Notas iniciais
Pre-pa-ra, que agora, é a hora, do show da Nana que desce e mata, que droga, essa música kkkkkk Odeio funk, então quando fazem sucesso... Salvem-se.
Aqui está um cap bônus só para deixá-los mais curiosos.
Bjs, vejo vocês lá em baixo.

POV — Autora


Marcel caminhava rapidamente pelo corredor escuro e estreito, seu senhor odiava esperar e Marcel odiava irritá-lo.

Porém, irritá-lo seria inevitável com a notícia que levava.

Chegou até a porta do escritório dele e rezou em silêncio para nenhum deus específico.

Ele ergueu a mão em punho, mas antes que tivesse a chance de bater, uma fria voz disse:

– Entre.

Ele abriu a porta suavemente, com medo de quebrar o silêncio que se propagava naquele lugar.

Ao entrar, Marcel encontrou seu senhor de costas para ele, sentado em uma poltrona de camurça que o impedia de ver mais que a mão e o uísque que a mesma segurava.

O homem, que Marcel chamava de “Senhor”, “Mestre” ou “Death” — pois, ele já havia causado mais mortes do que seria possível contar -, prezava seu anonimato, então nem mesmo o próprio Marcel, seu mais fiel capacho, sabia suas reais feições.

– Porque interrompe meus pensamentos, Marcel? — perguntou Death de forma calma.

Tão calma que trouxe arrepios ao corpo do capacho.

– Trago notícias, Senhor — respondeu solenemente.

Death, por sua vez, levantou a bebida levemente até os lábios.

Ele não tinha um nome, e se tivesse Marcel com toda a certeza temeria diante dele. Ele não tinha identidade, não para seu capacho e o mesmo duvidava que ele tivesse qualquer família também.

Death era como um fantasma...

Um fantasma que poderia facilmente causar uma 3ª Guerra Mundial.

– Diga — Death ordenou, permitindo que seu criado falasse.

Marcel deu dois passos para trás, mantendo o máximo de distância que conseguia daquele homem sem coração a sua frente.

– Reabriram o caso — disse, tentando soar firme.

Death não perguntou a qual caso seu capacho se referia, muito menos esboçou qualquer reação possível... Apenas levou novamente a bebida aos lábios.

– Como isso aconteceu? — perguntou ainda com o mesmo tom calmo e gelado que sempre usava com seu criado.

– Parece que quando

demos

fim no último policial nesse caso — Marcel respondeu, — um tal de Jonas Martin resolveu assumir e ele... Bem, ele descobriu que os cabos foram cortados a faca.

Death riu um pouco.

– Relaxe, Marcel — disse com a voz um pouco leve, — não tem como chegarem a mim... Ou a você.

Marcel sabia disse, ele mesmo havia cordado os cabos do freio à pedido de seu mestre e ele havia sido cuidadoso, não haveria digitais... Não haveria nada.

Mas mesmo com essa certeza, Marcel ainda tinha certo... Receio.

– Tem outra coisa também — o capacho continuou.

– Vá em frente — Death pediu, — diga-me.

Marcel respirou fundo e disse:

– Elena Gilbert vai se casar no final do mês.

O corpo inteiro de seu senhor ficou rígido, o copo em sua mão passou a tremer antes de se quebrar com a força de seu aperto... Seus dedos sangraram por conta do vidro quebrado e ele respirava de forma controlada.

– Parece que nossa linda menininha finalmente vai ser feliz — Death disse com uma voz dez vezes mais fria.

Marcel congelou no lugar e deu um salto quando Death começou a rir.

Ele havia ficado louco?

– O senhor está bem? — o criado perguntou assustado.

– Estou — Death respondeu, — mas Elena não vai ficar.

Notas finais
Curiosos? Rsrs, bom vou avisar que podem me perguntar qualquer coisa... Menos "Quem é esse Death?" pq ai vai perder toda a graça, ok? kkk Ah, sim, mais uma coisa. Quem me recomendou e preencheu aquelas coisinha láa do nome, idade etc, vai sim aparecer na minha fic, estou apenas fazendo uns pequenos ajustes, espero que não se importem.
Ainda podem me recomendar, gente kkk só avisando que isso não mata e ainda me deixa mega feliz.
Até o próximo capítulo que será emocionante.... Não, ninguém vai chorar kkkk

Bjs da Nana.
xoxo