Forbidden Love
29 Emily - Noite de Sexta
Notas iniciais
Aquela cena realmente me trouxe náuseas, estava quase chegando a casa de minha mãe quando Helena me parou.
–Ei Emily precisamos conversar. – Gritou ela.
–E quem disse que quero falar com você? – Eu perguntei.
–Por favor você é minha melhor amiga. – Ela disse. – “Só faltava me lamber por que cara de cachorro ela já tinha feito”.
–Esta bem, vamos até o carro do meu pai. – Eu disse.
Ela se aproximou de mim se pondo ao meu lado e caminhamos em direção ao carro de meu pai que encontrava-se estacionado sem ninguém dentro, me encostei no carro e ela ficou na minha frente sua cara ainda estava de desesperada demais até.
–Por favor, tenda entender eu gosto demais dele. – Ela disse.
–Eu não tenho nada a dizer sobre isso Helena a decisão é sua mas quero que saiba que ele é um cafajeste. – Eu disse.
–Por que pensa isso? – Perguntou ela.
–Eu não penso é o que é. – Eu disse. –Uma pergunta simples ele já te apresentou para a mãe dele? – Perguntei.
–Não. – Ela respondeu. – “Com tom de voz baixo quase não dava para ouvi-la”.
–Então querida Helena você só vai ser mais uma vagabunda que ele vai pegar. – Eu disse.
–Você me chamou de que? – Disse ela. – “Agora com um tom de voz bem mais alto”.
–Do que ouviu, estou cheia de ter que concordar com suas burradas essa foi à gota d’água você se entregou a um cara que mal conhecia. – Eu disse.
–Há então você quer falar sobre isso! E você que mal conhecia o Nathan e ficou com ele entre outras coisas não é. – Disse ela.
–Ele era diferente de alguma forma sempre teríamos um vinculo. – Eu disse.
–Isso só piora tudo Emily, imagina se ele não quisesse nada com você só te pegar e você se apaixonar por ele imagina só teria que conviver com ele todos os dias na mesma casa olhando para sua cara de idiota. – Disse ela.
–Medi a suas palavras para falar dele ouviu! – Eu gritei.
–Esta protegendo que graciosa. – Disse ela. –Viu como é bom. – Disse ela.
Eu abaixei minha cabeça a sacudi e olhei para Helena novamente.
–Mesmo não concordando você tem razão minha historia poderia ter sido bem parecida com a sua se o Nathan fosse igual a o Stive. – Eu disse.
–Não tenho motivos para estar aqui falando com você já percebi que você é cabeça dura o suficiente para não me entender. – Disse ela.
–Pois é sou bem cabeça dura. – Eu afirmei.
–Então se quiser falar comigo que ligue. – Ela disse.
–Acho melhor esperar sentada. – Eu disse. – “Antes de ela sair de perto o suficiente para não ouvir”.
Ouvi-a bufar mas não voltou para me retrucar o que achei estranho ela com certeza estava mais interessada no que a esperaria quando ela chegasse na casa do Stive. Como o carro estava fechado eu fiquei apoiada no carro pensando nas coisas principalmente pensando no Nathan.
POV Rith (Pai da Emily)
Depois que a fiz ouvir a historia que ela com certeza não tinha nem uma vontade de lembrar, eu só percebia no decorrer da historia que ela se encolhia para a que a dor não fosse tão afundo como ela ia, eu varias vezes tive vontade de abraçá-la reconfortá-la como fazia em meu tempo de jovem o tempo que eu era feliz que eu estava com ela que meu mundo girava em torno dela e que nada mais fazia sentido em minha vida sem o nome dela estar envolvido se isso é amor eu não tenho idéia do que é. Mesmo ela se encolhendo ela tentava manter a postura e prestar muita atenção no que eu falava, quando terminei ela ficou em silencio e eu também.
–Bom não tenho mais nada a contar a você acho que o que eu vim fazer aqui eu já terminei. – Eu disse. – “Levantando-me e ela junto comigo”.
Ela me olhava no fundo de meus olhos, ela demorou alguns minutos ficamos ali parados se olhando até que ela simplesmente veio me abraçar.
–Eu rezei todos os dias para que esse dia chegasse. – Disse ela. – Ainda abraçada em mim, eu envolvi meus braços em torno dela. –O dia que voltaria...pra mim. – Disse ela. – “Senti gostas em minha camisa e para confortá-la prendi ela mais ainda em meu corpo”.
