Forbidden Love
4 Capítulo IV
Notas iniciais
vou terminar antes de domingo, capitulos dessa fic eu estou escrevendo nas horas vagas no trabalho só pra vocês verem o esforço! quando estou fazendo os hentais fico morrendo de medo do patrão chegar e fazer X-tela, imagine se ele lesse as paradas que eu escrevo no trabalho? eu iria estar demitido suhsauashu!
Então o penultimo capitulo dessa deliciosa fanfic (realmente amo escrever essa fic) ultimo capitulo até domingo, provavel que sexta ou sabado!
P.S: Um amigo me falou por review que eu devia responder meus reviews! eu realmente sei que deveria, eu amo responder reviews, sempre respondia, só que quando comecei a trabalhar eu fiquei sem tempo, então era uma ou outra, ou respondi reviews ou escrevia, escolhi escrever! então quando acabar essa fic, podem ter certeza que ficarei uns 3 dias sem escrever só pra responder todos os reviews dessa fic! podem ter certeza disso gente ^^
Por enquanto é só! lembrando que tem hentai e que os capitulos estão sem beta, após finalizada mandarei para um amigo betar tudo de uma vez, ai os novos leitores terão tudo revisadinho heheh
Boa leitura e não esqueçam meus reviews!
“Um garoto só se torna homem quando diz adeus a seu primeiro amor”
Então o que parecia um lindo sonho logo se tornou um pesadelo, tudo foi tão rápido que até hoje eu tento entender como aconteceu, e nessa parte que eu contarei sobre os momentos mais difíceis que eu minha ruiva tivemos. Mas já adianto, não seria diferente se um de vocês tomasse o meu lugar, isso era algo inevitável.
***
Estava no escritório, confesso que completamente louco para ir logo para casa, era incrível a falta que minha ruiva me fazia, se pudéssemos iríamos ficar dias inteiros trancados, apenas fazendo amor, mas infelizmente isso não passava de um sonho, eu tinha que trabalhar.
Estava terminando de ler um relatório de uma missão importante quando a porta se abriu, sabia que era ela, na realidade só ela entrava sem bater, dizia que se me encontrasse conversando com outra garota ela iria matar a garota.
“Veio visitar seu homem?” perguntei.
“Não agüentava ficar em casa sonhando com você” ela dizia se aproximando “Tinha que vim te ver”
Levantei-me e fui até ela, dava um sorriso sapeca, evitávamos nós beijar aqui, pois a qualquer segundo qualquer um poderia entrar, principalmente os ANBUS, se acontecesse alguma coisa que precisava ser relata a mim com caráter de urgência, eles simplesmente apareciam na sala.
“Você não saiu dos meus pensamentos nem por um segundo” falei colocando minha mão na face dela, acariciando de maneira carinhosa.
“Durmo, sonho e acordo pensando em você” ela dizia deitando a cabeça em minha mão “Quero você meu homem, quero agora, aqui mesmo”
“Tá louca? Sabe que aqui não pode” falei sorrindo, a idéia era tão interessante.
“Estava me masturbando amor, peguei aquela camisa sua e fiquei cheirando, sentindo seu perfume, enquanto sentia o perfume ficava pensando em você, imaginando você em cima de mim, imaginando nosso amor da maneira mais ardente possível” Enquanto ela sussurrava sua mão deslizava para dentro de minha calça.
“Kushina meu amor, qualquer um pode entrar aqui e nós ver!.” Falei sabendo que estávamos correndo um grande risco, o problema era que meu pau já estava ficando duro.
“Não me importo mais, nesse momento tudo que eu penso é você, só quero ficar com você” Ela dizia com um sorrisinho.
Em seguida senti aqueles lábios lindos dela deslizarem sobre os meus. Sua boca se encaixou na minha e sua língua invadiu minha boca com urgência. Delirava sentindo aquela língua quente e gostosa deslizar na minha, era inevitável. Logo fiquei com o pau duro, senti a mão dela driblar minha cueca, sorri ao senti-la alisando meu cacete duro.
“Delicia, está excitado já? Viu como eu sei te excitar meu amor!” Ela sussurrava em meu ouvido. “Você é tão pervertido que me deixa louca... Quero fazer amor com você todos os dias da minha vida!” Ela dizia com um sorrisinho safado nos labios.
Em seguida descia seus beijos pelo o meu corpo, seus beijos em meu pescoço faziam eu me arrepiar inteiro. Enquanto isso a mão começava a acariciar a cabecinha do meu pau; observei ela se ajoelhar na minha frente, era quase como um sonho, ela sorria toda dengosinha enquanto abria o zíper da minha calça já fazendo meu cacete saltar pra fora, eu já estava completamente excitado, ele duro como pedra curvado pra cima com a pelinha da cabeça já pela a metade, ela o segurava com as duas mãos já puxando a pelinha pra trás e depois começava a lamber a cabecinha inteira, fazendo eu soltar um gemido abafado, me arrepiando todo, chupava a cabecinha enquanto massageava minhas bolas e eu ia a loucura, ela o que fazer para me deixar completamente louco em um bogueta e melhor, ela amava me chupar daquele jeito.
