Notas iniciais
"Eu dei uma olhada no geral para ver se encontrava ele, não era um horário de muito movimento então não tinha muitas pessoas. -Vamos sentar vem. – Disse Nathan. – “Sentando em uma mesa”. -Há que ótimo já começou bem já esta atrasado! – Disse. – “Sentando a mesa”."

Cheguei ao carro e o Sr.Arthur parecia nervoso ele acelerava muito o carro coisa que ele não fazia normalmente, ele andava bem devagar bem tranquilo.

–Pai esta tudo bem? – Perguntou Nathan.

–Não. – Disse o seu pai. – “Num tom de voz ríspido, como o Nathan fez ontem a noite para mim, ele parou bruscamente o carro na sinaleira que estava fechada”.

–O que esta acontecendo? – Perguntou Nathan.

–O ex marido esta vindo ver a filhinha. – Disse Sr.Arthur. – “O sinal abriu e ele acelerou tanto que o motor do carro deu um “grito”, Nathan deu uma risada”.

–Pai você esta com ciúmes? – Perguntou Nathan.

–Não! – Disse ele.

–Nossa se esta tentando mentir não foi muito bom esse seu não. – Disse Nathan. – “Ainda com um sorriso debochado no rosto”.

Ele parou o carro bruscamente, e disse.

–Já estamos aqui estou com pressa desçam. – Disse ele.

Nos descemos rápido e ele saiu cantando pneu.

–Seu pai esta bravo comigo? – Perguntei.

–Não ele só é ciumento mesmo. – Disse Nathan.

–Acho que já sei de onde herdou o gênio forte. – Disse.

–Nossa como é engraçada essa minha namorada. – Disse ele. – “Falando aquilo em alto e bom som”.

–Esta doido? – Perguntei.

–Até seu pai vai saber por que não podemos gritar isso para todo mundo ouvir? Vamos admitir logo não agüento mais essa merda de ter que esconder de todos que eu sou louco por uma tal de Emy. – Disse ele. – “Beijando meu pescoço”.

–Ainda não Nathan, deixa essa historia do meu pai passar vai ser muita confusão para minha mãe suportar ela vai enlouquecer. – Disse.

–Ok, se acha melhor. – Disse ele. – “Me deu um beijo e depois se afastou”.

Eu fui para minha sala rezando de lá até aqui para que ninguém tivesse visto aquela cena de beijos e abraço, não queria me causar problemas e nem a o Nathan. Há aula começou e foi chata como todos os outros dias, os períodos pareciam durar uma eternidade só por que eu queria que fosse rápido queria tanto conhecer meu pai, eu estava tão feliz que ficava sorrindo a toa sem motivo. Os períodos terminaram e eu fui para o intervalo, estava saindo da sala Nathan me pegou pelo braço e me deu um beijo.

–Vem hoje vai conhecer meus amigos querendo ou não! – Disse ele. – “Me levando entre a multidão, não tentei impedir sabia que não iria adiantar muito”.

Ele me levou onde estava um grupo de pessoas rindo e brincando eu fiquei meio como posso dizer apavorada vamos dizer assim, acho que era esse meu problema não era muito boa de me socializar com as pessoas.

–Essa é minha namorada Emily. – Disse Nathan. – “Me pegando pela cintura, me pondo em sua frente para todos me verem, eu dei um sorrisinho todos me observavam”.

–Oi, sou Emy. – Disse. – “Me encolhi para perto de Nathan”.

–A gente não morde não garota. – Disse uma menina que estava na roda tinha um longo cabelo preto e olhos marrons claros. – “Sorria para mim, como se eu fosse sua refeição”.

–Seja sociável. – Disse Nathan. – “Ao meu ouvido”.

–Por favor, quero sair daqui. – Pedi. – “Ele afrouxou suas mãos que seguravam minha cintura, e eu simplesmente fugi dali, não corri, mas caminhei o mais rápido que consegui”.

Eles devem achar que sou louca, mas simplesmente não me dou bem fazendo novas amizades não consigo eu meio que travo não sei ao certo. Só tenho medo que Nathan ache que sou uma louca problemática, eu procurei um banco para sentar peguei meus fones de ouvido e coloquei uma musica bem alta em meus ouvidos. Vi Nathan vindo em minha direção no fim do intervalo.

–Por que saiu correndo daquele jeito? – Perguntou ele. – “Sentando ao meu lado no banco”.

–Desculpe não quero que me ache uma louca, mas não sei lidar muito bem com essas coisas de fazer amizade e tal. – Eu disse. – “Olhando para o chão”.

–Eu achar você louca? – Disse ele.

–Sim. – Eu respondi.

–Mas é claro que eu acho. – Disse ele. – “Eu me encolhi mais ainda queria fugir novamente, mas mandei meu corpo me obedecer e ficar ali”. –Você é completamente pirada, já pensou com quem tu ta namorando com quem tu vai apresentar ao teu pai, um bad boy você é a garota mais louca que conheci e acho que por isso que nos damos tão bem. – Disse ele. – “Sorrindo”.

