Notas iniciais
Oieee gentem :D To eu aqui com mais um fic (recebi muita pressão pra escrever ela u.u) Mas enfim, por ser um romance épico me perdoem os termos usados (podem estar errados). Pesquisei para conseguir adequar a fic à linguagem usada naquela época, mas o que achei foi pouquíssima coisa. Ou seja, coloquei o que eu sabia, e tentei fazer uma leitura leve e gostosa (: é óbvio que tendo Jacob como personagem principal qualquer leitura fica gostosa. MAS ENFIM, espero que apreciem a leitura :D

Suas costas suadas grudavam no meu peito toda vez que eu me enterrava mais fundo em seu ser. Lady Blanchett certamente era uma das damas mais bela da corte, suas longas madeixas morenas emolduravam seu rosto anguloso, que deixavam seus os olhos negros ainda maiores. Lady Blanchett era Baronesa de Duparchy, e seu marido o Barão de Duparchy vivia ocupado cuidando de algumas políticas do reino, e quando podia ocupava-se das outras damas da corte. Deixando a solitária e fogosa Baronesa Blanchett com as mãos abanando.

– Oh Conde de Pembroke! – ela gemeu abaixo de mim.

– Eu sei minha querida. – falei ao pé de seu ouvido.

Eu não era Rei nem Príncipe, mas eu sabia que sempre que eu quisesse, alguma mulher – indiferente da classe — estaria disposta em meus aposentos. As vezes não era preciso nem fazer um simples cortejo.

Os gemidos de Lady Blanchett aumentaram ao passo que minhas estocadas tornaram-se constantes. Logo ela chegaria ao ápice, e eu teria que me controlar para não gozar dentro. Por mais que eu gostasse de uma bela transa, eu prezava ainda mais meu pescoço. Ter um filho bastardo era tudo que as mulheres menos queriam – a não ser que fossem filhos do Rei -, e tudo o que eu queria era preservar minha vida. A Baronesa cravou as mãos no colchão mole da cama enquanto seu corpo explodia de prazer, e quando eu me preparava para ejacular em suas costas, batidas fortes irromperam o quarto me obrigando a parar o que estava fazendo.

– Conde de Pembroke! – gritou uma voz masculina do lado de fora.

– Vosmecê disseste que seu marido estaria ocupado com alguma rapariga. – falei desgostoso por ter sido interrompido em tal momento.

– E estai. – ela olhou-me confusa. Dessa vez não ouvi chamado nenhum, mas as batidas na porta continuaram irritantes. Joguei o vestido em cima da cama para a Baronesa, e rapidamente vesti-me mal e porcamente as calças, indo em direção a porta.

– Sim? – perguntei, ao notar um mensageiro real à minha frente.

– Vossa Alteza Real solicita vossa presença no salão real. – o reprimi com o olhar por ter feito-me suspender meus exercícios — Imediatamente. – vociferou o homem magro, de cabelos longos a minha frente. – Vossa Senhoria. – o mensageiro curvou-se e saiu de minha visão. Fechei a porta atrás de mim e constatei que Lady Blanchett já havia se retirado pela porta dos fundos. Vesti-me rapidamente, lavei as mãos e o rosto e rumei em direção ao salão real.

Enquanto caminhava pelo castelo gelado, não conseguia para de pensar no que o Rei Edward IV poderia querer comigo tão urgentemente. Vossa Excelência e eu nos dávamos tão bem que ele sabia até os horários que uma dama esquentava minha cama. E nenhuma vez sequer depois de anos servindo sua corte, ele ousou interromper meus divertimentos. Certamente algo de muito importante estava a minha espera. Cruzei os guardas reais que anunciaram minha chegada. Edward estava sentado em seu trono real, com o olhar pensativo. Fiquei à alguns passos de distância do altar e curvei-me até o chão, em sinal de reverência.

– Vossa Graça. – anunciei outra vez minha chegada, ao notar que Edward ainda não havia me visto ali. Rapidamente ele pareceu despertar de seus devaneios, e estampou um sorriso caloroso no rosto.

– Meu querido Conde de Pembroke. – ele andou até minha direção de braços abertos, levantei-me – Meu amigo Jacob Black, desculpar-me-ei a intromissão nesta noite. Mas o que tenho para tratar com vosmecê é de suma importância.

Edward abraçou meus ombros, e logo estávamos nos dirigindo aos aposentos reais. Mais precisamente á sala de reuniões, onde eu particularmente entrava apenas quando o assunto envolvia a Rainha Isabella. Edward IV já era à alguns anos Rei da Inglaterra, e Isabella Swan, princesa da Austrália tornou-se Rainha ao se casar com Edward. Desde quando me lembro, meus pais serviam fielmente ao Rei Charlie e á Rainha René, até esta morrer e deixar a pequena Isabella desamparada. Quando a princesa atingiu a idade certa, seu pai desposou-a com Edward, e então fui incumbido de garantir sua segurança nas terras desconhecidas. Felizmente foi amor a primeira vista entre Edward e Bella – como eu costumava chamar-lhe antes de virar Rainha. Isabella não me dispensou de volta para casa, e eu também não senti necessidade de voltar. Afinal já era um homem feito, e estava na hora de cuidar de minha própria vida. Venturosamente Edward aceitou-me de bom grado em sua corte, e logo nos tornamos ótimos amigos, e até onde lembro, quando fosse preciso, eu ainda era quem prezava pela vida e segurança da Rainha em determinados momentos.

