Flowers To You

1 Flowers To You.


Notas iniciais
Yo Minna!
Aqui neste domingo, para vocês postando algumas fics.
Essa aqui, foi a pedido da minha amiga Korine. E espero que ela goste.
Não sei se descrevi bem os personagens como ela me passou, mas tentei fazer o meu melhor. O tema foi fácil, já que envolveu flores! *--*
E eu amo flores.
Enfim, espero que gostem! Boa leitura!
Melancias no final! :)

Havia um certo ruivo andando pelas ruas de Inazuma, sua mão direita carregava um pacote de doces, e sua esquerda carregava um café. Esses dias, Ameniya Taiyou estava muito preocupado com sua mãe. Ela havia ficado doente, e estava no hospital há uma semana.

Seu pai proibiu de vê-la. Taiyou não entendia o porque dessa regra estúpida, mas nada podia fazer.

Na verdade... Ele cansou-se disso! Precisava ver se sua mãe estava bem, e faria isto hoje!

Se reuniu com alguns amigos no parque, e contou como se sentia.

"Bem, Taiyou. Ela é sua mãe. Você deve vê-la!" Matsukaze Tenma disse.

"E leve flores para sua mãe! Todo mundo gosta de flores." Shindou sorriu.

"Flores?" Taiyou arqueou a sobrancelha, decidindo se aceitaria a ideia.

"Isso! Conheço uma floricultura que fica a poucas quadras daqui! É a melhor de Inazuma!" Kirino disse.

"Não seria mais fácil chocolates?" Taiyou ainda estava em dúvida.
"Flores." Tsurugi afirmou.
"Flores." Tenma sorriu ao amigo.
"Tudo bem, já que estão dizendo, então vou comprar flores." Taiyou levantou-se e se despediu dos amigos. "Obrigado."
"Melhoras para sua mãe!" Tenma acenou feliz, e continuou a falar com seus amigos.

O ruivo andou algumas quadras enquanto olhava o papel para ver se o nome da floricultura batia.

"Floricultura ChiHaru... Acho que é esta." Taiyou olhou a frente antes de entrar.

Fungou uma vez e entrou. O ruivo não sabia nada de flores, por isso achava que chocolates eram uma boa referencia.

Flores haviam significados e chocolates eram gostosos. Mas talvez seus amigos estivessem certos. Flores podem ser uma boa escolha.

Afinal, flores eram harmoniosas.

Taiyou olhou para os lados. Quantas flores! Mil flores e todas diferentes!

Céus, ele estava perdido. Daria meia volta e compraria chocolates! Ele nem sabia que flores dar para sua mãe. Rosas ou Tulipas?

"Está perdido, meu jovem?" Perguntou uma senhora muito amável a sua frente.

"Ahn? Ah!" Taiyou ficou envergonhado, sem saber o que dizer. "Eu... É... Flores!"

"Sim... São flores. Gostaria de alguma em especial?"

"Ah... É... Que... Eu não sei nada de flores, entende... E... Flores!" Taiyou indicou algumas tulipas pretas. "Ei! Por que são pretas? E estas azuis?"

"Cada flor tem uma coloração diferente, ganham muitos aspectos em vários lugares do mundo." Explicou Hanakichi Chiharu, a dona da floricultura.

“Oh, entendo, eu acho... Mas ainda não vejo porque tem de ser preta...”

“As flores ganham diversas histórias, algumas delas são felizes e seus significados também, outras porém não têm a mesma história.” Hanakichi completou. “Há alguma ocasião especial para as suas flores?”

“Minha mãe...”

“Zeus! Pare de morder o vestidinho dela, vamos! Pare já!” Uma garota de cabelos castanhos falou, afastando o cachorro e sorrindo para a garotinha. “Me desculpe, me desculpe. Ele não costuma ser assim.”

“Tudo bem.”

“Korine, venha aqui querida!”

“Um minutinho, sim?” Korine andou até sua avó. “O que aconteceu?”

“Porque você não ajuda o nosso novo cliente a achar uma flor para sua namorada?”

“Minha mãe! É uma flor para minha mãe!”

“Eu atendo os outros clientes.” A avó de Korine se afastou sorrindo.

“A flor é para minha mãe...”

“Desculpe, é que minha avó provavelmente achou você bonito, então deduziu que você está aqui pela namorada.”

“Se eu tivesse uma...” Taiyou revirou os olhos.

“KORINE É SOLTEIRO! DÊ UMA CHANCE PARA ELE!”

“Vovó!” Korine corou. “Ai, me desculpe por isso... Eu realmente... Bem, o que o traz a nossa floricultura?”

