Flowers For You Grave.
3 Without You.
Notas iniciais
A cada dia que passava a determinação de Morgan só aumentava. Apesar de tentar usar o álcool como um alimento, ele largou no segundo mês de desaparecimento de Penelope. Não era assim que ela iria encontrar ele.
Hotch e Rossi se envolveram em uma investigação secreta. Um dos problemas era que Jamal parecia sempre estar a um passo da investigação, sabendo cada um dos lugares que eles iriam.
Movendo de casa segura para casa pior. Alguma coisa parecia muito errada. Hotch começou a investigar os técnicos que trabalhavam na investigação a procura de um traidor.
Passando pela grande lista de analistas presentes, Hotch analisou as finanças de Kevin Lynch um técnico novo no Bureau. Ele havia tido uma paixão por Penelope depois que ele foi chamado para substituir ela em alguns casos, porém como ela e Derek estavam sempre perto e Derek não gostava do jeito de Kevin por perto eles nunca tiveram um caso.
Kevin foi chamado na sala de interrogatório e não demorou para ele cantar feito um passarinho. Ele trabalhava para Jamal escondido e vendeu cada informação por uma quantidade cada vez maior de dinheiro.
Perguntado porquê de trair o FBI ele apenas respondeu que Penelope deveria ser dele e que Jamal se encarregaria de lembrar a ela sobre isso.
Ele saiu algemado e foi transferido para uma estadia em Guantánamo Bay. Era onde os traidores ficavam. Ele sentiria de perto a tensão no lugar. Hotch saiu espumando da sala, atrás de uma localização possível.
Pedindo apoio a qualquer um na agência que tivesse meios para viajar, ele pediu e cobrou favores a todos eles. Prometendo coisas em nome do diretor e temendo que eles não aceitassem, um grupo deles se uniu e prontamente resolveram ajudar.
Hotch, Rossi e Derek partiram naquela noite para Teerã. Chamaram um grupo da marinha, a equipe sofisticada NCIS. Gibbs, o chefe atendeu prontamente o pedido e toda a equipe partiu para lá.
Uma das agentes rapidamente ofereceu um nome comum. Ari Haswari, um verdadeiro pé no saco e meio-irmão dela. Ela não suportava a idéia de ele ter sequestrado uma agente inocente do FBI. Ela pediu uma autorização para dar um tiro caso ele se tornasse um babaca.
Derek colocou a aliança em um cordão e pendurou no pescoço. Era sua garantia que ele estaria com ele se a encontrassem.
Ele a encontraria ou então morreria tentando.
Teerã, Irã.
Ari não poderia deixar Penelope na própria casa. A arrastando para o porta malas de um carro, ele dirigiu até um galpão isolado. Ele não notou que o carro seguindo ele na estrada era de policiais. Seus capangas haviam sido neutralizados e os vidros escuros deram a segurança precisa.
Eles pararam na entrada. Ari arrastou Penelope para um armazém com uma caixa grande no centro. Drogando ela, ele a colocou dentro da caixa e começou a bombear água para dentro, enquanto ela estava agora inconsciente.
Ziva se enfureceu ao ver como aqueles dois homens machucaram Penelope. Ela foi a primeira a se posicionar na entrada. Mirando o rifle para o próprio irmão, ela invocou proteção e perdão por ter que fazer isso.
Gibbs, Tony e Hotch se posicionaram na entrada dos fundos enquanto Derek, Rossi e McGee se posicionaram na entrada. E Ziva ficou com o rifle.
Ari percebeu a movimentação do lado de fora e se preparou para o fim. Penelope estava quase coberta pela água com um pequeno buraco na abertura para os últimos golpes de ar. Ela estava totalmente apagada agora.
Então Ari tomou sua decisão e se dirigiu para fora do prédio. Apontando a ama e saindo pela porta lateral, ele encontrou Gibbs esperando por ele.
— Nos encontramos de novo, Gibbs. – Ari riu. – Vejo que trouxe um amigo novo.