“Quer que eu chupe ele todinho?” Ela perguntava erguendo os olhos para me olhar com aquela expressão safadinha que ganhava tudo que desejava de mim. “Ou quer que eu pare? Tipo meu amor, qualquer um pode entrar aqui.” Ela queria me provocar.
“Quero! Engole ele vai, chupa ele todinho” Dizia com a voz cheia de desejo.
“Então me diz quem é sua mulherzinha? quem é sua esposa? Me diz que é sua Dona?” Ela perguntava .
“È você amor, você é minha esposa, minha mulher, minha dona, é tudo pra mim.” Falei já louco. “Me chupa amor...por favor!”
“Vai gozar na boquinha de sua esposa? diz que vai por favor! Sabe como eu gosto de tomar seu leitinho!.” Ela dizia lambendo meu pau inteiro.
“Chupa ele que eu encho essa sua boca gostosa de leitinho!” Dizia ficando louco com as provocações dela.
Ela começou a chupar com toda vontade, o engolindo inteiro, chupando todinho, fazendo movimentos de sexo com a boca, chupando, movimentando a língua enquanto o engolia, chupando bem gostoso. Eu gemia, sentia meu corpo inteiro ficar em chamas, iria gozar super rápido desse jeito. Ela parou de chupar e sorriu com uma cara de safada ao extremo, deu um gemidinho gostoso e voltou a engolir ele socando o máximo que consegui pra dentro de sua boca. Ela o tirava e fazia o mesmo movimento novamente, fazia isso seguidamente me deixando ainda mais louco, depois lambia a cabecinha como se estivesse lambendo um pirulito, colocava só a cabecinha na boca e sugava com força chupando com tudo, enquanto isso me masturbava em alta velocidade. Isso me deixou louco , segurei ela pelo os cabelos e soquei meu pau na boca dela fodendo aquela boquinha, socando fundo como se estivesse comendo sua buceta, sem dó, ela queria assim então ela teria assim, socando sem parar, penetrando a boca dela, ela erguia o olhar me lançando um olhar de puro prazer, ela adorava quando eu fazia isso, adorava ter a boca violada por mim, adorava ser violentada pelo meu cacete. Isso fez aquela sensação chegar voando, urrava de prazer e gozava, enchendo a boca dela de gozo quente, preenchendo todinha, vários e vários jatos de porra, quase a engasgando, fazendo escorrer pelo os lábios dela. Ela engolia tudo e continuava chupando a cabecinha, tomando tudo, mamando, ela realmente estava adorando beber todo meu leitinho.
“Nossa, que delicia!” Falei com a respiração ofegante. "Te amo!"
Ela terminava a limpeza que fazia no meu pau, deixando ele limpinho o lambendo todinho, era como se fosse um enorme desperdício não mamar cada gotinha do meu leitinho, Kushina era adepta a filosofia ‘Entre quatro paredes com a pessoa que ama, vale tudo para se satisfazer e para satisfazer a pessoa amada’ Então a gente já tinha feito muita coisa tarada, e cada vez que fazíamos amor a gente ficava mais sem vergonha um com o outro, e isso deixava nosso momento privado cada dia mais gostoso.
“Nossa!” ela dizia se erguendo novamente “Amo quando você faz assim, fode minha boca”
“Eu sei” falei a puxando pra mim, apertava seu corpo contra o meu “Sabe que corremos um grande risco né?”
“Corremos? Ou vamos continuar correndo” ela dizia com aquela expressão safada que me deixava louco.
Em seguida observei ela ir até minha mesa, passou mão nela derrubando tudo que havia lá em cima, ela ergueu o vestido e se sentou, observei a calcinha dela já toda molhadinha, me deixava louco, vi ela apertar sua bucetinha por cima da calcinha mesmo, depois ela simplesmente afastou a calcinha deixando aquela linda bucetinha a mostra, toda lisinha, rosada, Kushina sorrio para mim e usou os dedos para abrir os lábios vaginais, mostrando ela por dentro, ainda mais rosada.
“Vem amor!” ela dizia com a voz dengosa.
Ela não precisava me chamar duas vezes, eu dei um sorriso safado e fui até ela, abria mais suas pernas, fui até a bucetinha dela, depois comecei a chupar ela, deslizando minha língua por toda sua buceta que estava mega molhada, lambia o grilinho da minha ruiva, enquanto a penetrava com dois dedos, ela se contorcia se prazer, gemendo alto, soquei minha língua para dentro da bucetinha dela, mexendo minha língua lá dentro, socava minha língua para dentro dela fazendo movimento de penetração enquanto meus dedos esfregavam o clitóris dela, ela gemia mais alto e a bucetinha dela despejava ainda mais prazer, fazendo escorrer, adorava o sabor dela e a chupava ainda mais para poder provar ainda mais do prazer dela, sorria tirando minha língua de dentro de sua bucetinha e ia para seu clitóris, apertava a parte de cima com o dedão deixando o pontinho do prazer dela bem visível, lambia bem gostosinho, brincando com seu clitóris, depois o chupava novamente fazendo ela gemer mais alto.
