Notas iniciais
OIII GENTE!

É o seguinte, eu tenho outra história de Flarrow aqui, no caso a: Uma História de Amor e Desejo. Eu havia prometido uma continuação dela e essa história não é uma continuação dela, eu ainda estou preparando a continuação dessa outra, mas essa nova história é outra, não uma continuação. ;D

É o seguinte: eu me inspirei nas montagens dessa instagram mara ( https://www.instagram.com/p/BIPdIIWBwaH/?taken-by=barryallen.edits ) que eu estou in love with it, really.

Espero que gostem, eu amei e estou preparando o próximo e último capítulo, que deve sair sábado ou domingo, e se não sair lá, sai pela primeira semana de Agosto e como no aviso, serão somente dois capítulos. :D

Right, enjoy it! ♥

Follow Your Heart – Because Sarcasm Doesn't Help.

The Flash / Arrow

Barry Allen x Oliver Queen

Capítulo 1: Arranged Marriage

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Barry Allen P.O.V

Está bem, eu estava extremamente nervoso, eu teria que casar com a filha do amigo de meu pai, por conta de negócios. Infelizmente para unir as empresas e torná-las uma única companhia grande e poderosa, eu perderia o domínio sobre quem eu poderia me casar, eu perderia a chance de fazer minha melhor amiga e eu nos apaixonarmos – tudo bem que eu já estava apaixonado por ela, mas ignoremos esse fato.

Eu teria exatamente nove horas até a grande noite e eu iria fazer o mesmo de sempre, ir para o trabalho e depois me encontrar com meus amigos no laboratório de Cisco.

Naquele exato momento eu entrava na delegacia e me direcionava para a minha sala, me preparando para analisar o novo crime que aparecera na manhã passada.

Oliver Queen P.O.V

— Pai, isso é roubar a minha liberdade. Eu não quero me casar e muito menos ser preso em alguém, eu quero poder curtir minha vida, pegar muitas garotas, mas ficar casado e não poder viver livre por conta de ter paparazzi em todo lugar, isso é de foder. — Eu já tentava convencer meu pai, mas infelizmente eu não conseguia.

— Filho, eu não estou, "arrancando sua liberdade", eu estou salvando minha companhia e por sinal, caso não se lembre, no domingo eu fui no seu quarto e conversei com você, você disse algo como: 'tá, pode ser, tanto faz'. — Robert falou, e então me lembrei de tudo, ficando furioso – se possível mais.

— Ah, mas não valeu... Eu estava bêbado, como sempre. — Robert revirou os olhos diante do sarcasmo do qual utilizei.

— Não quero saber, eu não tinha ideia, portanto, não mudarei minha ideia, passar bem. — O mais velho se levantou da cadeira do escritório e foi até a porta, abrindo-a e apontando para a mesma, bufei e me encaminhei para a porta.

— Espero que seja gostosa. — Oliver falou, fechando a porta para o pai.

...

Certo, eu já estava muito puto, quem meu pai acha que é para comandar minha vida desse jeito? Entendo que eu sou um desastre quando se trata de decisões e que ele não iria passar a empresa para mim caso eu não assumisse minha responsabilidade, mas qual é, eu só tenho meus vinte e seis anos, por que me amarrar em alguém?

Naquele momento, a única coisa que eu poderia fazer, era ir para alguma balada que não se recusasse abrir ainda às 15:00hrs e eu pudesse tomar alguns shots.

Eu dirigia meu carro na maior velocidade permitida – mentira, eu já havia ultrapassado ela. Meus olhos vagavam pela estrada cheia de carros, ultrapassando-os e tomando. O farol à alguns metros de mim estava piscando amarelo, então eu acelerei, para não ter que parar, e eu tinha certeza que conseguiria, errado, o farol fechou num segundo e sendo o mais rápido brequei o carro, ultrapassando para um pouco da faixa de pedestres e fazendo um garoto de cabelos morenos não escuros se assustar e pular para trás.

— Você está louco?! — Ele exclamou, os olhos cheios de água, a boca avermelhada aberta e os olhos castanhos estavam arregalados.

— É só olhar por onde anda. — Eu disse, logo me arrependendo de ser tão otário.

