Follow Your Heart
33 Capítulo 30 - Parte 2
Notas iniciais
Aqui está, e eu quero grandes comentários, ok? Sabem como é difícil para uma virgem escrever uma cena de sexo?? Então, eu mereço.
Soltei o ar pesadamente e não ousei desviar meus olhos dos dele.
— Sim — sussurei quase inaudivelmente. — Eu quero. Então sua boca se lançou sobre a minha, fazendo com que um grito de surpresa saísse abafado de minha garganta. Seus lábios vieram gentis, calmos... Apaixonados. Damon me beijou de forma lenta, como se dissesse que não precisavamos ter pressa... Nós teríamos a noite inteira. Ele aprofundou o beijo sem alterar o ritmo, me dando todas as chances de mudar de ideia, mas eu não o fiz... Na verdade, a cada segundo eu me firmava mais em minha decisão. Seus dedos voltaram a entrar em minha camiseta, mas, diferentemente das outras vezes, ele não se contentou em acariciar apenas minha cintura, subindo mais a mão até roçar a lateral do meu sutiã. Gemi alto quando sua mão cobriu meu seio esquerdo, o acariciando por cima do tecido rendado. Sua boca deixou a minha e foi em direção ao meu pescoço, depositando pequenos beijos e chupões. Seus dedos experientes faziam coisas indescritíveis com meu seio, massageando até que eu estivesse completamente sensível e então ele passou para o seio direito, que estava carente de sua atenção. Damon parou de beijar meu pescoço, descendo até que seu rosto estivesse na altura da minha barriga, então ele tirou a mão do meu seio e passou a subir a barra da camiseta. Ele beijou cada centímetro de pele exposta, rodeou a língua em meu umbigo e continuou subindo os beijos de acordo com a camiseta. Ele parou apenas para passar a mesma por minha cabeça, então seus olhos se prenderam em meu sutiã. — Adoro rendas — comentou. Sua voz estava tão rouca quanto eu acreditava que a minha estivesse. As mãos de Damon desceram até minha calça jeans e ele abriu o zíper habilidosamente, para em seguida tirar a calça e a jogar em algum canto do quarto onde ele havia jogado minha camiseta. E lá estava eu. De calcinha e sutiã. Na frente de Damon Salvatore. Ele me olhou de cima a baixo, sem pudor nenhum. Seus olhos se demorando nas partes cobertas e em meu rosto. Talvez ele estivesse tentando decidir por onde começar. Decidindo por ele, me sentei na cama e ele acompanhou o movimento, fazendo o mesmo. Levei meus dedos até a liga que amarrava meu cabelo e o soltei, deixando que o mesmo caíssem soltos em minhas costas. — Você tem roupas demais — me ouvi dizendo. E minha voz estava mais rouca do que eu pensava. Os olhos de Damon escureceram e um sorriso malicioso atingiu seus lábios. — Porque não tira pra mim? — perguntou. De alguma forma eu sabia que ele estava brincando, apenas me provocando. Porém, surpreendendo a ele e principalmente a mim, um sorriso semelhante ao dele me contagiou e então vi meus dedos irem até a camiseta dele. Eu não tinha habilidade nenhuma com botões pequenos como os de sua blusa, mas Damon esperou pacientemente enquanto eu abria um por um. A cada botão que eu desabotoava, um pedaço novo de pele era descoberto, comecei a roçar as pontas dos dedos nesta pele até que o ultimo botão estivesse aberto. Sua camiseta deslizou parcialmente aberta e meus dedos se ergueram, minhas unhas roçaram hesitantes em seu peito firme. Seus musculos vibraram e um som parecido com um resmungo escapou de sua boca. Assustada e achando que ele não estivesse gostando ou que eu tivesse machucado ele, retirei minhas mãos de perto dele e olhei para o colchão, completamente envergonhada. Damon riu um pouco e senti quando ele se aproximou novamente de mim, sua boca indo até a minha orelha. — Eu estava gostando sua boba — explicou de forma descontraída. Olhei novamente para cima e Damon beijou minhas bochechas coradas. Ele terminou de tirar a camiseta sozinho e então se deitou ao meu lado, em seus olhos haviam um convite implicito de que eu podia fazer o que eu quisesse com ele naquele momento. O problema era que eu não sabia nem como começar. — O que eu devo fazer? — perguntei, completamente perdida. — O que você quiser — Damon disse. — E por onde devo começar? — Por onde quiser. Estendi a mão e dei um tapa no peito dele, que começou a rir. — Você tá ajudando muito — reclamei, — seu idiota. Olhei para o peito nu de Damon e notei pequenas marcas amareladas, como hematomas sarando. — Obra sua — ele disse, vendo onde eu direcionava meu olhar. Encarei ele com uma óbvia interrogação nos olhos. — Você me espancou no começo da semana — explicou, — se lembra? O encarei horrorizada. — Eu fiz isso? — perguntei, ao que ele apenas assentiu — Céus, sinto muito, Damon. Ele deu de ombros e sorriu meigamente para mim. — Não precisa se desculpar — disse, — além disso, eu já disse que acho sexy uma mulher que possa bater em mim. E você o fez. Sorri pra ele, mas ainda estava me sentindo mal por tê-lo machucado. Meu sorriso aumentou quando uma ideia me atingiu. — Já sei por onde começar — avisei. E então eu passei uma perna por ele até que eu estivesse sentada em seu quadril. Damon arqueeou uma sobrancelha, observando a cena.