Eu sorri, um sorriso de felicidade de verdade e que a tempos não tinha só quando encontrei a Emily novamente, é que dei esse sorriso um sorriso sincero um sorriso que só elas conseguiam tirar de mim.
Ela se afastou de mim e pegou meu rosto e sorriu, beijou minha bochecha e se afastou.
–Acho melhor ir embora, mesmo que eu queira fique Arthur deve estar chegando daqui a algumas horas. – Ela disse.
–Me responde uma coisa Elizabeth? – Perguntei.
–Sim? – Disse ela.
–Você ama verdadeiramente ele? – Perguntei.
–Não. – Respondeu ela rapidamente.
–Então por que ira casar-se com ele? – Perguntei.
–Por que sei que eu e você não teríamos futuro, nosso amor sempre foi por um fio tenho medo que esse fio se rompa como da ultima vez eu quase não segurei a barra sozinha quase desisti de tudo, não posso arriscar outra vez por que tenho certeza que não aguentaria a barra é demais para mim entende. – Disse ela. – “Eu abaixei a cabeça e desviei de seu olhar, que me fazia sentir culpa e com razão”.
–Claro eu só precisava ter certeza se podia interromper seu casamento bem na hora certa, queria ter certeza que fugiria comigo. – Eu disse. – “Sorrindo”.
–Para não posso fazer isso eu tenho um compromisso agora. – Ela disse.
–E dês de quando costumamos seguir as regras? – Perguntei. – “Continuava com meu sorriso no rosto”.
Ela riu.
–Precisa ir. – Disse ela.
Ela me levou até a porta se despedimos e fui em direção ao meu carro onde Emily estava encostada me esperando.
POV Emily
Eu vi o papai vindo de dentro e minha mãe se despediu dele com um beijo em sua bochecha, eu realmente estava de fora da conversa que eu me lembre eles se odiavam e agora estão se amando como assim? Entramos no carro e o meu pai o ligou e então ele saiu dirigindo.
–Há não quero ser intrometida sabe mas aquilo que deu na mãe foi um beijo de despedida? – Perguntei.
–Foi na bochecha Emily que mal tem. – Respondeu meu pai.
–Eu não falei que tinha algum mal algum só falei que era estranho minha mãe não queria nem olhar para sua cara e agora estava te dando tchau e tudo. – Eu disse.
–Eu contei tudo a ela, e descobri que sua mãe ainda me ama. – Disse ele. – “Com um sorriso de orelha a orelha”.
–E o que farão a respeito disso? – Perguntei.
–Foi a mesma pergunta que fiz a sua mãe, mas ela falou que agora tem um compromisso com o Arthur que não pode deixá-lo deste jeito. – Disse ele. – “Imitando a voz da minha mãe, o que ficou hilário”.
Depois que consegui diminuir minha risada perguntei:
–Ta mas o que afinal vocês decidiram só não me diga que vão ser amantes por favor chega a ser ridículo. – Eu disse.
–Não claro que não é uma ótima idéia, mas sua mãe nunca ia aceitar ela ia falar que é uma mulher de família e bla bla bla. – Disse meu pai. –Ela realmente não aproveita a vida. Que tal um hamburguer estou louco por hoje. – Disse meu pai, mudando de assunto do nada.
–Sabe que isso não é saudável não é pai isso não faz bem para você ainda mais na sua idade. – Eu disse.
–Por favor Emily estou na flor da idade só tenho 50 anos. – Disse ele. – “Rindo”.
–Esta bem pai vamos comer hambúrguer no almoço. – Eu disse.
Ele dirigiu até o Drive thru mais perto, ele pegou um hambúrguer com queijo carne bancon e uma folha de alface para não dizer que não era “saudável” e ainda tinha as batatas fritas e o refri. Eu peguei o hambúrguer mais simples de carne alface tomate e queijo as fritas e uma água sem gás, não eu não estava de dieta eu só não estava muito bem do estomago na verdade meu estomago nunca foi muito forte então nunca conseguia ingerir muita gordura. Comemos aquilo e depois fomos em direção ao nosso apartamento, quando chegamos lá o pai colocou o carro na vaga e saímos do carro para o elevador e do elevador para o quinto andar até o apartamento 130 que era o do meu pai entramos e eu fui direto para meu quarto me deitei em minha cama liguei meu radio o mais alto que consegui e peguei meu celular para ler minhas mensagens tinha duas.