— Você vai pagar pelo que fez a agente Garcia. – Hotch cuspiu.
— É tarde agora. – Ari riu. – Ela está morta.
— Você a matou assim como matou Kate? – Gibbs queria socar Ari. – Você não passa de um monte de lixo inútil.
— Ninguém pode me impedir agora. – Ari apontou a arma para Gibbs e sentiu que algo o perfurava.
Ele caiu no chão, já sem nenhum traço de vida. Gibbs o checou e fechou os olhos. Ari estava morto.
— Todos entrem agora. – Hotch gritou pelo comunicador. – Precisamos achar Penelope.
Derek e Rossi entraram e se depararam com uma caixa enchendo e água e Penelope presa lá dentro, parecendo imóvel. Derek correu e quebrou o vidro com a ponta da arma. A água escorreu e Penelope pousou no chão com um baque extremo.
Rossi ignorou Derek e correu para ajudar ela. Morgan apenas congelou lá, vendo a mulher que amava daquele jeito. Marcas de agressão, marcas do que pareciam algemas e qualquer outras marcas.
Rossi checou os sinais vitais de Penelope. Olhando para Derek ainda congelado no lugar, ele olhou para o agente a sua frente e tentou qualquer coisa para fazer ele avançar.
— Derek! – Rossi gritou. – Ela está morrendo.
O agente se moveu para frente e tomou Penelope em seus braços, chorando por conseguir encontrar sua esposa. Ele a ergueu com calma e a levou para fora. Hotch, Gibbs, Tony e McGee esperavam pelos agentes. Ziva ainda olhava através do rifle.
Derek colocou Penelope na grama verde ao lado do armazém, olhando para ela como se dependesse daquilo. Ela parecia ainda tão linda apesar dos machucados cobrindo sua pele. Ele não sabia o que o esperaria quando ela acordasse.
Ela precisaria de tempo para curar. Ele estaria lá para ela agora.
— Derek. – Hotch colocou uma mão no agente. – Os paramédicos estão aqui.
— Podemos levar ela de volta para os Estados Unidos? – Derek perguntou com medo de uma resposta.
— Posso providenciar isso, se quiser Derek. – Gibbs E Rossi responderam juntos.
— Por favor. – Derek pediu. – Façam isso. Talvez ambos consigam.
— Certo. – Gibbs sinalizou para David o seguir.
Os paramédicos carregaram Penelope na ambulância, porém tiveram que esperar ela estar um pouco mais estabilizada.
— Ela é linda, Agente Morgan. – Tony respondeu. – Com Todo o respeito.
— Ela e mesmo, Tony. – Derek concordou. – Eu preciso saber tudo o que ela passou.
— E se ela não lembrar? – Hotch perguntou.
— Não vou forçar essa lembrança. – Derek disse, com um brilho nos olhos. – E então eu vou ajudar ela em cada passo de um SEPT.
— Parece ter certeza que ela vai ter um. – Tony observou.
— Se ela estiver cercada de pessoas que a amam ela pode superar isso logo. – Derek disse, sem responder diretamente. – Eu sei que diante de uma situação de stress uma pessoa pode ficar com alguns traumas.
— Está feito. – Gibbs anunciou voltando.
— Juntamos as nossas forças e conseguimos que ela fosse transferida em um avião hospital para os EUA assim que ela tiver sido examinada. – Rossi completou. – Estaremos esperando para levar ela para o aeroporto logo.
— Acha que eles vão aceitar? – Derek questionou. – Não acho que eles vão impedir. Ela e uma agente americana, não pode ficar aqui.
— Eu entendo isso, Derek. – Hotch subiu na ambulância e olhou para Derek. – Se importa em vir Derek?
Ele nem respondeu. Subindo na ambulância ele agarrou a mão de Penelope com medo de que se ele a soltasse ela desapareceria.
Era hora de levar sua garotinha para casa. e ele faria qualquer coisa para ela ser feliz novamente.
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