Flowers For You Grave.
29 Final Shot.
Notas iniciais
— Eu não preciso que me proteja. – Penelope disse a Derek no Alasca.
— Pois eu duvido disso. – ele a abraçou forte. – E vou continuar por mais um tempo.
— É? – Ela parecia descrente, porém sabia que era real. – E por quanto tempo?
— Até o último dia da minha vida. – Derek respondeu.
— Eu meio que te amo, Derek Morgan. – Ela se aconchegou no peito de Derek.
— E eu te amo, Penelope Garcia. – ele apertou seu abraço.
Derek não conseguia acreditar que sua Penelope estava morta. Se jogando ao lado dela na cama do hospital, ele implorou que ela voltasse.
— Baby Girl. – Derek levou a mão dela a sua boca. – Eu sinto muito não te proteger.
Ao ouvir a notícia, Rossi e correu para o quarto. Ele parou na porta do FBI pronto para gritar. Ele entrou e se juntou a Derek no choro.
— Eu sinto muito por isso. – O médico deixou ambos os homens no quarto. – Vamos vir para pegar o corpo em alguns minutos.
— Precisamos de uma hora. – Rossi pediu. – Nossa equipe precisa estar aqui.
— Certo. – O médico disse. – Se quiser, posso colocar ela na sala de despedida.
— Não. – Rossi declinou. – A funerária está vindo. Vamos levar ela para uma de minha confiança.
— Certo. – O médico não disse nada. – Eu lamento sua perda, Agente Morgan.
— Não preciso de lamentos agora. – Derek se inclinou a esposa. – Eu preciso matar alguém.
O médico saiu, deixando Rossi e Morgan sozinhos com Penelope.
— Certo. – Rossi começou. – Vamos colocar algumas coisas em pratica. Primeiro, aja como se ela estivesse realmente morta.
Derek tentou falar, mas Rossi tapou sua boca.
— Sem perguntas Derek. – Rossi tirou o telefone. – Estamos prontos para a fase dois.
— Quer me explicar o que diabos está acontecendo aqui? – Derek perguntou para Rossi. – Você quer que eu aja como se ela estivesse morta quando ela está morta?
— A verdade Derek. – Rossi começou. – Ela está viva.
Derek o olhou com cara de maluco. Começando a rir de nervoso, ele olhou para um Rossi sério.
— Sério, rossi. – Derek parou. – Não tem graça de verdade.
— Precisamos de uma desculpa para o diretor dar uma bola fora. Então forjamos uma morte. – Rossi começou. – É uma droga bloqueadora. Levaremos Garcia para minha casa, que já está pronta para fazer ela melhorar.
— Como fez isso? – Derek estava nervoso. – Olhe para ela. Está sem respirar.
— A morte dela foi forjada pelo bloqueador. – Rossi mostrou o vidro. – Ele bloqueia qualquer atividade do cérebro e coração. A respiração para e o coração tem um batimento mínimo. Ela ainda está aqui, mas tecnicamente, está morta.
— Acha que isso vai funcionar, Dave? – Morgan disse em tom de ironia.
— Podemos manter ela longe do diretor assim, Derek. – Ele colocou uma mão em Derek. – Agora aja como um marido de luto.
Ele o olhou e Derek virou seu olhar para baixo. Algumas lágrimas saíram de seus olhos.
O homem da funerária, um agente disfarçado entrou e olhou para Rossi em busca de autorização. Ele balançou a cabeça positivamente e ele começou a preparar o "corpo" de Penelope para transporte.
Eles olharam para o médico e fingiram tristeza em não poder ter sua uma hora.
Quando Penelope foi colocada em um caixão, Derek sentiu vontade de vomitar. Ele não podia ter essa sensação. Ver a pessoa que você ama, morta em um caixão.
O médico mais uma vez veio prestar solidariedade a Derek, mas foi cortado quando Derek saiu.
— Ele a amava demais. – Rossi justificou. – A filha deles ainda não sabe.
— Vão fazer um velório? – O médico quis saber.
— Íntimo. – Rossi disse. – Apenas para amigos e família.
— Certo. – O médico o olhou triste. – Ela era uma pessoa tão fofa.
Rossi não discordou. Ele tinha em primeira mão a dor do médico. Saindo do quarto, ele a viu sendo colocada em um carro fúnebre e teve que se amaldiçoar por insistir nesse veículo.
Derek estava quieto toda a viagem. Eles não tamparam o caixão e o médico do FBI aplicou o antidoto.
Eles chegaram e a colocaram em oxigênio. Derek não queria conversar com ninguém. Não era hora para isso. Até que Penelope estivesse acordada, ele ficaria quieto com Haley ao seu lado.
— Tio Spencer me contou sobre a mamãe. – Haley interrompeu o silêncio. – Sobre eles a matarem de brincadeira.
— Mesmo? – Derek se permitiu falar com a garotinha. – Sabe que isso é algo que precisava ser feito.
— Tio Hotchner e Tio Dave vão encontrar esse homem, certo? – Haley perguntou. – Ele é um homem mau. Certeza que era uma criança mal-educada na infância.
— Tio Spencer está te ensinando perfilhamento? – Derek fez cocegas na filha. – Ele vai te levar para o mau caminho.
