Notas iniciais
Demorei, né? kkkkk sinto muito. Preparem-se para ficar surpresas nesse capítulo kkkkk
Eu vou responder os reviews desse capítulo, então façam as perguntas certas, ok?
Mais uma coisa, a fic está ficando ruim? Faz tempo que não tenho recomendações, e, apesar de ainda ter bastante reviews, sinto que perdi algumas leitoras importantes.
Por favor, se você lê essa fic, escreva reviews, u slá, nem que seja para falar um "eu li" ou "gostei" ou até "que merda, apaga isso" kkk sério, quanto mais reviews, mais terei vontade de postar capítulos.
Lembrando que eu adoro reviews enormes tbm, então n fiquem com vergonha de conversarem comigo por lá kkkkkk
Bjss, espero que gostem do capítulo.

- Srta. Gilbert — policial Martin me cumprimentou com um breve aceno, — Sr. Salvatore.

O encarei, completamente congelada.

- Como entrou aqui? — perguntei.

Ele deu de ombros, como se esse fato não fosse importante.

- Uma jovem ruiva abriu a porta e me deixou entrar — respondeu, — posso dar uma palavrinha com você, Gilbert?

Assenti um pouco assustada.

- Aconteceu alguma coisa? — Damon perguntou, obviamente tão preocupado quanto eu.

Jonas Martin olhou para ele como se fosse apenas um inseto enxerido, e não meu futuro marido.

- Eu gostaria de conversar a sós com a Srta. Gilbert — esclareceu, ignorando Damon, — se não for incomodá-la, é claro.

Damon bufou do meu lado e fez menção de se afastar, mas eu estendi o braço e o mantive no lugar.

- Na verdade — retruquei, — vai me incomodar sim. Quero que ele fique.

Ok, eu só não queria ouvir mais notícias ruins sozinha.

Jonas encolheu os ombros, como se dissesse “tanto faz” e se sentou em uma cadeira perto dele.

Damon e eu fizemos o mesmo, sentando lado a lado.

Ele apertou levemente a minha mão, provavelmente tentando me lembrar de que ele ainda estava ali por mim.

- Aconteceu alguma coisa? — repeti a pergunta de Damon.

Jonas apenas pegou alguns papéis em uma pasta e jogou eles para mim.

- Reconhece isso? — perguntou.

Peguei os papéis — que na verdade, eram fotos — e os olhei melhor.

A primeira coisa que eu pensei foi: Graças a Deus eu não havia comido nada ainda, ou eu iria vomitar tudo.

A segunda coisa?

- Tia Jenna — ofeguei,, levando uma mão até a boca.

Damon pegou as fotos da minha mão e as olhou atentamente.

Eu sabia o que ele estava vendo...

Minha tia, morta, com uma faca enfiada no peito e vários hematomas no rosto e em seus braços, como se ela tivesse lutado e perdido.

Ninguém havia me mostrado aquelas fotos antes, e agora eu sabia por quê.

Era terrível vê-la assim.

Meus olhos se encheram de lágrimas, mas eu me policiei para não chorar... Eu não iria chorar agora.

- Porque ela está nessa posição? — Damon perguntou do meu lado.

Levantei os olhos e o encarei.

- Posição? — repeti, então peguei novamente as fotos da sua mão.

Meu Deus! Era verdade.

Aquilo não era nem um pouco comum, era como se ao morrer ela tivesse aberto os braços e as pernas para iniciar um anjo na neve.

Ninguém morria daquele jeito, não naturalmente.

- Acreditamos que o assassino tenha feito isso para deixar um recado — Jonas Martin respondeu, — mas não demos muita atenção para isso na época.

Encarei-o irritada.

- Me disseram que ela foi vítima de assalto — reclamei, — que tipo de assaltante se preocuparia em deixar um “recado”?

O policial Martin me olhou com pena. O pior tipo de pena.

O tipo de pena que eu odiava.

- Não queríamos preocupar uma jovem de dezoito anos com nossas teorias de assassinato. Depois que Jenna Sommers foi assassinada, eu assumi o caso, investiguei seus pais, investiguei você e seu irmão em coma. Eu sei de tudo sobre a sua vida, Gilbert.

Ofeguei e cobri meus olhos com ambas as mãos.

Respirei fundo.

Jenna foi assassinada.

Meus pais também.

Seria o mesmo assassino?

Minha cabeça rodou e meu estômago deu um salto.

- Ontem tivemos um caso estranhamente parecido com o de Jenna Sommers — Martin continuou, então estendeu outras fotos para mim. Destampei os olhos e olhei as fotos, ofegando novamente. Aquela era...? — Donna Stevens — o policial anunciou, — empregada desta casa. Ela foi encontrada por moradores de rua ontem.

Uma lágrima desceu inconsolável por meu rosto, pobre Sra. Stevens.

Ela também tinha uma faca na altura do coração e estava na mesma posição de anjo de neve.

Damon fez um barulho estranho do meu lado e eu senti pena dele.

Voltei a segurar a mão dele com força.

- Porque fizeram isso? — perguntei.

O policial suspirou.

- Também queria saber — respondeu, então pegou outra coisa no bolso.

Por favor, que não sejam mais fotos...

Não era.

- O que é isso? — Damon perguntou.

Peguei o saco plástico na mão e olhei o que tinha dentro.

- Isso foi encontrado junto ao corpo, acredito que seja um recado do assassino. Meus legistas não encontraram nada. Sem digitais ou DNA. Então pensei que você poderia me dizer o que significa.

O policial olhava esperançoso para mim.

Olhei para o pedaço de papel dentro do plástico e li o que estava escrito em voz alta:

- “Antes de embarcar em uma vingança, cave duas covas” — encarei Damon e o policial Martin. — É Confúcio.

- O que? — ambos disseram em uníssono.

- Confúcio — repeti. — O filósofo — ambos continuaram me encarando sem entender nada. — Céus, onde foi parar a cultura de vocês? Minha mãe costumava ler tudo sobre filosofia para mim quando eu era menor, ela dizia que enriquecia a mente e a alma.

Ambos continuaram com cara de paisagem.

- E o que quer dizer? — o policial insistiu, ignorando minha infância feliz com a filosofia.

Suspirei e devolvi o plástico para ele.

- Quer dizer — respondi irritada, — que se você entrar em uma vingança deve estar preparado para as consequências. Ás vezes você acaba com a vida da pessoa desejada, mas destrói a própria vida no processo, entende?

O policial assentiu.

- Então esse assassino está atrás de vingança? — ele perguntou.

- Sim, ele está — uma voz preocupantemente conhecida disse atrás de mim.

Parei de respirar e olhei para a dona da voz.

Por que, Deus? O que eu fiz?

Meu coração perdeu o compasso e minha respiração voltou irregular.

- Mãe? — ofeguei.

A mulher bonita sorriu para mim, como se nada tivesse acontecido.

- Olá, querida.

Notas finais
Nossa senhora, ficou pequeno kkkkkk Não teve nem 1.000 palavras, mas prometo compensar no próximo.
Bjss da Nana.
xoxoxo