— Como!? Cara, tu quase me atropelou! Eu podia ter morrido, ter uma hemorragia interna, ou sabe-se lá ir parar na porra do hospital, vá se foder. — Ele dizia irritado, pegando a mochila de ombro marrom que havia caído quando ele pulou para trás e botou-a no ombro, cruzando o torso, o maxilar tenso e os passos rápidos e expressando raiva. Ninguém nunca sequer havia me enfrentado daquele jeito antes, o garoto havia me impressionado.

Está bem, eu havia sido um otário de primeira marca, mas eu não ficaria sem ao menos pedir desculpas por toda minha babaquice.

Ele já estava na calçada novamente, o farol abriu e eu entrei na rua ao meu lado esquerdo, estacionando e abrindo a porta do carro, fechando-a e correndo atrás do garoto. O garoto andava bem rápido, mas correr era comigo mesmo, cheguei por trás dele e o puxei pelo braço, soltando a mão dele que segurava a mochila e vendo-o virar-se contra mim, tropeçando e caindo no meu torso.

Eu rio pelo nariz, arqueando a sobrancelha, e vendo-o se recompor, as bochechas coradas.

— Certo, desculpe. Eu sei que eu fui um babaca, quase te atropelei e agi como se não fosse grande coisa. Um grande babaca. Como pedido de desculpas, eu posso, se permitir, te levar para onde seja que você está indo? -Eu perguntei, depois dos pedidos de desculpas, vendo-o pensar.

— Tu sabe, que realmente quase me acertou, bem perto, né? — Ele perguntou, para confirmar e eu assenti. — Então, aceito seus pedidos de desculpa, mas nem por um milhão de reais eu entro em um carro com você, sem contarmos que eu não tenho a menor ideia de quem é você, vai saber se não é um psicopata e vai me raptar e me matar, depois enterrar meus pedaços que você picotou por toda Central City até Star City?

— Isso foi um exagero, você sabe, né? — Brinquei, vendo-o revirar os olhos, mas sorrir.

— Mas pode acontecer. Isso não vem ao caso, mas desculpa, eu vou recusar essa bandeira branca da paz. — Ele falou e eu ri.

— Eu prometo que não sou nenhum desses assassinos e picotador de pessoas. Posso te levar para onde quiser, como uma oferta de paz, deixa? — Falei e o vi suspirar, desistindo de relutar e emitir um 'sim' baixo.

— Então, me conte chefe, onde vamos? — O fiz revirar os olhos e pronunciar o seu endereço de casa. — Portanto, venha senhor, entre nesta limusine.

Ele riu enquanto eu abria a porta do banco de passageiro e ele entrava, admirando meu carro Ford GT 66 Heritage Edition.

Corri de volta para o banco do motorista e sentei, fechando a porta, ligando-o e iniciando o 'passeio'.

— E então estranho, qual seu nome? — O moreno perguntou.

Barry Allen P.O.V

— Oliver. E o seu? — Depois de ter saído do trabalho adiantado por ter terminado tudo, eu quase fora atropelado e agora eu estava no carro de um estranho e provavelmente era um playboy.

— Barry. — Respondi, enquanto o vento entrava no carro e balançava o pouco cabelo que eu tinha, formando um topete.

— Então Barry, do eu gosta de fazer? — Ele perguntou e eu o encarei, arqueando as sobrancelhas. — Que foi? Vamos passar um tempinho aqui, ao menos quero que seja tolerável e não um silêncio mortal.

— Okay... Ahn, gosto de trabalhar como cientista forense e de passar meu dia de folga todinho vendo séries, para de noite sair com meus amigos. É basicamente tudo que faço, então... — Eu disse, olhando para Oliver, agora que havíamos parado por conta do farol. — E você?

— Gosto de ir para a balada e beber muito. Gosto também de pegar muitas minas. — Disse Oliver, e revirei os olhos provando o que já sabia, Oliver era um playboy.

— Você trabalha? — Perguntei, vendo o outro negar com a cabeça. — Então, espero que não pareça grosseiro, mas o que porra você faz da vida? Só vai em festas e pega garotas, não trabalha, provavelmente tem tudo pago pelo pai ou pela mãe, moço, uma hora tu vai precisar crescer.