O olhei maliciosamente enquanto descia meu rosto até seu peito, então passei a beijar cada hematoma. Um por um. No começo eu apenas depositava pequenos beijos castos na extenção se seu tórax e abdomen, então, quando Damon passou a fazer sons que se assemelhavam a gemidos, passei a mordiscar levemente sua pele. Os músculos de Damon eram perfeitos, ele tinha tudo no lugar, nem uma gordurinha sobrando. Era como marmore esticado sobre aço... Um marmore extremamente quente e macio. Subi meus beijos e mordiscadas inesperientes até seu pescoço e então o lóbulo de sua orelha. — Você gosta disso? — perguntei de forma insegura. — Sim — Damon respondeu com um suspiro rouco. Concentrando-me, levei minhas mãos até seu torso e passei os dedos em seus músculos, mapeando cada pedaço de pele. — E disso? — perguntei com a mesma insegurança — Gosta disso também? — Vou poupar seu tempo — disse. — Vou gostar de tudo o que você fizer. — Mesmo? Meus dedos foram mais para baixo, indo até a cintura dele, então o abdomem que tremia. — Devo parar? — provoquei. Eu estava fazendo aquilo direito? — Nem pense nisso — ele murmurou, tão baixo que cheguei a pensar que tivesse imaginado aquilo. Mas quando tentei sair de cima dele, Damon esticou os braços e rodeou minha cintura, prendendo-me no lugar. Sua boca encontrou a minha e ele voltou a me beijar. Apaixonadamente. O tipo de beijo que me fazia querer perder completamente a cabeça. E era o que eu faria. Estiquei minhas mãos e retirei as dele da minha cintura, colocando-as acima de sua cabeça como ele havia feito antes comigo. Mordi forte seus lábios antes de descer novamente por seu pescoço, minhas unhas fazendo um trajeto de seus braços, tórax e abdomen até chegar a base de seu quadril. Damon gemeu alto quando meus dedos foram até o zíper de seu jeans e acabaram roçando no volume que se projetava ali. Recuei um pouco, surpresa. Damon continou parado como uma estátua abaixo de mim, aguardando meu próximo passo. Acredito que tanto ele quanto eu sabiamos que se ele se mexesse, nem que fosse um pouquinho, eu sairia correndo daquele quarto. Respirei fundo, tomando coragem, então coloquei meus dedos novamente sobre seu zíper, me atrapalhando um pouco ao tentar abrí-lo e ignorando Damon fazendo barulhos com a garganta quando eu esbarrava sem querer em sua masculinidade. Deus me ajude. Finalmente consegui abrir sua calça, então comecei a tentar tirá-la por suas pernas. Damon riu do meu esforço e tirou a calça sozinho, ficando apenas de cueca boxer preta na minha frente. Oh. Meu. Deus. Eu ia morrer. Meu queixo caiu enquanto eu continuava olhando para aquele volume que a cueca não tinha o menor sucesso em esconder. Abri a boca para comentar o quanto aquilo era grande e que provavelmente iria me machucar, mas na mesma hora mudei de ideia. Eu não ia dar esse gostinho a ele. E provavelmente pareceria estúpido dizer isso em voz alta. Não consegui desviar o olhar dali... E quanto mais eu olhava, parecia que maior aquele volume ficava. Mordi meu lábio inferior, quase gemendo quando a voz de Damon tornou a invadir meus ouvidos. — É uma espécie de relação direta — explicou roucamente, — quanto mais você olha, mais excitado eu fico. Ofeguei assustada, levantando os olhos até olhar para o rosto dele. — Vai doer — me ouvi dizendo. "Você não disse que ia parecer estúpida dizendo isso?". Saiu sem querer! "Você parece estúpida". Calada. Damon não conseguiu segurar os risos e eu fiquei bastante irritada com isso. Do nada, ele se jogou por cima de mim, e quando eu vi, tinhamos invertido novamente nossas posições, me deixando embaixo dele. Seu corpo estava completamente encostado no meu, fazendo com que nossas peles se encontrassem... O que era estranhamente erótico, já que estavamos os dois semi-nus. — Não vai doer — Damon garantiu, olhando diretamente nos meus olhos. — Eu nunca machucaria você — então, dizendo isso, sua boca desceu até a minha onde ele depositou um pequeno beijo, quase casto, como se tentasse me acalmar. — Devo continuar? — perguntou devagar enquanto depositava mais uns dois, ou três beijos assim em minha boca. — Sim — respondi, — deve. Eu não