Notas iniciais
Oi gente! Demorei? Desculpem, mas já to de volta! Huhuul! Kkkkkk, leiam minha nova história, é Delena, e vai ter um pouquinho de sobrenatural, muuita comédia, romance e aquela Eleninha que só eu sei fazer ----------> http://fanfiction.com.br/historia/349985/You_Want_Kiss_Me/ e a que eu to fazendo com minha best q tbm é muuuuuuito boa, modéstia a parte ------------------> http://fanfiction.com.br/historia/348403/Delena_Text_Message/
Capítulo abaixo, pequeno e tal, mas vocês já sabem, né?

POV – Damon



– Seu irmão está em coma? – repeti.

Ela assentiu.

– E porque eu não sabia disso? – perguntei.

– Porque – ela respondeu, — tia Jenna não queria que ninguém soubesse.

Aproximei-me mais dela na cama e tentei ignorar suas costas nuas.

– Por que... – incentivei.

Ela me deu um pequeno sorriso e se jogou novamente na cama, se mantendo deitada.

– Ela estava louca – respondeu. – Ela achava que alguém queria matar minha família e com toda a coisa do coma em segredo, Jeremy estaria seguro. Eu não podia sair de casa por uns quatro meses por causa disso, e ela ainda ficava toda paranoica achando que tinha carros pretos me seguindo ou algo assim. Eu amava a tia Jenna, mas o acidente tinha mexido muito com a cabeça dela.

Fiquei alguns segundos digerindo isso.

– Porque alguém iria querer matar sua família?

Ela deu de ombros, mas como ela estava deitada o movimento ficou estranho e o seu vestido aberto acabou escorregando um pouco, mostrando boa parte de seu sutiã preto.

– Eu já disse, ela estava doida. Ninguém queria matar... – Elena parou de falar quando notou para onde eu olhava — Ei! Meu rosto é aqui em cima.

Levantei meus olhos relutantemente, mas não pedi desculpas.

– E porque não contou depois que ela morreu? – perguntei, porque essa era umas das coisas que estavam martelando minha cabeça...

A outra era terminar de tirar o vestido dela, é claro.

– Eu não queria os olhares de pena – ela disse — e os: “Como está seu irmão, Elena?”. Então acabou que a história dele morrendo também, veio em boa hora.

Inclinei-me sobre ela e me apoiei sobre um cotovelo.

– E só eu sei disso? – quis saber.

Ela riu.

– Da história do Bryce sim, mas a do Jeremy não. Caroline também sabe.

Olhei novamente para o sutiã dela. Involuntariamente, claro. E Elena se mexeu desconfortável abaixo de mim.

– E porque só contou para mim?

Ela me olhou com raiva e segurou meu rosto na altura dos olhos dela.

– Olhos em cima – ela mandou. – E eu não saio espalhando minha história com Bryce por ai porque é humilhante.

– Ainda não disse por que contou para mim – comentei.

Elena soltou meu rosto.

– Muitos “porque”s para uma noite só – brincou.

– Ainda quero saber – insisti.

Ela suspirou e me olhou no fundo dos olhos.

– Eu não faço a menor ideia – sussurrou.

Sorri e a próxima coisa que eu fiz foi me inclinar mais sobre ela.

Elena esticou um braço e colocou uma mão sobre meu peito, me parando na metade do caminho.

– O que você está fazendo? – ela perguntou assustada.

– Estou tentando beijar a garota bonita e praticamente seminua embaixo de mim.

Ela riu e me empurrou mais.

– A garota bonita e praticamente seminua embaixo de você não quer ser beijada.

Suspirei e me joguei deitado na cama ao seu lado.

– Assim você me complica, Elena.

Ela riu mais alto e se levantou fechando o zíper que eu tinha aberto.

– Só porque eu te contei essas coisas – ela disse, — não quer dizer que eu goste de você.

Então ela se virou e saiu do quarto.

Mulheres!



POV — Elena



Homens!

Não podem ver uma mulher em uma cama e já tentam atacá-la.

Meu Deus!

“Mandei você não fugir daquele jeito, mas você me escuta?”

Se eu ouvisse você, minha querida, eu estaria ferrada.

“Não. Se você me ouvisse estaria tendo sexo agora.”

Ah, meu Deus! Quieta!

– Elena!

Olhei para o lado esperando ver Damon, mas não era ele que estava parado ali.

Congelei.

– Bryce?

Ele sorriu e se aproximou de mim.

– Você está bem? – ele perguntou – Saiu correndo daquele jeito e me deixou preocupado.