— Eu gosto disso. – Haley confessou. – Anya vai voltar logo então podemos continuar brincando.
— Com certeza. – Derek sorriu para a menina. – Quer pegar a mão da sua mamãe?
— Deixe ela descansar. – Haley bocejou. – Eu durmo com você agora.
Manhattan, NY.
— Peter Kotsiopulos, FBI! – Hotch plantou o pé na porta do lugar onde o diretor estava. – Saía antes que tenhamos que recorrer aos métodos não convencionais.
Peter surgiu com uma arma nas mãos. Pronto para morrer ou pronto para matar.
— Nunca vou ser preso. – Ele gritou, furioso. – Eu prefiro morrer.
Ele apertou o gatilho da arma. E então caiu no chão, morto.
— Algum sinal de Solomon? – Rossi perguntou para Navabi e Cooper a sua frente.
— Não. – Ambos disseram. – Está tudo vazio. Além de uma meia garrafa de água e barras de cerais, nada.
Flushing Bay...
Aeroporto LaGuardia.
Solomon ajustou os óculos de sol pretos no rosto, a peruca cheia de caracóis na cabeça e a identidade falsa. Ele planejou isso com tanta antecedência que poderia ter sido fácil e rápido.
— Última chamada para o voo 345 com destino a Moscou e Paris. — Uma mulher soou no alto falante.
Solomon pegou sua bolsa e se dirigiu para lá. Ele olhou uma última vez e entrou.
— Tenha um excelente voo. – A garota disse, quando ele foi liberado.
— Obrigado docinho. – Ele sorriu para ela.
Entrou no avião e quando ele levantou voo ele suspirou.
Entrando em espaço aéreo Russo, o avião foi atingido por uma bomba e explodiu no ar. Não houve sobreviventes e os corpos estavam no fundo do mar. Quase todos eram da Rússia, no entanto.
Penelope foi medicada e se recuperou com sucesso de todos os traumas. O Cabal finalmente ficou rendido e desistiu das bombas.
1 Ano e quatro meses depois...
— Empurre Penelope. – O médico a persuadiu. – Você não passou bem a gravidez inteira e amarelar nessa hora.
Ela deu um olhar mortal para o homem. Ela mataria Derek por isso também, já que ele estava rindo.
— Espere até eu chegar em casa. – Ela brincou para Derek. – Eu vou te punir.
— Dá última vez você ficou grávida P. – Derek disse. – E agora estamos aqui.
— Culpe a doutora Shaw por isso. – Ela respirou quando outra contração a atingiu. – Ela fez algo que me deu essa chance.
— Está vindo senhorita. – O médico olhou para baixo dela. – Ultimo empurrão e esse garoto está aqui.
Penelope empurrou e gritou. A sala se encheu de um choro de criança.
— Parabéns papais. – O médico trouxe o bebê. – Vocês têm um garoto muito bonito.
— Aww. – Penelope suspirou. – Ele é lindo Derek.
— Então como quer chamar? – Derek pediu. – Você precisa decidir.
— Hank Spencer Garcia Morgan. – Ela declarou. – Se você quiser.
— Aw Baby Girl. – Ele beijou a esposa. – É por isso que eu sempre te amei.
Eles ficaram ao redor do bebê.
Emily e Hotch tiveram um menino quatro meses depois. Joseph Prentiss Hotchner era uma coisa tão fofo que eles não conseguiam desgrudar. Spencer teve gêmeos quatro anos depois. JJ teve outro bebê e até Rossi teve seu filho com Fran, a mãe de Derek.
Eles nunca deixaram de se amar. Viveram tão intensamente quando conseguiram pensar. Eles enfrentaram problemas, doenças, mortes e sempre ficaram juntos.
Derek morreu aos noventa anos. Penelope constantemente visitava o túmulo de Derek, deixando flores brancas. Ela sabia que em algum ponto do destino eles estariam juntos de novo. E quando esse dia chegasse ela estaria pronta.
Seu lugar na varanda, onde ficava a cadeira de Derek era o lugar onde ela queria estar perto do fim. Olhando para o sol, se pondo atrás das colinas, ela podia sentir a sua hora chegar.
Se encostando no encosto da cadeira ela apenas deixou acontecer. A paz que ela sentia era única coisa que ela poderia querer agora. Um flash de luz veio na sua direção e ela vi seu Derek se aproximando. Estendendo a mão para ela, ela decidiu que era a hora.
Ela pegou a mão dele se sentiu livre. Ele a abraçou e ela se sentiu jovem.
— Pensei que nunca fosse voltar para mim, meu chocolate. – Ela disse, olhando para ele. – Estou feliz que me enganei.
— Eu te amo. – Derek a beijou. – Estamos juntos agora.
— Nossos amigos estão aqui também? – Ela perguntou.
— Apenas esperando por você, P. – Derek respondeu. – Eu te amo, Baby Girl.
— Eu te amo Chocolate Thunder. – Ela deixou o corpo velho e cansado e foi em direção a um lugar melhor.
Seus filhos e netos a enterram ao lado de Derek. Haley parecia ser a mais abalada. Mas eles estavam juntos.
E eles ficaram juntos por toda a eternidade. Porque era assim que o destino quis.
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