queria parar agora, não queria voltar atrás em minha decisão. Hoje eu perderia o medo. As mãos de Damon foram até a minha cintura, então fizeram um pequeno trajeto para cima, pelas minhas costas, até chegar ao feixo de meu sutiã. — Posso? — perguntou, pedindo minha permissão. Sem querer, acabei rindo nervosamente. — Pare com isso — pedi. — Não tenho nenhuma experiência, você sim. Faça o que quiser. — Se eu fizer o que eu quero — Damon avisou, — provavelmente assustarei você. Encarei ele e, mesmo temendo sua resposta, tive que perguntar: — O que você quer? Damon abriu o feixo do meu sutiã, e o tirou devagar, jogando o mesmo no canto com o resto das nossas roupas. Ele abaixou o rosto até meu pescoço e inalou meu cheiro como se eu fosse uma droga, algo que estivesse o levando a loucura... Algo inebriante. — Eu quero sugar seus seios até que eles fiquem no tom mais escuro de vermelho — disse roucamente enquanto passou a depositar beijos e chupões na base do meu pescoço, — quero te chupar tão forte que tudo o que você conseguirá fazer será gozar em minha boca — seus lábios desceram até os meus seios onde ele continuou depositando pequenos e docéis beijos. — Quero me enterrar em você. Rápido e duro, e tudo o que sairá de seus lábios será meu nome, entre gemidos — ele levantou os olhos e me encarou, parando sua trilha de beijos por um momento. — Assustada? Uma lufada de ar saiu de meus pulmões, fazendo com que só então eu notasse que estava prendendo a respiração o tempo inteiro. Ofeguei antes de assentir com a cabeça, mostrando que sim, eu estava assustada... E excitada. — Você me perguntou o que eu queria — explicou delicadamente, como se isso fosse amenizar as coisas. — Não precisava responder — retruquei. Ele abriu a boca para dizer mais alguma coisa, mas eu estava cansada de conversas. Levei minha mão até sua nuca e trouxe sua boca até a minha, iniciando um beijo tímido. Damon aprofundou o beijo, me dizendo sem usar palavras que toda timidez era desnescessária. Aproveitando o fato de eu estar perdida em seus beijos, suas mãos foram até minha calcinha, a retirando de forma experiente... E me deixando completamente nua abaixo dele. Logo a cueca dele teve o mesmo destino, deixando ambos no mesmo estado de nudez. Cheguei a parar o beijo para reclamar desse fato, mas no mesmo segundo Damon desceu os lábios até o meu seio direito, sugando-o. Voltei a gemer baixinho, cravando meus dedos no lençol da cama quando ele passou a mordiscar de leve o meu mamilo. Uma de suas mãos subiu até meu outro seio e ele começou a alisar minha pele, deixando meus mamilos ainda mais túmidos, depois passou a beliscar o mesmo, já sensível, entre seu indicador e o polegar. O toque era habilidoso, uma manipulação experiente que combinava pressão e suavidade. E como se eu já não estivesse perdida o suficiente, sua mão livre desceu pela minha cintura até o meio de minhas pernas, fazendo com que um grito de surpresa estrangulado saísse de minha garganta. — Tão úmida — Damon gemeu e seus lábios subiram novamente, deixando meus seios saudosos para trás. Seu rosto voltou a se enterrar na curva do meu pescoço, enquanto seus dedos me levavam a perdição. Ele acariciava-me com conhecimento, como se eu lhe tivesse contado segredos, e eu mordi fortemente os lábios para abafar os gritos que se misturavam aos meus gemidos. Mas segurar esses gritos foi praticamente impossível quando seu polegar rodeou meu clitóres e um longo dedo deslizou para dentro de mim, fazendo com que eu tremesse em uma nescessidade desconhecida. Um ruído áspero de protesto saiu de minha garganta quando Damon parou. Seus dedos saíram do meu sexo e sua boca desceu novamente, mas dessa vez ele não parou em meus seios, descendo os lábios até o meu estômago. E não foi até que ele havia passado de meu umbigo que eu percebi sua intenção. — Damon! — engasguei, chocada. Ele parou, de uma só vez, a boca ainda em minha barriga. — Pára? — perguntou — É provável que eu chore, mas podemos parar. Corei furiosamente. — Não parar tudo — expliquei, — é só que... Não acha isso um pouco inapropriado? Damon bufou. — Não acho — murmurou, e abaixou a boca.