Parei o que estava fazendo e olhei pra ela "Amor, controla o som" falei.
"Vou tentar" ela disse sorrindo.
Mordia seu grilinho, sabia que ela amava quando eu fazia isso, depois disso era rápidão e eu já fazia ela gozar, abria mais sua bucetinha com meus dedos e soquei minha língua lá dentro lambendo todinho, me preocupei mais com o clitóris, o chupando todinho, depois soquei dois dedinhos dentro dela e comecei a penetrá-la em alta velocidade enquanto a chupava, isso sempre fazia ela gozar quase que de imediato, e não foi diferente dessa vez, senti sua buceta apertar meus dedos e pulsar bem gostoso, seu clitóris tremeu, ela soltou um gemido mais alto e se contorceu todinha, seu melzinho escorria por sua perna.
Kushina segurou em meu cabelo e me puxou com força, depois já me beijou, misturando nossos sabores em nossa boca, delirei ao senti-la chupar minha língua, ela me deixava louco com esses beijos quentes, fazia eu a desejá-la ainda mais.
“Vem amor...vem logo!” ela dizia me puxando.
Olhei aquela bucetinha toda melada, delirei passando minha mão nela, melando toda minha mão em seguida esfregava essa mão no meu pau o deixando todo melado do gozo dela, segurei meu pau com a mão direita e comecei a esfregar na bucetinha dela, esfregando a cabecinha em seu clitóris, a provocando, Kushina gemia e pedia pra eu enfiar logo, eu fiz o que ela pediu e enfiei inteiro bem devagarzinho, sentindo o calor de seu sexo envolver meu pau inteiro, vibrava com essa sensação, minha ruiva cruzou suas pernas ao redor do meu quadril e me apertava ainda mais, apertando sem corpo contra o meu. Não esperei mais nenhum segundo, comecei a movimentar meu quadril, começou lento mais com força, movimentava meu quadril meu de lado metendo em reboladas, Kushina me apertava entre suas pernas e começava a gemer seguidamente.
“Amor” a repreendi.
“Não consigo não gemer” ela falou com a voz tomada pelo o prazer “Tampe minha boca!”
Então assim o fiz, eu tampa a boca dela com minha mão, ela me lançou um olhar extremamente prazeroso e isso me deixou ainda mais louco, comecei a estocar sem parar, a mesa começou fazer um som estranho, como se estivesse preste a quebrar, eu não importei com isso, apenas aumentei a velocidade do movimento, Kushina fechou os olhos e mordeu minha mão, ela estava adorando ser fudida com minha mão tampando sua boca, abafando seus histéricos gemidos, além do som da mesa quase quebrando, outro som tomava conta do ambiente, o estalinho gostoso do meu pau arrombando aquela bucetinha linda, som de minhas bolas batendo contra a pele dela, os sons dos gemidos abafados dela e dos meus próprios gemidos regados por uma respiração super acelerada.
Eu estava quase no meu limite, socava meu pau com tudo e com toda força pra dentro dela, arrombava aquela bucetinha gostosa penetrando bem gostoso, sentia aquela sensação perfeita me invadir e gozava bem gostoso, despejando vários jatos de porra pra dentro da bucetinha dela, dava as ultimas bombadas e tirava meu cacete de dentro dela fazendo a minha porra escorrer pra fora de sua bucetinha, escorrendo por suas pernas. Tirei a mão da boca dela e me senti puxado novamente, ela me beijava daquela maneira maluca e intensa que só ela conseguia, depois de alguns minutos ela encerrou o beijo com um selinho.
“Obrigado amor” ela dizia deitando a cabeça em meu ombro “Te amo muito....demais”
“Também te amo” dizia a apertando ainda mais em meus braços “Precisamos tomar mais cuidado amor, qualquer um poderia entrar e nós pegar no fraga.”
“Amor você sabe que quando eu estou louca de desejo por você eu não penso” ela dizia “Mas por enquanto você satisfazer aquela parte louca que me deixava louca de tanto desejo, mas venha pra casa logo, antes que eu decida vim aqui de novo, se eu vier não vou nem ligar para os riscos, vou gemer o mais alto que eu conseguir.”
“Vamos agora amor” falei “Já terminei o que estava fazendo, agora só quero passar todos esse segundos, minutos e horas juntinho com você! Eu te amo Kushina”
“E eu amo mais” ela dizia abrindo um lindo sorriso “Vamos pra casa amor?”
“Vamos vida” respondi.
