Forbidden Love
26 Nathan - Noite em claro
Notas iniciais
Eu acordei com os gritos do sargento mandando nós nos levantarmos.
–Vamos seus preguiçosos levantem! – Disse ele.
Nós nos levantamos e ficamos em forma ele mandou nos arrumarmos nossas coisas, não tinha nem nascido o sol ainda.
–Vamos temos muito que fazer hoje! – Disse ele.
Quando ficamos prontos e em posição nos seguimos à trilha de volta para a fazenda porra sei lá como chamo aquilo bom em fim continuamos seguindo a trilha até chegar lá onde guardamos nossas coisas e fomos para aula, hoje tinha matemática e geografia ela deu a aula e quando terminamos fomos para o pátio onde o sargento nos aguardava.
–Bom os grupos que fizemos lá perto da cachoeira se separem como estava lá e vamos fazer uma tarefa o que acham? – Disse ele. – “Com um sorriso no rosto”.
Separamos-nos e fiquei no mesmo grupo onde eu estava antes o grupo “perdedor”.
–Bom se apresentem pelos nomes para poder identificá-los. – Disse o sargento.
–Sou Connor senhor. – Disse um dos integrantes do meu grupo.
–Dilan senhor. – Disse outro também do meu grupo.
–Boby senhor! – Disse Boby.
Ele queria dar risada, mas o sargento o encarou por um momento até ele se recompor.
–Sou Liven senhor. – Disse aquele parceiro que fiz aqui ele também estava em meu grupo.
–E eu sou Nathan senhor! – Eu disse. – “Fechei a cara para parecer mais mal”.
Meu pai que havia me ensinado isso que isso passa respeito as pessoas elas irão ter medo e respeitá-lo ao mesmo tempo dei risada na época e agora estou utilizando odeio quando ele tem razão.
–O outro grupo agora. – Disse o senhor.
–Samuel senhor. – Disse o menino saindo de trás dos outros que de tão altos o cobriam. – “Ele meio que gaguejou para falar e me deu uma pena”.
–Liam senhor. – Disse um do grupo deles.
–Matt senhor. – Disse o garoto ele tinha uma voz grave forte.
–Sou Odin senhor. – Disse outro.
–Oliver senhor. – Disse outro.
–Ravi. – Disse outro.
Esse Ravi foi um dos últimos a chegar e por causa dele poderíamos ter que pagar alguma coisa, mas acho que o sargento estava de bom humor hoje ou pelo menos era o que eu esperava.
–Bom vai ser assim, quem perder como o grupo do Nathan já perdeu a outra tarefa então se eles perderem eles passaram a noite de vigia a noite inteira sem momento para dormir entendidos? – Disse o sargento. –Mas se o outro grupo perder esta tarefa, vamos dar uma colher de chá e faremos o grupo que perder ficar de madrugada como um revezamento, então o que perder fica a madrugada toda acordados todos grupo! Entendido? – Perguntou o sargento.
–Sim senhor. – Dissemos todos juntos.
–Ótimo vou explicar a tarefa então. – Disse ele. –Vai ser assim, vocês terão que fingir que estão com um homem ferido e terão que levar para a enfermaria isso é um teste importante usarão isso se forem seguir carreira militar. Bom o grupo de Nathan vai ficar com a enfermaria da esquerda e o grupo de Samuel vai ficar com a direita todos entenderam? – Perguntou o sargento.
–Sim. – Dissemos.
–É sim senhor! – Gritou o sargento. – “Rudemente”.
–Sim senhor. – Gritamos. – “Desta vez bem mais forte”.
–Vou escolher quem será o ferido. – Disse o sargento.
Ele foi ao grupo de Samuel primeiro, e colocou-o deitado no chão nossa será barbada para eles levarem o Samuel até a enfermaria, quando o sargento chegou a nos colocou Liven deitado ele era forte tinha bastantes músculos e eu era magricelo a maioria do nosso time era assim resumindo estávamos ferrados não tinha idéia de como levar ele até a enfermaria. O sargento voltou para o meio do pátio e nos se preparamos para pegar da maneira melhor possível Liven.
–Podem começar, eu darei meia hora para conseguir levar lá, mas eu sinceramente espero que façam isso em dez minutos. – Disse o sargento.