Eu dei uma risadinha e ele me abraçou, nós nos beijamos e ele foi para sua sala e eu para minha. As aulas terminaram e nos encontramos na frente da escola na hora da saída.

–Já pensou em como vamos para lá? – Perguntei.

–Pedi emprestado o carro de um colega meu, vamos de carro. – Disse Nathan. – “Me mostrando o caminho indo a minha frente”.

–Desde quando você sabe dirigir Nathan? – Perguntei.

–Desde de quando completei 16, foi meu presente de aniversario. – Disse ele.

–E você ainda não tem um carro por que? – Perguntei.

–Por que não gosto muito de dirigir. – Disse ele.

Eu não acredito que ele tem essa liberdade e não usa tenho vontade de dar nele. Chegamos num carro todo preto ele era bem bonito.

–Se vou conhecer meu sogro tenho que fazer direito não acha? – Disse ele. – “Dando risada de sua piada”.

Eu entrei no carro e ele também, ligou o carro e saiu dirigindo no começo fiquei um pouco com receio dele dirigir pensei que ele iria acelerar e fazer tudo errado, mas não ele pareceu bem “responsável”.

–Onde você vai encontrar com ele? – Perguntou Nathan.

–Na cafeteria Levient conhece? – Perguntei.

–Acho que já fui com meu pai lá. – Disse Nathan.

Ele parou em frente a uma cafeteria que parecia ser chique demais para mim. Saímos do carro ele ficou ao meu lado, eu não consegui me mexer estava nervosa demais eu somente fitava a cafeteria não conseguia mexer um músculo.

–Acho que esta na hora de você conhecer ele vai tenha coragem. – Disse Nathan.

–E se ele não for como eu imaginar? E se eu me decepcionar como minha mãe falou e se ele não vir eu estou com tanto medo. – Disse. – “Me encolhendo para perto do carro, dando um paço para trás”.

–Não adianta fugir sabe que mesmo que ele te decepcione eu estarei aqui para você chorar, precisa enfrentar já esta na hora. – Disse ele.

–Vamos logo com isso. – Eu disse. – “Entrando rapidamente pela porta da cafeteria e Nathan logo atrás”.

Eu dei uma olhada no geral para ver se encontrava ele, não era um horário de muito movimento então não tinha muitas pessoas.

–Vamos sentar vem. – Disse Nathan. – “Sentando em uma mesa”.

–Há que ótimo já começou bem já esta atrasado! – Disse. – “Sentando a mesa”.

–Calma, Emily. – Disse Nathan.

Venho uma mulher logo depois que sentamos nos atender.

–O que vão pedir? – Perguntou ela.

–Nada...- Eu disse. – “Nathan me interrompeu dizendo...”.

–Quero um café. E ela também. – Disse Nathan. – “Olhei com uma cara feia para ele”.

–Tudo bem. – Disse a mulher. – “Saindo”.

–Desde quando fala por mim! – Eu disse.

–Da pra parar de descontar seu nervosismo em mim? – Disse ele.

–Desculpe, não lido muito bem com isso. – Disse.

–É eu percebi. – Disse ele. – “Com uma cara feia”.

Depois que a mulher voltou com nossos cafés, nos ficamos conversando para passar o tempo, e quando vi já tínhamos acabado o nosso café.

–Eu desisto! – Disse. – “Me levantei, e fiquei esperando Nathan levantar também”.

Ele se levantou sem muita vontade e fomos para a porta estávamos saindo quando um senhor esbarrou em nós.

–Que desastrada! – Disse o homem.

–Olha quem fala! – Eu disse.

Eu observei bem seu rosto por um momento e ele também ficou a observar o meu.

–Emy, acho que... – Disse Nathan.

–É, é ele. – Eu disse.

–Como? – Disse o homem. – “Sem entender”.

–Estava a minha procura não estava? – Eu disse.

–Emily? – Disse ele. – “Com uma cara de surpresa”.

–E quem mais seria. – Eu disse. –Demorou demais, estava desistindo. – Eu disse.

–Me desculpe fazer esperar eu estava voltando do trabalho. – Disse ele. – “Sorria para mim com um sorriso imenso”.

–Bom vamos sentar novamente. – Disse Nathan.

Nos sentamos todos a mesa, meu pai do outro lado e eu e Nathan desce lado. Ele me observou sorridente, e depois olhou para Nathan com uma cara não muito boa, eu dei uma risadinha por dentro nunca vive esta situação e nunca pensei que viveria, a situação de apresentar meu namorado ao meu pai.

–Quem é ele? – Perguntou meu pai.

–Meu namorado. – Eu disse meio constrangida.

–Muito prazer senhor. – Disse Nathan. – “Formalmente, o que era bizarro nunca tinha visto ele falar assim antes”.

–Prazer. – Disse meu pai.

–Então, você é o meu...pai? – Disse. – “A parte que eu falava “pai” saiu meio fraca a voz baixa e serena”.

–Sou, bom acho que sua mãe não falou meu nome não é? – Disse ele.

–Não nunca nem tocou em seu nome. – Eu disse.

–Rith. – Disse ele.

–Como você e a mamãe se conheceram? – Perguntei.