***
Os dias foram se passando, eu vivia um sonho, nunca em toda minha vida eu tinha sido tão feliz, nunca em toda minha vida eu tinha me sentindo tão bem, tão feliz, e o motivo dessa minha felicidade tinha nome e sobrenome e era a mulher mais linda, mas doce, mais perfeita desse mundo.
Meu trabalho como Hokage estava muito bem também, a cada dia que se passava eu estava me acostumando com o trabalho e tudo ficava mais fácil, mas tranqüilo, meu projeto SEHO já tinha saído do papel, eu já estava no processo de seleção, e isso me deixava super feliz.
Essa tarde eu tinha recebido um convite um tanto que inusitado, um representante do clã Hyuuga veio até mim com um convite, um convite do Hyuuga Hiashi para um jantar, no convite ele falava sobre uma importante reunião.
Foi uma luta convencer a Kushina a me deixar sair de casa, ela sabia que Hinata um dia se confessou para mim, então ela simplesmente detestou a idéia de eu ir jantar na casa da Hinata. Depois de muito esforço ela deixou eu sair, mas só depois de prometer não olhar pra nenhuma esbelta de olhos perolados.
Confesso que eu não gostava de freqüentar o distrito Hyuuga, aqui parecia uma outra vila, andei até o fim da rua a onde se erguia uma mansão, ela era feita de madeira e suas imensas pilastras tinha uma carpintaria linda, notei que os desenhos das pilastras formavam o símbolo Hyuuga , a madeira tinha um leve tom vermelho, o portal da mansão era feita do mesmo tipo de madeira e tinha o mesmo símbolo Hyuuga desenhado, e embaixo do símbolo a escrita 'Clã Hyuuga'
Entrei no terreno da mansão e eu me deparei com um imenso e belo jardim, havia um lago artificial cristalino no jardim, carpas de todas as cores nadavam tranquilamente lá, também havia mais duas pequenas casas uma de cada lado da mansão principal, era pequena comparadas com a mansão, mas se fosse se comparar ao meu apartamento eram imensas, aquelas casas deviam pertencem ao ramo secundário do clã, grandes pedras traçavam um caminho pelo o jardim até chegar à mansão, andei por esse caminho, vários Hyuugas ficavam dos dois lados do caminho, elas se curvavam quando eu passava, admito era tudo muito lindo, e que iria copiar quando fosse fazer o distrito Uzumaki. Depois de passar pelo o belo jardim finalmente chegamos à mansão, Uma bela Hyuuga abriu a porta de correr, eu tirei meu sapato e outra Hyuuga me ofereceu o chinelo que usava dentro de casa, coloquei o chinelo já dentro de casa e depois o calcei, estava serio, pois a partir daquele ponto eu estava em um território que não estava sobre minha jurisdição.
Um Hyuuga me levou até a sala de refeição, que era imensa e muito bem decorada, mas para a minha surpresa ela não estava lotada com os membros do clã, apenas Hyuuga Hiashi me esperava, ele sentava em uma cadeira que ficava na cabeceira da mesa, Hiashi continuava o mesmo, todo sério, no momento que ele me viu ele se levantou e curvou levemente.
“Hokage-sama” ele falou “Seja bem vindo”
“Obrigado Hiashi” falei em um tom sério “A onde estão os outros?”
“Peço uma reunião particular, os assuntos que quero tratar deve ser tratado primeiro com o senhor” ele dizia “Poderia se sentar?”
“Hum...claro” falei já me sentando.
Então um farto e delicioso jantar foi servido, como sempre comi igual um louco, esse era um costume que eu nunca iria perder, amava comer, pra mim poucas coisas eram melhores que o ato de se alimentar. Enquanto jantarmos Hiashi não falou nada, apenas se alimentou com devagar, como um lord, era engraçado, éramos totalmente diferentes. Após o jantar café foi servido, aquela deliciosa bebida amarga estava me viciando.
“Então Hiashi, qual é o assunto?” perguntei.
“Soube que minha filha se interessou por você” ele dizia.
“Hum...isso já faz algum tempo!” falei ficando corado “Infelizmente meus sentimentos não eram os mesmos!”
“E agora?” ele perguntou “Hinata ainda o ama, pelo menos foi à desculpa que ele deu para teimar em se recusar a casar com o Saito”
Fui pego de surpresa duas vezes, uma foi a Hinata dizer que ainda me ama, a outra foi saber que o pai dela queria que ela casasse, odiava isso nos clãs, casamentos forçados, para mim o amor tinha que prevalecer, talvez pense assim por causa de minha situação, eu vivo um amor proibido, algo que nunca deveria existir, e sou completamente feliz com esse amor, então penso que todos deveriam se casar com quem ama.