Nos pegamos Liven e corremos para perto da enfermaria parecia que quanto mais força fazíamos pior era parecia que não estávamos saindo do lugar e isso estava me irritando o outro grupo já tinha feito mais da metade do caminho e nos ali como burros todos empacados, mas eu achei injusto porra o Liven da dez do Samuel parece que o sargento fez de propósito, mas que merda mesmo! Depois de um tempo conseguimos finalmente levar ele até a enfermaria voltamos nos cinco cabisbaixos sabendo que havíamos perdido. Ficamos em forma como o outro grupo.
–Bom acho que esta na cara que o outro grupo ganhou, mas vamos fazer como tem que ser feito. – Disse o sargento. –Bom o grupo que perdeu fez vinte e seis minutos e o grupo vencedor fez quinze minutos. – Disse o sargento.
–Há, por favor, foi injusto! – Eu disse. –Você colocou para eles o Samuel e para nos o Liven já viu o tamanho dele! – Eu gritei.
–Pare de chorara moleque você não vai ter nenhuma regalia fora daqui entendeu tem que aprender que querendo ou não a vida é injusta! – Disse o sargento. –Mesmo achando que esta certo quem da as ordens aqui sou eu e eu digo para você, que seu grupo e você vão ficar a noite toda até as cinco da manhã cuidando de tudo por aqui entendido! – Disse ele.
Eu ia ir para cima dele, mas os garotos me seguraram eu bufava de raiva.
–Nathan vai nos causar mais problemas. – Disse Liven.
Eu tentei me compor e segurar minha raiva.
–Bom que ouviu seu amiguinho, se não teria imensas consequências. – Disse o sargento. – “Ele virou as costas e saiu andando”.
–Bom o grupo vencedor me siga vão tomar um belo de um café. – Disse Frederic.
Ele sempre se mantinha atrás do sargento parecia mais um segurança ele fazia tudo que o sargento mandava.
–E nos? – Eu perguntei.
Antes de ele sumir completamente.
–Vão para o alojamento e se preparem para noite, depois terão um pão com mortadela no refeitório. – Disse Frederic.
Ele virou-se e foi embora com o outro grupo levando eles até a o refeitório e nos fomos para o alojamento.
–Quase ia nos por em encrenca! – Gritou Boby do alojamento.
Eu estava no banheiro terminando de tomar meu banho quando ouço a voz de Boby de dentro do nosso alojamento falando sobre mim.
–Se acalme Boby não adianta ficar assim. – Disse Dilan identifiquei pela sua voz.
–Mas ele é um babaca filhinho de papai vai dizer que não acha isso. –Disse Boby.
Há não, mas ele esta pedindo pra apanhar! Eu sai do banheiro com a toalha cobrindo minhas partes baixas.
–Eu sou o que Boby? – Perguntei. – “Com uma cara brava”.
–Você é um moleque ridículo! – Gritou Boby.
Eu perdi a cabeça e fui pra cima dele só percebi que estava quase batendo nele quando ela estava lá para separar a briga Juliet, ela empurro ele me empurrou para a parede segurando em meu peito.
–Você não aprende não! – Gritou ela. – “Ela fechou a cara, ela percebeu que estava com a mão em meu peito desceu seus olhos depois retirou sua mão e se afastou alguns centímetros de mim”.
–Não mordo não esta bem. – Eu disse.
–Serio? – Disse ela. –Mas não foi o que pareceu. – Terminou ela.
–Eu me deixei levar perdi a cabeça. – Eu disse.
–Se fizer de novo vou contar ao sargento esta bem? – Disse ela.
–Fica tranquila não ira mais acontecer. – Eu disse.
Ela saiu do alojamento e eu fui me trocar, quando estávamos prontos de banho tomado já tínhamos ido comer estávamos em posição fora do alojamento todos já haviam se recolhido o sargento nos avisou que sua filha iria lá ver se estava tudo bem algumas vezes durante a madrugada. Bom todos ficaram em suas posições dois em cada lugar eu e Liven perto dos alojamentos e os outros mais para lá não sabia muito bem a localização deles. Há noite passou rápido demais e quando víamos já era de dia era muito cedo ainda nem estava claro.
–Nathan descanse um pouco vou dormir ok vê se relaxa o pior já passou. – Disse Liven se sentando na grama e fechando seus olhos logo depois dormindo na grama molhada.
Eu sentei num banco que tinha descansei um pouco eu vi vindo lá de longe um cavalo e quem a montava só podia ser Juliet. Ela parou com seu cavalo desceu de sua montaria e veio sentar ao meu lado.
–O nascer do sou é lindo não é? – Disse ela. –Não tem nada igual. – Disse ela.
–É extremamente bonito. – Eu respondi.
–Então como foi à noite? – Perguntou ela.