Qualquer protesto que eu tinha guardado desapareceu no momento em que a língua dele me tocou naquele ponto. Ele me sondou com uma longa e quente lambida, deixando a carne queimando no caminho. Outro golpe molhado, e depois outro, e outro, mais profundo dessa vez, e qualquer pensamento que estivesse rondando minha mente desapareceu, deixando apenas um prazer imensurável no lugar. Damon afastou mais minhas pernas, até que eu estivesse completamente aberta para ele, o tempo inteito operando e investigando minha pele macia. Gemidos, que eu não reconheci como meus próprios, saíam de minha garganta. Eu me contorci debaixo dele, enquanto o sentia me explorar com uma intimidade chocante. Meus quadris arquearam-se de forma involuntária e Damon os rodeou com os braços, mantendo-me no lugar. Um doloroso vazio cresceu dentro de mim a cada movimento de sua língua. Eu estava sendo empurrada para uma beirada que eu nunca tinha experimentado antes, e ela se aproximava cada vez mais rápido. Damon aumentou a pressão, a intensidade, e quando sua boca fixou-se em meu clitóris e chupou, eu gritei. Fragmentos de êxtase estouraram em mim, viajando de meu centro para minhas extremidadem em um flash. Meu coração parecia lento nas suas batidas e minha respiração saía entrecortada. Aquele fogo de antes foi substituído por algo morno que se derramava através de mim, fazendo meus olhos abrirem em espanto. Damon subiu novamente, até que seu rosto estivesse na mesma altura do meu. — Já havia tido um orgasmo antes? — perguntou roucamente e eu neguei com a cabeça, duvidando que conseguisse me lembrar de como se usam palavras. — Fico feliz de ter sido o causador disso, então — Damon disse de forma satisfeita, sua voz vibrando com algo que se assemelhava a paixão. Meu corpo ainda vibrava com os tremores do meu primeiro orgasmo, mas essa era a parte que eu temia. Eu congelei completamente quando Damon se moveu entre minhas pernas. — Não tenha medo — ele sussurrou, e me beijou. No começo fiquei constrangida, considerando o que sua boca tinha acabado de fazer, mas então achei o novo gosto salgado em minha boca estranhamente estimulante. Sua lingua enroscava-se na minha, enquanto seu pênis roçava ao longo do meu úmido sexo. Estremeci assustada, mas ele só se moveu exteriormente, então se afastou e começou de novo... E de novo... E de novo. Logo sua língua e o que seu membro fizeram a dor de antes voltar com reforços. — Devo continuar? — Damon perguntou alguns minutos depois — Ou não? Porque não precisamos ir até o final, posso passar o resto da noite simplesmente provando você... Eu adorei isso. Meu coração disparou com o nervosismo, mas eu e meu corpo já sabíamos o que queríamos. — Continue — pedi. — Agora. E ele o fez. Damon segurou-me em seus braços enquanto avançou devagar dentro de mim. Ele não recuou uma vez sequer e fez da forma mais lenta possível. A sensação dele avançando me deixou arfante, um leve desconforto fez com que eu enterrasse meu rosto em seu pescoço e eu estremeci. Ele moveu-se mais fundo e, por incrível que pareça, conseguiu entrar completamente. Uma sensação de plenitude me invadiu. Quando estava completamente coberto, Damon parou e fechou os olhos por alguns instantes antes de olhar para mim. — Tudo bem, amor? Isso foi íntimo de uma forma que eu jamais tinha experimentado. Apenas assenti, já que falar estava além de mim. Ele se moveu em mim, recuando um pouco e depois impulsionando para frente. O inesperado prazer capturou a minha respiração. Ele repetiu o movimento, mas mais profundo dessa vez. Antes de eu recuperar o controle da minha respiração, ele retirou-se quase todo o caminho e voltou com um único arquear de seus quadris, que arrancou um gemido da minha garganta. Damon estendeu a mão e colocou a palma contra as minhas costas, movendo-a mais para abaixo até que as pôs nos meus quadris. Ele me puxou mais para perto, esfregando-me contra ele para coincidir com seus movimentos. Eu rapidamente peguei o ritmo, e o aumento de contato fez minha cabeça girar em excitação. Aquele aperto de antes dentro de mim voltou, ficando mais apertado com cada nova carícia até que o meu corpo queimava com um único pensamento: — Mais...
Notas finais
Desculpem os erros de português, bla bla bla kkkkkkk, gostaram? ficou bom o suficiente?
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