“Eu a amo, como amiga, ela é uma das pessoas que eu mais amo e respeito, não a vejo como minha esposa, pelo o simples fato de eu amar de forma intensa uma outra pessoa” falei com sinceridade “Mas se Hinata não quer se casar, ela não deveria ser obrigada”
"Com todo respeito do mundo Hokage-sama, você não tem nada haver com isso” Dizia Hiashi tranquilamente. “Se não a ama, não a quer, eu irei fazer ela se casar com quem eu quiser, o clã estar em primeiro lugar”
“Konoha estar em primeiro lugar” falei lançando um olhar firme a aquele velho “Eu tenho sim haver com esse assunto, pois eu sou o Hokage”
“Eis o Hokage mais não é do clã Hyuuga, esse é assunto do Clã e eu sou o líder, quem decidi isso sou eu” Dizia ele sem tirar os olhos de mim.
“Escuta Hiashi eu não vou aceitar esse casamento. Pode esquecer então" Falei no meu tom mais firme "Hinata ainda ira encontrar seu verdadeiro amor, e é com ele que ela vai casar!"
“Como eu já disse. Você não precisa aceitar, isso é assunto do clã” Dizia ele trancando os dentes.
“O Clã serve a Konoha e ao Hokage, essa é uma ordem minha, você é o líder do clã, mas eu sou o seu líder e realmente espero que os Hyuugas não siga o exemplo dos Uchihas” Dizia para ele o olhando nós olhos, queria que ele percebesse que eu estava falando serio.
“O que quer dizer com isso Rokudaime-sama? É uma espécie de ameaça?” O orgulhoso dizia com um tom de voz assustada.
“Não é uma ameaça, é um aviso, os Hyuuga fazem parte de Konoha, então obedecem ao Hokage, se você me desobedecer estará desobedecendo Konoha” Dizia para ele, ele se levantava irritado.
“È um simples casamento...algo que não tem nada haver com você! Porque não quer deixar que ele aconteça?” Gritava ele em um tom nervoso.
“Abaixe seu tom quando for falar com seu Hokage” falei me levantando “Casamentos devem acontecer por amor e não por contrato, para o bem do casal e não para o bem de um clã, não posso mudar o mundo mais tenho o poder para mudar Konoha! Então avise Hinata, deixe o coração de sua filha tranqüila, ela se casará assim que estiver amando verdadeiramente, e será assim em todos os clãs de Konoha, farei disso uma nova lei, acabar com esses casamentos arranjados obrigados, agora se ambas a parte aceitar se casar para o bem do seu clã, ai sim poderá acontecer o casamento” me virei já me dirigindo a saída.
“Rokudaime-sama não entenda esse meu ato impensado de falar em tom alto com o senhor como um desrespeito do meu clã, todos nós o vemos como um herói e temos orgulho em lhe servir” Hiashi dizia se curvando “Peço perdão”
“Eu aceito seu pedido de desculpa” falei “Tenho orgulho de ter os Hyuugas em minha vila, só espero que vocês mudem um pouco de sua política interna, você Hiashi é um líder sábio e já vem mudando muita coisa, então mude isso, pense em alguém que sempre estar perto da Hinata, alguém que mesmo ela não o amando ainda um dia ela poderá amar, e não em um desconhecido para ela”
“Entendo” ele dizia “Obrigado pelo o conselho, tenha uma boa noite”
“Digo o mesmo” falei em um tom sorridente “Até a próxima, mande meu carinho a Hinata e ou Neji”
Em seguida sai da sala de refeição, andava em passos largos, queria sair logo do distrito Hyuuga, eles eram grandes guerreiros, mas o jeito frio deles me dava arrepio. Então quando sai do tal distrito eu respirei fundo sentindo o ar ficar mais leve, finalmente iria para casa a onde encontraria minha ruiva sentada emburrada no sofá encarando a porta, podia até já imaginar a cena, essa imaginação fez eu sorrir igual um bobo sozinho na rua, queria logo chegar em casa, ir para os braços do meu amor.
“Naruto” escutei uma voz, uma voz muito conhecida por mim, tal voz que antes sempre fazia meu coração acelerar, me virei e a vi, confesso que algo em mim ainda balançou, afinal ali parada do outro lado da rua estava o meu primeiro amor, a garota que eu amei durante minha vida inteira, minha eterna rosada.
“Sakura-chan” falei sorrindo “Bem vinda”
Então ela fez algo que eu não esperava, correu até mim e pulou em meus braços, eu não tive tempo para reagir, ela simplesmente passou os braços ao redor do meu pescoço e apertou, quando me dei conta ela já me beijava, e um pequeno pedaço de mim vibrou com aquele beijo e o retribuiu, mas logo a maior parte de mim tomou o controle, e eu a afastei.
“Não” falei com firmeza.