— E mesmo assim, foi grosseiro. — Oliver foi sarcástico e eu somente ri, fazendo-o rir cético. — Sei que um dia vou precisar crescer, mas eu ainda tenho vinte e seis anos, tenho tanto para viver.

— E de repente, eu me tornei o mais velho. — Falei. — Eu tenho vinte e dois, e mesmo meu pai tendo perfeitas, repito, perfeitas, condições de pagar tudo para mim, eu não quero. Eu preciso crescer e aprender a me virar sozinho, uma hora ele não estará aí, e espero que seja bem velhinho e muito feliz. O pior momento de tempo, foi na faculdade, onde tempo eu quase não tinha, e só podia ver meus amigos nos domingos, quando eu tinha, se tivesse, tempo e todas as lições feitas. Sei que tenho privilégios, mas abusar deles para fins que não são bons, não é respeitar ele , muito menos eu...

Um silêncio prevaleceu, um silêncio mortal, mas minha rua se aproximava, pedi que ele parasse ali mesmo na esquina, porque dali só tinha mais três casas para a minha.

— Obrigado e desculpa qualquer coisa. Desculpa dar uma de lição de moral, é que eu me tornei minha própria mãe quando a mesma se foi. — Falei, vendo-o assentir.

— Sinto muito, pela sua mãe. — Eu agradeci a fala dele e dei um beijo na sua bochecha. Saindo do carro, pensando em como seria dali seis horas.

Oliver Queen P.O.V

Eu estranhei o beijo na bochecha, mas não cheguei a me importar negativamente, achei um gesto fofo, para um desconhecido.

O que ele havia falado havia me acertado em cheio, eu não poderia negar.

Então, o mais improvável de ocorrer, foi o que aconteceu, dei meia-volta e voltei para casa, decidido em finalmente, crescer, mas antes, uma última festa.

...

Eu ligava para Felicity, minha melhor amiga, que me ajudaria na sua última festa, uma de despedida de solteiro, mas com ternos, porque a festa iria até às 18:30hrs e às 19:00hrs eu conheceria a pessoa com quem eu casaria.

Felicity chegou uns vinte minutos depois da ligação, e em uns trinta, organizamos praticamente tudo, só faltavam as bebidas, que Roy conseguiu – nem me perguntem como, porque nem eu faço ideia.

A festa já começava e todos meus amigos iam chegando. Dessa vez, só convidei os amigos verdadeiros, e não pessoas de convivência que não se importavam comigo senão meu dinheiro ou fama, pessoas essas, que eram somente desconhecidos e tentavam tirar proveito.

Laurel chegou, com Tommy e depois sua irmã. Minha irmã foi a primeira a chegar. Diggle chegou um pouco atrasado com a esposa e a filha, se desculpando e tentando persuadir-me para saber qual seria a grande revelação.

Tudo nos perfeitos encaixes, eu tinha meus amigos verdadeiros e eu anunciaria para todos assim que a festa terminasse que eu me casaria.

Era difícil ter a "vida perfeita", pois infelizmente, com ela vinha poucas pessoas em que eu podia confiar, e depois do meu acidente, tudo se tornou tão rotineiro – as festas, as bebidas – que eu mal passava algum tempo com quem realmente importava. Mas aquela noite, eu tinha todos que importavam para mim e finalmente eu teria de crescer.

(...)

As horas passavam rápidas, champanhe era o mais tinha e era tomado sem pressa. Oliver sentia suas mãos suando pelo calor provocado pela bebida, em especial o fato de que iria casar ainda o assustava. Estava nervoso? É claro, mas tentava controlar-se. A hora se aproximava e então ele se dirigiu para a sala de estar, respirando fundo e pronunciando as palavras, vendo os rostos dos amigos despencarem, menos o de Felicity que já sabia e sabia quem seria "a noiva", feliz pelo amigo e também rindo mentalmente pensando em como ele reagiria com a surpresa. Eles já haviam tido um relacionamento, mas ela e ele sabiam que aquilo era somente uma boa e bela amizade, não tinham porque estragar.