“Oi Emy que tal sairmos hoje a noite?”
Perguntou Harry numa das mensagens.
“Ao cinema é uma boa pedida não?”
Disse ele na outra mensagem eu então depois de pensar bem na resposta pensei varias vezes em rejeitar e ficar dormindo em casa, mas era um sexta a noite eu merecia sair então mandei uma mensagem de volta para ele.
“Estarei pronta as sete não se atrase viu.”
Eu tirei meu calçado e lentamente fui até minha geladeira a procura de alguma água para fazer aquela coisa que estava em meu estomago descer nem que fosse na marra eu sabia que comer aquilo não ia me fazer bem mas sou teimosa tomei aquela água rapidamente para ver se fazia um efeito rápido, mas não fez ao contrario e eu fui direto para o banheiro. Meu pai assustado com a correria pela casa foi ver como eu estava.
–Esta tudo bem querida? – Perguntou ele.
–Há sim esta tudo ótimo! – Eu respondi sarcasticamente.
Eu continua a vomitar, e meu pai saiu e logo depois voltou mas desta vez com um copo de água na mão.
–Tome um pouco. – Disse ele.
Eu olhei para a água depois para ele e depois voltei para o meu querido vaso e vomitei mais um pouco, ele me alcançou o copo de água e eu tomei um pouco tinha parado de ficar assim tão enjoada a primeira coisa que passou na minha cabeça e que teria que avisar ao Harry que não ia dar para sairmos não tinha chance de eu sair com ele neste estado provavelmente sujaria todo seu carro e não faria isso com ele, meu pai ficou parado esperando o copo eu o alcancei.
–Pai faz um favor para mim? – Eu perguntei.
–Falei. – Disse ele.
–Traz meu celular lá do meu quarto, sabe eu não quero arriscar. –Eu disse.
Dei uma olhada para ele depois direcionei meus olhos ao vaso que estava imundo.
–Esta bem volto em um instante. – Disse ele.
Ele saiu do banheiro e foi ao quarto pegar o celular depois de alguns minutos volta ele com a mão estendida e o celular vibrando em sua palma da mão aberta.
–De aqui. – Eu disse. – “Ele me entregou, e logo a campainha tocou ele saiu do banheiro e fechou a porta para ir atender a campainha”.
Eu abri meu celular para enviar a mensagem de texto para o Harry mas já tinha uma mensagem sua em meu celular.
“Estou já em frente ao seu prédio como você não desce vou subir tudo bem?”
Disse ele na mensagem eu arregalei os olhos me levantei rapidamente e fui enxaguar minha boca lavar meu rosto e secar com a toalha que cheirava a rosas, sim uma casa que tem um homem pode ter uma toalha com cheiro de rosas meio gay mas e daí, eu pensei e dei uma gargalhada do nada eu percebi e parei no mesmo instante. Fui até sala pé ante pé ate ver que o pai batia papo com Harry na sala de estar.
–Então quer dizer que seu pai faz o mesmo que eu mas que interessante, certamente devo ter me cruzado com ele por ai algumas vezes. – Disse meu pai.
Quando eu entrei na sala os dois me observaram, os dois com cara de preocupados.
–Esta melhor querida? – Perguntou meu pai. – “Olhei com cara feia para ele”.
Não queria que Harry soubesse, ele me encheria de perguntar desnecessárias.
–Estou bem. – Eu respondi.
Ele me ajudou a sentar no sofá da sala ao lado de Harry que estava encolhido em um canto meio sem jeito.
–Bom vou deixar vocês sozinhos. – Disse meu pai.
Ele foi para seu quarto e eu e Harry ficamos na sala vazia e silenciosa.
–O que você tinha? – Perguntou Harry.
–Eu estava passando mal, mas nada grave. – Eu disse.
–Se quiser que eu a leve no medico. – Disse ele.
–Não eu já disse estou bem. – Disse.
–Bom melhor eu ir para casa vou deixar você descansar. – Disse ele.
–Não fique por favor, vamos assistir um filme na TV não quero ficar sozinha meu pai deve até ter dormido e é uma sexta feira por favor. – Eu pedi e ele sorriu como se estivesse aceitado já.
–Esta bem. – Disse ele.
Eu coloquei um filme para assistirmos e depois ele foi embora, e eu fui dormir até que depois do escândalo que em meu estomago fez ele estava bem.
Continua...

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