“Não aceito esse não” ela dizia “Eu te amo Naruto, desculpe ter demorado tanto para perceber isso, mas agora eu percebi, agora podemos ficar juntos, por favor, nos der uma chance”
“Sakura eu amo outra pessoa agora” falei com firmeza, olhava em seus olhos, tais olhos que começaram a ficar vermelhos e cheios de lagrimas “Você foi meu primeiro amor e eu a amei demais, estive eu seu lado sempre, apenas esperando pelo o momento em que você iria ver meu amor, iria querer ficar comigo, mas isso nunca aconteceu” parei um pouco, ela agora chorava de verdade, lagrimas escorrendo por sua bela face, isso machucou aquele pequeno pedaço de mim, o Naruto garoto e sozinho, o Naruto que ficava observando a garotinha que ele gostava de longe, o Naruto que ficou a noite inteira acordado rindo sozinho quando descobriu que estaria no mesmo time que ela, eu sabia que aquela pequena parte de mim era o que ainda restava da minha infância, e eu iria deixar para trás e seguir meu caminho, como um homem adulto. “Não era para ser Sakura, e eu desejei...desejei muito que acontecesse, mas não aconteceu, agora nós seguiremos nosso caminho, tenho certeza que ira tirar lições de tudo que aconteceu, e não deixará um amor verdadeiro passar para ir atrás de uma ilusão”
Ela chorava sem parar, realmente fiquei com pena dela, eu a abracei de maneira apertada e dei todo apoio que eu poderia oferecer a ela, ela deitou sua cabeça em meu ombro e continuou chorando....chorou e chorou até se acalmar, depois ergueu a cabeça e me olhou diretamente nos olhos.
“Não tenho chances?” a rosada perguntou.
“Não” respondi de maneira direta, com sinceridade.
“Então esse é o adeus do nosso amor” ela dizia com um sorriso triste nos lábios “Adeus Naruto, meu amor!”
Então ela voltou a me beijar, era um beijo de despedida e eu o retribui, confesso que nunca vou esquecer do sabor da saliva dela, da textura de sua língua, isso ficará marcado em toda minha vida, o beijo que simbolizava a despedida de um amor, a despedida de minha infância, esse era meu adeus a aquela pequena parte de mim que ainda teimava em amar a Sakura, a gota d’água que tentava lutar com o todo o oceano, oceano que se chamava Kushina.
Sakura mordeu meu lábio inferior já o chupando, depois me deu um selinho encerrando aquele beijo de despedida, então em abraçou com força deitando sua cabeça em meu ombro, assim ficou por poucos minutos, depois simplesmente me soltou, saindo correndo, olhei de relance em sua face e vi lagrimas escorrendo, e assim, da mesma maneira súbita que apareceu, ela se foi!
***
Fui para casa com uma tremenda dor na consciência, mesmo sendo o primeiro e ultimo beijo, um beijo de despedida, eu simplesmente não podia ter beijado outra garota, eu não tinha esse direito, e isso me deixou chateado. Estava parado em frente à porta do meu apartamento a uns cinco minutos, eu já tinha me decidido contar toda verdade ao meu amor, mesmo que isso causasse uma briga, eu não iria mentir para ela.
Decidi parar de ganhar tempo e enfrentar logo meus problemas, abri a porta de casa e encontrei minha ruiva do jeito que eu imaginei, sentada no sofá com os braços cruzados, completamente emburrada, e incrivelmente linda.
“Que demora!” ela falou se levantando “No próximo jantar eu vou junto”
Não falei nada, apenas fechei a porta e caminhei na direção dela, fiquei de frente com meu amor e olhei diretamente em seus olhos, a expressão emburrada dela saiu e deu lugar a uma expressão cheia de duvida, e até um pouco temerosa.
“O que aconteceu Uzumaki Naruto?” ela perguntou, só usava meu nome e sobrenome quando estava preocupada ou brigando comigo.
“Eu encontrei a Sakura...” comecei a falar mais ela ficou vermelha e me interrompeu.
“Você mentiu? Disse que ia ver os Hyuugas e foi encontrar aquela...aquela infeliz?” ela dizia já em um tom alterado.
“Lógico que não” falei tentando me defender, a conversa já tinha começado errado “Eu a encontrei por acaso, na rua”
“Me engana que eu gosto” ela dizia trancando os dentes “Escute Naruto, essa relação que existe entre nós é errada sim, não devia existir e tudo mais, mas nós decidimos viver essa loucura, decidimos viver como marido e mulher, então você devia me respeitar como tal, foi a única coisa que eu pedi, para mim respeitar como a sua esposa e mais nada!”
“Eu te respeito!” falei “Eu te amo poxa!”
Kushina começou a andar de um lado para outro, ela sussurrava coisas que só ela podia escutar, parecia um leão enjaulado, e eu sabia que ela estava preste a explodir, e eu queria evitar isso, evitar que ela pirasse de novo, pois já vi ela pirada, um dia depois de nossa primeira noite de amor, ela ficou louca, chorava, gritava entre muitas outras coisas.
“Eu vou matar ela” ela dizia parando bem na minha frente “Vou matá-la”
“Para com isso Kushina” falei colocando minhas mãos nos ombros dela “Conversei com a Sakura e disse que eu amava outra pessoa e que eu e ela juntos jamais aconteceria”
“Qual foi a reação dela?” minha ruiva perguntou.
“Ela chorou!” respondi com sinceridade.
