Foolish Love

6 Capítulo VI


Notas iniciais
capítulo VI, entenderam? VI = V.I = Seungri!!!!1 entenderam?? hahahahahah como sou engraçada q. mas nesse nem vai ter TOP-Ri *chora* enfim, esse cap foi meio dificil pra digitar/fazer porque eu não tinha preparado ele escrito no caderno como faço com os outros capítulos, fiz direto no computador. mas foda-se, né? boa leitura! ♥

PdV do G-Dragon

Já era sexta-feira de noite, o dia que eu e Taeyang iríamos pegar o trem para ir para Incheon, para amanhã estarmos dispostos para passear um pouco. Como iríamos ficar só um final de semana fora, nem precisei fazer as malas com tanta precisão, apenas duas camisetas e uma calça jeans qualquer.

Tive que arrumar a casa para Seungri, já que iria ficar o final de semana inteiro sozinho. Eu gosto de cuidar de Seungri como um filho-irmão; ele é muito importante para mim e eu quero o seu bem. Deixei comida na geladeira, limpei a casa, arrumei seu quarto. Depois de uma semana inteira de estudos, acho que ele merece um fim de semana tranquilo.

Já eram 17 horas quando eu e Tae pegamos o ônibus para ir até a estação, e já estava escuro. A ferroviária estava cheia, parece que todo mundo tinha decidido ir viajar nesse final de semana. Será que eu e TaeYang nunca teremos um fim de semana juntos longe do estresse da capital?

Subimos no trem um pouco depois das sete, e eu já sabia que a partir dali seriam mais onze longas e tediosas horas de viagem. Nós já tinhamos ido para Incheon, então sabíamos que a vida naquela cidade só começava depois das nove da manhã, então depois que chegássemos da viagem, poderíamos ficar mais um tempo no hotel.

Taeyang estava estranho comigo. Estava de mãos dadas comigo, com a cabeça deitada no meu peito, olhando para baixo. Eu sabia que tinha alguma coisa de errado. Ele é sempre tão hiperativo, elétrico, feliz. Mas ele estava tão quietinho... será que eu fiz algo de errado?

Não... não pode ser. Esperei ele com o almoço feito todos os dias, arrumei a cama, deixei ele dormir de conchinha comigo... parecia estar tudo dentro da normalidade.

– Bebê... tá tudo bem?

– Tá, GD. Estou bem.

– Tem certeza mesmo? Você nunca é tão quietinho assim.

– Não sou eu que estou quieto, você que está hiperativo demais.

Ai, minha cara doeu depois dessa hein? Tá louco! Obrigado, TaeYang. Acho que isso foi um "não encha o saco". Ele sempre dizia que me amava, dava um beijo na minha testa, ficava abraçado à minha cintura, mas esta vez ele estava... sei lá, diferente. Apenas decidi inclinar a poltrona e ficar de lado, para ver se pegava no sono.

– Bom dia, senhores passageiros. Agora são 5:30 da manhã, e estamos próximos de Incheon. Por favor, inclinem suas poltronas na posição normal e já se apressem, pois a bagagem será liberada assim que todos os passageiros deixarem seus vagões.

Kyaaaaaa, estava morrendo de sono, e de dor na coluna. Além de dormir pouco, aquela poltrona ferrou com as minhas costas. Se eu já parecia um velho ranzinza sem essa dor monstra, imagina agora?

Logo chegamos à estação de Incheon, desembarcamos e pegamos nossas bagagens, fomos a um taxi e descemos num hotel no centro da cidade, o mesmo da outra vez que viemos.

Pegamos a chave, subimos e abrimos o nosso quarto. Duas camas de solteiro... novamente. As pessoas devem ver que eu e Tae somos dois homens e logo pensam que precisamos de camas separadas... Pelamor, né, sociedade?

Enquanto eu pegava uns comprimidos para tomar para tentar diminuir a dor nas costas, TaeYang encostava as camas uma na outra e colocava nossas mochilas num canto do quarto. Enquanto eu parecia uma lombriga velha reclamando de dor, TaeYang tinha músculos grandes; ele era muito muito forte. Eu sou o uke, então eu deixo passar, ok?

Fomos deitar de novo eram sete horas da manhã. E sabe que horas fomos acordar? Às quatro da TARDE! Ah não, não acredito. Perdemos praticamente a metade do nosso dia dormindo!

– Ah, que merda... — eu disse, ainda sonolento. — Acho que me esqueci de colocar o despertador para tocar, e agora só fomos acordar a este horário.