“Minha mãe está doente... Eu queria comprar alguma flor... Mas, não faço ideia de qual comprar.”

“Sua mãe está doente? Poxa, melhoras a ela.”

“Obrigado. Meu nome é Taiyou.” O ruivo sorriu.

“Sou Korine. E acho que tenho uma flor que vai fazer sua mãe ficar muito feliz. Por aqui.”

“OK.”

Taiyou seguiu Korine até a estufa da floricultura. Ficou impressionado com a quantidade de flores que ali havia, embora fosse obvio o tanto de flores, ainda era incrível o quão diversas elas eram.

“Girassóis. Essas flores são capazes de mudar o animo de qualquer pessoa.” Korine indicou a grande flor amarela.

“É grande, né?” Taiyou ficou mais impressionado.

“Por isso são minhas preferidas. A maioria das flores são pequenas e adoráveis, mas as Girassóis contradizem esse fato. Elas são grandes e bonitas, e ainda assim são lindas. Sua coloração e tamanho trazem alegria.” Korine pausou. “Taiyou, como você se sente neste momento?”

“Curioso com a história dessa flor. Mas principalmente, me sinto mais calmo. Não tão agitado como antes.”

“O significado das Girassóis é a felicidade, o entusiamo, a vitalidade e entre outros.”

“Eu estava pensando em levar um. Mas agora me lembrei que um local que está vazio e sem flores. Acho que Girassóis ficariam bonitas lá...”

“E você agradaria todo mundo, não só a sua mãe.”

“É, eu acho que sim. Eu quero oito dessas!”

“Tem certeza? Ainda há outras flores...”

“Oh, não Korine. Quero estas. Contradizem o normal, porque são elas mesmas. Não precisam mudar para ser belas.”

Korine parou um instante e analisou Taiyou com algum brilho no olhar. Algo que não fazia há muito tempo com algum garoto, depois de Shindou.

Ela baixou o olhar envergonhada, e afagou Zeus. Taiyou olhou o cachorro e sorriu a ele, e então seu celular tocou.

Era Tenma.

“Com licença.” Taiyou se afastou da garota e falou alguns minutos com o moreno.

Korine conversou com a avó, e então voltou com a bicicleta, e na cesta havia seis Girassóis, contudo, seu cachorro Zeus apareceu carregando uma bolsinha, carregando as duas flores restantes.

“Tudo bem, Tenma. Eu entendi. Eu já peguei! Você é muito chato! Por Apollo! Tchau!” Taiyou desligou e sorriu a Korine. “Por que a bicicleta?”

“Você disse que havia um lugarzinho do qual essas flores podiam ser plantadas. Então, eu vou até lá com você e as plantarei.”

“Oh, não precisa. Eu vejo que vocês tem muitos clientes, e se você sair agora, isso dará trabalho a sua avó não é mesmo? Eu posso levar. É só dizer quanto fica as flores.” Taiyou pegou a carteira.

“Não, eu faço questão de ir lá plantar as florzinhas. Minha avó fechará a floricultura daqui a alguns minutos. Além do mais, você pode me pagar depois que eu fizer o serviço.”

“Você é teimosa.”

“Amo flores, e é só isso que posso dizer. Além do mais, você sabe plantar flores?”

“Cava um buraco, e coloca a flor lá, ué.”

O cachorro de Korine balançou a cabeça, e a própria começou a andar levando a bicicleta consigo. Taiyou foi até ela.

“Eu disse algo errado?”

“Não, só que você não sabe mesmo plantar flores.”

Zeus lamentou com um latido fraquinho.

“Parece que ele entende você.”

“Zeus é um ótimo cachorro.”

“Eu vejo, mas que marca é esta?”

“Quando eu o encontrei estava com esta marca, e muito machucado. Tentei remover a marca, mas ela não sai.” Korine suspirou.

“Quem bateria nesse cachorrinho adorável? Que crueldade!” Taiyou disse.

“Foi o que eu pensei.” A castanha concordou.

“Bom, e qual é a história da Girassol?”

“Como assim?”

“Sua avó me disse: As flores ganham diversas histórias, algumas delas são felizes e seus significados também, outras porém não têm a mesma história.”

“Oh, sim. Certamente, ela disse isso por causa da tulipa preta, não é?”

“E qual é a história da Tulipa Preta?”

“É uma história bonita, porém triste. Diz a lenda, que um homem se apaixonou perdidamente por uma princesa, mas esta a rejeitou. O homem ficou muito desolado e morreu no deserto. Quando a princesa soube, foi até o deserto e chorou muito. As lágrimas que ela deixou cair deu origem a uma nova vida. Uma Tulipa Negra. Uma lágrima da rejeição.”

