quer dizer já tivemos mas eu não tenho nada serio com ela só somos amigos. – Disse ele.

–Desculpe não posso trair o Nathan. – Eu disse.

–Emily eu prometo que eu vou te fazer se sentir melhor do que o peso na sua consciência, vou fazer tudo que o Nathan não faz. – Disse o Samuel em meu ouvido.

Ele beijou meu pescoço.

–Por favor Sam, eu estou com medo. – Disse.

–Do que? Eu prometo que nada vai te acontecer confia em mim. – Disse ele. –Vou te apresentar tudo que a de melhor. – Disse ele sorrindo.

–Mas e a minha família? E o Nathan? – Eu disse.

–Não posso escolher por você Emily você tem que escolher. – Disse Sam. –Imagina tudo que vai conhecer lugares novo um mundo novo, o meu mundo... vou te mostrar tudo que ele tem pra oferecer deixa eu te mostrar deixa eu fazer você sentir prazer.

–Sam...

POV Nathan

Peguei o celular da mão dele e sai porta a fora corri sobre as escadas, até chegar ao térreo sai do prédio e continuei a caminhar estava escuro já, eu peguei o celular da Emily e liguei para a ultima chamada do celular dela.

–Alo, então podemos realizar a troca agora? – Perguntei.

–Sim claro vá até o centro estarei lá a sua espera. – Disse o homem.

Desliguei o celular, não tinha idéia como eu iria pagar ele mas resolveria isso quando estivesse lá não podia deixar a Emily sozinha mais nem um minuto muito menos na mão de um bandido como ele. Cheguei onde tínhamos combinado o homem apareceu na minha frente sorrindo.

–Onde esta o dinheiro? – Perguntou ele.

Era incrível ele não tinha medo, tinha muitas pessoas envolta da gente e ele nem por um minuto teve medo de mim ou medo de ser pego.

–Onde esta a Emily? – Perguntei.

–A gracinha? Há sim não sou burro garoto não vou trazer ela pra uma negociação sem ter certeza que você esta com o dinheiro. – Disse o homem.

Merda o que eu faço agora.

–Não tenho o dinheiro que você quer só solte a Emily e daí ficara tudo bem prometo que não vou envolver policia. – Disse

–Você não vai mesmo envolver a policia se não a sua garota vai voltar morta pra sua casa. – Disse o homem

–Espera também não é assim né, vamos tentar entrar em um acordo. – Eu disse.

–Não tem porra de acordo nenhum! Você esta preso. – Disse um policial que surgiu do nada de trás do sequestrador.

Ele prendeu as mãos do homem e manteve ele bem perto para que não houvesse como fugir.

–O que esta acontecendo?! – Eu disse.

Eu olhei para trás e Rith estava atrás de mim com uma cara de serio.

–Onde esta a filha dele?! – Gritou o policial no ouvido do cara.

–E-eu não sei cara ela fugiu com meu filho! – Disse o seqüestrador.

–Como é? – Eu falei.

–Isso imbecil enquanto você estava ai todo preocupado meu filho já deve ter transado com sua garota! – Disse o homem. –“Dando risada”.

–Cale a boca tudo será usado contra você no tribunal seu vagabundo! – Disse o policial.

–Não tenho medo sei que não vou demorar muito e vou sair daquela merda. – Disse o homem

–Filho da... – Eu disse.

Rith colocou sua mão em meu ombro.

–Vai ficar tudo bem minha filha nunca iria se meter com um vagabundo eu tenho certeza. – Disse Rith.

POV Emily

–Sam...você me faz tão bem sabe te conheço a tão pouco tempo e já me fez me sentir segura com você me faz sorrir. – Eu disse. –“Cheguei perto do seu rosto coloquei minha mão sobre sua pele era macia, ele sorriu”.

–Então o que te impede Emily? – Perguntou ele. –“Olhando em meus olhos”.

–Eu quero viver essas coisas novas com você mas eu tenho uma vida tenho família e tenho um amor as coisas não vou simplesmente sumir da minha vida. – Eu disse. –Eu realmente queria poder dizer sim.

–Tudo bem. – Disse ele.

Se encostou na parede pegou um cigarro de sua carteira que estava em seu bolso e o acendeu, fechou os olhos e bufou aquela fumaça.

–Ficou bravo? – Perguntei.

–Não. – Disse ele.

O silencio ficou nítido quando ele terminou o cigarro ele tocou no chão e começou a caminhar rápido, tanto que eu mal conseguia acompanhá-lo. Eu peguei seu pulso e ele olhou para trás.

–O que foi? – Perguntou ele rispidamente.

–Você falou que não estava bravo. – Eu disse.

–E eu não estou. – Respondeu ele.