“E depois?” ela voltou a perguntar, estava tipo adivinhando o que aconteceu.
“Ela me beijou” respondi.
Kushina me lançou um olhar cheio de raiva, ela fechou seus punhos e seu rosto assumiu um tom ainda mais vermelho, ela estava ficando irada.
“Você a retribuiu?” ela perguntou.
“Kushina eu te amo, eu já te falei isso, quero viver minha vida inteira com você, então vamos es...” comecei a falar mas ela me interrompeu.
“Você retribuiu a porcaria do beijo” ela gritou.
“Sim” respondi baixinho.
Ela fechou os olhos, parecia tentar respirar, se acalmar, então gritou, um gritou irado com a força de seus pulmões, depois me lançou um olhar irado.
“Seu baka, sem vergonha, infiel, vagabundo” ela me xingava aos gritos “Nossa cara” ela andava de um lado para o outro. “Como foi capaz seu idiota? Não imagina como eu me sinto todos os dias, como me olho no espelho e tento não pensar que sou uma porcaria por te amar dessa maneira, por estar feliz em ter esse tipo de relacionamento com você, ai você simplesmente me trai”
“Eu não te trai!” falei com firmeza.
“O que é?” ela falou se aproximando de mim, ficava bem na minha frente, olhava diretamente em meus olhos “Me diz, não consegui mais ter essa relação com sua okasan? Decidiu ficar com outra? Outra que não ira trazer esse sentimento de culpa, de nojo! Fique com ela seu infeliz, eu sumo de sua vida, sei de um monte de maneiras de sumir de sua vida, um monte de maneiras de simplesmente virar uma péssima lembrança pra você, sem te incomodar! Você não terá nenhum um tumulo pra visitar, nem precisará levar flores para sua Okasan!”
“Você não é minha Okasan!” eu gritei “Você é minha mulher, e pare de falar essas besteiras, sua idiota, eu não vivo sem você! E é só você que sente essa merda de culpa, eu não te vejo como minha okasan, não sinto culpa por amar você! É você que sente culpa e nojo por mim amar!”
“Não ouse tentar virar o jogo!” ela gritou, depois bateu o dedo em meu peito e falou em um tom de voz normal “Eu não te trai, não sou capaz disso! No meu mundo só existe você! Se Minato voltasse da morte ele não teria nem um aperto de mão, pois meu coração, meu corpo e minha alma pertencem a você!”
“Desculpa-me” eu falei.
“Não!” ela falou “Sai daqui ou eu saio, se eu sair com certeza farei alguma besteira, eu irei matar sua namoradinha e depois....depois nem sei o que faria! Então vai embora e me deixa sozinha, antes que eu vá”
“Kushina meu amor...” comecei a falar.
“Vai embora Naruto...não volte tão cedo!” ela gritou.
“Voltarei quando você se acalmar!” falei em um tom triste.
Em seguida sai de casa, meu coração estava pesado, eu estava triste, essa tinha sido a pior briga que tivemos, e eu sabia que corríamos o risco de acabar terminando, e eu corria o risco dela sumir de minha vida e não voltar mais, e esse era o maior medo de minha vida, podia perder todos e tudo, mais não poderia viver sem ela.
Fui para o topo do prédio do fogo, fiquei olhando a montanha dos Hokages, observei o meu rosto, eu tinha realizado meu sonho, tinha passado por tanta coisa para chegar aqui, agora era tudo que eu sonhei em ser, mais não era o bastante ser o Rokudaime Hokage, eu não conseguiria ser feliz só com isso, eu tinha que ter Kushina em minha vida, tinha que viver nosso amor, ser uma família, ela tinha que ser minha esposa, mãe de meus filhos, esse pensamento fez eu sair correndo na hora, tinha que chegar em casa, foi um erro deixar ela sozinha lá, se ela partisse eu não iria conseguir viver sem ela.
Corri como nunca havia corrido em minha vida, entrei no nosso apartamento, o silencio fez meu coração gelar, ela não estava na sala e isso me deixou ainda mais preocupado, corri para o quarto, abri a porta e meu coração voltou a bater, lá estava meu amor, chorando baixinho ajoelhada no chão, observei que escorria sangue de suas mãos, então olhei para a parede e vi varias marcas de soco, muitos socos haviam afundado um pouco a parede, só que havia muito sangue, ela socou a parede até se machucar e continuou socando, corri até ela e me ajoelhei em sua frente, a abracei com força e depois beijei seus lábios.
“Louca” falei segurando em suas mãos, lagrimas escorriam em minha face “Como ousa se machucar!”
“Desculpa-me” ela falou em meio ao choro “Eu pirei, te acusei de um monte coisa, falei coisas horríveis....quando fiquei sozinha eu descontei a raiva na parede, depois senti medo, medo de você não voltar mais” ela chorava, deitava a cabeça em meio peitoral e chorava “Me perdoa meu amor! Eu aceito suas desculpas, apenas jure não fazer de novo, e vamos esquecer esse dia horrível, vamos fazer as pazes?”