“É realmente uma história triste. Mas ao menos, deu origem a uma bela flor.”

“Você sempre vê o lado positivo?”

“Quase sempre. Mas, então, Korine. Qual é a história da Girassol?”

“Oras, e porque você não me conta?”

“Oh, bem. Eu acredito que a história tenha haver algo com o Deus do Sol, Apollo, sei lá, acredito que as girassóis tenham sido criadas, para iluminar as coisas.” Taiyou fechou os olhos e os abriu lentamente. “Acertei?”

“Quase isso.”

“Um dia chego lá. É a primeira vez que tento deduzir algo sobre alguma flor.”

“Eu vejo.”

Korine riu baixinho e parou assim que o fez. Geralmente, com garotos ela era tímida e costumava ser séria. Mas com Taiyou... Ela estava sendo... Ela mesma.

“AU!” Zeus latiu em sinal que haviam chegado ao hospital.

“Zeus, está vendo aquele jardim ali? Vá para lá, vou acompanhar Taiyou, e não demoro, tá?”

“AU!”

Korine não acompanhou Taiyou, pois imaginou que o ruivo gostaria de algum tempo com sua mãe. Contudo, começou a conversar com umas das enfermeiras, que lhe mostrou o local do qual Taiyou havia dito.

“Eu posso realmente plantar as flores aqui?” Korine perguntou na dúvida.

“Claro que sim. Isso animaria o hospital por aqui. Todos nossos pacientes gostam muito de flores.” Fuyuka terminou sorrindo. Logo, ela saiu para achar alguns garotinhos que sumiram do quarto.

“Zeus. Aqui.” Korine chamou o cachorrinho.

“Au!”

“Oh, obrigada pelas flores. Você ainda lembra como plantá-las?”

“AU!”

“Muito bem, vamos ao trabalho!”

Ficaram ali meia hora, até que Taiyou apareceu com sua mãe.

“Taiyou... Isso é tão lindo!”

“Ei, Korine! Porque você não me esperou? Eu ia ajudá-la!” Taiyou protestou.

“Sem problemas. Elas estão plantadas, e devem receber água, mas não tanta, porque elas se alimentam com a luz do Sol. A água só é necessária quando elas parecem que vão se desidratar. Mas se resolvê-las regar todo dia, regue-as em pequena quantidade.” Korine explicou.

“Pode deixar. Cuidarei dessas flores como se fossem minha filhinhas.”

“Mãe, elas são para você.”

“Querido, elas não são só para mim.” A mãe beijou a testa do filho. “São para todos aqui, e você fez algo maravilhoso. Obrigada. Yumi, venha ver isso!”

Korine começou a andar, quando Taiyou foi até ela, agradecer pelas flores.

“Tenma realmente tinha razão. A Floricultura Chiharu é a melhor!”

“Fico feliz que tenha ajudado.” Korine sorriu pegando sua bicicleta.

“Korine...”

“Sim?”

“O que você acha... De... Ah! Sei lá, sairmos um dia? Aí, você pode me contar sobre flores! Eu realmente gostaria de aprender mais sobre elas.”

“Isso seria um encontro?”

“Talvez?”

“O que você acha, Zeus?”

“AU!”

“Ah, vamos Korine! Será legal, eu prometo. Eu não sou doido. É sério, podemos ir ao festival que terá final de semana.”

“Combinado.” Korine sorriu e afagou Zeus. “Bem, nós vamos indo. Melhoras para sua mãe, Taiyou.”

“Obrigado.” Taiyou andou alguns passos e beijou o rosto de Korine. “Até mais.”

“Tchau...”

Korine virou-se e começou a andar, um pouco surpresa com o beijo que havia recebido, seu cachorro começou a latir.

“Quieto, Zeus!” Korine corou enquanto o cachorro começava a latir um pouco mais baixo.

Quem é que disse que flores não são boas escolhas? Que são bregas e clichê?

Oras, hoje Korine ajudou Taiyou a entregar flores para alguém que ele realmente amava, e ganhou um encontro, onde talvez ganhasse uma flor, e mais que um simples beijo na bochecha.

Amanhã, pode ser que alguém esteja indo aí na sua casa, fazendo-o parar sua rotina, para atender a porta. E então, entregar flores para você.

Notas finais
E aí, gente? Gostaram? '-'
Minha primeira O.C, não sou fã dessas fics assim, mais gostei de fazê-la!
Então, espero que tenham gostado! E a Korine também!
Se quiserem O.C's de vocês com seus personagens favoritos, é só pedir! ^^
Nos próximos posts, eu falo mais.
Morangos ou melancias? *---*

Até mais!
Bye! o/
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!