–Mas é claro não esta praticamente me ignorando! – Rebati.

–O que quer que eu faça fique feliz. – Disse ele.

–Não eu sei que não teria como mas só não quero que fique assim, gosto quando você sorri. – Eu disse.

Dando um sorriso bobo para ele.

–Só se prometer que pelo menos ira pelo caminho mais comprido comigo demoraremos mais para chegar até a sua casa, mas eu prometo que não vai se arrepender por favor quero muito que você conheça tudo antes de virar uma prisioneira da sua vida chata. – Disse ele.

–E eu tenho como dizer não? – Eu disse. –“Me aproximando sorrindo”.

–Não tem nenhuma chance de você negar. – Disse ele. –“Ele venho em direção a minha boca e eu desviei a cabeça”.

–Não da Sam, ainda me sinto mal pelo Nathan. – Eu disse.

–Vamos fazer você esta comigo, só comigo então pensa que agora essa é a sua vida que não existe outra quero que aproveite então só se deixe levar. – Disse ele.

–Como se eu estivesse fugindo do mundo normal? – Perguntei.

–Sim, como eu disse quero te apresentar ao meu mundo! – Disse ele.

–E eu vou gostar? – Perguntei.

Ele se aproximou do meu ouvido.

–Você vai amar. – Disse ele. –“Em meu ouvido baixinho”.

Eu sorri ele se afastou e pegou minha mão os dedos se entrelaçaram, não sei o que estava acontecendo mas sei de uma coisa que eu estava gostando.

–Pra onde vamos? – Perguntei.

Ele se virou para olhar para mim e disse sorrindo.

–Surpresa! – Disse ele.

Corremos pelas ruas até chegar num prédio abandonado estava todo verde de musgo.

–O que estamos fazendo aqui? – Perguntei.

Ele parou em frente ao prédio me pegou no colo e correu para dentro, subiu as escadas até chagar no ultimo andar onde ficamos no terraço sentamos, ele colocou o seu uísque no chão e sentamos um de frente para o outro. Ele encostou sua mão em meu rosto devagar tirando meu cabelo de meu rosto.

–O que estamos fazendo? Como isso esta acontecendo? – Perguntei.

–Eu não sei só sei que você me faz sentir vivo, e isso é uma coisa que há muito tempo eu não sentia. – Disse ele.

Eu sorri. Tire a mão dele e botei a minha. Ele estava pronto para qualquer momento me beijar.

–Eu quero você Emily eu quero me sentir assim todos os dias. – Disse ele.

–Mas será que tipo isso não é passageiro como você sabe se eu não vou ser só uma dessas garotas. As que tu pega e depois esquece. – Eu disse.

–Não vai ser eu não sentia nada por elas...- Disse ele.

–Como pode sentir algo por mim se mal me conhece? – Perguntei.

–Eu não sei. – Disse ele.

Aproximou-se de mim cada vez mais e me roubou um beijo. Um beijo longo e que eu não tinha nenhuma vontade de sair. Tinha gosto de uísque haha.

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O chão estava gelado e ele então me pegou no colo novamente e descemos um andar ele entrou num quarto onde havia uma cama, ele me colocou sobre ela e eu fiquei olhando ele.

–Não vou fazer nada que não queira. – Disse ele.

Eu fiquei de joelhos na cama e o beijei.

–Obrigado. – Eu disse.

Voltei para cama e deitei ele deitou ao meu lado eu puxei sua mão para ele poder fazer carinho em minha cabeça.

POV Nathan

Eu e Rith voltamos para casa discutimos sobre o que íamos fazer na questão “Emily”, Rith falou para mim que o melhor era deixar ela voltar sozinha ela sabia se cuidar ela daria um jeito acho que policia só atrapalharia tudo acho que concordamos dessa vez, só espero que ela esteja bem e segura. O meu celular tocou e eu atendi.

–Alo? – Disse.

–Oi Nathan sou eu Juliet, a do colégio militar lembra eu vou visitar uns familiares no Texas e adoraria a sua companhia. – Disse Juliet.

–Claro vou adorar. – Disse.

–Pois é amanhã vou desembarcar. – Disse ela.

–Tudo bem pegarei você no aeroporto. – Disse.

Desliguei o celular e fiquei meio pasmo parece que faz tanto tempo...

Rith começou a gritar comigo dizendo para irmos logo para casa do meu pai espero que eles se reaproximem, acho que sim sei que meu pai odeio o Rith mas talvez as coisas mudem talvez haja uma trégua.

Continua...

Notas finais
Comentem favoritem acompanhem! Beijos. Ficou sem imagem nesse capitulo por que é uma merda pra por imagem eu tento umas mil e nenhuma publica então né u.u foda-se.