Barry terminava de ler um livro, indo ver um filme com um pote de sorvete e batata-frita. Depois do filme, decidiu ir tomar um banho, para ter tempo suficiente para escolher seu terno. Antes ligando para seus amigos e dando o endereço do lugar e avisando-os que havia um grande anúncio para ser feito hoje.

(...)

Barry P.O.V

Eu estava na limusine – que meu pai tinha – indo para a casa da minha futura noiva. A noite cobria meus olhos que a tudo tentavam captar. Eu estava bem ansioso, mas não podia negar em pensar como seria minha noiva.

A limusine entrava agora em um 'caminho de pedras' que davam para uma grande porta, que estavam abertas e emitiam linda luzes amarelas somente em sua entrada.

O motorista abriu para mim e meu pai, ambos saímos e pisamos nas pequenas rochas sob nós. Um som de carro parou atrás de nós, e de lá, saíram Íris, Snow e Cisco. Ambos sorriram para mim e tomando coragem, eu dei o primeiro passo, engolindo em seco e respirando fundo.

Subimos todos os degraus e entramos por aquelas grandes portas, meu pai tocando a campainha para saberem que chegamos, e em segundos a sala estava cheia.

— LAUREL! — Gritaram Cisco e Snow, indo abraçar a morena, que riu com a reação deles.

Oliver apareceu e eu olhei para ele suspeitando de algo, logo sorrindo, mas continuando no meu lugar.

Enquanto todos iam para a sala de estar, Felicity sorriu e me abraçou, o vestido rosa esvoaçando ao andar. Ela voltou para Oliver que continuava parado perto das escadas e se pronunciou:

— Esse é o garoto com quem terá que casar. — Ela disse, sorrindo e vendo o rosto já sério do amigo, ficar um pouco mais sério, com uma pitada de confusão.

— O que? — Ele perguntou.

— Oh Deus... — Eu suspirei, sentindo o coração acelerar.

— Já se tornará oficial, aqui está sua aliança Oliver. E aqui está a de Barry, cuide-a. — Robert surgiu, entregando para Oliver uma caixinha azul escura, fazendo o de gravata-borboleta sentir o pescoço dar um nó, sem saber o que dizer. — Olá, Barry.

— Robert? Olá, meu amigo. — Disse meu pai. Minha gravata comum agora parecia que me enforcava.

— Iremos preparar tudo lá, Felicity, agora é por ti.

— Obrigado, sr. Robert.

Os dois amigos de longa data foram abraçados para a sala de estar, enquanto o de gravata borboleta e blazer preto, com a camisa branca bem passada – Oliver – se virava para Barry, que continha uma gravata comum e em cor vinho, com a camisa branca um pouco amaçada, mas bem de leve, e o cabelo estava meio despojado, sorrindo, de nervoso.

— Certo, rapazes, é o seguinte, vocês nunca perceberam, mas não houve menção alguma sobre se era ele/ela nas conversas com vocês. O Oliver sabe disso faz cinco, já Barry, uma semana. Agora, Oliver, as companhias estão em suas mãos, você as assumirá após o casamento, que ocorrerá daqui cinco meses, Barry se tornara seu braço direito. É um casamento arranjado, se haverá algo entre vocês ou não, não diz respeito à ninguém. Agora, coragem, oficializaremos. — Felicity disse, sorrindo, pois ela sabia, sabia que eles iriam se perder um no outro.

Os dois homens respiraram fundo e moveram-se para a sala de estar, com Felicity anunciando para todos prestarem a atenção em Oliver e Barry.

Oliver, meio hesitante, ainda meio perdido em tudo que havia acabado de acontecer, agachou-se, tirando a caixinha de veludo azul do bolso, erguendo-a em frente à Barry e abrindo-a.

— Aceita se casar comigo? — O loiro perguntou, vendo Barry rir nervoso.

— Fazer o que? Aceito, playboy.

Notas finais
E ENTÃO, PONNIES??? *---------*

Estou esperando seus coments, ansiosamente.

E quem já leu Uma História de Amor e Desejo, não se preocupem, sairá a continuação em breve. :3

So... Bye bye beautiful people! I see all of you soon. :*