Se não fosse o tom que continha em sua voz, eu até poderia achar que ele dizia a verdade.

– Ela está ótima.

Ok. Essa foi Damon.

Em outro momento eu reclamaria dele grudado em mim, mas agora? Estava agradecida.

Bryce pareceu um pouco incomodando com a presença de Damon, seu sorriso até vacilou.

– Onde vocês estavam? – Bryce perguntou.

Silêncio da minha parte, então Damon teve que responder:

– No quarto – então se aproximou de mim e ajeitou meu zíper. – Está um pouco descabelada, amor.

Essa foi para mim.

Olhei para Bryce, parecia que ele havia sido estapeado, mas o imbecil se recuperou rápido.

Ele andou até mim e colocou uma mecha solta de meu cabelo atrás de minha orelha, não consegui conter o tremor que passou por minha coluna. E não foi um tremor bom.

Senti meu sangue gelando e minhas mãos suavam frio.

– Vejo que andou treinando o que eu te ensinei – ele sussurrou para mim.

Meu sangue gelou mais, se é que isso era possível, e ouvi Damon fazer um som que parecia um rugido atrás de mim.

A mão de Damon se soltou das minhas costas e foi na direção do rosto de Bryce, e teria colidido com o mesmo se não fosse a mão que eu coloquei na frente para parar o golpe. Seu soco bateu contra minha palma, enviando ondas de dor para meu braço mas mesmo assim não soltei a mão de Damon.

– O que você acha que está fazendo? – rugi.

Damon me encarou como se eu fosse doida.

– Estou tentando quebrar a cara desse imbecil – respondeu.

– Olha aqui... – Bryce começou e avançou na direção dele.

Eu entrei no meio dos dois.

Já estava ficando cheia dessa putaria toda.

– Ninguém vai bater em ninguém – falei firmemente, — não em minha festa de noivado.

Ambos me olharam, Bryce estava um pouco assustado, porque acho que desde que eu o vi, não falei nem meia palavra na frente dele.

– Damon – mandei, — volte lá dentro do quarto e pegue minha bolsa.

Ele me olhou com raiva.

– O que?

– Faça isso – pedi.

Ele me olhou nos olhos por cinco segundos antes de suspirar e sumir no corredor.

Me virei para Bryce, hora de encarar a fera.

– A gatinha fala – ele brincou.

– E ela também sabe bater – respondi.

E eu o chutei entre as pernas.

Ele gritou alto como uma garotinha e começou a cair no chão. Aproveitei para lhe dar uma joelhada na cara, e sorri quando seu nariz e sua boca começaram a jorrar sangue.

Ele deitou no chão e colocou uma mão no nariz e outra na virilha.

Aproveitei para dar uns três ou quatro bons chutes em sua barriga, esperando que ele tivesse um sangramento interno.

Ele levou ambas as mãos para a barriga e eu lhe pisei novamente entre as pernas.

– Deveria ter ligado – falei com raiva, — seu imbecil.

Outro pequeno chute na cara e Damon havia voltado e estava me segurando.

– Vamos lá para baixo – Damon disse.

– Da próxima vez... – berrei para onde Bryce estava encolhido no chão enquanto Damon me arrastava para longe dali – Vai ser muito pior!

Descemos as escadas e só depois de um tempo percebi que Damon estava rindo.

Ele me entregou minha bolsa e seus ataques de riso se intensificaram.

– Eu não podia socar ele – ele disse entre risos, — mas você pode perfurar os órgãos dele?

Eu comecei a rir também.

Acho que rir em momentos de pânico ou de completa adrenalina faz bem, por que eu me sentia mais leve.

Uma mulher de vestido dourado e cabelos curtos apareceu no final da escada.

– Achei vocês – ela disse parando nosso ataque de risos, — chegou a hora Damon.

Olhei para ele com uma sobrancelha arqueada.

– Hora de que? – perguntei.

Ele sorriu de forma misteriosa.

– Vai ver – ele disse.

Sorri também e comecei a segui-lo até a sala, mas meu telefone começou a tocar dentro da bolsa e eu o fiz parar.

– Já vou – falei para ele.

– É importante, Elena – ele disse, — atenda depois.

Mas eu não podia, e se fosse do hospital?

– Eu já vou – falei mais firme.

Ele suspirou e sumiu no corredor com a mulher estranha.

Sem olhar o identificador de chamadas, atendi ao telefone.

– Alô?

– Elena Gilbert?

Não era a voz da Meredith.

– É ela – respondi curiosa.

– Aqui é o policial Jonas Martin – a pessoa disse. – Podemos conversar?

Notas finais
E ai? Mereço reviews??