Forbidden Love
13 Capítulo 13 - Big White Room
Notas iniciais
"Estou ficando louca, estou perdendo a cabeça
Estou ficando louca nesta minha enorme sala branca
Estou ficando louca, estou perdendo a cabeça
Estou ficando louca nesta minha enorme sala branca."
– Big White Room
Duas horas se passaram e nem sinal do médico.Minha mãe já havia me ligado duas vezes para saber notícias de Violetta e dizia que viria para cá, mas eu não deixei, ela já tem muitas preocupações do trabalho desde que meu pai morreu e não precisa se preocupar com Violetta, ela vai ficar bem, eu sei que vai.
O médico apareceu e eu fui correndo até ele.
– Você tem notícias de Violetta?Sabe o que ela tem?
– As plaquetas de sangue dela estão muito baixas, ela se cortou mesmo hoje e foi muito fundo, toda hora os cortes voltam a sangrar, provavelmente foi por isso que ela desmaiou, ela já está tomando sangue na veia e provavelmente poderá ir embora em dois dias.
– E eu posso vê-la?
– Ainda não, ela está de repouso.
– Ela já acordou?
– Não.
– E ela vai demorar para acordar?
– Provavelmente não, ela já deve está melhor, agora eu preciso ir ver outros pacientes. — e então ele saiu.
Violetta Pov's
Acordei num lugar completamente branco, senti minha cabeça doer, forcei meus olhos a se acostumarem com a claridade e fiquei analisando a sala em que eu me encontro, ela é realmente branca, sem nada de outra cor ao alcance.Será que eu morri e estou esperando Deus vir fazer o julgamento final?Ai meu Deus, perdoa os meus pecados e não me deixa ir pro inferno, por favor, a minha vida na Terra já foi infernal demais...
Ouvi um barulho e me assustei, comecei a procurar o que era e logo pude ver um senhor de uns cinquenta anos vir em minha direção.
– Acordou senhorita Violetta?Como se sente?
– Eu estou com dor de cabeça e meus pulsos parecem mais pesados do que costumavam ser.
– Isso porque um deles está enfaixado para parar de sangrar e o outro está preso a um equipamento. — aí que eu fui perceber que estava recebendo sangue na veia.
– Então eu não morri... — disse pensativa.
– Oi? — perguntou o senhor parecendo confuso.
– Quem é o senhor?
– Seu médico.
– Então eu estou nim hospital?
– Está.
– Eu posso sentar?
– Pode, deixa eu te ajuda. — veio até a "cama" que eu estava deitada e me ajudou a sentar.
– O León está aqui?
– Está, você quer falar com ele?
– Quero.
– Tudo bem, vou chamá-lo. — assenti e ele saiu, me deixando sentada encarando meus pulsos.
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