– Então, o que queres de mim, Vossa Graça? – perguntei sentado ao lado direito da mesa, enquanto Edward sentava na ponta.

– O que irei lhe pedir Lord Black não será fácil, mas confio apenas em você para executar essa tarefa. – ele juntou as duas mãos na frente do rosto, como se estivesse rezando, e eu logo me recostei na cadeira. Algo me dizia que o Rei iria tirar-me da zona de conforto. – Minha filha, a Princesa da Inglaterra voltou de seus estudos na França.

– Mas isso é uma maravilhosa notícia Edward. – agradecia todos os dias pelo rei permitir-me chamá-lo pelo primeiro nome quanto estivéssemos em momentos descontraídos, onde a etiqueta não precisasse ser rigorosamente seguida. Na verdade,eu tinha que agradecer a Bella por ensinar esse hábito á ele.

– Mas da mesma forma rápida que chegaste, ela partiste. – ele disse cabisbaixo.

– Não estou compreendendo meu rei. – falei me sentindo confuso, ainda não havia conseguido ligar os pontos. E muito menos achado um motivo para estar ali.

– Princesa Renesmee está prometida ao rei da Suécia. – ele franziu o cenho, como se estivesse pensando se era uma boa ideia ou não aquele casamento – Ela terá que viajar imediatamente para seu país de destino, e reinar como Rainha.

– Ainda não estou compreendendo o motivo pelo qual me chamaste. — apoiei um braço na mesa, e com a mão segurei meu rosto. O cansaço de uma noite inteira com a Baronesa havia tirado-me um pouco de forças, e agora o sono acometia meu ser.

– Estou te escalando para fazer a entrega. – ele me olhou obstinado. Arregalei os olhos diante de tal mandato – Me diga Jacob, quem seria melhor para entregar minha filha sã e salva do que aquele que me trouxe o sol, a minha doce rainha? Você já está de acordo com todos os procedimentos, é o melhor espadachim deste reino e consequentemente aquele em que eu mais confio.

– Edward, eu não sei se sou digno de tal feito. – uma dúvida havia se instalado em minha garganta em forma de bolo, me impedindo de respirar direito. Eu não sabia porque, mas ser escudeiro da filha do rei parecia ser algo mais complicado do que ser escudeiro da rainha. A responsabilidade por algum motivo, era maior.

– Acho que você não entendeu Conde de Pembroke, eu não estou pedindo, estou ordenando-lhe. – ele falou conciso de suas decisões. Edward IV levantou-se e com ele levantei-me também.

– Sim, Vossa Graça. – curvei-me, em demonstração de respeito.

– Vocês partem amanhã ao anoitecer. Irão primeiro de carruagem, e quando chegarem ao porto pegarão o navio até a Suécia. – Edward moveu-se em direção a porta, e eu segui-o. O rei continuava com o cenho franzido, e aquilo não era uma expressão típica de sua pessoa, certamente alguma coisa o preocupava. Peguei em seu braço, fazendo-o parar e olhar para mim.

– O que está acontecendo? – dessa vez foi minha vez de franzir o cenho – Conheço-te bem o suficiente para saber que algo estás errado.

– A Inglaterra está á um pé de uma guerra contra a Escócia, e temo que tentem fazer algo contra minha filha. – ele suspirou por fim – Por isso a partida urgente, e a sua presença nessa viagem.

– Não se preocupe, Vossa Alteza, da mesma forma que ela sairá daqui, ela chegará. – o acalmei. Agora eu entendia o porque da convocação de Edward, afinal, eu era conhecido pela minha destreza e pelas minhas missões sempre serem completadas com sucesso.

– Obrigado Jacob, eu sabia que podia contar com vosmecê. – ele deu alguns passos e virou-se bruscamente olhando em meus olhos – Mantenha a nova rainha da Suécia em segurança.

– Cuidarei dela como se fosse minha rainha.

Notas finais
Quem é que vai, na barca de Jacob. Quem é que vaai? AIUHSIUAHSIUHAIUHSAHS era Jesus, mas mudei pra Jacob :PDaeeeee meu povo e minha pova... o que acharam? Dá pra continuar a ler ou vão abandonar a barca?É claro que este é recém o primeiro cap, e pouca coisa pode-se dizer. MAS POSSO GARANTIR, QUE VCS TERÃO MUITAS, MAS MUITAS SURPRESAS NO DECORRER DA FIC MUAHAH MUAHAH MUAHAHAE então, ou comenta ou desce! (sakô trocadilho, ou dá ou desce?) Sim? Não? >.< aah tudo bem, fico feliz só de saber que a fic foi bem recebida, e que comentaram. Agradeço do fundo do coração os reviews meninas, AMEI todos *O*