– Não esquenta, amor. Vamos dar uma volta no centro da cidade, daí depois já jantamos e voltamos pro hotel. — Como não concordar com essa carinha de anjo, me explica!

Fomos para o centro da cidade, demos uma volta na beira-mar, jantamos e voltamos para o hotel. Até que foi uma volta bastante longa para quem estava com preguiça de sair um pouco.

Assim que chegamos no quarto, me joguei na cama. Minhas pernas estavam me matando, fazia tempo que não andava assim (isso que dá ser sedentário...). Me espreguicei, mas... Taeyang virou-se de costas pra mim e deitou entre as minhas pernas. Ok, isso já estava ficando muito estranho.

– Querido, fale agora o que aconteceu. Mesmo afirmando que está tudo bem, tá mais do que na cara que não está.

Começou a tremer. Nervosismo, eu acho...

– Bom, amor, é que...

– Pode falar meu anjo, estou aqui para te ouvir.

– Ah, é que estou com vergonha demais pra falar.

– Tae, você sabe que pode se abrir comigo. Estou aqui com você e do seu lado pra tudo, não precisa ter vergonha — dei um beijo no seu pesçoco, enquanto ainda estava de costas.

Virou-se para mim, e segurou minhas mãos, olhando para o meu rosto. "Estou com ciúmes", disse, fazendo linguagem labial. Fingia que não entendia, de propósito.

Chegou mais perto, e disse na minha orelha: "eu estou com ciúmes". Eu não sei quem ficou mais envergonhado na hora. Não sei se fui eu, que me arrepiei inteiro depois de ter ouvido aquilo ou se foi TaeYang, que estava parado na minha frente, fazendo bico.

Passei a minha mão em seu rosto, e puxei-o para mim. Existia coisa mais fofa que esse meu namorado? AAAAH, lógico que não. Antes de soltá-lo, mordi seus lábios suavemente, o que fez que ele soltasse um gemidinho.

– Ei, isso é trabalho meu — disse, abrindo um sorriso sem-graça.

– Então comece logo com isso.

TaeYang segurou minha camiseta, e logo puxou-a para cima, tirando-a. Eu desabotoava botão por botão da sua camisa, enquanto colocava suas mãos por cima das minhas para me "ajudar". Logo que cheguei no último botão e abri-o, lambi a ponta do meu indicador, e passei pelo meio de seu corpo, chegando a sua calça e desabotoando-a. — Opa, escorregou aqui. — eu disse.

O seu rosto, estampado com um sorriso malicioso, desceu em minha direção e foi pelo meu lado esquerdo, mordendo minha orelha, o que já me fez soltar um gemido. Percebeu que gostei daquilo, então desabotoava minha calça enquanto dizia coisas pervertidas na minha orelha. Abaixou-a, e a boxer foi junto.

Tirei a cueca de Tae, e seu membro já estava pulsante. Se curvou mais uma vez, e começou a chupar os meus mamilos, deixando marcas ali. Me contorcia, segurando o lençol da cama com força.

Lambeu a ponta dos dedos — ainda tinha aquela mesma mania de querer me preparar antes do sexo — e enfiou ali. Com aquilo, já tinha sujado todo o seu abdômen, o que fez ele dar um riso baixinho.

– TaeYang, faça me seu... por favor. — disse, com um suspiro alto no final.

Posicionou-se na minha frente, e segurei seu pescoço. Deu uma estocada só.

– TAEYANG! — gritei, de prazer. Viu o estado que eu estava, e começou a fazer os movimentos vai-e-vem, chegando ao ápice naquela noite, o que fez que soltasse suas pernas, segurando-se na parede e chegando mais próximo de mim. Mas esse menino era um besta, meu Deus...

Saiu de dentro de mim, agarrando-se ao meu corpo. Ambos corpos estavam quentes e nossas peles se encostavam uma na outra, isso era tão bom, dava vontade de fazer tudo aquilo outra vez.

– Eu te amo, muito. — beijou minha testa.

– Eu te amo mais... — disse, aconchegando-me em seu peito.

~ continua!

Notas finais
eaaaaaaaaai, curtiram o meu lemon SUPER fail? qqqqq. esse capítulo ia ficar pequeno, porque planejava colocar o lemon em outro cap, mas eu coloquei nesse mesmo por motivos... óbvios u-u q. ENFIM, obrigada por terem lido, e espero vocês no próximo ♥