“Eu juro!” falei com firmeza “Isso nunca mais ira se repetir! Você é minha vida, é minha alma” a beijei, um beijo carinhoso, um beijo repleto de amor, um beijo perfeito completamente incomparável “Meu amor é eterno, simplesmente eterno, não tenho intenção de ficar mais nem um segundo brigado com você!”
Então ela sorriu, um sorriso lindo que podia iluminar minhas noites mais escuras as transformando em dias claros e belos, em seguida sentou em meu colo e me beijou, um beijo apaixonado e intenso, no qual usava minha língua do jeito que desejasse.
“Sexo de reconciliação é o melhor” ela dizia em um tom safadinho.
“Primeiro iremos por curativo em suas mãos!” falei.
“Elas estão ótimas, vamos para o sexo de reconciliação!” ela falou me dando um selinho.
“Curativos primeiro” falei seriamente, ela deu um suspiro derrotado.
“Te amo demais, me entenda quando eu pirar!” ela dizia baixinho “Esse sentimento é exagerado e doente, é muito maior que o amor normal!”
“Eu te entendo, pois te amo igual” falei dando um beijo em seus lábios “Agora vamos cuidar de suas mãos”
“Hai” ela dizia sorrindo, seus olhos ainda estavam vermelhos por causa do choro, e a partir daquela momento eu prometi não ser a causa negativa dos choro dela mais nunca! Se ela fosse chorar por minha causa seria de alegria e não de tristeza ou raiva.
***
Acordei mole, sim minha ruiva abusou de mim durante a noite inteira, ela mal podia esperar eu cuidar dos curativos em suas mãos, ela dizia que estava louca pra selar as pazes com uma deliciosa noite de amor, uma noite de reconciliação, e confesso que realmente foi ainda mais gostosa que o normal, mais gostoso, mais intenso, mais romântico, foi simplesmente perfeito, minha ruiva era perfeita! E sabia como mim agradar na cama.
Levantei sem acordá-la e fui preparar o café dela, iria lhe fazer uma surpresa, levaria café na cama para ela, estava entrando na cozinha quando escutei o som de batidas na porta, era muito cedo, fui até a porta a abrindo, encontrei uma Hinata totalmente corada, ela não falou nada, simplesmente foi entrando.
“Hinata?” falei.
“Desculpe incomodar tão cedo” ela dizia “É que meu pai me contou que você proibiu meu casamento, eu vim agradecer!”
“Não foi nada” falei sorrindo “Não poderia deixar você se casar contra sua vontade, você deve se casar com quem ama!”
“Então nunca me casarei” ela falou me lançando um olhar intenso “Eu amo você Naruto, isso nunca vai mudar!”
“Eu amo outra pessoa, amo muito” falei, notei a expressão triste que formava em sua face “Eu sou dela Hinata, e você encontrar alguém que falará o mesmo de você, que será seu!”
“Será?” ela perguntou.
“Certeza, pode acreditar!” falei sorrindo.
“Amor... a onde você estar?” escutei a voz da Kushina, gelei, se ela aparecesse aqui Hinata iria descobrir que eu e Kushina estávamos vivendo como marido e mulher. “Sabe que acordo com tesão, então vem l...” Kushina parou no momento que apareceu na sala, completamente nua, ela arregalou os olhos e deu dois passos para trás já saindo da sala.
Silencio, Hinata apenas olhava para o lugar a onde Kushina estava, depois olhou para mim, um olhar dolorido e ao mesmo tempo acusador, ela tinha ligados os pontos, tinha descobertos que eu e minha ruiva vivíamos um amor proibido.
“Vocês são nojentos, dois sem vergonhas que merecem morrer!” Hinata falou em um tom frio, depois saiu correndo dali.
Fechei a porta com uma certeza, agora tudo iria mudar, simplesmente tudo!
***
Então, como podem imaginar a tarde a noticia que o Hokage vivia um amor proibido com sua okasan se espalhou por toda a vila, Hinata não era uma fofoqueira, mas ela contou para seu pai, que alertou os conselheiros do clã Hyuuga e também os conselheiros da vila, Hinata estava sofrendo e Hanabi viu sua irmã sofrer, então quando a consolava, Hinata se abriu contando tudo a sua irmã, que achou lindo o amor meu amor proibido e saiu contando para todos do clã, e logo a fofoca saiu do clã Hyuuga e foi se espalhando pela a vila!
E isso meus amigos, foi i inicio do nosso ultimo capitulo! A onde eu e minha amada passamos por muitas coisas tristes e desagradáveis, eu não iria contar mais, deixarei para contar de maneira detalhada no ultimo capitulo de minha historia! Mas adianto, não foi fácil!
***
Notas finais
Espero por reviews^^
O proximo capitulo, o capitulo V, será um ultimo capitulo da fic! então fiquem de olho!
Bjos garotas, abraços garotos!
Ja né
fui
Fale com o autor