–Cansativa. – Respondi.
–Você é tão fechado Nathan, sabe nunca te vejo falando com ninguém parece que não quer que ninguém o conheça direito. – Disse ela.
–Não sou o tipo de pessoa que sou o livro aberto sabe prefiro ficar na minha. – Eu disse.
–Bom eu adoraria conhecê-lo melhor você é um garoto que me chama atenção. – Disse ela – “Sorrindo para mim”.
Eu a olhei e sorri.
–O que quer saber sobre mim? – Perguntei.
–Tudo. – Disse ela.
Eu dei uma risada e ela continuava a me olhar atentamente com aqueles olhos azuis dela.
–Há vamos lá tudo mesmo? – Perguntei.
–Tudo. – Respondeu ela.
–Bom sou um garoto sem muita historia pra conta vim pra cá por que me envolvi com minha meia irmã e meu pai achava que eu não tinha respeito e que era desregrado e que precisava de limites não tenho mãe tenho um irmão de cinco anos. – Eu disse. –Acho que consegui resumir minha vida, tirando isso o resto são detalhes sem muita importância. – Eu disse.
–Nossa bem interessante sabia que era diferente. – Ela disse aquilo como se ela soubesse que eu era daquele jeito como se ela gostasse.
–Mas sabe estou mudando já sei o que quero quando sair daqui. – Eu disse.
–Mesmo o que? – Perguntou ela.
–Seu pai me mostrou um caminho que eu adoraria seguir, vou seguir a carreira militar eu tenho certeza que isso será o que quero e me orgulharei de servir ao meu pais. – Eu disse.
Ela sorriu.
–Sabe meu pai nunca se aproximou de ninguém aqui sabe, ele falava que não pode se apegar por que sabe que vocês não irão ficar muito tempo aqui que é uma coisa temporária, mas com você é diferente ele me fala muito de você diz que é parecido com ele que ele se vê em você e que quer que aprenda tudo antes de ser o melhor soldado que a America já viu. – Disse ela. – “Sorrindo”.
–Respeito muito seu pai e gostaria de conhecê-lo melhor, mas ele também não é um cara que se abre muito não é? – Disse.
–É meu pai é carrasco e não se abre fácil assim, mas como eu disse com você pode ser diferente ele realmente tem afeto a você. – Disse ela.
–Que bom um dia ainda arranco algo desse sargento. – Eu brinquei. – “Dei risada e ela também”.
–Posso te fazer uma pergunta? – Disse ela.
–Claro faça. – Eu disse.
–Eu não sou nem um pouco atraente pra você? – Disse ela.
Eu sorri e abaixei a cabeça depois olhei para seus lindos olhos azuis.
–Não é isso é que tenho uma garota que gosto muito sabe, mas você é uma bela garota é que já tenho a minha. – Eu disse.
–Ela não esta aqui, não precisa saber. – Disse Juliet. – “Se aproximando de mim”.
–Não Juliet não estrague o que a gente construiu, a gente é amigos, por favor, quero continuar a ser seu amigo. – Eu disse. – “Ela parou e voltou com sua cabeça para trás”.
–Sinto muito, é que sinceramente você é diferente e foi o único garoto por quem eu senti isso sabe não sei explicar muito bem, mas é como uma ligação. – Disse ela.
–Eu sinto muito. – Eu disse.
–Tudo bem, eu entendo e admiro outros iam simplesmente me beijar, mas como eu disse você é diferente. – Disse ela. –Tenho que ir o sol esta nascendo e tenho que guardar meu cavalo antes que vejam até depois. – Disse ela. – “Ela me deu um beijo demorado em minha bochecha e eu fiquei um pouco sem graça pensei em parar ela, mas acho que ela já levou foras de mais meus hoje”.
Ela se distanciou com seu cavalo e eu fiz o Liven acordar tínhamos que voltar a ficar em forma para o sargento não ter motivos para termos algum tipo de castigo. Ouvimos berros dele dentro do alojamento eu e Liven nos olhamos.
–Será que devemos ver o que é? – Perguntou Liven.
–Acho melhor não, temos que continuar em forma. – Eu respondi.
Depois de um tempo o sargento veio para o pátio e gritou para Frederic chamar o resto de meus companheiros ele tinha algo importante a falar, o outro grupo todo estava atrás dele todos com cara de medo eles estavam muito ferrados mesmo eu não sabendo o motivo, mas pela cara do sargento ele tinham desobedecido.
–Vou fazer pagarem seus pecados. – Disse o sargento.
Continua...

Fale com o autor