Enquanto os nossos pombinhos curtiam o momento… (hihi)

William e um outro rapaz mercador disputavam para ver vendia o seu livro de feitiços para um pobre sábio confuso (se ele eh um sábio pq a dúvida?? E que eu queria encher essa história de emotions, eu queria… T.T).

-Mas afinal, qual elemento você tá se focando?! – perguntou para o outro mercador para o sábio.

- Bem… na verdade… @.@

- Pois eu acho que você precisa mais do meu livro do Sol Ardente sim! – falou William.

- Sei… então…

- Quem disse que é você quem decide?! Se você se diz mercador não deveria obrigá-lo a comprar esse seu livro. O meu que é melhor! Garoto, esse é o livro da mãe natureza! Sabe qual é a dificuldade para dropar isso??

- Bem raro esse, né…?

- Que por acaso tem a mesma dificuldade do meu de seu dropado!! Sr. Sábio, esse tem o elemento fogo, que é um dos mais utilizados entre os de sua profissão! Qual a sua maldita dúvida?? Compra logo esse!

- Eu deveria… (socorro!)

- Não vai comprar não! Qual a graça de ter algo que a maioria usa, pega o meu que tem o elemento terra!

- Parem seus dois loucos! Eu não quero nenhum deles!

Os dois mercadores pararam de repente com os livros nas mãos olhando para o sábio.

- Como assim??

- Eu já tenho meu livro! Só queria saber onde é a saída desta cidade!

A expressão de William mudou rapidamente de confuso para inconformado nervoso.

- Você nunca esteve em Prontera?! Assim você me ofende! Não vou te vender mais meu Livro do Sol Ardente.

- Você é surdo ou que?! – pergunta indignado o outro mercador.

- Ah…! Deixa para lá! Pelo menos tô vendo uma kafra. Tchau seus malucos! – e sai correndo.

William e o outro rapaz suspiram olhando para o chão e depois se encaram de novo.

- Isso foi culpa sua! – Falou o outro.

- Fui sua! – respondeu William.

Sem ambos perceberem aparece uma figura que todos estavam olhando (menos eles, claro… ¬¬). Os pares de botas param em frente a loja dos dois, mas eles continuavam brigando.

- Ei…!

- Você vai ver! – Disse William estrangulando o outro.

- Eu disse EI!! Será que dá pra vocês pararem de namorar e me atenderem?

Os dois se tocaram e se seraparam fazendo bico.

- O que você quer? – Perguntou Wiliiam sem ver quem atendia.

- Quero os dois livros…

William percebeu só mais tarde a cara do seu mais novo amiguinho mercador, ele estava praticamente babando, assim como todos os outros ao redor. Quando decidiu olhar para sua cliente quase caiu pra trás. Uma mulher caçadora super bonita e estranhamente séria, cabelos verdes escuros e muito bagunçados, o que dava um charme a mais.

- Pago a dobro do que eles valem.

- Porque quer tanto esses livros se você não pode usar? – perguntou William.

- Não questiona, cara! Porque tá contrariando um mulherão destes?

- Eu ainda estou aqui… ¬¬ e também sem os meus livros! Vamos com isso? Eles não são pra mim – falou a caçadora com uma das mãos esticadas.

- Tudo o que você quizer! E eu estou de brinde! – falou alegremente o outro mercador indo para abraçá-la.

- Não, obrigada… — Ela apenas o parou dando um soco no olho (XD) e pegando o livro. William também sem questionar mais, vendeu seu livro.

- Caramba… que garota, não? – perguntou o outro mercador.

- Eu já ví ela antes. E eu conheço uma que bem mais bonita que ela! – falou William orgulhoso, mas logo ficou pensativo e preocupado. O que fez o outro estranhar, mas ficou quieto.

O pensamento de William obviamente se focava em alguém trabalhando numa pousada da cidade. Lis terminava de lavar louça e secar a pia. Já estava quase na hora de clientes virem procurar quartos. Se dirigiu a seu quarto para pegar a tiara que usava sempre para atender os hóspedes. Andou o dia cabisbaixa e atarefada, preocupada com um certo mercenário desaparecido. Caminhava distraidamente.

- Se continuar assim, vai bater a cabeça em algo ou em alguém…

Lis arregalou os olhos e voltou seu olhar para o dono da voz. Sim… era Samuel, encostado na porta do quarto dela com braços cruzados e olhos fechados. Ele os abriu e olhou para ela.

- Samuel… — disse ela.

Ele suspirou e olhou pra cima.

- Ouvi dizer que você queria muito falar comigo…

- Sim… estava te esperando… os clientes podem esperar, já que não sei se você vai sumir de novo, né?

Ele não respondeu nada.

- Não quero que ninguém nos atrapalhe, venha comigo.

Samuel entendeu o que ela quis dizer. Encontrar William ou os outros, poderia ser problema. Ambos entraram no restaurante e se sentaram.

- Vai mesmo arriscar ficar aqui sozinha comigo?

- Não vem com essa Samuel… sei que você não me machucaria.

- Quem? Eu ou… eu?

- Então é verdade, naquela hora era seu outro eu…

- De qualquer forma acaba sendo eu…

- Não! Aquele não é você! É só um monsto que surge de vez em quando! – Lis se não aguentou e se levantou, dando as costas para ele.

- …

- O que ele queria com a Ulina? Ela não tem nada a ver com isso! – ela se voltou para ele irritada.

- Como vou saber?

- Não foi você mesmo que me disse, que provavelmente ele só aparecesse quando tivesse algo errado com você?!

- Ele também sou eu…

- Não muda de assunto, você entendeu…

- Hunf! Como se você não soubesse o que passa comigo!

Lis voltou a ficar cabisbaixa.

- Você… você sabe que eu não posso correnponder…

- Você não pode, ou não quer? Em todo caso não estou te obrigando a nada. Mas você também espera o que? Até quando vai ficar nessa enrolação?

- Mas o que eu posso fazer??

- Exato! Você não pode fazer nada… porque simplesmente você não desiste? – falou Samuel começando a ficar alterado.

Lis, começando a ficar aflita e chorar disse – O mesmo vale para você!

- Não sou quem está apaixonado por alguém casado!

Foi a gota d’água, Lis chorava cada vez mais.

Notas finais
Mais um capítulo saído do forno! Lis tá apaixonada por alguém casado?? uhuhuhuhu Enquanto essa discussão, nosso casalzinho principal está muuuuuito bem!! XD Estão gostando da história?? Espero que sim! E tb espero recadoooos
Até a próxima!