Fogo da paixão
2 Capítulo 2 - Um desastre do destino
Notas iniciais
Mais um capítulo fresquinho. Espero que vcs gostem :)
A semana passou voando, e o Bruno me ligou várias vezes, e nos encontramos mais algumas vezes, e claro ficamos também. Eu conheci um pouco mais sobre ele e ele sobre mim. Mas tem um sentimento em mim que me diz que ainda não é o momento de algo mais sério, até porque eu tinha acabado com um namoro que me fez muito mal. Então ainda não era o momento, mas com certeza ele estaria na minha lista de caras que eu poderia ter algo sério pra valer. Logo as aulas começaram com força total. Eu me espantei no começo, mas logo fiquei legal. Bom, um mês já se passou e muita coisa aconteceu e principalmente algo que eu no momento não queria. O bruno tava gostando de mim, então eu quis acabar logo com aquilo. Eu liguei para ele e logo ele chegaria e não sabia por onde começar.
- Oi – Ele chegou me abraçando e me deu um beijo, mas dei um jeito de me afastar.
- O que foi? Aconteceu algo? – Disse tentando pegar minha mão.
- Eu não sei por onde começar, mas acho melhor você se sentar – Fiz sinal para ele se sentar no sofá da sala e ele o fez.
-O que foi? Você ta me evitando.
- Eu vou ser bem direta com você, pois não quero que você se machuque e fique magoado comigo, mas provavelmente você vai ficar...Mas não da, eu...- As palavras me faltaram naquele momento.
-Você o que?! Fala!
- Eu não quero mais ficar com você. Não da.
Fui direta, preferi assim, foi melhor. Mas claro que ele não aceitou e retrucou.
- Como assim? Não quer mais?!
- Bruno eu já sofri muito. Eu não quero sofrer de novo.
Fui verdadeira. Joguei limpo com ele, mas não o impediu de falar tentando me fazer mudar de ideia.
- Eu tenho certeza que comigo você não vai sofrer. Vamos! Vamos tentar. — Ele pegou minha mão e a levou até o peito dele, e me fez olhar bem nos olhos dele – Ei, vamos. Eu gosto de você e prometo que comigo vai ser diferente. Eu não o escutei e acabei falando coisas que eu não devia.
- Chega! Eu já disse que eu não quero. – Falei gritando e arrancando minhas mãos as dele.
-Ta! Tudo bem, mas depois não venha me implorando para ficarmos juntos.
Ele disse já indo em direção a porta, mas antes consegui impedi-lo fazendo ele se virar para mim.
-Ei! Podemos ser amigos?
-Acho que não, pois do jeito como você disse nem isso você quer comigo.
Ele se soltou de mim e abriu a porta saindo e em seguida batendo-a com toda força.
Eu fiquei muito chateada. Senti o feitiço virando contra o feiticeiro, e decidi ir atrás dele, mas foi trade demais, ele já tinha ido embora. Então decidi que deviria dar um jeito de esquecer aquilo tudo, então peguei a chave do meu carro e sai para esfriar a cabeça. Peguei uma estrada meio deserta. Eu estava me sentindo mal e tentei esquecer aquilo de qualquer jeito. De repente eu ouvi um grande estrondo como de uma explosão. E ouve uma explosão, e me fazendo parar imediatamente o carro. Eu fui olhar o que era. Fui andando bem de vagar até o local, e chegando lá encontrei algo que me espantou. Encontrei um cara deitado com uma espécie de armadura ou proteção. Olhei para os lados e percebi que o lugar estava deserto e o cara parecia está morto, mas quando cheguei mais perto percebi que ele só estava desmaiado. Quando eu ia toca-lo para ver o que tinha acontecido a armadura saiu do corpo dele com uma luz forte e foi para uma caixa prata com o desenho de um leão. O cara é um garoto jovem, e deve ter a minha idade. Eu numa tentativa de ajuda-lo, então o peguei com cuidado e o levei para o meu carro junto com a caixa. Eu fui bem desengonçada, pois ele é bem mais alto e pesado do que eu, e a caixa também é bem pesada. Eu dei entrada no hospital, e pedi que alguém pudesse pega-lo no carro, e o fizeram. Fiquei esperando por noticias depois que o levaram para dentro. Eu confesso que fiquei preocupada com ele, e fiquei também bem pensativa em relação de que ele era, da onde ele vinha, então resolvi ficar e esperar ele acordar para descobri a verdade.
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