–Bom, foi à melhor época da minha vida eu era um jogador de futebol famoso da escola e sua mãe a mais linda das lideres de torcida, ela torcia por mim e um dia tive que agradecer seus gritos para mim sempre ajudavam para eu ganhar, eu e sua mãe nos apaixonamos, mas o pai dela me achava um “bad boy” irresponsável e cretino, eu ia pedir sua mãe em casamento e ele disse que só por cima do cadáver dele que nunca me aceitaria como parte de sua familia. Eu e sua mãe tínhamos combinado de fugir naquela noite, mas meu pai era medico e o pai dela foi fazer uns exames com ele e ele descobriu que ele estava com uma doença grave estava prestes a morrer não tinha muito tempo de vida, não ia tirar a única filha que ele tinha o grande amor da vida dele depois que sua mulher morreu a filha virou tudo para ele. E aquela noite em vez de nós fugirmos juntos eu decidi fugir sozinho, mas não sabia que sua mãe esperava por um filho meu nunca nem passou em minha mente esta possibilidade, sua mãe se revoltou contra mim nunca me ligou e nem eu a ela pensei que ela passaria por aquela faze difícil que encontraria um outro amor e teria uma família, mas meu pai me ligou contando que ela estava grávida e o pai só podia ser eu e quando voltei para te conhecer quando já havia nascido e tinha poucos meses de vida ela me proibiu de chegar perto de você ela falou que eu a larguei no momento mais difícil de sua vida e que era para eu sumir de sua vida. – Disse ele. – “Sua voz em nem um momento falhou, mas havia culpa em sua voz um peso que forçava ela ele ainda se sentia culpado de alguma forma”.

–Nossa que historia. – Disse Nathan.

–Pois é...- Disse meu pai.

–Foi lindo o que fez, desistiu de seu grande amor por uma causa boa, pena que não teve tempo de explicar a ela o por que, que a deixou. – Eu disse.

–É eu me arrependo tanto. – Disse ele. – “Abaixou sua cabeça”.

–Não se arrependa não sinta culpa, eu não o odeio por isso. – Eu disse. – “Ele levantou sua cabeça um pouco para olhar em meus olhos, seus olhos tristes”.

–Filha...eu esperei tanto tempo para ve-la eu dediquei minha vida toda para procurar por você. – Disse meu pai. – “Seus olhos se encheram de lagrimas”.

Eu corri para o outro lado da mesa onde ele estava sentado o puxei para fora e dei um abraço, o abraço que eu esperava que eu sempre esperei.

–Eu te amo minha pequena. – Disse ele. – “Sorrindo”.

–Pequena? – Perguntei.

–Assim que eu te dei adeus quando tinha meses. – Disse ele. – “Seus olhos não agüentaram tantas lagrimas, elas começaram a escorrer pelos seus olhos”.

–Não chore, papai. – Eu disse. – “Num tom de voz doce que eu normalmente não usava”.

Eu limpava suas lagrimas em seu rosto. Ele sorria para mim, ele foi se recompondo aos pouquinhos nós sentamos a mesa novamente nos seus devidos lugares eu ao lado do Nathan e ele ao outro lado.

–Qual é a deste garoto? – Disse meu pai.

–Já disse ele é meu namorado. – Eu disse.

–Sua mãe sabe? – Disse meu pai.

–Não...- Eu disse. – “Demorei a responder, mas não queria começar mentindo para ele”.

–Por que? – Perguntou meu pai.

–Por que ele é filho de quem minha mãe vai se casar. – Disse a meu pai.

–Nossa, fez uma bela escolha tanto garoto por ai e foi se meter com seu quase meio irmão. – Disse meu pai.

–Pois é... acho que isso se chama destino. – Disse.

–Sabe que também acho. – Disse meu pai.

–Pai esta ficando tarde acho que preciso voltar pra casa. – Eu disse. – “Dei uma olhada para rua e vi que estava escurecendo”.

–Estão de carro? – Perguntou meu pai.

–Sim. – Respondeu Nathan. – “Rapidamente”.

–Bom então esta na hora de nos despedirmos. – Disse meu pai. – “Ele se levantou e nós também”.

Eu e ele nos abraçamos.

–Não vai embora como foi da ultima vez não é. – Eu disse.

–Vou viajar a trabalho, mas prometo que volto pra tiver enquanto eu estiver fora vamos manter contato por Email, me deixe informado de tudo que acontece com você, de hoje em diante não quero perder nada da sua vida. – Disse meu pai.

–Eu prometo. – Disse. – “Nos afastamos e ele foi para dar adeus ao Nathan”.

–Bom foi um prazer em conhecê-lo rapaz, cuide bem dela se não eu o mato. – Disse meu pai. – “O assustando”.

–Esta bem eu prometo senhor. – Disse ele. – “Meu pai o abraçou”.

–Eu mato mesmo. – Disse meu pai. – “Falando ao ouvido de Nathan, mas mesmo assim eu consegui ouvir”.

Ele saiu pela porta da cafeteria e nós saímos atrás entramos no nosso carro e Nathan foi em direção a nossa casa.

Continua...

Notas finais
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